Assumindo-se bissexual XIV: Dois irmãos - I

Um conto erótico de AlexBi
Categoria: Heterossexual
Contém 2891 palavras
Data: 19/02/2013 21:54:30
Assuntos: Heterossexual

Saí do elevador na garagem do prédio, fui pegar no carro o celular que havia esquecido. Um Peugeot 206 zerado, nem placa tinha, para numa vaga próxima. Era aquela série Quiksilver, mais esportiva. Na época eu tinha um Gol, muito do básico, só ar como opcional e o 206 fazia sucesso, o ano era 2002, o carro já deveria ser modelo 2003.

Estava olhando interessado, carro maneiro, até que olho para o para-brisa (nessa época não tinha a febre de insulfilm). Quem estava ao volante? A espevitada! Não podia deixar passar, andei em direção ao carro, ela já abria a porta, deu-se a conversa:

"Gostei, carro maneiro!" Pelo histórico eu já esperava uma patada, fiquei na defensiva. Ela contudo, satisfeita com o carro, respondeu na boa.

"Obrigada, meu pai me deu de presente...", respondeu um pouco encabulada.

"Pô... isso que é presente... Posso ver?", perguntei já avançando, antes que ela fechasse a porta e mandasse um sonoro não. Sentei. Manopla e maçanetas internas com detalhes prateados, bancos esportivos, carro bacana à beça, volante com pegada legal, eu via e ia relatando.

"Você é abusado né, como vai sentando assim...?" Pronto, pensei, lá vem. Só que a expressão do rosto dela não estava enfezada, tudo bem que não estava iluminada, mas já era alguma coisa. Só que não foi só isso que reparei. Ela continuava usando roupas que não revelavam nada do seu corpo - calça, camisa normal - contudo o que me chamou a atenção, mais que das outras vezes, talvez por estar com um semblante desanuviado e não mal encarado, foram seus olhos, lindos. Lindos, expressivos, grandes, cor de âmbar, cílios longos. A espevitada tinha olhos lindos, num rosto, diga-se, bem atraente, mesmo com ela parecendo querer esconder por trás de óculos de armação grossa. "O que foi, o que está olhando?", perguntou curiosa. Balancei a cabeça, meio que voltando à realidade.

"Não, nada... Muito bonito o carro. Quando vai me deixar dar uma volta?"

"Você? Dar uma volta? Você é muito...."

Interrompi: "Ok, a gente dar uma volta, você dirige então." Ela não respondeu. Antes de rumar para o elevador, segurei em seu braço, ela me olhou firme, larguei.

"Não me entenda mal, mas você tem os olhos mais bonitos que já vi." Ela ficou meio assim, veio um certo rubor, depois devia estar vendo no meu rosto que eu não zoava. A resposta que me deu foi a melhor que ela poderia dar.

"Se você acha que elogiar meus olhos o fará dar uma volta no carro, esquece." E fez um prenúncio de sorriso.

Ironia, sarcasmo, pela primeira vez ela devolvia os meus. Melhor que obrigada, que isso, até mesmo que um então vem pro meu apartamento ver outras coisas lindas. Senti que algo se rompeu, um passo foi dado. Mantive a frequência.

"E se eu elogiar outras coisas?"

"Preciso subir."

"Te acompanho."

"Não ia sair?"

"Não, eu vim na garagem.... Na verdade vi da janela você chegar de carro novo e vim aqui recebê-la."

"Deve ser legal morar de fundos com vista para a frente...",falou ela, a gente já dentro do elevador. E olha a ironia presente de novo.

"Pago um adicional no aluguel por causa disso..." De soslaio percebi que ela se esforçou para segurar um riso.

Ela seguiu pro apartamento. Antes de ela fechar a porta, falei:

"Você vai deixar né?"

"O quê?", parou com a porta aberta.

"Eu dar uma volta. Podemos ir aqui perto, naquele bar da..."

"Boa noite." Fechou a porta. Não bateu como de costume. Desci para pegar o celular. Um ponto. O jogo seria longo, mas avançava.

***

Fiz a matrícula numa academia perto de casa. Chamei o Léo, não quis a princípio. Eu o sentia um tanto arredio. Eu estava no último trimestre do último período, não sabia bem se conseguiria ir todos os dias. Ia depois da faculdade, fechava às onze, eu conseguia malhar por quase quarenta minutos, já era alguma coisa.

Aos poucos fui me enturmando. Tinha um coroa de pouco mais de 60, muito gente fina. Dias passaram, semanas sem muita novidade, fora que eu estava pegado em estudos, eu queria ter um CR mais alto por conta de vagas de emprego que impunham isso.

Havia uma garota, loira, clarinha, cabelos compridos, bonitinha. Não era a única, tinha umas no estilo 'rata de academia', mais gostosas até, contudo foi essa loirinha que me chamou mais a atenção, na dela. Deixei passar umas quase duas semanas, até porque eu conseguia ir no máximo três vezes. No começo nada, depois cumprimentos, em seguida diálogos curtos. E a coisa foi indo.

Também havia um garoto na linha assim do Marcelo - em termos de tipo físico e idade, até então eu não sabia se ele curtia. Falando em Marcelo, ele e Rodrigo engrenaram. Rodrigo podia curtir uma sacanagem ou um sexo casual, mas ele gostava mesmo de uma relação firme.

Estava no vestiário trocando de roupa para malhar e ele, o garoto, ia tomar uma ducha pois já tinha malhado. Eu terminava de amarrar o tênis e ia sair, não era e nem sou de ficar olhando todos aqueles que ficam nus. Já saindo do vestiário escuto o barulho de algo caindo, talvez um shampoo, algo do gênero, olhei por olhar e me deparo com ele tirando a cueca, (isso aqui http://alturl.com/kefhi). Tá de sacanagem, uma bunda perfeita. Fingi que esqueci algo no armário só para olhar mais. Ele entrou no chuveiro, não disfarcei que não o estava olhando, mas também não insinuei nada, ele que pensasse o que quisesse, um olhar despretensioso por estar na minha linha de visão ou interessado.

Na musculação estava a loirinha. Pensei comigo, decisões, decisões... Cheguei a rir sozinho, no que ela, próxima, perguntou do que eu ria. Inventei uma desculpa. Eu estava na cadeira extensora e ao lado ela na mesa flexora. A bunda empinada por conta da mesa que tem a parte onde apoiamos o tronco mais baixa. Eu olhava à vontade pois ela não tinha como saber. O short de lycra preto bem justo, um tesão que mexeu comigo, e na asneira que fiz de estar sem cueca porque minha bermuda era daquelas que já tinha uma, tive que disfarçar, jogar a blusa por cima e esperar amolecer para me levantar.

O garoto aparece, fala com ela, se despede.

"Seu namorado?", perguntei.

"Não, meu irmão." Por essa eu não esperava. Reparando depois até que eram parecidos. E que ironia, eu de olho nos dois. Ela, com certeza, era a mais velha. Travei uma conversa na linha de sondagem, sem ela perceber. Fui tão sutil e evasivo que não descobri nada de útil. O jeito era sondar ele.

Nossos horários eram parecidos, ele contudo às vezes saía mais cedo e normalmente já estava malhando quando eu chegava. Passei, de forma discreta, a repará-lo. Normalmente malhava vestindo camiseta e um short. Um dia interrompi a série, o tempo de ele entrar no vestiário e eu ir em seguida. Pouco depois das dez e meia, academia com pouca gente. Puxei papo, na linha, "até que você é parecido com a sua irmã". Ele foi receptivo. Mais uma vez lá estava, linda, tesuda, gostosa, lisinha, perfeita. Entrou no chuveiro. Eram três sem divisória. Eu quis ir junto, meu receio era ficar duro, o negócio era não olhar. Arrisquei e fui. Tomamos banho juntos.

Quem disse que consegui não olhar? A bunda molhadinha ficou mais tesuda ainda, a ereção veio, saí e me enrolei na toalha. Esperei perder um pouco do ímpeto. Estava reto com a cabeça prestes a se encaminhar para apontar para o chão. Tirei a toalha, fui me vestir sem pressa. E de frente para ele. E foi aí que ele olhou. Ainda era prematuro afirmar, não dava para dizer com certeza se era olhar de interesse ou olhar de quem se pega surpreendido por um rapaz naquele estado num vestiário, porém ele sustentou o olhar por uns dois segundos. Por conta disso meu pau decidiu parar de descer e começava a voltar. Com a mão o coloquei para baixo e vesti a cueca. E ele olhou. Fiquei com aquilo na cabeça.

Saímos eu, a loirinha e o irmão. Fomos tomar um chope após a academia, jogar conversa fora. Ela ainda com roupa de academia, ele tomara banho. Com menos de uma hora ele saiu, ficamos só eu e ela. Beleza. E ela começou a beber, assim como eu. Ora, bebida nos deixa mais soltos, todos sabem. Tem gente que não pode beber, mas por outro lado, devem...

E foi um tal de riso frouxo, frouxo a ponto de encostar a cabeça no meu ombro ao rir, um blablablá incessante, eu vendo aquilo, aproximei a cadeira. Era toda quietinha na academia, não esperava aquilo. Numa hora tasquei um beijo. Ela aceitou, tirou a boca, riu. Cheguei mais perto, de novo, aceitou e deixou. Começou uma pegação que ia ficar chato em público.

Paguei a conta, a levei para o carro. Não quis ir para casa, o Léo ia estar lá, talvez com a Fabiana. Motel. Assim fomos. Ela me atacou ainda dentro do carro, garagem aberta. Ainda usava o short de lycra, enquanto nos beijávamos busquei sua bocetinha por cima do tecido mesmo, estava úmida, não sabia se de excitação ou suor. Saímos, fechei a garagem, a encontrei no quarto. Fui para cima.

Ela tirou o short, com alguma dificuldade, e a camiseta. Mais gostosinha do que eu supunha. É normal esse tipo de short transformar a mais sem graça das bundas em algo interessante. Não era o caso dela. Ela tinha uma naturalmente gostosa, carnuda. A pele toda clarinha, parti para cima, ela apartou, se desvencilhou, falou para eu esperar ela ir ao banheiro. Falei que não me incomodava o fato de ela estar suada. Não disse nada, enquanto seguia, baixou parte da calcinha até abaixo da bunda branquinha, rapaz.... que coisinha linda, o irmão tinha a quem puxar! Mais ou menos isso aqui http://alturl.com/738wf

Esperei na cama, tirei a roupa, fiquei só de cueca em ponto de bala. Poucos minutos depois aparece no quarto, nuazinha, para ao pé da cama, em pé, eu a como com os olhos. Os seios pequenos, firmes, os biquinhos claros, a boceta toda depilada, o que na época não era comum como hoje. Ela inclusive foi a primeira que conheci, todas até então, mais ou menos, tinham pelos. Posso dizer que foi uma precursora do que hoje é a regra, o que lamento, adoro pelos na região genital, bem cuidados, sejam nelas ou neles.

Eu tinha isso diante de mim: http://alturl.com/ojdst. Subiu na cama, não quis saber de beijo, de pegação, de corpos juntos se aquecendo, nada. Viu que eu estava duro, tirou minha cueca, segurou nele, se atirou. No espelho do teto a via de quatro, no espelho da parede, atrás dela, a bunda empinada e aberta. E a loirinha me devorava. Porra, a menina quietinha tinha uma boca, uma língua... Segurei nela, trouxe para mim, tasquei um beijo, o dela com o meu cheiro e gosto - e já não gosto.. - trocamos um longo e fui nela ou iria gozar logo.

Sentada na cama sobre um travesseiro, abriu, melhor, arreganhou as pernas e me chamou, "vem". Fui, chupei a minha primeira boceta depilada. Estava com cheiro forte, misto de excitação e suor, reconheço que mais forte do que eu tendo a gostar, já que elas têm cheiro bem mais ativo, mas ok, não parei e ela gozou segurando minha cabeça.

Encapei o rapaz, ela montou. Segurava na bunda dela que cavalgava. Sentou de costas, tornou a me enterrar dentro dela, e mandou ver com o quadril, e a visão daquela bundinha da foto acima subindo e descendo era tesão puro.

A coloquei de quatro, espalmei as mãos na bunda dela, abri, caí de boca, rebolava curtinho enquanto a lambia. Penetrei. Segurei no cabelo, puxei, mantive preso, ela com a rosto para frente, o queixo um pouco para cima, comi como se ela fosse uma potranca, ela pedia mais e mais forte, apoiei um pé na cama, uma mão no cabelo, outra no ombro, castiguei, 'é assim que você quer?, ela queria, o barulho de boceta molhada engolindo meu pau se misturava aos gemidos e pedidos dela e ao encontro de nossas coxas. Meu saco a espancava, parecia um pêndulo, não ligamos o ar, suávamos - prefiro assim - me acabei dentro dela e ela se entregou a outro orgasmo.

Retirei a camisinha, limpei a cabeça no lençol. Voltei a chupá-la, lamber o corpo dela, os biquinhos. Ficamos de lado, começamos um 69, chupava e fodia com os dedos, ela me pegou meia bomba e, experiente, me deixou duro, me encapou, ainda com ela de lado enfiei segurando sua perna, ela mandando ir mais rápido, forte, a comia de ladinho beijando sua boca, apertando o biquinho do seu peito esquerdo. A trouxe para a ponta da cama, recolhi suas pernas jogando seus joelhos para trás, meti numa tacada só, tirei, chupei a boceta exposta, o grelo intumescido, lambi, dei tapas nele com a língua, voltei a enfiar, ela coloca as pernas em torno do meu pescoço, ergo seu quadril. Levantei ela, ficou no meu colo, suas pernas me abraçavam, a encostei no espelho, ela com as mãos agarradas às minhas costas, me puxava, eu dava estocadas para cima, sentia as unhas me arranharem as costas, nossos corpos molhados de suor, as bocas sedentas, a deitei de costas na cama, ergui seu quadril, segurei, apenas a cabeça e o topo de suas costas ficaram apoiadas no colchão, as pernas em volta de mim, passei a estimular o grelo enquanto metia.

A levantei, a pus de costas, ficamos nos roçando, a bunda dela no meu pau, minhas mãos em seus seios, flexionei as pernas e meti, transamos em pé, ela arrebitava a bunda e mandava eu enfiar fundo, se jogava contra mim, fez tão forte que bati no espelho atrás, parecia querer que eu a atravessasse. A fiz deitar de bruços, linda e tesuda, a bunda naturalmente empinada, fui por cima e a penetrei, virou o rosto, me beijava enquanto a comia.

Eu a testava nas posições mais variadas, e ela topava tudo, com a desenvoltura de quem conhece e a vontade de quem gosta mesmo de foder. Também era uma forma de eu adiar gozar, pois a vontade vinha e a cada mudança eu retardava. Peguei em seus braços, de frente para mim sentou, nossas pernas em volta de nossos quadris, rebolava, remexia, estimulava o grelo na minha pélvis, nos meus pelos, gozou com nossos corpos e bocas unidos.

A deitei de costas, dessa vez ela ficou um pouco mole, a penetrei, sem tanto ímpeto, fizemos um estilo papai-mamãe-amorzinho, ela foi reacendendo, fui atrás, na pressão, até queria que ela gozasse antes, não deu, tirei, arranquei a camisinha e esporrei na barriguinha lisa dela, depois ela espalhou com os dedos, passou nos seios, nos biquinhos.

Caí para o lado para recuperar as forças. Que maratona, queimei mais calorias do que na musculação. Permanecemos um tempo deitados. Fomos para o banho juntos. Logo nos abraçamos, nos beijamos com a água caindo sobre nós.

Ela se agachou diante de mim, me colocou todo dentro da boca molhada e quente, ficou assim enquanto acariciava meu saco, minhas bolas, as mãos percorrendo minhas coxas, minha bunda, meu pau lá, aquecido, guardado e estimulado pela sua boca, cresceu, ainda não totalmente duro. Ela tirou, lambeu em baixo, a glande, ficou passando a pontinha da língua no freio, com a boca abocanhou uma das minha bolas, prendeu, me masturbava, tornou a engolir para depois passar os lábios pela cabeça, da parte mais larga até a ponta, e repetia, e repetia, e engolia, nada com pressa e sim com precisão, me deixou rijo, e salivava, babava, babou no dedo, não me penetrou, ou melhor, o fez até cobrir a unha somente do seu indicador pequeno, ficou mexendo, atiçando cada terminação nervosa, e a boca em mim, sabia o que fazia, afastei as pernas, nem o Rodrigo quando o fez conseguiu de modo a me dar tanto tesão, eu não queria que ela parasse, a combinação ponta do dedo - boca - garota, porque acho que isso, de ser uma mulher, ajudou sim, me deixou muito mais solto em sem pudores, estava boa demais. Senti me arrepiar, os pelos eriçarem, ela me tomava na boca, meu pau duro, muito duro, a cabeça brilhava, inchada, ele estava como se não houvesse mais espaço para o sangue o preencher, e o dedinho experiente me enchendo de tesão, gozei, numa intensidade de percorrer a espinha. Gozar pela terceira vez num oral é raro para mim, menos ainda um gozo daqueles que percorrem a coluna. Ela no entanto conseguiu.

Senti as pernas fraquejarem, arriei, veio me beijar com um sorriso de quem sabia o que tinha feito. Já no carro a levando para casa brinquei que com uma noite dessas nem precisaríamos mais de musculação.

***

Um dia estava no vestiário da academia. Aparece o irmão. Dizia saber sobre mim e a irmã. Só que achei que jogava verde, então não confirmei, já que ela não me parecia ser das que contam, ela é a menina 'quietinha para todos os efeitos'. Até que depois ele disse que desconfiava, que a gente estava mais junto, coisa e tal. Porém mais junto foi ficando ele de mim.

Continua,

Alex

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Comentários

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Muito excitante até no sexo hetero, agora vai com o irmão gostoso. Ahhhh seu Bi safadjenho hehehe. Muito bom

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cada vez mais me surpreendo com seus contos... extremamente excitantes!! e nada melhor q uma mulher q sabe os segredos de um "fio-terra"!!

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Se a irmãzinha foi assim, imagine com o irmão.

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Pegando a loirinha, o irmao e de olho na vizinha. Pau de mel

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