Meu gêmeo e o namorado dele. (5 de 6)

Um conto erótico de Igor Leandro
Categoria: Homossexual
Contém 2529 palavras
Data: 18/08/2012 22:22:22
Última revisão: 20/08/2012 08:07:46

A glande que apenas roçava em minha entrada encontrou passagem. Em um movimento rápido e brusco, ele se pressionou contra meu corpo, entrando todo de uma vez, e antes que eu pudesse perceber, já estava todo preenchido pelo membro rijo de Stevie e sentindo um latejar muito doloroso, já que aquele membro era consideravelmente mais grosso que o do meu irmão. Foi inevitável que um grito mais alto que o normal ecoasse pela casa e por breves segundo me arrependi de permitir que Stevie fizesse aquilo.

“Agora você vai aprender como é que fode de verdade.” Falou tirando o membro quase que por completo e introduzindo novamente com a mesma rapidez uma vez, esfregando as bolas e os pentelhos na minha bunda quando já estava totalmente dentro.

Stevie começou a entrar e sair quase completamente, vagaroso, usava as mãos para abrir mais a minha bunda, fazendo-me sentir cada centímetro de seu membro se deslizando para dentro e para fora de mim, em movimentos experientes, agonizantemente prazerosos. Quando a velocidade de suas estocadas aumentou, comecei a sentir ainda mais prazer, e naquele momento qualquer arrependimento havia desaparecido. Eu somente ansiava por mais.

Suas penetrações eram firmes, ainda não muito rápidas, fazendo-me ter pequenos espasmos e calafrios de excitação. A sensação de submissão era tentadora e incrivelmente me caia bem, fazia-me sentir completo. Stevie continuou me comendo gostoso e com muito jeito, não demorou muito para meu organismo pedir por mais.

“Mais rápido.” Falei de maneira incontrolável.

“Ta vendo...” Disse entre gemidos, aumentando a velocidade das estocadas. “Como que fode gostoso... E deixa uma puta enrustida como você...” Falou me deixando ainda mais excitado e envolvido no meu novo papel de submissão. “Querendo mais.”

Ele começou a ser mais rápido, criando um atrito tão gostoso que praticamente neutralizava a dor e a nova velocidade fazia com que a cabeça de seu membro acertasse sensivelmente a minha próstata fazendo-me gemer mais e mais alto. O tão conhecido barulho de bolas batendo na bunda era predominante, mas a grande diferença daquela vez era a minha bunda e as bolas de outro cara.

Eu sentia minhas pernas tremerem, meu pênis babar e minha próstata latejar e o ritmo das penetrações permaneceu constante durante um tempo, levando-me a um estado de êxtase que jamais havia atingido. Eu adorava ter orgasmos, mas orgasmos duram pouco e aquela sensação parecia interminável. Levei uma de minhas mãos até meu membro e comecei a me masturbar na velocidade das estocadas de Stevie.

“Não!” Stevie disse tirando minha mão de meu membro. “Vai gozar só levando na bunda." Falou puxando meu cabelo com alguma força, em um gesto de dominância.

Quando ele disse isso despertou meu interesse, e se tal coisa fosse possível eu gostaria de experimentar, o obedeci e fiquei de quatro sentindo meu membro balançando entre minhas pernas e o seu entrando e saindo de mim, mergulhando-me em ondas de calor e prazer. Stevie ficou metendo com experiência no meu cu ex-virgem, tirando-me da realidade por alguns minutos, não resisti e voltei a me masturbar.

“Eu falei pra você não fazer isso.” Disse dando-me um tapa muito forte na bunda. Não me importei continuei a me masturbar. “Ícaro! Da o seu pau gostoso aqui pro seu irmão... Ele ta muito inquieto.”

Ícaro se levantou de onde estava sorrindo muito, certamente satisfeito com a visão do namoradinho metendo no irmão, ajoelhou-se na minha frente e logo tratei de abocanhar seu membro já duro e pronto para receber mais prazer. Comecei a chupá-lo com muita avidez, motivado pelo membro que ainda deslizava, agora com facilidade para dentro e para fora de mim.

Stevie metia de uma maneira impressionante, realmente sabia muito bem o que estava fazendo, e mais uma vez imaginei as coisas que ele fazia com meu irmão. Aumentava e diminuía o ritimo, aumentava e diminuía a força, tirava completamente e enfiava tudo de uma vez acertando minha próstata de maneira ensandecida. Sentia as mãos de Stevie quase brutas em minha cintura e as de meu irmão em minha cabeça, segurando-me contra seu membro.

“Stevie! Bate uma pra mim!” Pedi alto.

“Não! Agüenta... Eu ainda nem comecei...” Disse deixando-me levemente receoso.

“Por favor!” Gritei.

“Olha, uma vadia educada, hum?!” Disse debochadamente.

Eu não gostava quando Stevie me tratava de maneira pejorativa, mas ali, no calor da transa, eu não tinha forças para repreendê-lo por isso e aceitava sem reclamar cada vez que ele se referia a mim como puta ou vadia. Minhas pernas já amoleciam e todo o meu baixo ventre formigava. Voltei a abocanhar o membro de meu irmão com muita volúpia, desta vez com a intenção e fazê-lo gozar e poder me masturbar em seguida.

Mas o Ícaro não gozava, e minha boca já doía devido aos constantes movimentos que ainda me esforçava para fazer, retirei minha boca e comecei uma punheta muito rápida enquanto era penetrado por um Stevie cada vez mais empolgado e descontrolado.

“Eu falei... Pra você... Ícaro...” Disse com esforço sem parar de me penetrar um segundo. “Que seu irmão... Ia adorar... Levar na bunda.”

Tirou o membro completamente de mim e voltou com toda força, fazendo-me gritar e apertar o pau do meu irmão. Eu não conseguia mais masturbá-lo, não tinha forças para nada além de ficar ali de quatro com a bunda sendo vorazmente traçada. Ícaro pegou o próprio pênis e começou a se punhetar freneticamente quase na minha cara.

“Eu estou quase...” Meu irmão avisou depois de algum tempo. Stevie puxou meu cabelo com força, fazendo-me ficar com o rosto bem levantado.

“Abre a boca!” Stevie ordenou e eu obediente o fiz. “Bebe tudo.” Disse autoritário.

Ao contrario de Stevie que havia me forçado a engolir sua porra, eu queria receber o fruto do prazer de meu irmão, esperei e não demorou para que eu sentisse os jatos de Ícaro indo direto contra minha língua, mas a maneira que ele balançava o membro fez com que alguns acertassem partes do meu rosto. Ele finalmente parou de se masturbar e ainda ofegante sorriu sacana para mim, roçando a cabeça de seu membro e sua ultima gota de esperma contra meus lábios, em seguida arrastou-se e desabou exausto na poltrona em frente.

Stevie estava insaciável e continuava penetrando com deliciosa habilidade, minhas pernas queimavam, minha próstata latejava, meu pênis pulsava e Stevie continuava bombando, a única coisa que eu desejava era gozar de maneira enlouquecida. Levei minha mão trêmula até meu membro e comecei uma masturbação deliciosa e sabia que não demoraria para gozar.

Realmente não deveria ter feito isso. Stevie se retirou todo de mim e para minha surpresa, levantou-se. Em um movimento brusco, suas mãos voaram até meu cabelo e o puxou com muita força, arrastando-me para fora do sofá e fazendo-me cair de bruços no chão. Não tive tempo nem mesmo de perceber o que estava acontecendo e minhas pernas já haviam sido rudemente abertas e o corpo pesado e todo suado de Stevie já estava sobre o meu, imobilizando-o quase completamente.

“O quê?!...”

“Eu te avisei duas vezes pra não se tocar.” Sussurrou.

Fiquei um pouco assustado e tentei me debater, em vão, eu não tinha forças e meu corpo todo pertencia a Stevie para que ele fizesse o que tivesse vontade. Ele segurou meus braços acima da cabeça com uma das mãos e com a outra separou um pouco minhas nádegas entes de se pressionar com força e enterrar seu membro novamente em mim. Ele se deitou completamente, com o membro firmemente cravado e levou os lábios próximos ao meu ouvido.

“Agora que eu vou te arrombar todo.” Sussurrou de maneira que meu irmão não pudesse ouvir.

Dito isso suas penetrações começaram, e de uma maneira incrível ele conseguia ser mais rápido e forte do que antes, meu membro ficou fortemente pressionado contra o carpete, com um atrito agonizante da minha pele super sensível. Os gemidos de Stevie já haviam se tornado gritos graves e rasgados próximos a minha orelha e incrivelmente isso me excitava ainda mais.

Sabia que ele já havia gozado e certamente demoraria mais para gozar uma segunda vez, mas estava começando a ficar estranho. A sensação de quase gozo a muito tempo havia ser tornado perturbadora e eu precisava desesperadamente de alivio, mas naquela posição não existia meios para me aliviar, somente aguardar que Stevie terminasse e depois me masturbar, notando-me imóvel, soltou minhas mãos, mas eu não teria forças para fazer nada mesmo que quisesse.

“Era isso?... Hum...?” Perguntou entre gemidos. “Que você queria fazer... Com o meu namorado?” No momento nem notei o uso do pretérito. “Era isso que você tava achando... que ia fazer comigo?” Perguntou sarcasticamente. “Quem é a puta agora?...” Falou cessando os movimentos, mas ainda dentro de mim, encostando o corpo muito suado ao meu. Suspirei aliviado sentindo todo meu corpo formigar. “Quem que ta com uma rola socada no rabo, hum?” Percebi sua voz carregada de raiva. “Fala pra mim que você ta adorando a minha pica.” Disse no meu ouvido, puxando meu cabelo, fazendo-me ficar com o queixo colado ao tapete. “Hã? Eu não to te ouvindo.” Saiu e entrou completamente uma vez, fazendo-me gritar. “A puta não ta conseguindo nem falar nada é?” Eu me limitei a fechar os olhos, sentido o estranho prazer de ser humilhado durante uma transa.

E eu que sempre gostava de falar pornografias, continuava calado ouvindo cada sentença ofensiva que Stevie para meu enorme espanto proferia. Stevie colocou ambas as mãos uma em cada ombro meu, apoiando os braços nas costas, e usando as próprias pernas para abrir mais as minhas, mantendo-me completamente imóvel e dominado. Neste momento meu corpo inteiro já estava mole, estirado e exposto no chão daquela sala.

Fiquei ali por não sei ao certo quanto tempo, com Stevie torturando-me, metendo como um animal no cio, nem mesmo eu conseguia manter tanto tempo de penetração constante e a sensação de ter um homem que o conseguia buscando satisfação em mim era absurdamente extasiante. Sentia como se não agüentasse nem mais um minuto daquele entra e sai descontrolado e violento, eu nem ao menos gemia mais, nem mesmo pensava, estava entorpecido de prazer, saturado de tesão e já não agüentava mais. Uma sensação agonizante que eu nunca havia sentido antes.

“Vamos... Acabar com a brincadeira?” Perguntou e eu não imaginei que devesse realmente responder. “Em?” Parou mais uma vez com as penetrações, retomando o fôlego. “Ou você quer continuar?” Aguardou resposta e nada. “Responde vagabunda...” Sussurrou ofegante em meu ouvido. “Fala pra mim o que você quer...” Me deu uma mordida no ombro em seguida.

“Por favor.” Falei em um suspiro.

“Por favor o que? Continua?!” Perguntou sarcasticamente. Ele queria me ver pedindo aquilo.

“Chega... Para.”

“Parar? Na melhor parte?” - Pra você. - pensei. “Agora...” Falou retomando as estocadas. “Você vai gozar...” Começou a meter de mansinho. “Como você nunca gozou antes.” A certeza com que ele havia proferido essas palavras deixou-me deveras animado. “Nem nunca mais vai gozar.” Falou enfiando em mim vagarosamente.

Começou a me penetrar quase com carinho, ofegando pesado contra meu ouvido. Metia devagar e fundo, por vezes sentia-me nitidamente ser tocado na próstata, suave, mas certeiro, e a sensação de torpor voltou a dar lugar a impulsos prazerosos. Continuou vagarosamente por um longo tempo e me perguntei quando ele me mudaria de posição para finalmente me masturbar e me fazer gozar - Como nunca” - mas ele nada fez, deixou-me de bruços. Começou a falar ao meu ouvido, mas desta vez não gritava sentenças ofensivas e sim externava seu prazer em palavras sussurradas e me dirigia elogios. Dizendo como estava gostoso pra ele. Dizendo que meu cuzinho só não era melhor que o do meu irmão, mas que eu tinha o mesmo talento que ele.

A velocidade de suas estocadas foi aumentando gradualmente, tive medo de que voltasse a ser violento, mas mesmo a velocidade aumentando a suavidade de seus movimentos era constante e ele continuou sutil e certeiro, uma de suas mãos tomou delicadamente minha cintura. Pela primeira vez na noite começou a me beijar e lamber, cada parte alcançável, dando maior atenção a minha nuca e por vezes mordiscando o lóbulo da minha orelha, ofegando pesado contra ela, fazendo-me sentir acolhido e talvez até por breves segundos como se fosse de alguma importância para ele.

Pude ouvir gemidos altos do Ícaro, certamente masturbando-se e gozando pela terceira vez. Stevie manteve-se constante, me fodendo de uma maneira diferente de qualquer outra que ele havia feito aquela noite, e quando senti o formigamento em minhas partes baixas voltar com intensidade e meu pênis pulsar de maneira demorada e intensa, soube que era assim que ele fazia com meu irmão.

Com jeito e cuidado, carinho em cada um de seus movimentos mesmo se intensos e rápidos, e Stevie não sabia dar prazer de outra forma, levar alguém ao orgasmo de outra forma.

Todo o desespero inicial, suas estocadas brutas não tinham passado de um impulso momentâneo por finalmente poder se descontrolar daquela maneira com alguém, mas subitamente havia mudado e se concentrava em me dar prazer, em me fazer gozar.

Esse pensamento me fez ficar ainda mais entregue e excitado, mas não de maneira submissa e sim plenamente envolvido em uma conexão de prazer de ambos os corpos. Abri um pouco mais minhas pernas mostrando a ele que estava gostando e aguardei ansioso o que eu sentia que viria em seguida.

Relaxei completamente e um pouco mais de rapidez e precisão, beijos e um roçar mais intenso contra o carpete e meu pênis pulsava dolorosamente como nunca antes, e eu já gemia baixinho, me desmanchando no orgasmo mais intenso da minha vida, como Stevie havia me prometido.

Senti meu ânus se contrair contra o membro latejante de Stevie e todo meu corpo ser envolvido em uma intensa onda de calor, minha vistas escureceram e poderia jurar que por breves segundos eu me alienei a qualquer coisa que pudesse existir alem daquela sensação de um orgasmo sem estimulo direto.

Quando voltei a mim Stevie ainda se movimentava, mas eu não sentia, todo meu corpo estava inebriado e eu somente sentia meus batimentos cardíacos super pesados e o pulsar de meu membro latejante.

Stevie esticou ambos os braços, erguendo o tronco e penetrou mais fundo algumas poucas vezes, seus gemidos encheram o cômodo e quando eu aguardava que ele se satisfizesse e desabasse o corpo suado dobre mim, ele se retirou completamente, fazendo-me sentir um frio e um buraco vazio, que logo foi inundado por jatos quentes e fortes que pareciam intermináveis.

Vi Stevie jogar a camisinha que usava no chão e desabar deitado ao meu lado, exausto. Olhou pra mim e abriu um sorriso largo e eu não pude deixar de retribuir mesmo muito pouco e sem graça.

Permaneci imóvel por algum tempo, ainda com as pernas abertas, sentindo-me completamente dolorido, minha boca doía, minhas pernas, coluna, meu couro cabeludo devido aos inúmeros puxões, sem mencionar minhas duas partes mais sensíveis, meu membro ainda pressionado e meu cu recém deflorado.

Stevie pegou uma de minhas mãos e direcionou até minha própria bunda, fazendo-me assustar muito quando 3 dedos entraram com facilidade em meu orifício melado, me contrai instantaneamente, mas mesmo assim um dois dedos entravam facilmente.

(Continua...)

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Comentários

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Viado gosta de kct e; eu não acredito q saibam agir como um touro selvagem...Se as duas bichinhas estavam no par ou impar p q uma comesse a outra. N gostei da performanse; eu sim, faria o tal do stive fez!

7 pq não me chamastes p desvirginar teu cu.

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Voce escreve muito bem. Apesar de ser repetivo algumas vezes.

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Que bom que te mostraram com maestria como é bom dar o cu também! Parabéns pelo belo conto!

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