Filme de Ação

Um conto erótico de Rodrigo Cateuck
Categoria: Heterossexual
Contém 844 palavras
Data: 06/08/2013 10:37:53

Cada pessoa reage de uma forma a um tipo de situação. E tenho uma particularidade que muitas vezes serve de atalho para as pessoas conseguirem algumas coisas. E assim aconteceu com uma grande e deliciosa amiga minha.

Cris é uma mulher inteligente, manipuladora de marca maior, talvez por isso tenha tanto sucesso na carreira douta. Desde os tempos de colégio sempre flertamos, e com o tempo acabamos fazendo de nossa amizade algo bastante colorido e gostoso. Começamos a nos pegar desde cedo e aprendemos muito um com outro. E um dia desses, pra matar as saudades, resolvemos pegar um cineminha, depois poderíamos sair pra jantar e por a conversa em dia.

Escolhemos o filme na hora, um que nem tínhamos ouvido falar. E durante a escolha um vento soprou em meus ouvidos dizendo que aquilo seria o de menos. Isso porque minha amiga veio num traje extremamente provocante. Um vestido num tom bem escuro que ficava completamente agarrado ao corpo, porém, o tecido esticava com facilidade. A roupa marcava muito bem seu corpo e atraía atenção de muitas pessoas. Suas pernas também ficavam destacadas pela altura de seu salto. O perfume era leve e maravilhoso. Estava um tesão e sabia que tinha conseguido me atiçar.

A sala estava vazia, suspeitei que o filme não fosse bom. Escolhemos umas poltronas lá no alto e retomamos nosso papo. Cris segurava minha mão com sua delicada e quente mão. Não resisti aos velhos tempos e lhe dei um beijo. Delícia, um beijo bom, lento, sem pressa e totalmente instigante. Parecíamos namorados. Nosso beijo era tão envolvente, tão químico, que aquecia o corpo todo com uma rapidez incrível. E o filme começou...

Muito barulho, parecia de ação. Tentei prestar atenção, mas minha rola ficou muito dura devido ao nosso beijo. Cris também não sentiu muito interesse e pensei em convidá-la pra ir embora. Poderíamos fazer coisas bem melhores noutros lugares. No entanto, ela começou a dar indício de que seu plano era outro.

Soltou minha mão e começou alisar minha perna. Depois apertou meu pau e o alisou. Uma mão calma, que sabia bem o que estava fazendo. Fui abrir o zíper, mas ela não deixou. Retomamos nosso beijo e comecei a alisar sua perna, fazendo com que seu vestido subisse. Ela não deixou. E me veio com uma aposta indecente. Deixaríamos meu celular cair no chão e, de caísse com o visor virado pra cima, ela me faria gozar ali mesmo. Se o visor caísse virado pra baixo, iríamos pra outro lugar para fazê-la gozar. Adorei a ideia! Ela pegou e jogou. Naquele escuro, não localizei o celular. Procurei e nada. Ela não se mexeu. Resolvi abaixar para tentar encontrá-lo e quando passei em frente suas pernas. Ela acendeu seu celular entre as pernas já abertas.

Nada de calcinha.

Nada de pelos.

Apenas uma deliciosa boceta inchada e com lábios curtos. Molhada, me chamava. Olhei nos olhos dela e ela me mostrou meu celular em sua mão. Sim, tudo muito bem pensado. E então mordi seu joelho. Devagar, passando a língua, que me fez subir aos poucos mordiscando sua coxa por dentro. Ela se sentiu a vontade para colocar uma das pernas sobre o apoio de braço e acabei sendo privilegiado. Aquela xoxotinha completamente aberta parecia um banquete. Então comecei a torturá-la passando a língua em sua quente virilha. Lambia de cima a baixo, de um lado pro outro e as bombas do filme acobertavam os leves gemidos da Cris.

Resolvi ir mais a fundo e comecei a chupar seus pequenos lábios. Chupava-os e Cris se contorcia. Coloquei a língua dentro de sua xoxota quente que estava a ponto de gozar. Encontrei seu cobiçado clitóris e o fiz dançar dentro daquela xaninha deliciosa. Ela segurava minha cabeça para que eu não parasse. Aperta-a contra sua xoxota fazendo força. Ela rebolava em minha boca para que eu conseguisse chupá-la ao máximo. E eu adorando aquilo tudo.

Voltei a me dedicar ao seu grelo, agora enfiando meus dedos por sua xana. Enfiava-os enquanto dava-lhe um banho de língua. Passei a colocar meu dedo indicador em sua xoxota e meu dedo médio em seu cuzinho. Teve de pegar a alça de sua bolsa para morder pois senão começaria a fazer mais barulho que o próprio filme. E foi possível observar o suor descendo de seu rosto, tamanho calor produzido pela emoção daquele filme.

Senti que estava perto de fazer minha deusa derreter em minha boca, e dediquei-me com tesão a lambê-la com rapidez e vontade, força e tesão. Foi!

Torceu a perna com minha cabeça entre suas coxas. Quase me levando a um traumatismo craniano. Era minha loba tendo um ataque de fúria que poderia ter o nome de orgasmo caso não fosse tão selvagem.

Escorria por entre suas pernas o sinal de que minha princesa tivera um orgasmo fora do normal.

Ela ficou mole, preguiçosa, com m sorriso safado e prometendo em silêncio que aquele prazer seria muito bem retribuído. Mal sabia ela que eu me diverti tanto como ela, pois sairia dali com seu gosto em minha boca.

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Comentários

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Busquem por Provoke-se, página de Rodrigo Cateuck, e leiam muito mais! ;) E obrigado pelos elogios!

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Não acredito parou na melhor parte!

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