Como a conquistei 1

Um conto erótico de Fran
Categoria: Homossexual
Contém 942 palavras
Data: 22/07/2013 00:59:16

Olá meninas! Depois de tanto ler os contos postados aqui, resolvi contar uma parte da minha história, de um amor que está comigo a algum tempo. Gosto bastante dos contos de vocês e espero que leiam e opinem sobre o meu! Resolvi contar tudo desde o começo, e já já entenderam o título.

Enfim, vou me apresentar. Meu nome é Francine, sou mineira, tenho dezenove anos, 1,62 de altura, 59 kg, cabelos longos lisos e pretos, sou bem branquinha, olhos escuros, uso piercing de argolinha no nariz e na boca e digamos que sou "normal" quanto a vestuário, gosto de roupas básicas e confortáveis.

Quando fiz dezoito anos, comecei a trabalhar, já estava cansada de ficar só estudando e queria um tempo pra poder descansar da escola e pensar no que queria realmente pra faculdade, e logo fui, arrumei um emprego em uma empresa de transporte coletivo da cidade, não demorou e começei a me entrosar com os demais funcionários da empresa, sou bastante extrovertida e comunicativa, logo estava enturmada com meus colegas que trabalhavam no meu horário. E como já era de se esperar fiquei amiga mais íntima de uma garota da minha idade, também lésbica e assumida como eu, seu nome é Marina e somos grandes amigas até hoje.

Marina, também com dezoito anos, era morena clara, cabelo curto e bastante masculina, mas um amor de pessoa, doce, amiga, compreensiva, me ajudou bastante e de cara mostrou interesse por mim, ela era bem masculina, e seu estilo até que me agradava, a amizade saiu fora do trabalho e em pouco tempo já estávamos bem íntimas. Certo dia ela me ligou, era minha folga e ela disse que não estava muito bem e que não tinha ido trabalhar, me convidou pra passar a tarde com ela, fomos a uma praça conversamos bastante, tinhamos muita coisa em comum, e percebia seus olhares pouco discretos para mim, até que ela me convidou pra ir a sua casa, pois tinha alugado alguns filmes. Aceitei, mas já prevendo que ela tinha segunda intenções com minha inocente pessoa u.u kk

Chegando lá, começamos a conversar, e nem o filme assistimos direito, não demorou a iniciativa dela de se aproximar de mim, pra falar a verdade, não estava muito afim, mas deixei rolar, já estava sozinha a algum tempo e decidi aproveitar, retribuí as suas investidas e acabamos nos beijando, um beijo gostoso, suave, suas mãos já percorriam meu cabelo e minha nuca, e logo ela colocou a mão por baixo da minha blusa, resmunguei, mas no calor do momento, acabei deixando, aos poucos ela foi se deitando encima de mim, entrelaçou nossas pernas e o clima foi só esquentando, quando dei por mim, já estava molhadíssima, cheia de tesão, louca pra sentir a língua dela passeando no meu corpo todo, e a vontade dela não era diferente.

Entre os amassos, ela alisava minha barriga e apertava de leve meus seios, mas quando demos uma pausinha no beijo para ela tirar minha blusa, respirei, voltei a mim, meio que travei, não queria me entregar assim, tão inesperadamente, pra uma pessoa que eu não tinha sentimentos intensos, podem me achar careta gente, pode ser até de primeira, mas eu tenho que sentir algo pela pessoa, sexo só por prazer, assim, não tinha como rolar. Esfriei, e ela percebeu, fui cessando os beijos com selinhos e disse que tinha que ir embora, que já estava tarde e não achei necessário maiores explicações.

Acordei com alguns sms dela me desejando um bom dia e que tinha adorado a noite anterior, respondi normalmente, fiquei meio sem graça com ela, pois apesar de ter gostado da pegação, ainda não a via com esses olhos.

Os dias passaram, involuntariamente me afastei dela, ela percebeu, e veio falar comigo depois do trabalho:

Nina - Hm, parece que tem alguém cortando caminho pra não cruzar comigo. Ela me disse, em tom de brincadeira.

Eu respondi sem graça: - Que isso Nina! Nada a ver, dias corridos, só isso!

Nina: - Mas então, tá afim de dar uma volta sábado? Sei que você está de folga. Ela disse, sorrindo.

Eu: Posso ver isso, se tiver tudo tranquilo lá em casa a gente joga uma cacheta!

Rimos, e fomos embora.

Não tocamos mais no assunto, no sábado, fiquei em casa mesmo, lá pras 21:00 ela me liga, dizendo que estava perto da minha casa, perguntou se podia passar lá, já que eu tinha dado o cano nela. Disse que sim. E saí para esperar ela na porta, eu estava com um vestido soltinho, de alcinhas, de ficar em casa mesmo, e não vi necessidade de trocar só porque ela iria dar uma passadinha lá.

Assim que chegou, me elogiou, fiquei com vergonha, e mudei de assunto, acabamos conversando e rindo bastante, e ela me encarava de vez em quando, o assunto acabava e rolava aquele climinha.. já era tarde, não tinha mais ninguém na rua, até que ela passou o braço pela minha cintura e me beijou, cedi, retribui o beijo, ela tinha uma pegada gostosa, e isso eu não podia negar. Ficamos sentadas na calçada, abraçadinhas, e ela disse:

Nina: Tem medo de que? Disse isso olhando nos meus olhos.

Eu: Do que está falando? Me fiz de desentendida.

Nina: Depois daquele dia, você sumiu, mal fala comigo, parece que evita até de me ver. O que foi?

Antes de eu dizer qualquer coisa, ela continuou: - E não venha me dizer que não está afim de mim, sinto isso quando você me beija, sinto seu corpo arrepiar quando te toco.

Ela me olhava fixamente, esperando minha resposta. E eu não sabia exatamente o que dizer.

Continua!

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Comentários

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Gostei ... muito bom , continua bhé bjs...

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