Casa dos Contos Eróticos

O japa condenado mandou comer a mulher dele.

Autor: Coroa casado
Categoria: Heterossexual
Data: 08/12/2012 16:34:07
Última revisão: 15/08/2015 05:37:18
Nota 9.91
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Morei no Japão dos 25 ao 45 anos, idade do lobo como dizem. Tentei comer muitas mulheres. Persisti nelas como o Corinthians perseguiu a libertadores. E como profetizou o Andres Sanchez, é só disputando que um dia se ganha.

Com a maioria, não passei nem na disputa do pré, levando foras homéricos. Em outras cansei de cair na etapa das fases, sem qualquer chance. Com algumas, cheguei perto e fui eliminado no mata-mata. E em raras ocasiões, levei o caneco.

O que vou narrar, foi uma conquista que caiu de paraquedas no meu colo. Aconteceu quando fazia uns 6 anos que eu estava lá. Trabalhava como interprete e lider da linha de produção em uma fabrica.

Dois empregados se envolveram numa briga grupal, na saída de uma disco. E um deles era brasileiro. O outro, era japonês e sobrinho do ¨kakarichô¨ (chefe da nossa seção). Junto com outros rapazes, eles espancaram e feriram outros jovens, tendo um deles até ido parar no hospital.

A policia veio buscar os dois dentro da firma. Lá não existe esse negócio de prisão em flagrante, ou, de que após 24 horas do crime, a pessoa responde em liberdade.

A policia prende quando quer, sem mandado. Tem 15 dias para investigação, no qual o preso fica incomunicável e só então, cabe ao promotor, decidir se libera ou oferece a denuncia.

Infelizmente, foi o que aconteceu com o brasileiro Fabio e o japa Takahashi, apelidado de Taka. Tal fato, maculou o nome da empresa, citada nos jornais locais quando da notícia da desavença. Os pais do Fabio e do Taka, contrataram um advogado para defendê-los.

O advogado, Dr. Kuriyama, aceitou a causa e exigiu um interprete, já que Fabio não falava japonês. E a pedido da familia, fui auxiliar o causídico.

Durante os 15 dias, só advogado tem acesso aos presos. E ainda assim, só agendando previamente a entrevista. Os pais do Fabio me trouxeram cuecas, sabonete, toalha, escova e pasta de dente para levar a ele.

Na delegacia, tive de deixar tudo com um agente que iria examinar cada item e só então, entregar ao preso. Eu e o advogado, tivemos que nos identificar e preencher uma ficha. Só então, tivemos acesso a uma sala, separada ao meio por um balcão e cada parte, totalmente isolada por um vidro grosso, tipo blindex, e com furinhos para que os interlocutores de cada lado pudessem conversar.

Mal sentamos, trouxeram primeiro o Fabio, que chegou algemado. Traduzi a conversa com o advogado e dei um recado dos pais dele. Depois, foi a vez do Taka. No final, ele me pediu que procurasse a esposa dele e pedisse um pacote de cigarros e revistas. Anotei o telefone dela sob o olhar atento do carcereiro que, em momento algum, saiu de perto. E também ouviu toda conversa, algo impensável aqui nas prisões do Brasil.

Já na firma, liguei para Akiko, esposa do Taka. E dei o recado. Ela perguntou como ele estava, coisa e tal. E ficou de levar o que ele tinha pedido à delegacia.

Ao contrario do Brasil, no Japão o direito da vítima está sempre acima do direito do criminoso. Para atenuar a pena, algo que o juiz leva em consideração, fomos junto com o advogado, os pais do Fabio e a Akiko, esposa do Taka, até a casa da vitima machucada, levando caixas de ¨yokan¨ (um doce japonês), para pedir desculpas formais pelo ocorrido.

Foi meu primeiro contato com Akiko. Não era linda, mas, também não era feia. Jovem, entre 1,55 a 1,60m, magra, 21 anos, mãe de uma criança de um ano. Rostinho gracioso, tipico das japonesas, cabelos lisos, longos e bem cuidados. Bem maquiada e com um vestidinho solto, comum de todas donas de casa.

Após 15 dias, os pais do Fabio e Akiko, esposa do Taka, puderam nos acompanhar na segunda entrevista. E para ambos, o Dr.Kuriyama explicou que eles não escapariam da condenação, estimada entre seis meses a um ano. E lá não tem essa história de réu primário, progressão de pena, regime aberto ou semi-aberto. É prisão fechada e nada mais.

Na vespera do julgamento, fomos visitá-los na terceira entrevista. O advogado instruiu sobre o que eles deveriam falar. Na vez do Taka, me afastei um pouco, porque ele é japonês, se entendendo diretamente, sem precisar de interprete. Fiquei surpreso quando ele pediu para falar comigo.

E me perguntou o que eu tinha achado da Akiko, sua esposa. Desconversei, dizendo que achei ela batalhadora, corajosa, etc. e tal. E ele insistiu, indo diretamente ao ponto:

- Íi onná djanái? (Mulher boa, gostosa, não?).

Desconcertado, assentí com a cabeça. E constrangido pela presença do advogado e do carcereiro, ainda ouvi:

- Hantôshi datara, kanujôu kánarázu uwáki súru! (Em meio ano, com certeza ela vai me trair!).

Mil pensamentos passaram pela minha cabeça, na velocidade da luz. Será que ele ia me pedir para ficar de olho nela? Eu, o detetive dedo duro? Qual era a dele? E mais absurdo ainda, foi o que ele disse:

- Tánin yôri, anatá dáttara yurússu. Dôusse eti ¨H¨ súru nara, kanujôu tô yárêe. Wakátá? (Entre um estranho, prefiro que seja com você. Se ela quer transar, transe você com ela. Entendeu?).

Embasbacado, fiquei sem reação pelo disparate. Não sabia o que pensar. Fora a vergonha de outros estarem ouvindo aquela proposta inusitada. Era irreal demais para a cabeça deste brazuca. Olhei rapidamente para eles. Dr.Kuriyama parecia alheio a tudo. E o guardinha alí, impassível. Eles tinham ouvido com certeza!

Na hora, não pude nem ficar de barraca armada, o que aconteceria em outra situação. Não estava acreditando no que acabara de ouvir! Era muito louco!

Tudo bem que os japoneses pensam diferente. Certa vez, ví um colega falar para o outro que queria conhecer a irmã dele. O sujeito perguntou se ela era boazuda. Aquí no Brasil, ninguém ia gostar de ouvir uma pergunta dessa acerca da irmã. E a resposta na maior naturalidade: ¨-Ela é muito bonita¨. E usou o termo ¨môttêrú¨ (que significa também poderosa, que atrai os homens, sexy, gostosa).

No julgamento, foram condenados a oito meses de prisão com trabalhos forçados. O próprio juiz penal fixa a pena e também o valor da indenização, diferente daquí, que a vítima ou sua família tem que entrar com um processo civel à parte para exigir ressarcimento.

E lá, se a reparação não for paga, mesmo que o reu cumpra o tempo de cadeia, ainda fica preso trabalhando até cumprir a sentença na integra. Geralmente, os parentes dão um jeito de complementar o valor, exceto em caso de homicídios que nesse caso, os valores são elevados. Um segundo homicídio é pena de morte por enforcamento.

O advogado aconselhou não recorrer. Os gastos judiciais só iriam aumentar, além do risco da pena ser até aumentada na instância superior. E transitado em julgado a sentença, eles foram levados da delegacia para a prisão provincial.

Os condenados são obrigados a trabalhar em linhas de produção dentro das prisões, sendo descontado do salario o alimento que consome, o uniforme e o que sobra, vai para pagar as custas processuais e indenização à vítima. Quando da soltura, tudo isso é devolvido num relatório discriminado. No caso do Fabio, até um lanche do Mac que ele encomendou certa vez ao carcereiro, estava descontado, com o respectivo cupom fiscal anexo.

Quanto à proposta do Taka, era incongruente, desespero ou desconchavo. A imagem da esposinha Akiko mudou de figura na minha mente. Era agora de uma femea sexy, um alvo para o meu dardo duro e pulsante. Acabei tocando uma punheta em homenagem a ela. E só.

Passado um mês, Akiko me ligou. Disse que iria visitar o marido e perguntou se eu não poderia ir junto. Estranhei, pois, afinal, antes do episódio eu nem era muito amigo do Taka. Mal conversavamos, quanto muito, assuntos de serviço. Disse que se fosse num sábado, tudo bem.

Fui de carro esperar ela numa estação de trem. Ela tinha deixado a criança com os avós. Estava gostosinha, com um vestido justo, azul claro. Sapatos brancos de salto alto. Bolsa branca e sacola com coisas para o marido. Parecia alguém que ia a um compromisso social e não à prisão.

No caminho, falei que no Brasil, a Lei permite visitas íntimas. Cada prisão tem até um quartinho para as esposas, amantes ou namoradas ¨aliviarem¨ os presos. Ela ouviu incrédula, mas isso foi a deixa para um papo mais apimentado sobre sexo, abstinência, masturbação e orgasmos.

Lá chegando, a mesma rotina da delegacia. Identificação e salinha separada com balcão e parede de vidro. E um carcereiro ao lado, plantado alí como uma múmia. Fiquei meio de lado, eles alí conversando e eu fingindo não ouvir nada.

Certa altura, percebí que falavam de mim. Ele me olhou várias vezes e ela de cabeça baixa, respondendo com monosílabos. Tipo ¨hái¨, ¨iiê¨, (sim, não). Deu para escutar ¨- kárê tô yátta ká?¨ (Transou com ele?).

Na hora de despedir, Taka sorriu para mim e fez um sinal de ¨OK¨, com o dedão e o indicador formando um circulo (influência americana). No Brasil, esse sinal significa ¨vai tomar no C....¨.

Se havia um resto de pudor em mim, tudo foi para os ares. Resolví atacar. Ao pensar ¨já que o Taka deixa, vou comer a mulher dele, ah se vou¨. Meu cacete endureceu na hora.

Na volta, falei para ela que o Taka estava preocupado que ela fizesse ¨uwáki¨. A traição para o japonês, não consiste no ato sexual em sí. É muito mais por fazer a coisa escondida. O mais grave não está no fato de dar para outro. Está em enganar o parceiro, mentir para ele.

E ela, sem graça, confirmou o que eu já sabia. Taka tinha falado que ela poderia dar para mim. Era uma chance imperdível. Akiko, porém, estava colérica. Não com o fato de ter sida ofertada a outro, mas, por não lhe dar o livre arbítrio na escolha. Vá entender a cabeça dos nipônicos!

Argumentei que ele me elegeu por saber que eu era casado e assim, o sigilo seria mais que total (verdade). Que por ser um grande amigo e ter só tido contato comigo desde a prisão, foi determinante (meia verdade). E que ele sabia que eu era carinhoso e tinha ouvido falar das amigas que eu era gostoso (pura mentira). Propaganda, contudo, não enganosa.

E persistí no chaveco, falando que ela era linda, tesuda e blá blá blá. Mesmo correndo o risco de dar tudo errado, fingindo despreendimento, já fervendo de tesão, contendo a vontade louca de agarrá-la, propus:

- Bom, Akiko, você pode, se quiser, transar com qualquer outro cara. E falar para o Taka que foi comigo e eu confirmarei, sem problemas. Mesmo que eu esteja morrendo de vontade de fazer ¨eti (H)¨ contigo.

E mostrei que estava com o mastro em ponto bala, colocando a mãozinha dela na minha braguilha estufada. Me senti como um cobrador de penalti decisivo, correndo para a bola.

Surpresa, ela retirou a mão. Pensei comigo ¨- Dancei¨. Tive a visão de um batedor que chuta fraco e vê o goleiro pulando para o canto certo. Akiko, todavia, ela mesma, pousou a mão no meu caralho, acariciando por cima do tecido. Olhei-a nos olhos e ví um meio sorriso safado.

Me sentí exultante, como um goleador vendo o goleiro cair atrasado e a pelota morrendo lentamente no fundo da rêde. E soltei então o ¨- Rábu hôteru ni ikou?¨ (Vamos para um motel?).

O engraçado é que ela nem assentia e nem negava. Só se deixava conduzir. E acabamos indo para um ¨Love Hotel¨. Era na entrada da nossa cidadezinha, meio muquifa. A aparência externa denotava não ser lá grande coisa. Naquela altura, tarado como eu estava, não precisava nem cama.

Entramos no quarto, ela toda gostosinha alí de pé, cabeça baixa, pensativa e indecisa. Tratei de agir logo. Eu estava ganhando o jogo pelo placar mínimo, já nos descontos. Só faltava tomar então o gol de empate.

Sem se afobar, abraçei a japa carinhosamente enquanto falava palavras tranquilizadoras em seu ouvido, tipo ¨não se preocupe¨, ¨só vamos fazer o que você quiser¨, ¨prometo muito carinho¨ e outras baboseiras que todo mundo jura de pés juntos nessa hora.

Começei beijando o pescoço alvo, mordiscando os lóbulos da orelha, as mãos acariciando o corpo jovem e firme, passeando pela bundinha lisa, de curvas suaves. Peguei o fecho do zipper e desci, libertando as costas. Abaixei a parte frontal cujas alças ficaram enroscadas nos braços, todavia expondo o sutiã branco e brilhante, com pequenos desenhos coloridos e rendas brancas, tapando os seios pequeninos, quase pueris, apesar de ter amamentado um bebê recentemente.

Desci as alças do porta seios também, liberando os peitinhos e iniciei com um beijo de leve, quase reverencioso no biquinho marron claro. E ao envolve-lo com o labio, pude senti-lo enrijecido, sinal que ela estava gostando. Brinquei ao pular do seio direito para o esquerdo, dizendo ¨-Viu? É para o outro peitinho não ficar com inveja!¨.

E enquanto mamava, tratei de ir tirando minha camisa. E fui me despindo e tirando também a roupa dela, sem deixar um instante de trabalhar com minha boca, beijando tudo, lambendo de forma pervertida, sem lhe dar tempo de pensar em parar com tudo aquilo.

Foi trabalhoso tirar a meia calça, um peça delicada e facil de desfiar. Depois a calcinha. E ainda de pé, arrisquei um beijo molhado, enquanto embaixo, tentava esfregar a cabeça da piroca dura e inchada em sua vulva. E enroscados, fomos cambaleando, como um só até a cama. E nela caímos.

Apalpei a boceta dela e a senti umida, com o melzinho já dando o ar de sua graça. ¨-Esta está no papo¨, mentalmente exultei. E caí de boca na xoxotinha, beijando no começo e conforme o arfar da respiração pesada da Akiko ficava mais intenso, passando a lamber, chupar e penetrar a grutinha com a língua.

Ela gemia de forma chorosa, contorcendo a pelvis. E passou a pedir para meter. ¨- Írêtê, írêtê (põe, põe). Peguei um preservativo e vestí a vara. Naquela hora, se quisesse, poderia até ter fodido ela ¨namᨠ(cru) mesmo. Fui por cima, no tradicional papai e mamãe. Passei mais uma vez os dedos na xaninha. Estava agora molhadinha, toda lambuzada. Direcionei a pica, sem enfiar, só esfregando entre os labios vaginais melados.

Akiko estava possessa, ansiando pela penetração. Erguia o quadril e eu provocando e fugindo. Ela já implorava pela metida. E eu copulando na entrada do buraquinho, como tentando colocar e não conseguindo. Era incrível a sensação de ter embaixo de mim, uma japinha vibrando de tesão, querendo ser comida de qualquer jeito.

Era para colocar devagar, centímetro por centímetro. Mas, mal a cabeça entrou, ela mesma se autopenetrou até o fundo, soltando gemidos estridentes. Taka conhecia bem a mulher que tinha. Rebolando, chorando de tesão, ela teve um orgasmo forte, tanto que parou por completo. Parecia que alguém tinha puxado o fio da tomada. Se deixou cair mole, inerte.

Aproveitando que ela tinha fechado um pouco as pernas, sem tirar o pau, abrí as minhas pernas e fiz ela fechar as delas, apertando ainda mais meu cacete dentro das suas carnes. Apoiado nos braços para não esmagá-la, esfregava todas as partes do meu corpo, transmitindo pela pele o calor e desejo. Sabedor que os peitinhos eram seu fraco, abocanhei o seio esquerdo e enquanto chupava, começei a bombar, lenta e ritmadamente.

Akiko já estava pronta para outro gozo. Seu rebolado acompanhava minhas estocadas. Enfiei a mão esquerda, entre seu ventre e o meu, e passei a esfregar os dedos médio e indicador no grelhinho. E rapido, muito rapido, a gata passou a choramingar de novo, mexendo as ancas loucamente, gritando que ia ter outro orgasmo.

Se há algo que mais me excita é ver a parceira gozando. Não deu para segurar. Gozei junto, ejaculando sem parar, enchendo a camisinha de porra. E depois de um banho de imersão, ela me fez um boquete até endurecer de novo. E acabamos transando outra vez.

Para minha mulher eu dizia que tinha de fazer muito ¨zangyou¨ (hora-extra). Se ela soubesse a natureza desses trabalhos ¨extras¨.

Comí a Akiko muitas vezes. Pena que ela não cedeu o cuzinho. Pedir eu pedi, sem muita insistência. Isso durou até mesmo depois que o Taka saiu da prisão. Teve até uma vez que comemos juntos a mulher dele. Para não alongar, vou narrar na próxima vez.

Comentários

17/10/2017 09:00:20
DENTRE MAIS DE CENTO E TRINTA MIL CONTOS, ESTE ESTÁ ENTRE OS 140 MAIS COMENTADOS DO SITE, COM 76 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima.
03/08/2017 20:38:06
Hummm, me encheu de vontade... Achei a história diferente, todavia não menos excitante e me deixou toda molhada. Venha me conhecer lendo o meu. Um beijo!
14/07/2017 09:08:19
Cara... putz!... Achei bem lógico a atitude desse marido. Antes liberar a esposinha pra alguém que ele aprove do que um Ricardão qualquer. RsrSrs... Se eu continuar lendo teus contos, logo vou estar falando japonês. Kkkkk.
12/06/2017 20:56:19
Legal esse seu conto,só para você saber,nunca comi uma japa nem vou ter oportunidade de fazer isso.Obrigado pelo comentário no meu conto é se puder leia os outros também.Até mais.
28/05/2017 01:53:55
fantasticos sao seus contos estas aventuras no oriente sao realmente de tirar o folego tive a oprtunidade de vivenciar muito disso no na terra do sol nascente e ha um fascinio encantdor neste japao maravilhoso abraços amigo dez para seu conto
20/02/2017 07:51:18
Muito bom este relato, Coroa. Bom em vários sentidos. Primeiro o texto bem escrito e com várias situações. Segundo porque compara nossas frouxas leis criminais com um sistema severo e organizado. Além de tudo excitante, nos mostrando como funciona a cabeça do japonês em relação ao sexo. Por tudo isso, a nota só pode ser a máxima. Bjs babados.
17/02/2017 21:51:45
Sou criminalista e gostei muito das questões da pratica jurídica do japão, foi uma verdadeira cereja do bolo. Narrativa bastante envolvente, excelente.
14/01/2017 21:38:22
o que falar a não ser,parabéns mais uma vez
08/01/2016 12:07:08
Tesão de conto, além de excitante muito esclarecedor sobre costumes orientais. Um dia ainda vou pegar de jeito uma japonesinha. Valeu!
04/12/2015 08:19:57
Baita conto este. Aqui no Brasil os presos tinham que trabalhar e indenizar as vítimas pelos danos causados. Essa japonesa me deixou de pau duro. Abs.
08/11/2015 08:44:36
Mto massa, cara. Uma punheta pra Akika.
08/10/2015 15:16:32
BOM PRA DEDÉU ESTE CONTO. SE FOSSE AQUI NO BRASIL, COMER MULHER DE PRESIDIÁRIO É LEVAR CHUMBO DE PRESENTE. E JÁ QUE O CRUZEIRO ESTÁ FORA DO PÁREO, QUE O CORINTHIANS SEJA CAMPEÃO BRASILEIRO ESTE ANO. O TIME DAS GALINHAS PRECISA FICAR ETERNAMENTE NA FILA. KKKKK.
16/09/2015 10:11:46
Hmmmm, delicia de conto! Seus contos são viciantes. A única parte que não gostei foi do curintia. Rsrss. Abs e leia o meu tb.
15/08/2015 05:34:24
Demais este conto. Pratico jiu-jitsu e amo a cultura japonesa. Valeu!
14/08/2015 18:16:29
Outro conto maravilloso coroa casado ja li tres contos seus e adorei muito todos que ja li vc e um cara de sorte por ter uma esposa como nika e ainda tem essas aventurar gostaria de estar no seu lugar me mande se possivel os videos mencionados e mais fotos de mika por favor um abraço gilson_ninho@yahoo.com.br
15/05/2015 19:01:13
Maravilha de conto. Achei interessante os costumes de lá. E obedecer a ordem do marido foi pra lá de excitante. Adorei.
12/04/2015 05:27:08
Hummmm... pq essas COISAS BOAS não acontecem pra mim?... Pô eu falo tupinquim e xangô... Na tonga da milonga do kabuletê... E acabo na mão, BABANDO pela japinha gostosa... Mas vamos ao que interessa, as NOTAS... Pelo Corinthians - Nota: MILHÃO (vai timão)... Pelo Andre Sanches - Nota: CINCO (Seria dez se ele não fosse do PT)... Pela briga dos moleques - Nota: ZERO (Porisso que nós brasileiros acabamos mal vistos no exterior)... Pela japinha Akiko - Nota: ONZE (Ainda eu pego uma japa gostosa)... Pelo excelente conto - Nota: MÁXIMA (Muito bem escrita)... Ao Fabio, Taka e gang, que fiquem na CADEIA o resto da vida... Mando um tapa na sua bunda, Coroa e para a Akiko apertadinha, aquela PEGADA maneira... Valeu!!!... e XAU!!!
22/11/2014 10:07:01
Corintiano filho da puta! vai tomar no cu!
05/03/2014 21:31:10
tesão de conto e-mail rmsbrmsb@hotmail.com
16/01/2014 21:33:01
Pois é, não tem mal nenhum favor um favor a um amigo. Existem sacrificios que um homem tem de fazer...rs
02/01/2014 09:45:38
Mais um belo conto como já nos habituou. Excitante, didático e humoristico ( eu ri das comparações futebolisticas ao longo do conto). Bela presente que esse marido te deu, meu lindo. E como dizem....é má educação não aceitar...rs. O jeito é fazer o «sacríficio» . Beijocas da Portuguesinha
13/12/2013 09:05:45
Caro vai um dez pelo que esse NOJENTO do andre2013 fez com teu conto -Reclame ao moderador do site, foi um ataque proposital para favorecer outros ou ele mesmo.
22/11/2013 18:36:58
Somente hoje tive oportunidade de conhecer seus contos, na verdade, relatos, já que recheia os mesmos de suas vivências. Gosto muito, pouco comum, bem escrito, e com enredos que nos deixam sempre admirados com a lição de vida. Os japas são fora de série. E em matéria de sexo eles vão fundo! Adorei. Parabéns. Lobato.
21/11/2013 20:58:53
Um conto surpreendente, os japoneses são realmente mais evoluídos em muitos aspectos. Adorei o conto. Beijos de Mel.
19/11/2013 21:49:01
Amigo vim ler seus contos, mas ver seus contos e n reler esse e empossivel!!! Esse conto e simlesmente fastastico, se virasse filme eu seria o primeiro a comprar :-)
07/11/2013 03:10:33
Você também é um ótimo escritor amigo . Adore!
19/10/2013 10:28:51
Conto maneiro, brother! Nunca comi uma japinha, mas sou chegado nelas. Tô aqui com a mão no kcete, preparando aquela bronha. Valeu!
02/10/2013 20:54:04
Estou novo aqui e este foi um dos melhores que li até agora, te dou nota 10
22/09/2013 13:38:34
Maravilhoso, fiquei presa do inicio ao fim, acho uma delicia fazer sexo com a permissão do parceiro(a), deixa tudo muito mais exitante, parabéns.sexoaflordapele@live.com
11/09/2013 14:09:34
Uma história envolvente. O erotismo se faz com detalhes, surpresas, enredos que fogem do comum. Adorei!
06/09/2013 17:36:47
Nossa pq isso não acontece comigo, muito bom jefersonmarcosveiga@gmail.com
05/09/2013 19:30:54
Diz o pseudo-entendido sadiano: "se fosse um pouco menos vulgar, com alguma elegância sutil e floreio literário, seria perfeito. Muito bom. Nota 8." A crítica é absurda: em primeiro lugar, porque o objetivo aqui não é o de se fazer um texto sutil, distante da vulgaridade e da pornografia. 99,999% dos contos deste site são feitos para serem bastante explícitos ao falarem de sexo. Em segundo lugar, porque o publico mais especializado não acredita que um bom texto se faz com "floreios literários". É justamente o contrário: a grandeza de um bom texto está no seu despojamento, na sua ausência de lugares comuns, na contenção de linguagem que faz o publico ter que imaginar aquilo que o texto deixou em aberto.
03/09/2013 11:20:11
Que beleza assim até eu...
jim
26/08/2013 00:00:39
Maravilhoso, uma delicia!
24/08/2013 05:15:29
Excelente conto. A solidariedade de Taka com as necessidades sexuais da esposa é algo que a nossa ideia preconcebida de fidelidade torna incompreensível. Sorte da Akiko e do narrador da história.
22/08/2013 00:40:52
Tem alguém usando o meu nick. O primeiro Sadiano é com "S" maiúsculo, que, no caso, sou eu. É só ver a data de quando cada um começou o comentar.
16/08/2013 19:31:02
Nao se deiche desanimar por 1 q nao escreve mas ta com tanta inveja q so sai criticando contos bons e de bons autores!!! Eu estou seguindo os contos q esse 1 tentou atrapalhar e estou dando nota 10 para amenizar o “estrago“ q esse 1 esta tentando causar a bons escritores e seu otimos contos, mas diferente desse 1 eu nao me escondo atraz de faks e nem ligo se a minha nota cair para -10 des q os meus leitores continuem lendo e comentando q gostam. bjs e abraços anjinho. e-mail: anjinhocapetinha69@gmail.com
15/08/2013 20:47:19
O conto envolve por narrar costumes de uma cultura totalmente diferente da nossa. É o seu ponto forte, junto à qualidade do texto, a coerência do enredo, a clareza da narrativa e riqueza de detalhes. Se fosse um pouco menos vulgar, com alguma elegância sutil e floreio literário, seria perfeito. Muito bom. Nota 8.
09/08/2013 01:23:47
Ichi ban!
30/07/2013 18:51:53
Obrigado, amigo, pela visita e pelas palavras. Sobre sua tara pela Carla - o que me deixa lisonjeado -, um aviso: Ela está na área. Vai que... Abraços.
28/07/2013 20:06:52
Meu amigo! Depois de uma longa ausência retorno e o encontro como sempre exuberante aqui na Casa dos Contos. Suas orientais são mesmo sensacionais, tanto quanto você como escritor. Prazer em reve-lo e poder novamente mandar-lhe um DEZ!
11/07/2013 15:27:33
veja esse vídeo ate o final, é delicioso o que o macho faz com ela, quero uma macho assim para minha mulher http://www.vporn.com/handjob/kira/tudo isso poderá acontecer na sexta se vc for dancar conosco no Zais na v. mariana http://www.zais.com.br/?p=programacao&status=1 bjs maurizius e helô corninho e putinha cornusnovus@hotmail.com
16/05/2013 09:06:57
ihhhhh queria ver se usassem leis japonesas aquí. Ia ter + gente na cadeia q fora dela. Kkkkkkk.
13/05/2013 01:12:30
Que maravilha de conto. ja haviamos lido, mas pelovisto esquecemos de votar... Super enteressante a forma como funciona o sistema penal do japao e q modo de penssar enteressante. Magnifico nota 10 viramos seus fas. queriamos converçar mais com vc caso tenha enteresse envie-nos um e-mail anjinhocapetinha69@gmail.com
15/04/2013 15:45:36
Realmente, deviam proibir as visitas intimas no Brasil, quem sabe os presos começavam a oferecer as mulheres como no Japão... se bem que por aqui, se os homens não são tão evoluídos (eu pelo menos não sou), as mulheres dão-show de livre arbítrio. Ótimo conto! negrogatopg@gmail.com
04/04/2013 17:28:26
safadinho!!! delicia de conto!
03/04/2013 18:05:06
Oi Coroa Casado.. Publicamos o teu conto por email para os nossos leitores, naturalmente com creditos a voce e à Casa dos Contos. Na publicação enviamos com 3 videos de japonesas sendo comidas, portanto quem quiser o conto com vídeo é só nos pedir para: fantisland@gmail.com . Abraço e parabéns - Nota 10 Carla Zéfira / Fantasy Island
02/04/2013 19:46:35
MUito bom mesmo!! ótima narrativa!!! acho q todo mundo ou a maioria dos cuecas gostariam de sarrafar uma japa!!! e eu não sou diferente...porém falta oportunidade. POde ser uma japa uma chinesa, (que alias tem umas lindas de rosto não de corpo hehehe!!)...quem sabe um dia!!!
19/03/2013 18:38:16
Que delicia de conto... Eu me chamo Rubia e meu marido se chama Beto, ficamos com muito tesão após ler este conto... Temos um conto publicado neste site, o nome é: A procura de um amante" e é real. Temos um blog onde publicamos nossas aventuras, muitas fotos e assuntos relacionados a sexo. O endereço é: (www.rubiaebeto.comunidades.net) delicie-se com nossas fotos. Beijos molhadinhos... Rubia
18/02/2013 10:23:37
Cara até hoje só vi três japonesas que dá vontade de passar o sarrafo. Pra quem ta acostumado com potrancas brasileiras, orientais são muito sem sal. Mas sua historia é legal.
01/02/2013 09:18:01
gostei 10 pra vc carlogoiania100@hotmail.com
21/01/2013 18:24:18
Diferente das leis brasileiras lá o negócio funciona. Quanto a transa muito boa.
20/01/2013 01:01:22
Detalhando as circunstâncias da prisão do Taka e as formalidades jurídicas japonesas, você consegue escrever um conto erótico sem torná-lo enfadonho.Gostei, é excitante. Parabéns.
19/01/2013 11:59:15
Muito bom, super bem escrito. um pouco comíco e bem sexy. nota dez.
14/01/2013 14:36:58
UHHHHHHHH.... Q deliciaaa..... Conto maravilhos!!!! Beijoss
12/01/2013 13:51:19
muito bom o conto.continue!maximus0357
12/01/2013 13:45:18
Sugoi, muito bom!
11/01/2013 12:55:48
Bom conto, gostei.
10/01/2013 15:40:38
olha textos postado em um site e blogs ja passam de 350,mas alguns sao pequenos poemas
09/01/2013 23:25:17
Legal cara gostei muito comenta o meu conto
08/01/2013 15:09:23
Menino, pensei que nós eramos avançados, com os maridos oferecendo suas esposas. Pelo jeito, os niponicos estão bem à nossa frente. Adorei.
07/01/2013 20:59:20
Muito bom. Suas experiências nipònicas me deixam cheio de tesão. Em criança convivi muito com orientais na minha cidade, tradicional em recebê-los nas primeiras imigrações. Mas tenho uma grande tara. Nunca me aproximei de uma oriental em idade adulta, quando já sabia o que queria ! Ainda resgato isso, evidentemente com ajuda delas !. Parabéns.
07/01/2013 14:34:21
sensacional
06/01/2013 13:19:29
Obrigada pelo carinho do seu comentário. voce merece dez aqui. A Doce Como o Mel é um fenomeno!! Beijinhos
06/01/2013 11:14:29
Puxa, cara, que triste. O japa foi mal defendido para pegar 8 meses de cana. Se eu soubesse, teria indicado o meu colega advogado de lá, o Dr. Tetiro Notapa. Mas, seria uma sacanagem, porque então você não teria comido a gostosa da Akiko. E no sério, gostei do conto. É porisso que eu prefiro o Brasil. Graças aos nobres deputados e senadores, nossas leis são maravilhosas.
03/01/2013 05:07:35
Gostei muito do seu conto e ter trepado com a gostosa mulher do japa. Tenho uma tesão por japonesas e nunca comi uma. Um dia eu como e me esbaldo. Achei interessante o sistema penal japones. Se fosse aqui no Brasil, desse jeito muitas fábricas teriam ricos milionários trabalhando quase de graça para eles. Ótimo conto e se puder envia-me os próximos contos. Obrigado e meta bastante nas japonesas, por mim.--juanpablo776@gmail.com--
24/12/2012 11:38:54
EXCELENTE.
23/12/2012 22:16:48
Gosto de ler tuas histórias, sempre excitantes e didáticas, nos trazendo luz sobre os misteriosos costumes orientais. Parabenizar é redundância.
22/12/2012 00:34:48
E ainda dizem que mais um passaro na mão do que dois voando. Se o dela estava na gaiola, o jeito foi pegar um passarinho solto e que por sorte, era o seu. Rsrss. Enquanto que por aqui, a turma do PT e do mensalão...
20/12/2012 22:20:26
valeu.Adorei o conto.
16/12/2012 03:52:10
Delícia de conto, caro coroa! A safadeza nipônica é intrigante...e as japonesas despertam uma miríade de fetiches em nossas mentes.
11/12/2012 09:52:50
gostei do conto, muito bacana mesmo. depois comenta o meu lá valeu? http://www.casadoscontos.com.br/texto/leituras
09/12/2012 11:24:29
Gostei do conto. Excitante e didático. Pode parecer estranho, mas, achei muito lógico a atitude do marido em arrumar alguém para a esposa, já que ele estava impossibilitado de satisfazê-la. Beijocas.
09/12/2012 02:09:38
Fiquei cheia de tesão achei muito interessante porque nao foi só putaria
09/12/2012 00:55:08
Olá Coroa Casado, muito bom o conto, gostei muito! Obrigado pelo comentário que você fez pra mim. Abraço! Boa noite! Se puder, me mande um e-mail, manoelcs2@gmail.com, os meus melhores amigos aqui serão eternamente!
08/12/2012 21:10:48
Gosto muito dos seus contos, você nos passa boa parte da cultura japonesa. Parabéns.
08/12/2012 18:02:27
Show mesmo. Além de excitante, achei muito interessante o sistema penal japonês. Acho que nós aqui no Brasil estamos na idade da pedra em matéria do direito das vitimas, as quais deveriam ser protegidas ao invés de tantas mordomias aos ¨coitadinhos¨ dos criminosos.
08/12/2012 17:18:43
Valeu pelo inusitado e por trazer outras vivências culturais.

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