Brincando com água

Um conto erótico de teteca
Categoria: Heterossexual
Data: 10/09/2012 15:21:59
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual, Anal, enema

Combinei um programa romântico com meu namorado em casa. Íamos assistir a um filme, depois comer uma fondue. Já havia deixado tudo preparado. Só faltava me preparar. Paulinho é louco por minha bunda. Adora lambê-la, enfiar a língua no cuzinho, enfiar os dedos. Ele me enlouquece de tesão. E para garantir que não aconteça surpresas desagradáveis, sempre me preparo para nossos encontros. Entrei no banheiro e peguei a ducha higiênica. Injetei um pouco de água morna no meu cuzinho e expeli. Fiz isso várias vezes até que a água saiu límpida. Dei descarga e fui me vestir. Foi então que senti uma pontadinha na barriga. Corri para o banheiro achando que era um resto de água no meu reto. Engano meu. Foi uma bela cagada do tipo entope cano. Dei descarga pois o cheiro estava infernal e voltei a injetar água no meu cuzinho para deixá-lo limpinho para o meu amado. Quando soltei água limpa achei que esta pronta mas antes mesmo de levantar dei uma cagadinha aguada e marrom. Fiquei irritada. Injetei mais água que o de costume, e até senti a barriga inchar. Soltei quase um litro de água no vaso. Água suja. Repeti várias vezes até soltar água cristalina. Fiquei satisfeita, porém senti um tesãozinho quando meu reto estava cheio de água. Peguei a mangueira e tirei a ducha. Claro que havia fechado o registro para não esguichar água. Deixei um fluxo de água fraco e encostei no meu cuzinho. Senti que a água entrava e forcei a ponta da mangueira. Entrou gostoso. A mangueira era grossa como meu dedo e sem pontas ou quinas que pudessem me machucar. Relaxei o cuzinho para que a água saísse se meu reto ficasse muito cheio. Que gostoso! Enfiei mais um pouco da mangueira e senti a água jorrando bem dentro de mim. Fui brincando deste jeito até que notei que a mangueira estava esticada. Foi então que fiquei assustada. Quanto eu havia enfiado em mim? 20 cm, 25 cm? Eu não sabia o comprimento da mangueira, só sabia que havia muita mangueira dentro de mim e que jorrava água. Comecei a tirar a mangueira. Mantive o dedo num ponto para marcar o comprimento. Fui tirando e ficando cada vez mais impressionada com o comprimento. Quando saiu a ponta soltei os últimos jatos de água morna e limpa do meu reto. Fechei a água e medi a mangueira em relação ao azulejo do banheiro. Corri para o escritório e peguei a régua. Quase caí de costas. É verdade que cu não tem fundo. Eu havia enfiado 37 cm de mangueira no meu cu. Claro que era uma mangueira fina e bem flexível, mas a mangueira não faz curvas acompanhando o intestino, apenas segue a parte reta do intestino. Comparei a medida com o meu corpo e vi que a mangueira chegou no nível do estômago. Fiquei pasma com isso. Me vesti de forma bem sexy e esperei Paulinho que chegou pontualmente no horário combinado. Falei que havia planejado assistir um filminho antes de jantar e fui colocar o Blueray no aparelho. Curvei-me sobre o rack, mostrando que sob minha minissaia não havia calcinha. Paulinho estava cheio de sorrisos. Ele nem olhou para a tv. Foi me agarrando, chupando meus seios que rapidamente saltaram do decote. Minha xoxotinha já estava molhada e recebeu dois dedos com facilidade. Depois de muita pegação, muitos carinhos e dedadas, Paulinho me colocou debruçada sobre o braço do sofá. Ele adorava deixar-me com a bunda totalmente vulnerável daquele jeito. Separou minhas nádegas e lambeu meu cuzinho. Que delícia! Senti dois dedos na xoxota e um no cuzinho. Também senti que vazou algo do cuzinho. Temi por sujar Paulinho mas ele lambeu o líquido que vazou e ficou lambendo meu cuzinho. Depois de um tempinho, ele cuspiu no meu cu e colocou a pica na entrada. Adoro sentir um pouco de dor na penetração. Tenho 47 anos e dou a bundinha com frequência desde os 16, ou seja, sou tão acostumada que uma dorzinha me faz lembrar meus anos de inexperiência. Paulinho forçou a pica e entrou apertado causando-me dor. Aquela dor gostosa que eu esperava. Ele me conhece bem e não esperou eu me acostumar. Passou a bombar firme arrancando gemidos de dor e prazer. Meu cuzinho é meu ponto fraco. Gozei rapidamente e senti um calor escorrer nas pernas. Raramente me mijo quando gozo, mas já aconteceu algumas vezes. No entanto, eu senti que havia perdido o controle da bexiga e desta vez não havia percebido nada. Paulinho parou de arregaçar meu cuzinho e passou a lamber minha bunda e minhas coxas. Ele disse que eu havia deixado muita água dentro quando fiz a higiene retal. Ai, que vergonha! Havia me cagado enquanto dava pro meu namorado. E o pior, ele estava lambendo minha bosta. Paulinho parou de lamber e me puxou para cima. Beijou minha boca e senti o gosto de cu. Não havia cheiro ou traços de merda, apenas o cheiro de cu. Felizmente era apenas água límpida do meu reto. Paulinho sentou e fez eu sentar no seu cacete. Cavalguei seu caralho com o cu e fiz ele despejar toda sua gala no meu reto. Corri para o banheiro e soltei a porra misturada com água. As últimas gotas de água já saíram meio escuras. Lavei o cuzinho e voltei pronta para outra, mas não deixei ele meter no meu cuzinho para evitar acidentes.

A partir daquele dia, passei a lavar meu cuzinho enfiando a mangueira. Nunca mais enfiei tanto, mas uns 20 cm é de praxe.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
25/11/2012 13:21:35
caralho como eu queria uma coroa assim...
k.
10/09/2012 23:16:40
você poderia escrever mais textos nesse estilo e nesse tema. já li outros seus que envolvem cagadas. gosto do seu jeito de falar disso.
10/09/2012 15:45:18
oi gostei da sua historia fiquei de pau duro quer ser minha amiga me add no msn silvio.neri1970@hotmail.com