UM AMOR INVULGAR II - X

Um conto erótico de Santos Sousa
Categoria: Homossexual
Contém 1677 palavras
Data: 08/09/2012 12:44:04

GENTE ME PERDOEM POR DEMORAR TANTO, MAS É QUE ESTAVA DE FERIAS DA FACU E TIVE QUE VIAJAR, CONTINUEI ESCREVENDO MAS, PUBLICAR ERA BEM DIFICIL POE LÁ PORQUÊ NÃO TINHA NET. O NOSSO ROMANCE VAI SOFRER ALGUMAS MUDANÇAS, ALGUMAS IDEIAS QUE ME SURGIRAM E QUE GOSTEI MUITO...POIS LI E RELI E NÃO QUIZ MUDAR NADA, FICO A ESPERA DA VOSSA AVALIAÇÃO.

Depois que o médico avaliou o estado do Lucas afirmou o diagnóstico anterior e tratou-lhe das costelas. Recomendou-lhe repouso absoluto por duas semanas.

Entretanto Stuart deu entrada com os papéis de adoção dos dois. Stive contratou uma professora para Gabriel visto que estavam a meio ano letivo e não o podia enviar para uma escola com gente desconhecia, pois sabia que o menino ia sentir-se deslocado.

Lucas estava a recuperar-se bem e já começava a ter mais autonomia e já saia do quarto mas não podia fazer muito esforço.

Stive além da preocupação com a próxima coleção que estava para lançar, decidiu que faria uma surpresa para os dois. Começou a deixar o trabalho mais cedo e voltava para casa onde secretamente decorava dois quartos não muito longe do dele e de Stuart para Lucas e Gabriel que até então estavam noutros anexos da casa que não tinham aparência para quartos de um menino de cinco e treze anos respetivamente. Os quartos ficaram prontos mesmo a tempo do tempo limite de repouso do Lucas.

Quando Lucas ficou completamente restabelecido Stive resolveu fazer uma festinha surpresa para os como boas vindas e combinou de Stuart leva-los naquele dia ao shopping ou ao parking de modo que estivessem entretidos até preparar tudo.

O quarto do Lucas estava decorado com tudo o que ele gostava das sondagens que Stive tinha feito nas últimas semanas de forma subtil sem que ele desconfiasse. Ele gostava de carros de corrida e musica, então Stive fez uma combinação perfeita com os dois temas, para ele tinha ficado ótimo só esperava que Lucas gostasse.

Já o de Gabriel tinha um pequeno parque de brinquedos, uma mesa para desenhar – pois era o seu passatempo favorito – e as paredes estavam forradas com cenas de uma paisagem campestre que o menino tinha confessado gostar. A cama era do estilo madeira cabana e o resto do mobiliário do quarto parecia ser retirado de um cenário campesino.

Olhou para as horas e viu que estavam quase a chegar. Tudo estava preparado. Jacintha tinha encomendado o bufê além de outras coisas que tinha preparado em casa. Convidou o pessoal que trabalhava com ele e o resto dos empregados da casa e estes também podiam trazer os seus filhos para que Lucas e Gaby não se sentissem muito sós no meio de muitos adultos.

Deu uma última olhada em tudo e disse para si que tudo estava perfeito. Mandou escrever uma grande faixa de boas vindas com os nomes de Lucas e Gaby.

Não tardou muito e recebem uma mensagem de Stuart a dizer que tinham acabado de chegar ao portão.

- vamos nos esconder e depois que eles entrarem vamos fazer a surpresa.

Entretanto, lá fora descia do carro os dois irmãos acompanhados de Stuart que perguntou:

- Então gostaram do passeio?

- sim foi muito giro, nunca tinha ido a um shopping – disse Gaby com os olhos a brilhar, e Stuart disse:

- então sempre que der vamos poder ir…

- oba , ouviste mano que bom

- eu já tinha ido mas nunca foi tão divertido, ia lá só par ver se arranjava algo para a gente comer, mas hoje fui e pude disfrutar de tudo.

- Bem agora, vamos entrar porque eu estou morto de cansaço. Vou tomar um banho e comer alguma coisa porque a pizza não me satisfez – disse Stuart.

- eu também vou querer, eu não comi quase nada. o mano ´q eu gosta destas coisas.

O menino automaticamente agarrou a mão de Stuart tal como já tinha feito ao longo da tarde como se já se conhecessem a muito tempo, para entrarem em casa. Ao chegarem a porta notaram tudo muito escuro e silencioso, disse Lucas:

- o Stive ainda não voltou e queria muito contar-lhe como foi a nossa tarde e o que ele perdeu por não ter vindo connosco.

Ao abrirem a porta para entrarem… as luzes acenderam de repente e….

- surpresaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! – gritou Stive e as outras pessoas que estavam a sua espera.

- ohhhhhhhh – foi a única coisa que os miúdos conseguiram dizer por alguns instantes. E ficaram a boca aberta a olhar para aquilo. Era primeira vez que eles eram surpreendidos com uma festa de boas vindas.

- então gostam da surpresa? – perguntou Stive.

- uauu – disse Lucas – agora percebo porque o Stuart nos tirou de casa. Muito obrigado Stive, gostamos da surpresa não é mano? Nunca ninguém nos tinha feito nada assim.

- é – disse o menino admirado – como é que conseguiste fazer tudo em tão pouco tempo?

- eu tive a ajuda de muita gente. Da Jacintha principalmente é claro. Mas ainda temos outra surpresa para vocês, que acho que vão adorar.

- o que é!? - perguntaram em coro.

- É o nosso presente para vocês, mas vamos o vosso quarto ali abrimos.

Stuart deu-a a mão a Stive e iam a subir para o piso de cima quando Gabriel segurou-lhes nas mãos e separou-os ficando no meio deles de mãos dadas. Os dois olharam entre si e sorriram. Os empregados e Jacintha entreolharam-se com cumplicidade desejando interiormente que fosse muito felizes.

Quando chegaram no corredor eles fizeram menção de ir para o lado onde estavam alojados, mas Stive impedi-os dizendo:

- esta ala é para os hospedes, e vocês não são mais hospedes desta casa.

Os dois rapazes olharam-se sem entender nada.

- a família costuma viver desta lado da casa. A partir de vocês como membros mais novos desta família também passam a viver deste lado, comigo e com Stive. Venham, vamos ver os vossos quartos – disse Stuart. O primeiro era o quarto de Gabriel que tinha o nome escrito em madeira na porta.

- pronto para conhecer o teu novo quarto? – perguntou Stuart que tinha tomado o miúdo pela mão outra vez.

- si-im - disse o menino hesitante.

- então abre a porta, vai – incentivou Stuart.

Ao abrir a porta o menino olhou para os dois como se estivesse a pedir autorização para entrar e eles o incentivaram com uma piscadela. Quando entrou e ligou a luz, ficou tão admirado que não conseguiu sair do lugar onde estava, apenas disse:

- ohhhhhhh - volta para traz e abraçou Stuart e Stive ao mesmo tempo que estavam agachados no chão depois que o incentivaram para entrar.

- É lindo, obrigado – e beijou-os. Depois correu para os brinquedos e só depois deu-se conta da mesa para desenhos e disse:

- sempre quis ter um caderno para desenhar e agora tenho uma mesa também e muitos lápis. Olha mano – e olhou para o irmão emocionado que estava a chorar por ver o seu irmão tão feliz.

- porque estás a chorar, não estas contente? - perguntou o irmão

- na verdade estou tão feliz que não sei fazer outra coisa senão chorar. estou a chorar de felicidade mano.

E os dois abraçaram-se. Ao ver esta cena Stive olhou para Stuart de que beijou carinhosamente no rosto mostrando o seu amor e afeto dizendo-lhe silenciosamente que ele também tinha gostado. Stive interrompeu dizendo:

- mas ainda falta mais um quarto para ver, é melhor guardarem um pouco da emoção para o próximo também. Vamos.

E saíram em direção do quarto de Lucas que quando chegou a porta viu o seu nome escrito em notas musicais e um carro de corrida vermelho e preto desenhado de forma perfeita por Stive.

- vamos ficar a porta ou vais abrir a porta para vermos o teu quarto? – disse Stuart ansioso.

Quando abriu a porta e viu o seu quarto, nem acreditou. Era um quarto duplo com um pequeno escritório e num canto estava uma bateria com uma mesa de som, uma guitarra elétrica e um violão. Noutro estava uma secretaria onde ele podia estudar e tinha também uma estante com vários livros de música e didáticos. As paredes de uma lado havia um combinação de vários desenhos de instrumentos musicais e do outro varias chapas de matrícula de carros e nomes de corredores famosos. O quarto era mais simples com uma cama de casal e Stive tinha deixado que fosse ele a escolher a forma com decora-lo.

- bem o quarto fica teu critério, faz como quiseres eu só mandei mudar a cama para condizer com atua idade, mas se quiseres uma cama de solteiro a gente muda. Isto tudo é teu. A casa de banho é ali tem tudo o que precisas. No caso de quereres mudar alguma coisa estas a vontade é só falar comigo ou com Stuart.

- eu não preciso de mais nada, já tenho tudo o que preciso, vocês. Para mim ver o meu irmão feliz já era suficiente.

- O que é isto? – apontou para um envelope que estava em cima da cama.

- abre a para ti e para o teu irmão – disse Stuart. E olhou para Stive que ficou sem entender. Ao abrir começou a ler e ficou com os olhos rasos de lagrimas correu para abraça-los.

- obrigado, do fundo do meu coração – disse entre soluços.

- é a partir de hoje são nosso filhos, Lucas Ricardo Stonson Bretson e Gabriel Ângelo Stonson Bretson. E vão ter tudo, o que têm direito.

Stive estava sem reação, sabia que Stuart era uma pessoa nobre e boa mas não espera isso tão depressa.

- obrigado, meu amor…porque não me disseste nada?

- queria fazer-te uma surpresa, eu sabia que ias gostar. E beijou-lhe na boca e por uns instantes esqueceu que não estavam sós e Stive afastou-o devagar apontando para os miúdos apontando. Estes estavam felizes a rir da cena.

- eu quero que os nossos filhos saibam como os seus pais se amam e no nosso lar podemos demonstrar os nossos afetos sem medo.

- posso vos chamar de pai? – perguntou Gabriel curioso.

- é claro que sim, adoraria –disse Stuart.

- eu também – afirmou Stive.

- oba…agora tenho dois pai…

Ambos riram e os quatro se abraçaram e desceram para continuar a festa.

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Comentários

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Por acaso achei sua história.. Tenho por habito seguir alguns contos cujos altores me tornei fã. Sem sombra de dúvida agora tenho mais um autor para seguir .. Adoro a qualidade de uma boa bescrita. Saber fazer uso da palvra escrita pra mim é uma arte e vê-la bem utlizada por veias tão criativas é melhor ainda.Li todos os seu contos de única vez.

Todos sabem que este site é de contos eróticos mas como amante de uma boa leitura, ao navegar por aqui encontrei, como já disse, autores, assim com você que sabem fazer a união perfeita entre bom enredo, a sensualidade, e o erotismo sem a vulgaridade característica existente, na maioria das vezes. neste tipo de site.

Por tudo que já falei acho 10 pouco mas...não há nota maior.rsrsrss

LAMENTO QUE TEUS ESCRITOS NÃO ESTEJAM AINDA ENTRE OS MAIS LIDOS.

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fico feliz com seu retorno, eh d uma doçra impar, utopico, diria. grato pela leitura.

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que bom que vc voltou ja estava morrendo de saudades dessa família fofa

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Perfeito, nossa essa familia e muito linda, hoje mesmo estava pensando no teu conto que bom que vc voltou a postar.

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