Casa dos Contos Eróticos

Pagando na mesma moeda

Um conto erótico de Telma
Categoria: Heterossexual
Data: 23/11/2012 08:51:27
Nota 9.27

Olá. Antes de relatar minha vingança, deixe-me fazer um histórico.

Conheci meu marido ainda na adolescência. Ele foi meu segundo namorado. Com o primeiro só rolou beijinhos e algumas apalpadas sobre a roupa, afinal tinha só 14 aninhos. Conheci meu marido quando tinha 15 anos e casei aos 20 anos virgem. Sei que fiz ele passar muita vontade mas casar virgem era muito importante para mim pois sou de família católica. Para segurá-lo, minhas amigas disseram que eu poderia dar a bunda ou chupar seu pinto. Fiquei mais interessada na primeira opção. Até preparei meu cuzinho. Usei o barbeador do meu pai para depilar meu cuzinho e deixei-o lisinho. Fiquei tão excitada que enfiei um dedo lá e fiquei louquinha de tesão. Saímos e no escuro do cinema ele tentou enfiar a mão na minha calça. Fui categórica: na frente só depois de casar. Esperava que ele entendesse o recado, mas ele se conformou em pegar meus seios. No auge de seu tesão ele pediu para eu pegar seu cacete. Eu também estava muito excitada e peguei pela primeira vez seu pau. Achei que era enorme (depois descobri que era grande mesmo). Ele forçou minha cabeça para baixo e chupei. Fiquei de quatro na poltrona esperando que sua mão invadisse minha calça, mas ele só apalpava meus seios, que eram bem grandinhos. Ele gozou na minha boca e como não sabia o que fazer com a porra, engoli tudo. Todas as vezes que saíamos para namorar eu preparava meu cuzinho para entregá-lo, mas ele nunca tomou iniciativa. Contentava-se com uma chupada. Eu voltava para casa ardendo de tesão e só conseguia dormir depois de gozar tocando siririca e enfiando o dedo no cuzinho. Em nossa noite de núpcias, estava prontinha para me entregar totalmente. Foi maravilhosa. A dor do defloramento foi insignificante. Gozei tanto que nem me lembrei de oferecer o cuzinho. Logo mudamos para São Paulo. Nossa vida sexual era uma maravilha. Transávamos quase todos os dias. Frequentemente eu o acordava com um boquete e tomava sua porra como desjejum. Esqueci-me totalmente do tesão que tinha no cu. Meu marido me satisfazia plenamente com chupadas e pau na xoxota. Mesmo grávida nossa rotina não mudou. Passamos o período de resguardo apenas fazendo sexo oral.

De repente as coisas esfriaram. Meu marido parou de me procurar, e quando eu o procurava, ele dizia que estava cansado ou com dor de cabeça. No início achei que eu estava velha, feia e gorda. Olhei-me no espelho e vi que não era mais a gatinha com quem ele se casou. Afinal já tinha 40 anos. No salão de beleza comentei com minha amiga cabeleireira e ela disse que eu estava ótima e dava inveja em muita mocinha com metade da minha idade. Comentou que muitas clientes queriam saber como eu conseguia manter-me tão bonita e em forma. Olhei-me no espelho e vi que não tinha mais cara de menina, mas ainda era uma mulher bonita. Sem rugas no rosto, seios grandes e ainda firmes, minha barriga era reta e a cintura era fininha. Virei e vi minha bunda: grande no tamanho certo e sem celulite. Saí e percebi que muitos homens me olhavam com desejo. Resolvi reacender a chama do tesão. Comprei um babydoll bem sensual e uma calcinha minúscula que ficava enterrada na minha bunda. Depilei-me inteira, caprichando no cuzinho que ia finalmente oferecer ao meu marido como um novo cabaço a ser quebrado. Nosso filho fazia faculdade e morava em outra cidade, então esperei meu marido prontinha para seduzi-lo. Ele chegou tarde com cara de poucos amigos e nem me olhou. Comeu o jantar que fiz com tanto carinho e foi direto para a cama. Deitei ao seu lado, insinuando-me mas ele já estava dormindo, aliás, roncando. Enfiei a mão em sua cueca e peguei seu cacete meio mole. Comecei a chupá-lo. Queria despertá-lo do jeito que ele mais gostava. Seu pau ficou duro feito pedra e eu esperava que ele já estivesse acordado. Foi então que ele alisou minha cabeça e disse: "Chupa, Fabiana, chupa". FABIANA?!?!? Meu nome é Telma! Parei de chupar e saí da cama. Fui para a cozinha. Pensei em pegar uma faca e matá-lo. Eu tremia de raiva e quando me acalmei comecei a chorar. O canalha tinha outra. Sua amante chamava-se Fabiana. Jamais pensei que seria capaz disso. Pensei em separação, mas isso só ia abrir caminho para ela. Transformar sua vida num inferno também levaria a isso. Cheguei a uma conclusão: ia pagar na mesma moeda. Ia colocar chifres na sua cabeça. O problema era com quem. Nunca tive amizades masculinas. Homens só conhecia mesmo as bichinhas do salão de beleza. E os machos que me assediavam na rua me davam nojo. Lembrei do amigo do meu marido chamado Osvaldo. Meu marido disse que ele era um mulherengo incorrigível, solteirão convicto. Já peguei ele olhando minha bunda várias vezes nas festas. Ele era minha melhor opção, pois além de tudo, era bonitão.

Consegui pegar escondido o número do telefone do Osvaldo e liguei para ele no dia seguinte. Falei que precisava conversar algo muito importante. Ele não perguntou mais nada e veio para casa no meio da tarde. Estava preocupado com meu marido. Eu o aguardava vestindo uma blusinha fina, curta e bem decotada com uma saia rodada até o meio da coxa, sem calcinha e sutiã. Estava vestida feito puta mesmo. Dava para ver meus mamilos espetados sob o tecido branco. Osvaldo chegou e foi logo perguntando o problema com meu marido. Estava tão preocupado que nem notou minha aparência. Falei que ele tinha uma amante. Osvaldo riu e disse que ele nunca faria isso. Meu marido era o cara mais fiel que ele conhecia. Falei que sabia que ela se chamava Fabiana. Osvaldo ficou sério. Disse que meu marido não seria capaz. Levantei do sofá, gesticulei apontando para o meu corpo e perguntei: "ela é mais gostosa que eu?". Osvaldo finalmente me notou. Mediu-me dos pés à cabeça. Ficou pasmo por alguns instantes e voltou a falar. Disse que a Fabiana que conhecia era casada e muito séria. Ele colocaria a mão no fogo pelos dois. Insisti na pergunta: "mas ela é mais gostosa que eu?". E dei uma volta rápida fazendo a saia levantar. Osvaldo estava sentado e certamente viu minha bunda. Ele disse que ela não chegava nem aos meus pés. Falei que meu marido não achava isso e nem me procurava mais. Osvaldo ainda resistia e disse que meu marido devia estar com problemas no trabalho. Fui mais direta ainda e disse que estava precisando de homem. Aproximei-me dele e perguntei se ele podia me ajudar. Osvaldo me puxou para seu colo e beijou minha boca. Falou que ia me mostrar o que era um homem de verdade. Sua mão subiu pela minha perna e tocou minha xoxota molhada. Ele puxou a blusa para o lado e chupou meu seio. Senti-me viva e tesuda. Levantei do seu colo e ajoelhei na sua frente. Abri seu cinto e sua calça olhando em seus olhos. Fazia meu olhar de sedução com biquinho nos lábios. Osvaldo levantou só um pouco para eu tirar sua calça. Puxei a cueca junto e libertei seu pau duro. Fiquei impressionada. Só havia visto o pau do meu marido: 18 cm, fino e com a pelinha cobrindo a cabeça grande. O pau do Osvaldo era diferente: mais de 20 cm, grosso (pelo menos o dobro do meu marido), com a cabeça pequena em relação a resto e circuncidado. Chupá-lo seria um desafio. Depois de mais de 20 anos de muita prática em sexo oral, conseguia colocar o pau do meu marido inteiro na boca. A cabeça ia parar no meu esôfago e eu estava acostumada. O pau do Osvaldo era mais comprido e mais grosso. Não me preocupei com o comprimento mas sim com a grossura pois não sabia se passaria pela minha garganta. Comecei lambendo a cabeça. Não havia pele para puxar, era toda exposta. Dei uma lambida do saco à cabeça e enfiei-a na boca. Para bater no fundo da garganta eu tinha que abrir muito minha boca. Eu me esforçava, tinha que engolir toda o cacete. A cada enfiada na boca sentia-me mais confortável com o maxilar aberto e menos ânsia de vômito. Então forcei a cabeça para baixo e senti minha garganta se alargar. Controlei a vontade de vomitar e consegui enfiar mais da metade na boca. Tirei na boca para tomar fôlego. Lágrimas saíam dos meus olhos. Osvaldo olhava para mim com um sorriso sacana nos lábios. Voltei a chupar e fui abaixando a cabeça. Minha garganta estava esticada com seu cacete entrando. Fui abaixando até que meus lábios tocaram seus pentelhos. Missão cumprida: havia chupado seu pau inteiro. Tirei-o para respirar. Só não consegui dar umas lambidas no saco como faço com meu marido. Repeti várias vezes até sentir que ia gozar. Queria sentir o sabor da porra de outro homem. Eu chupava a cabeça e punhetava com as duas mãos. Osvaldo não aguentou mais e soltou jatos fartos de gala na minha boca. Engoli tudo, chupando com força para extrair até a última gota. Então sorri para ele. Osvaldo me colocou sentada no sofá com a bunda bem na borda. Eu estava quase deitada. Ele levantou minha saia e começou a chupar minha xoxota. Enfiava a língua bem fundo. Era delicioso. Então começou a lamber meu grelo. Seus movimentos de língua eram mais ágeis que do meu marido. Fiquei tesudíssima. Senti um dedo entrando na xoxota. Logo veio o segundo dedo. Estava quase gozando quando ele tirou um dedo na xoxota e forçou no meu cuzinho. Foi covardia. Meu cuzinho era meu ponto fraco. Tanto tempo esperei para que meu marido o penetrasse e era penetrado por outro homem. Gozei violentamente aos berros. Meu quadril mexia sem controle algum. Osvaldo não parou de chupar e enfiava o dedo bem fundo no meu cuzinho. Foi um orgasmo longo. Fechei os olhos de tão extenuada. Respirava com dificuldade. Quando abri os olhos Osvaldo estava entre minhas pernas com seu pau duro novamente. Ele era alto e minha xoxota estava na altura do seu pau. Levantei os joelhos ficando feito um galeto no espeto. Senti a cabeça tocar minha xoxota. Ele foi enfiando lentamente o pau e eu senti minha xoxota esticar. A diferença de calibre era muito grande. Meu filho nasceu de cesariana, então minha xoxota só conhecia o pau do meu marido. Senti-me como se perdesse a virgindade novamente. Seu pau não parava de entrar. Descobri o fundo da minha xoxota quando seus pentelhos encostaram na minha xaninha depilada. Osvaldo começou a bombar lentamente e meu tesão era tanto que tinha dificuldade de respirar. A cada estocada sentia seu pau cutucar o fundo da boceta. Seu pau entrava justo feito uma luva. Estava tão bom que gozei rapidamente. Pedi um beijo e Osvaldo enfiou sua língua na minha boca. Osvaldo interrompeu o beijo e olhou-me com cara de mau. Passou a meter com força. Tirava quase todo o pau e enfiava tudo forte, fundo e rápido. Ele me comia como um garanhão. Meu seios mexiam no ritmo de suas cravadas. Era algo diferente. Estava sendo literalmente fodida. Nunca meu marido havia feito isso comigo. Ele não era equipado para isso. Osvaldo estava me levando às nuvens e de repente senti a queda. Parecia que estava em queda livre. Senti vertigens. era uma sensação forte. Gozei deliciosamente de novo, e como Osvaldo não parou de meter, foi longo e delicioso. Quis mudar de posição. Pedi para ele parar e fiquei de quatro no tapete. Apoiei-me no sofá e ofereci minha bunda para ele. Osvaldo voltou a meter na minha xoxota e levei uma surra de pica. Ele segurou minha cintura e fez um bate-estaca violento. Senti um incômodo no útero mas não pedi para parar. Estava muito bom. Meu marido raramente fazia eu gozar duas vezes comendo minha xoxota. Normalmente ele gozava antes e continuava mexendo até eu gozar. Osvaldo era diferente, muito mais macho. Já havia feito eu gozar duas vezes sem gozar. Eu peguei uma almofada e mordi para abafar meus gemidos. Não sei porque fiz isso pois podia gritar à vontade. Ele acelerou as metidas levando-me à loucura. Disse que ia gozar de novo e ele disse que estava quase gozando. Ele socou rola em mim e eu gozei novamente aos berros. Ele continuava metendo e aos poucos foi parando. Havia gozado, não sei se antes de mim, mas havia gozado. Caímos deitados no tapete. Não havia nada para falar. Ele apenas alisava minha bunda. Eu estava exausta, satisfeita, acabada. Senti seu dedo deslizando no meu rego. Pensei: este homem é insaciável. Meu tesão reacendeu quando senti seu dedo cutucar meu cuzinho. Olhei para ele e perguntei se ele queria desvirginá-lo. Osvaldo sorriu de alegria. Fui para o quarto e peguei o gel que havia comprado para a noite anterior. Minha vingança ia ser completa. Entreguei-lhe o tubo de gel ainda lacrado e voltei a ficar de quatro apoiada no sofá. Osvaldo passou bastante gel no meu cuzinho e enfiou o dedo. Sentiu que eu era realmente apertada e perguntou se eu era mesmo virgem atrás. Falei que meu marido nunca se interessou pela minha bunda. Ele ficou com um dedo no meu cuzinho por um bom tempo, depois enfiou outro dedo. Estava muito gostoso. Lembrei que desde a adolescência queria dar a bundinha e até senti raiva do meu marido por não ter sequer tentado. Quando enfiou o terceiro dedo senti um pouco de dor. Foi aí que caí na real. Osvaldo era muito bem dotado. Seu pau era bem grosso e certamente ia estourar minhas pregas. Pensei em desistir mas lembrei da minha vingança. Já não doía quando Osvaldo disse que eu estava pronta. Separei as nádegas com as mãos e esperei por seu pau. Senti a cabeça entrar. Entrou macio e gostoso causando-me pouca dor, mas este era só o começo. Seu pau começava fino e engrossava muito até a metade. A medida em que enfiava mais a dor aumentava muito. Eu sofria calada e lágrimas já escorriam no meu rosto, e ele nem havia enfiado a metade. Pedi para parar um pouco quando a dor ficou insuportável. Ele perguntou se era para tirar e disse para que ficasse parado um pouco. A dor diminuiu um pouco e falei para continuar. O resto do pau deslizou para dentro causando-me muita dor. Osvaldo parou novamente. Era um comedor experiente e sabia que eu sofria. Quando a dor diminuiu eu o avisei. Ele lentamente começou a mexer. Doía, mas também era gostoso. Ele era cuidadoso. Qualquer movimento mais brusco faria a dor aumentar. Aos poucos fui acostumando com a enrabada. Ele dizia palavras sacanas no meu ouvido, do tipo, "você é muito gostosa", "que cuzinho apertadinho", "quero te comer sempre", etc.. Normalmente eu acharia aquilo grosseria mas funcionou como um estímulo. Não sei quando comecei a mexer, mas de repente me peguei mexendo o quadril, forçando a bunda para trás quando ele enfiava o pau, e para frente quando ele tirava. Aos poucos, Osvaldo foi perdendo o medo de me machucar e aumentando o ritmo das metidas. Logo estávamos metendo feito loucos. Meu cu doía, mas era muito bom. Sempre pensei que dar o cuzinho seria delicioso, só não esperava que doesse tanto. Estava com a sensação que gozaria a qualquer momento, mas o gozo não vinha. Quando senti que Osvaldo estava para gozar, toquei uma siririca e gozei. Osvaldo percebeu e disse: "Pisca o cu, pisca que vou gozar. Toma porra na bunda, vadia, toma". E assim ele gozou no meu cuzinho. Novamente tombamos para o lado feito coelhos. Meu cu latejada e sentia sua porra escorrer de dentro livremente. Osvaldo estava deitado ao meu lado, ofegante como um maratonista.

Descansamos um bom tempo em silêncio até que ele quebrou o silêncio falando que fizemos cagada. Disse que foi um erro pois meu marido era seu amigo. Falei que ele merecia por me trair e eu ia pagar na mesma moeda. Ele perguntou por quê ele e respondi que ele tinha fama de comedor e eu precisava de um macho de verdade. Nos vestimos em silêncio e antes dele sair falei que queria que voltasse outro dia. Ele sorriu e disse que era só telefonar.

Meu marido chegou tarde e tive tempo de limpar as manchas de porra no tapete. Ele não me procura mais na cama e não faz a menor falta. Pelo menos uma vez por semana Osvaldo vem fazer uma visita e me satisfaz plenamente. Transamos no quarto do meu filho pois meu marido nunca entra lá e eu posso deixar para limpar no dia seguinte, pois fico tão esgotada que nem o jantar eu faço. O corno ainda não se tocou que quando peço pizza, estou com olheiras e ando com as pernas abertas.

Comentários

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14/04/2013 18:52:51
Demias seu conto. Adorei. É simples: aqui se faz, aqui se paga. Não sei se seria corajosa como tu, mas ganhou uma fã, hehe.
06/12/2012 12:53:58
muito bom seu conto meu e-mail e msn aventureirorecife@hotmail.com
28/11/2012 22:45:52
DELICIA O SEU CONTO, PARABENS POR ESTAR GOZANDO TANTO, QUEM SABE UM DIA O DESTINO ME POEM DENTRO DE VC TB, BJS
25/11/2012 13:14:11
muito bom!! li batendo uma kkk gostei nota 10
23/11/2012 17:55:31
O que muito homem não sabe ou não percebe é que a mulher precisa e merece de um tratamento sempre diferenciado. Carinho, demora nas preliminares e, principalmente, de alguém que as entenda e prolongue seu prazer e duplique, triplique seus gozos e orgasmos. Seria bom que soubessem, também, que muitas mulheres chegam a ejacular de tanto tesão seguido de grande prazer com aquele que para ela seja um verdadeiro Homem com AGÁ MAIÚSCULO. Nem precisa necessariamente ser seu marido. A experiência vale muito, aliás.Um abraço a todas. Moro em São Paulo.Quem quiser conversar ou fazer qualquer comentário escreva. Será sempre muito bem vindo.Nota dez, com louvor!Val - valdgalvao@uol.com.br
23/11/2012 15:52:44
Excelente conto,mais uma vez vale o velho ditado: quem procura acha,e seu marido está tendo que merece,e melhor ainda vc também,um homem de verdade,que sabe fazer uma mulher,realmente se sentir MULHER. Estou precisando de um " Osvaldo " também...bjs
23/11/2012 13:51:15
Bom conto, apesar de eu não gostar de traição seu marido merece, quanto à vingança, você esta traindo ele e esta feliz, mas se você pensar no ódio e na raiva que você sentiu (quando soube) enquanto ele não sentir a mesma raiva sua vingança não estará completa, alias pra ele tá tudo normal.
23/11/2012 11:44:59
Lnda parabéns pelo seu conto, e bem continue nos deliciando com seus relatos e se interesar de uma passadinha e leia os meus, mais uma vez parabéns... beijos e bem vou aguardar o proximo!
23/11/2012 11:36:15
belo conto. também adoraria ser seu amante, e mostrar para esse corno como se deve tratar a mulher. mulheres carentes que estejam em busca de um amigo, um comedor ou um amante bastam me mandar e-mails que eu posso ser seu amigo, seu amante ou seu comedor com muito sigilo. membrudo.18@gmail.com
23/11/2012 10:21:19
Parabens,esse Osvaldo é um cara de sorte.Eu não dou uma dessa!!!!!!!!!
23/11/2012 10:08:58
Ótimo conto Telma, adoro esposas carente, caso precise de outro macho. Contate-me. hehe.
23/11/2012 10:03:54
mi add no msn ricardo_palacio1@hotmail.com
23/11/2012 09:58:39
23/11/2012 09:58:37
Isso aí, Telma! Não dá assistência, perde a preferência...
23/11/2012 09:41:08
23/11/2012 09:41:05
Rumm que mané...me add ae gustavoxinhoo@hotmail.com
23/11/2012 09:36:52
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