“Mete devagarinho!”, foi a frase mais dita por mim durante o mês que fiquei de resguardo de uma cirurgia para implantar próteses de silicone cônicas de 450 ml em cada mama. Agora eu me sentia proporcional na frente do espelho: 106 cm de quadril e 96 cm de busto. Absurdamente tesuda!
Nesse período não podia fazer esforço físico nem levantar muito os braços. Obviamente não estava fazendo eventos nem atendendo ninguém, mas Wagner e Gil (meus garanhões VIP) se revezavam aqui no flat com a pica cheia de leite. Eu os recebia com uma chupeta caprichada, depois me recostava no sofá e abria as pernas para que tivessem livre acesso aos meus orifícios até esvaziar o saco na buceta ou no cuzinho da vadia.
Quando o médico me liberou voltei a malhar e não foi difícil recuperar a forma, afinal, sempre fui muito disciplinada nos treinos. O mais complicado seria refazer o meu saldo bancário, pois ainda estava pagando a cirurgia (que não foi barata) e vivendo basicamente com o salário de corretora sem os jobs. Isso me preocupava. Tinha que comprar meus cremes, pagar a academia, os tratamentos de beleza, salão… Parece que não, mas essas coisas pesam muito no final do mês.
À noite Gil me ligou:
- Oi, minha linda, como estão esses peitões novos?
- Lindos! – respondi faceira.
- Vem aqui pra casa amanhã de manhã, vou fazer um churrasquinho na cobertura com uns amigos e você tem que estar presente. Chega cedo pra pegar uma piscininha, depois a gente curte o dia todo.
Ao acordar, no dia seguinte, tomei um banho bem gostoso, me perfumei e abri o armário pra escolher o modelito. Vesti aquele fio-dental de oncinha que ele me deu. Na hora de colocar o sutiã do biquíni realmente vi que estava com uma comissão de frente enorme. Foi difícil dar o nó atrás e a parte da frente mal cobria os mamilos. Pra completar: um shortinho jeans e um tamanquinho. Inconfundivelmente putana fui pra sua casa. Ao chegar ele me recebeu com um beijo e um tapinha no bumbum. Gil me levou para o terraço, onde estava um cara com duas meninas praticamente nuas na piscina e me apresentou a eles. Depois me perguntou:
Por que você não aproveita pra fazer um topless?!
Entendi sua pergunta com ares de comando. Adoro ser mandada assim e prontamente obedeci. Primeiro tirei o shortinho empinando bem o bumbum pra ele, depois a parte de cima do biquíni. Desfilei até a ducha com aquele fio minúsculo enterrado nas nádegas, a parte da frente super cavada e as tetas balançando a cada passo que eu dava. Tomei uma chuveirada e entrei na piscina onde já estavam as duas meninas. Papo vai, papo vem... As duas eram gaúchas, a mais simpática se chamava Andressa, falsa magra, morena, de cabelo liso castanho claro e um rosto lindo; Thamara - mais calada - era uma branquela carnuda, com um belo traseiro e os cabelos pintados num tom loiro escuro. Nossa conversa fluía regada a goles de caipirinha quando o cara mergulhou e se recostou na borda puxando assunto conosco. Imediatamente as duas foram em sua direção, acariciavam-no e trocavam uns beijos. Muito falante, ele disse que as conheceu no pagode, enfim…
Sai da piscina e me deitei numa espreguiçadeira pra pegar sol, depois de uns 10min comecei a ouvir uns gemidos, abri os olhos e vislumbrei na piscina uma pegação deliciosa, o cara chupava os seios de Andressa enquanto Thamara o punhetava e deixava a bundinha a disposição de seus dedos. Cena linda! Quando dei por mim Gil havia abandonado a churrasqueira e estava de pé, ao meu lado, com o cacete enorme dentro da sunga. Sentei-me de frente pra ele e liberei a tora, bati uma punhetinha de leve e cai de boca na piroca, ao mesmo tempo em que massageava seu saco. A rola latejava na minha boca anunciando que a porra estava chegando, preparei-me pra receber o leite quente na garganta quando o safado tirou a pica da minha boca e a colocou entre as minhas tetas siliconadas pra eu fazer uma espanhola. Juntei as mamas segurando aquele caralho que percorria o meu tórax fazendo os seios de buceta. Abaixei o rosto pro cacete entrar na boca, mas era difícil coordenar os movimentos sem levar seguidas cabeçadas no queixo, seguimos assim até ele gozar no meu rosto.
Levantei e fui à ducha lavar o rosto, enquanto isso a felação corria solta entre o cara e as meninas. Thamara de quatro no deck da piscina tomava no cu enquanto chupava Andressa, depois trocavam. Fiquei impressionada com o ritmo dele, comia as duas sem lhes dar descanso. A pele bem branca de Thamara contrastava com o vermelhão de seu rabo recém surrado pelo caralho do sujeito que agora invadia a buceta de Andressa. As duas se beijavam numa gemeção enlouquecida.
Debaixo da ducha fui abraçada por trás e senti a rola roçando meu bumbum. Gil desligou o chuveiro e fez com que eu tirasse o fio-dental. Começou a me beijar na nuca e foi descendo pelas costas até chegar no bumbum. Agachou-se e começou a me chupar por trás. Abri bem as pernas, sentia a língua no grelo e depois forçando meu cuzinho seguidas vezes. Gemia de tesão, o safado levantou, voltou a me abraçar por trás, suspendeu minha perna direita segurando minha coxa por baixo e atolou o rola na xoxota. Consegui apoiar o pé num vaso de planta, empinei bem a bundinha pra sentir a pica invadindo minha buceta.
Segurando-me pelas ancas como se fossem alças, ele abria minha bunda e socava o caralho com força, sentia uma pressão gostosa. De olhos fechados gemia feito uma cadela no cio. As bombadas eram intercaladas e profundas, o safado tirava o cacete quase todo e depois enterrava com força. Refém da situação eu era tomada por ondas de orgasmo quando duas mãos a mais passaram a deslizar pelo meu corpo. Abri os olhos e vi Thamara me acariciando nas coxas, no bumbum, até parar no meu grelo. Com seus dedos delicados massageando minha bucetinha e aquela rola bombando com força gozei gostoso.
Nunca havia sido tocada assim por uma mulher, mas aquela situação estava tão tesuda que trocamos um demorado beijo de língua. Safada que só ela, aproveitou para cair de boca nas minhas tetas enquanto Gil massageava o meu cuzinho cheio de más intenções. Estava fora de mim nessa pegação deliciosa, quando ele disse a Thamara:
- Prepara a bundinha dela que eu quero comer esse cu!
Fui levada à espreguiçadeira por ela que, delicadamente, me posicionou de quatro, iniciando uma chupeta maravilhosa no meu cuzinho e introduzindo dois dedos na minha buceta. Eu rebolava de tesão e recebia tapinhas nas nádegas. Que gaúcha tarada!
- Tuas marquinhas são muito tesudas, viu?! Se eu tivesse um cacete comia esse cu rosado o dia todo, sua puta safada! – ela me provocava.
- Aiiiii, delícia! Tira esses dedos da minha buceta e enfia no meu rabo! – gritei.
- Tu gosta de tomar no cu, é? Diz que gosta, diz!
- Eu adoro tomar no cu!!! – respondi ofegante.
Thamara cuspiu no meu buraquinho e posicionou a piroca de Gil, dura feito aço, que atravessou minhas pregas impiedosamente. Com o cacete atolado no reto sentia seus pentelhos roçando no bumbum, e gritava ensandecida:
- Castiga esse cuzinho, castiga safado!
- Que bunda gostosa, filha da puta! – dizia ele socando o cacete no meu cu.
Meu rabinho foi duramente macetado, Thamara sentou-se de frente pra mim com as pernas abertas para que eu chupasse sua buceta. Minha primeira experiência com outra mulher estava maravilhosa e fluindo naturalmente. Com uma rola atolada no cu e os lábios numa xoxota lisa e macia. Gil acelerou o ritmo das bombadas anunciando o gozo. Empinei bem a bumbum até sentir aqueles jatos quentes inundando minhas entranhas. Ele ainda ficou com a pica no meu rabo até eu terminar de fazer Thamara gozar, depois fomos todos pra uma ducha a três.
Ao entardecer fiquei conversando com as meninas. Gil e o tal cara (que não me disseram o nome) estavam um pouco mais destacados falando de negócios. O papo estava ótimo, elas eram de Porto Alegre e estavam no Rio há 4 meses fazendo trabalhos como “modelo”, figuração e cursos de teatro, sonhando em ser atriz. Eis que meu telefone começou a tocar, era Renata. Não podia atender ali, mas mandei um Zap dizendo que depois retornaria a ligação.
Era umas 21h quando cheguei em casa e liguei pra ela. Desenvolvemos uma amizade espontânea, fazendo eventos juntas e até atendimentos em dupla. Renata é mais nova do que eu em idade, mas mais experiente nesse meio da luxúria. Ao pegarmos mais intimidade, fui sabendo a sua história. Oriunda de uma família de classe média, estudou em colégios caros, formou-se em Ciências Biológicas e tornou-se professora. Perdeu o pai quando ainda era criança, e a mãe logo após seu casamento. Embora muito namoradeira, casou-se cedo e engravidou. Seu marido, tinha uma situação financeira confortável e não lhes faltava nada: carro 0km, roupas de grife, viagens… Mas é aquela história, casamento, filhos, rotina, mesmice… Uma mulher jovem, linda, gostosa, desejada por outros homens e alvo de muitas investidas não se manteve fiel.
As despretensiosas puladas de cerca começaram tímidas mas depois tornaram-se rotina. E, como sempre acontece, um dia a casa cai. No caso dela o tombo foi feio! Seu ex-marido, além de jogar toda a família contra ela, escancarando a traição, também conseguiu a guarda do filho na justiça. Sozinha e isolada, Renata teve que se adaptar a uma vida modesta que o salário de professora lhe propiciava. Para quem estava acostumada a andar de Corolla zero, frequentar restaurantes caros e morar num baita apartamento no melhor ponto de Jacarepaguá, foi um baque poderoso.
Um dia, numa festa de aniversário, quando saía do banheiro, foi abordada por uma mulher que aparentava uns 50 anos. Tal pessoa elogiou muito sua beleza, seu corpo e perguntou se ela era modelo. Ao responder que não, a mulher voltou a perguntar se ela já tinha pensado em fazer trabalhos como modelo. De início Renata não levou aquilo muito a sério e tentou desconversar. Mas a mulher insistiu, lhe disse das possibilidades financeiras, entregou um cartão e disse pra ela pensar.
Semanas depois em casa, um modesto sala e quarto na Praça Seca, Renata fazia contas para saber quanto ainda lhe restava de dinheiro para fechar o mês. Vendo a pindaíba em que se encontrava teve uma crise de choro, e, naquele mix de pensamentos confusos, lembrou-se da mulher que lhe abordou na festa. Procurou o cartão na bolsa e telefonou. Ao ser atendida, mal Renata começou a se apresentar, a mulher rapidamente lembrou-se. Rosana, seu nome, marcou com Renata no dia seguinte à tarde.
Após uma manhã inteira lecionando numa escola, Renata nem almoçou devido ao horário, e foi direto para o endereço que Rosana lhe passou. Um edifício comercial na Barra. Começaram a conversar numa antessala, onde lhe apresentaram um mundo quase perfeito: dinheiro, glamour, viagens… Até que Rosana propôs que ela tirasse umas fotos, levantou-se e abriu uma porta atrás de sua cadeira, revelando um mini-estúdio onde um profissional editava fotos em um computador.
Em trajes civis, de professora, Renata assustou-se quando Rosana lhe entregou algumas lingeries minúsculas, a mandou vestir e disse às gargalhadas: “Você está muito travada. Vamos desinibir, menina!” Mega sem graça naquela situação, Renata atendeu ao pedido e posou para as fotos com as lingeries. Ao final, as fotos foram mostradas a ela num notebook. Rosana comentava: “Olha aí! Quando eu falo que você é linda, eu tô errada?! Se sem maquiagem e cansada ficou ótimo, imagina toda produzida?! Você é um monumento, menina! Aproveita essa beleza toda que Deus te deu e usa ela a teu favor!”
As falas de Rosana foram dando à Renata uma dimensão do que se tratava esse trabalho de modelo, mas tudo com muita sutileza e de forma indireta. Nesse ínterim Rosana disse que haveria um evento num shopping dali a dois dias, e o perfil de hostess que o contratante demandava era exatamente o de Renata. Frisou que provavelmente ao final do evento surgiriam convites para algo a mais, mas ela não era obrigada a aceitar o que não quisesse. Sem nada a perder, Renata aceitou a proposta e assim começou sua vida oficiosa de modelo. Neste primeiro job em questão, já rolou uma “esticada” após o evento, e Renata começou a tomar gosto pela coisa, dentre outros fatores pela grana limpinha na mão. Além disso, fotografou para alguns catálogos de marcas de lingerie e biquíni, daqueles que não aparece o rosto da modelo.
Mas voltando ao presente, assim que cheguei em casa, liguei pra ela. Colocamos a fofoca em dia, quando ela disse que queria me propor uma coisa. Fiquei apreensiva pelo tom sério de sua voz, mas pedi que ela falasse logo:
Lembra que há um tempo atrás eu te falei sobre a Rosana?
Sim, claro que lembro.
Então, tem uns 6 meses que ela deixou de atuar agenciando modelos pra eventos, se associou a um cara e montou um clube privê no Recreio.
Clube privê? Como assim? - perguntei desconfiada.
É um lugar como se fosse uma boate, onde só entram os associados ou convidados pontuais, indicados por eles. Nós ficamos no local, em trajes sensuais, flertando com os caras e caso role um clima nós acertamos o programa ali e subimos para algum quarto. Entendeu?
Entendi. Então é como se fosse um puteiro de alto luxo restrito a frequentadores selecionados?!
Exatamente. - Renata respondeu.
E por que tanta cerimônia pra me falar isso?
Porque uma das meninas que fazia parte do cast saiu. Conversando informalmente com a Rosana ela me perguntou se eu tinha alguém pra indicar e eu falei muito de você, Lê. Topa?
Ai, Renata! Me explica melhor como funciona isso?! Agora fiquei nervosa!
Calma, Leila! Eu nem sei se tu vai ficar. Se chegar lá e ela não for com a tua cara? Ou já estiver com outra menina em vista? Calma! Olha só, o clube funciona nesse esquema de terça a sexta, abre às 19h e vai até 1h da manhã. Os associados e convidados só tem figurão: empresários, juízes, políticos, jogadores de futebol, dirigentes… Soltam grana fácil, amiga!
Mas você vai pra lá de terça a sexta direto?
Não! Tem uma escala. Cada uma de nós faz duas noites por semana. Senão como você acha que eu acordo pra dar aula no dia seguinte?! Concilio tranquilo com minha vida de professora e com os jobs em eventos… Mas você ainda não me respondeu, vai querer ou não? Tenho que dar um retorno à Rosana. Network de puta é assim, amiga! A oportunidade é boa, o lugar é alto nível, os caras são tranquilos, a maioria são coroas casados… Vai ou não vai, mulher?!
Vou. - Respondi meio insegura, mas pensando na grana e na nossa amizade.
Beleza! Deixa eu falar com ela. De repente te dou um retorno ainda hoje. Beijinhos.
Cerca de 40min depois Renata voltou a me ligar perguntando se eu poderia encontrar Rosana no dia seguinte, segunda-feira, às 14h no próprio clube. Respondi que sim, ela me passou o endereço e falou:
Vai arrumadinha mas vai normal, entendeu?! Sem dar pinta de puta.
Saquei na hora e quando fui me arrumar pra conhecer Rosana optei por um vestido branco florido, pouco acima do joelho. Sem sutiã, calcinha branca fio-dental e uma sandália com acabamento em sisal. Uma combinação simples e sensual, afinal, não sabia o que me aguardava.
Chegando à rua que Renata me passou, estranhei. Era um lugar bem residencial, fui procurando pelo número e, quase chegando numa avenida transversal, avistei um edifício de três andares. Estacionei, caminhei à porta, toquei um interfone e me identifiquei. Um homem abriu e disse que Rosana já viria falar comigo. Instantes depois uma mulher risonha, bem arrumada, fumando um cigarro apareceu no corredor e falou:
É por isso que eu gosto de conhecer vocês pessoalmente, Leila. Eu sabia que uma recomendação vindo de Renatinha nunca me decepcionaria. Você é realmente linda! Vem, vamos pra minha sala. – disse ela simpaticamente.
Me pegou pela mão e caminhamos juntas. Ao entrarmos na sua sala Rosana perguntou:
Qual é a tua idade, guria?
Tenho 32. – respondi mentindo.
Tu pode dar uma voltinha pra eu te ver melhor?
Prontamente atendi seu pedido, e ela emendou:
Se importa de dar outra voltinha, agora nua?
Atendi seu pedido e ela voltou a me elogiar:
Delicinha você, sabia?! Peitão, bundão, bronzeada, loirinha, toda depilada... Gostei!
Conversamos mais e ela me explicou sobre o funcionamento do local, no térreo funciona a boate e o bar. As meninas ficam circulando pelas mesas em trajes sensuais, sem vulgaridade. No segundo e terceiro andar são os quartos. A casa funciona sob a gerência dela de terça a sexta. Sábado e domingo são os dias do swing, mas aí quem administra é o seu sócio no negócio. Segunda não funciona.
E aí, minha filha, topa?! Tenho todo interesse em ter uma guria como você no meu cast.
Topo sim!
Então você começa amanhã. Pode ser?
Claro!
Um pouco mais solta e menos nervosa perguntei se ela era gaúcha.
Notou o sotaque, né! Já vi que você é observadora e esperta. Gosto disso, guria! Sou de Caxias do Sul, mas estou no Rio há quase 30 anos. Fiz vida em boates de Copacabana, agora dou caminho a vocês…
Ao nos despedirmos ela foi muito carinhosa comigo. Saindo de lá é óbvio que liguei pra Renata e contei da novidade.
No dia seguinte cheguei cedo ao clube, umas 18h. Estava super nervosa. Levei umas roupas na bolsa, e, ao entrar, fui recebida por Rosana que me apresentou aos seguranças e às meninas que já estavam lá. Depois, abriu um armário, pegou um micro-vestido e me ofereceu. Era tipo um tubinho preto super curto, bem justo nos seios e soltinho embaixo, feito de um tecido bem fino. Sem calcinha, quando eu andava aparecia tudo. Me olhei no espelho e retoquei a maquiagem.
Desci pro salão, e, caminhando entre as mesas, me sentia a mulher mais poderosa e gostosa. Minutos depois, um garçom veio a mim e apontou uma mesa, quando olhei um cara piscou. Adoro andar com a bucetinha e o rabo de fora, principalmente quando sei que estou sendo observada. Quando cheguei perto ele se levantou e puxou uma cadeira para que eu sentasse ao seu lado.
Você bebe alguma coisa? – ele perguntou.
Hmmm... Aceito uma caipivodka de morango. – respondi.
Imediatamente ele pediu ao garçom e seguimos conversando:
Nunca te vi por aqui. Fiquei encantado com sua beleza. A Rosana sabe escolher suas meninas.
Obrigada.
Você é Leila, né? A novata. Já me disseram…
Nossa conversa foi esquentando, Danilo era um homem alto, magro, de cabelos grisalhos, que aparentava ter uns 50/55 anos. Boa pinta, bom papo... Conversávamos há uns 15min. Estava super excitada com toda situação.
Subimos para um quarto e reparei que Danilo levava uma pasta, tipo de executivo. Ao entrarmos ele tomou uma chuveirada e ficamos dando uns amassos, o danado me colocou deitada de pernas abertas e começou a me chupar. Sua língua percorria cada centímetro da minha buceta arrancando suspiros de sua putinha. Intercalava dedadas deliciosas e acelerava o ritmo das lambidas no meu grelo quase me levando ao gozo. Eis que ele se levanta e eu me preparo pra levar pica, mas pra minha surpresa seu cacete ainda estava mole, quando esbocei a reação de abocanhá-lo ele me empurrou pra trás e começou a chupar meus seios mordiscando de leve os biquinhos, fiquei toda arrepiada. Implorava pra que ele metesse, mas tive novamente a xoxota atacada por sua língua, prestes a gozar senti meu grelinho sendo aprisionado entre seus lábios e chupado vigorosamente, gozei forte!
- Safado! Você me fez gozar gostoso, sabia?! Agora, mete essa piroca na minha buceta, mete! – provoquei-o.
- Você gosta de dar esse cuzinho, Leila? – ele perguntou.
- Adoro! - respondi de pronto.
- Bom saber! Porque quem gosta de dar o cu, geralmente também sabe comer bem um cu.
Ao dizer isso ele se virou, abriu a pasta que levava consigo e tirou de lá um consolo e uma cinta, encaixou-os, virou pra mim e disse:
- Vem! Agora é sua hora de me fazer gozar!
Fiquei surpresa, sem ação. Nunca tinha feito inversão, mas sei muito bem como gosto de ser enrabada. Vesti aquela cinta com a piroca, o puto se colocou de quatro, vim por trás e iniciei uma chupeta bem gostosa no seu cuzinho ao mesmo tempo em que batia uma punheta. O pau foi crescendo, sentia seu buraquinho piscando com os movimentos da minha língua, quando percebi que ele estava no ponto, falei:
- Agora vou fazer o cu do meu putinho!
Dei dois tapinhas no bumbum dele, apontei o cacete e enterrei até a metade! Suas nádegas arrepiaram na hora. Fiz um intervalo pra ele se acostumar e depois meti o resto. Exatamente como gosto que façam comigo. Metia devagar no rabo do coroa, que gemia cada vez que eu enterrava tudo. Seu cuzinho estava mais relaxado e o consolo deslizava fácil, segurei-o pela cintura e comecei a castigar gostoso. O safado se punhetava enlouquecidamente enquanto era enrabado.
- Tá gostoso tá?! Bate punheta enquanto a sua puta esfola esse rabo!
- Mete, safada! Mete! – ele dizia ofegante.
A essa altura minha buceta estava encharcada e meu cuzinho ansiava por uma surra de pica. Estava fazendo com ele tudo que meus machos fazem comigo.
- Como você mete gostoso, cachorra!
Segui enterrando firme no seu rabo, louca de tesão. Abracei-o por trás encostando meus seios nas suas costas e aumentei o ritmo das metidas, ele gemia alto batendo punheta até que gozou. Tirei o consolo do cú dele e mamei seu cacete gozado até deixá-lo limpinho.
- Agora é minha vez! – ele disse.
Me colocou de quatro com o bumbum empinado, abri as nádegas com as mãos pra deixar meu cuzinho bem à mostra, ele tirou o consolo da cinta, limpou e introduziu no meu rabo como se fosse um parafuso, fazendo movimentos giratórios. Tive uma sensação deliciosa massageando o meu reto. Engoli tudo de uma só vez, afinal, estava habituada a receber cacetes bem maiores no traseiro. Ele tirou tudo, cuspiu no meu buraquinho e meteu a rola. Ficou administrando a situação, até intensificar o ritmo e a profundidade, metendo até o talo no meu cuzinho. Parecia um pilão socando de cima pra baixo. Arreganhava bem as nádegas para que ele fosse o mais fundo possível.
- Ai, caralho! Meu cú, porra! Ai! Que delícia! – gritava ensandecida.
A pressão e a rapidez com que ele atolava o pau no meu cu eram frenéticas. O coroa tinha um gás do caramba. Fazia breve intervalos pra respirar melhor, e, em seguida, voltava a me foder firme. Sentia meu anelzinho queimar, ao mesmo tempo que massageava o grelo enlouquecida de tesão.
- Faz sua putinha gozar, caralho! Puta que pariu! Que gostoso! Ahhh... Ahhh…
Não resisti e gozei desabando na cama. Meu rabinho ardia mas não me sentia arrombada. Ainda conversamos mais um pouco quando Danilo tomou outra ducha, me deu um beijo e pediu o meu telefone perguntando se eu atendia fora dali. Obviamente respondi que sim.
Ao descermos ele se despediu e foi embora, era quase meia-noite, o salão estava vazio. Ainda fiquei um pouco por ali mas senti que naquela noite não ia rolar mais nada. Me dirigi ao camarim e troquei de roupa. Quando estava cruzando o salão para sair, Tia Rosana me chamou e disse sorridente:
- Terça e quinta, hein! Você agora é minha!
- Combinado! – respondi risonha e convicta.