Rapidinha com a melhor amiga da minha mulher

Um conto erótico de Edu
Categoria: Heterossexual
Contém 932 palavras
Data: 10/07/2013 16:28:33

Quando fui convidado para aquela festa de aniversário de crianças, eu não imaginava que teria uma grande surpresa e receberia um ótimo presente.

Eu sou o tipo de pessoa que não perde uma oportunidade e naquele final de semana de dezembro/2012 eu não deixei passar a chance que tive.

Quando chegamos, minha esposa, meu bebê e eu fomos recebidos pelo pai do aniversariante no salão de festas do prédio. Eu já estava torcendo para aquilo passar logo, pois, não gosto destas festinhas.

Minha opinião só veio a mudar quando finalmente vi Cristiane naquele vestido preto tão curto que quase mostrava sua bunda. Uma tentação, afinal ela já tinha “dado em cima de mim” dois anos antes, meses antes do meu casamento e era a amiga de infância da minha esposa, motivo pelo qual, eu nunca havia saído com ela.

Cristiane é uma mulher muito bonita, loira de cabelos lisos, corpo bem feito, não uma modelo, mas uma mulher que chama a atenção dos homens, casada com um executivo bem sucedido, então, deveria ser comportada e feliz na cama, mas descobri que não.

Enfim, quando me viu, Cristiane veio “correndo” me recepcionar e percebi algo diferente, só não pensei que seria tão sério, pois desde a minha chegada à festa e até mais ou menos hora e meia em que eu estava lá, essa mulher se insinuou para mim.

Primeiro, quando eu estava sentado sozinho com meu filho, senti algo roçar em mim e, quando olhei para trás, quase enfiei a cara na bunda de Cristiane que se desculpou com uma carinha de safada e um sorriso sacana no rosto.

Em outro momento, eu estava em pé e fumava um cigarro na área externa do salão de festas, próximo à porta quando Cristiane veio recepcionar umas amigas que haviam chegado, entretanto, ao cumprimentar uma das crianças que estavam com elas, Cris se arqueou e roçou a bunda no meu pau me deixando daquele jeito. Por sorte, minha mulher estava tão entretida com a festa que não viu nada.

As insinuações não pararam por aí, até que minha mulher me pediu para que eu ajudasse sua amiga com algumas “coisas” que precisava pegar em seu apartamento, pois, o marido estava saindo para pegar o bolo.

Em resumo, Cristiane e eu estávamos na porta do elevador e conversávamos assuntos sem importância. Dentro do seu apartamento, eu já nervoso com tudo aquilo e excitado, encostei Cristiane na parede do hall e perguntei-lhe em tom de indignação o que estava havendo ali. Eis que ela me responde que ainda queria transar comigo.

Eu estava com minha família, a melhor amiga de Cris, como eu poderia?

Então ela encerra: “Isso mesmo, quero dar para você... aqui... agora!”

Pára com isso! Você é casada!

Dane-se! Vem... me come logo!

Não!

Viado! Vc é uma viado!

Foi a gota d’água para mim. Abri o zíper da calça e coloquei o pau para fora. “Vem sua puta... chupa logo essa rola”.

Cristiane se abaixou e engoliu meu pau de uma vez. Colocou tudo na boca e passou a mamar como uma puta. Claro que eu não queria gozar naquele momento, apesar de gostar da forma como eu fodia a boquinha daquela vadia gostosa e como ela chupava até o meu saco.

Fiz Cristiane parar de me chupar e a levei até a sala fazendo-a ficar debruçada na mesa de jantar com a bunda empinada para mim e arriei sua calcinha até os joelhos, abrindo suas pernas. “Isso vai logo... me come logo seu puto...”

Ela me pedia para comer sua boceta molhada, ficava me chamando de puto e provocando. Pensei em não continuar e ela me diz: “pq não me fode? Não gosta de boceta seu viado?”

Então lhe respondi: “gosto sim sua piranha!” E sem piedade enterrei meu pau de uma vez dentro daquela xoxota. Cristiane soltou um gritinho “Ai seu cavalo... isso dói porra!”

Não dei ouvidos a ela e continuei o vaivém com força e o mais rápido que eu podia. Minha vadia gemia me pedindo mais e mais implorando-me para não gozar em sua boceta.

“Então eu vou encher teu cu de porra!” dizia-lhe – e, apesar de seus protestos, a segurei firme e encaixei meu pau molhado com o mel de sua boceta na entrada do cuzinho apertado e forcei a passagem. “Ai seu fdp, tá doendo... pára... pára porra!”

Sem dar atenção a Cristiane, forcei até entrar todo dentro de seu cu. “Isso... rebola piranha...!”

Comecei a meter forte no cu de Cristiane que rebolava e se masturbava gemendo, antes pela dor, depois pelo prazer. Eu podia sentir que estava inteiro em suas entranhas e ela gozou.

Cris “caiu” sobre a mesa com os braços abertos me pedindo para não gozar em seu cu. Ouvi o interfone tocar, mas continuei metendo forte até sentir meu pau inchar no cu daquela putinha. “Ah... isso... to gozando no teu cu... toma minha porra sua puta!”

Mal acabei de gozar e Cris vestiu a calcinha, foi atender o interfone. Havia passado quase meia-hora, descemos e o marido não havia chegado, minha esposa desconfiou, mas ela acredita muito na amiga.

Dia seguinte recebo fotos no meu e-mail. “Olha o que você fez comigo seu puto!” Era a calcinha de Cris manchada de porra e sangue. Afinal, levou um pau grosso no cu que ela nunca tinha dado antes..rs

Telefonei para ela e me convida: “Então vem hoje... vem currar como uma égua meu garanhão!” Claro eu adorei ouvir aquilo e finalmente tivemos uma tarde completa, mas isso fica para outra oportunidade.

Aquele abraço, Eduardo

pricard77@hotmail.com

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