O dotadão de Chapecó

Um conto erótico de meninoputinho
Categoria: Homossexual
Contém 1703 palavras
Data: 14/08/2012 00:25:49

Era uma madrugada anormalmente quente no inverno gaúcho, eu estava na rodoviária de Porto Alegre, voltando pra minha nova casa na capital depois de uma rápida visita a cidade natal no interior, quando me encaminhava ao banheiro da rodoviária. Naquele horário havia pouco movimento, o que me deixou contente pois estava cansado e não gostaria de enfrentar filas ou ver aquele velho espetáculo de horrores que pode ser uma rodoviária. Mas aquele momento estava pra ser difirente. Eu estava especialmente com tesão, com vontade de dar. Eu ainda era virgem, e isso, aos meu 18 anos me incomodava profundamente. Eu sempre soube o que eu era, mas nunca tive coragem de procurar algum homem pra me pegar de jeito. Sempre disfarcei bem, parecia hétero, tenho 1,89 de altura e um pouco acima do peso, parecia até meio amedrontador, mas por dentro, eu sempre fui uma bela de uma puta. Sim, embora virgem, eu sempre quis ser passivo, o que após o acontecido eu confirmei.

Voltando ao conto, indo ao banheiro eu reparei que estava sozinho, me direcionei a um dos mictórios. Após algum tempo chegou um homem mais baixo que eu, magro, branco, feições fortes, de homem, do jeito que eu gosto, que contrastavam com meu rosto de feições mais femininas, olhos amendoados, lábios carnudos. Ele era um típico descendente de europeus, enquanto eu possuia no meu sangue a mistura brasileira, que me conferia um tom de pele 'permanentemente bronzeado', como eu brincava com minhas amigas, além de uma bunda e coxas fartas. Ele se direcionou a um mictório e sacou da calça um pênis branco e comprido, um lindo exemplar de 'pauzão'. Começou a urinar. Eu já havia terminado, mas aquele espetáculo inesperado prendeu minha atenção. Não sei se ele percebeu, mas continou ali e eu o observando. Ele terminou e começou a balançar o mebro pra guardar. Aqui há um máxima de que 'mais de três balançadas é punheta'. Essa anedota pode até não ser verdade, mas que ele começou a se masturbar ali, isso era inegável.

Logo seu pênis que já grande começou a inchar-se e tomar aquela volumosa e belíssima forma. Seu pênis era realmente enorme, roliço, cabeçudo. Ao contrário de muitos pauzões ele ficou bem túrgido, bem teso, apontado pra cima. Eu estava apreciando descaradamente, quando olho o macho possuidor daquilo. Ele estava curtindo aquilo tanto quanto eu, pois pelo que fiquei sabendo depois, exibir-se era um fetiche dele e, convenhamos, ele tinha todos os 26 motivos dele pra fazer isso. Ele me olhava babando pela pica dele e ordenou, com voz firme, que eu entrasse em um dos boxes. Oportunidades assim não surgem frequentemente. Acatei à ordem do macho a quem o nome eu desconhecia. Só sabia que deveria servi-lo. Para o meu e para o prazer dele, principalmente.

Sentei-me no vaso e ele ficou à minha frente masturbando aquele pau. Ele usava as duas mãos em seu enorme pênis, massageando de vez em quando as bolas que estava dentro de suas calças de moleton, que ele havia arriado só o suficiente para mijar. O seu cheiro de homem invadia minhas narinas e me inibriava. Minha boca salivava por aquela pica. Decidi então pedir a meu homem se poderia chupá-lo.

- Tu quer minha pica seu viado?

Acenei positivamente.

- Então pede direito.

- Por favor meu homem, posso chupar o seu mastro?

E então ele começou a passar a pica na minha cara, espalhando pré-gozo em mim.

- Você quer o quê?

- Chupar essa sua rolona gostosa... deixa, por favor....

E ele começou a bater com ela em meu rosto, de uma forma firme, quase machucando.

- Pode pegar nela... mas ainda nada de chupar.

Comecei a aproximar minhas mãos e sentir aquele mastro dele. Ele olhava com uma cara de dominação. De prazer. Eu com uma de curiosidade, mas principalmente de vontade. Minhas mãos envolveram aquele objeto do meu desejo e comecei a masturbá-lo, sentindo o calor que emanava daquela rola. Logo depois ela abaixa um pouco mais as calças e ordena eu chupar as bolas dele. Seus pelos estavam aparados revelando um belo saco, que formava junto com o 'meninão' um belíssimo conjunto. Comecei a chupar as bolas dele, uma a uma, enquanto masturbava meu macho. Ele começou a passar a mão em minha cabeça e empurrar-me contra seu púbis. Cada vez que ele fazia isso ele me deixava inebriado com o cheiro de 'pau guardado', afinal, descobri depois que ele tinha chegado de Chapecó à pouco, algumas boas horas de viagem. Eu babava suas bolas e depois lambia a saliva que escorria dali. Ele estava muito excitado e então permitiu que eu chupasse sua rola.

- Quer minha vara, quer sua puta?? Pede então pede...

- Deixa chupar essa sua pica meu homem, deixa...

- Chupa então sua cadela...

Subi das suas suas bolas até a cabeça do seu pau lambendo e então cherei a cabeça. Admirei-a. Sua forma, seu calor. O pré-gozo escorrendo por ali. Fartei-me com aquele líquido. Lambia e olhava pra meu homem, que esboçava satisfação através de um riso extremamente sádico. Comecei então a chupar a cabeça do pau dele, seu gosto invadiu minha boca. Levemente salgado, carregado de muito tesão aliado a meu apetite quase infinito de virgem. Suguei-o mais um pouco, deixando invadir minha boca mais uma porção de sua pica. Eu era virgem e, aliado àquele tamanhão todo, conseguia chegar com muito esforço até a metade. Eu olhava pra ele e me esforçava pra sugá-lo mais, enquanto ele dava aquele sorriso safado e começava a bombar minha boquinha. Em seus olhos via-se tesão, o prazer de dominar um homem maior. O prazer de ter à seus pés um desconhecido só ao mostrar e oferecer sua pica. Em meus olhos começavam a surgir lágrimas, de tanto esforço em receber meu mestre, meu homem. Esforço que repetiria quantas vezes fosse necessária ao prazer dele de quem ainda desconhecia o nome. Minha saliva escorria por sua rola e por suas bolas, molhando um pouco suas calças. Ele as abaixou até os pés tendo mais mobilidade e começou então à socar na minha gargantinha, segurando firme em meus cabelos cacheados.

- Chupa essa pica direito seu viadinho... toma minha pica vai...

Eu só respondia gemidos entrecortados

- Engole ela toda vai, engole...

Ele começou a empurrar aquela anaconda goela a baixo, puxando meu cabelos para que eu fosse em sua direção. Eu apoiava minhas mãos em suas pernas, oferecendo uma falsa resistência. Queria aquilo, queria dar prazer pleno a meu macho. Ele parou quando já haviam entrando uns 20 cm dele em mim e eu olhei pra ele chorando copiosamente, quase engasgando. Ele deu um tapa em meu rosto, olhou pra mim e disse:

- Engole tudo vadia.

E enfiou todo em mim. Ele havia estuprado minha garganta. Segurou-me enquanto gemia, seu contentamento era aparente. Depois me desvencilhei dele tentando tomar ar. Ele pegou seu pau e começou a me dar outra surra de rola, melando todo meu rosto no seu farto pré-gozo associado a minha saliva que se encontrava em todo o pau dele, elogiando o viadinho obediente. Ele esfregava a pica em mim enquanto me mandou chupar suas bolas. Chupei seu saco com tesão enquanto ele batia uma punheta acelerada. Ele puxou minha cabeça e voltou a foder minha boca. Eu apoiei minhas mãos em suas pernas e deixei ele me foder todinho. Ele socava, não tudo, pois ele não queria me dar descanço. Seu suor, sua respiração ofegante e a força de suas investidas deixavam evidente: logo eu provaria seu leite. Logo me deliciaria com seu esperma. Ele segurava a minha cabeça com uma das mãos e com a outra me dava tapas na cara.

- Toma vadia, toma minha rola vai...

- To arrombando a tua garganta seu viadão, toma cabeçada na goela vai...

Ele ficou mais ofegante. Eu estava no meu limite. Quase que chorando eu olhei para seu rosto e vi uma expessão de êxtase. Ele estava chegando ao orgasmo. Ao me ver ali, submisso, seu tesão só aumentou. Ele deu um estocada firme e derradeira, e então...

- AAAAHHHHHHHHHHHH, Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, Ahhh....

Sua respiração tornava-se mais calma. Sua mão em meus cabelos ficou mais leve. Ele me puxou na direção contrária de à pouco, me afastanto de sua pica. O espaço surgia em minha boca. Voltei a respirar. Só então degustei a farta quantidade de porra que ele havia depositado em minha boca. Seu gosto era indescritível. Um gosto que eu gostaria de apreciar todas vezes quantas fossem possíveis. Seu pênis ainda duro saiu de minha boca bem melado e em sua cabeça e um pouco abaixo, havia esperma. Ele olhou pra mim e puxou meu queixo pra cima, pressionando a lateral da minha boca me mandando abri-la. Ele apressiou o estrago. Deu então uma cusparada certeira na minha boca e mandou que eu engolisse tudo. Eu sorvi aquele líquido com imensurável prazer. Depois ele ordenou que eu limpasse sua pica. Deixei ela e suas bolas limpas. Então ele deu uma punhetada no pau e mandou que eu subisse sua cueca. Assim o fiz. Seu pau mesmo a meio mastro ficava muito apertado ali. Duro seria impossível guardá-lo. Depois ele ordenou que eu subisse sua calça de moleton e então o fiz. havia uma pequena mancha na calça em função da minha saliva que ali escorrera, mas ficou disfarçada com a blusa por cima. O que não dava pra disfarçar era aquela tora ali. Aquele volume nas calças, que apreciei por alguns momentos. Ele pegou seu celular e disse:

- Bota teu número viado, e prepara esse cu, que da próxima ele não me escapa.

Assim o fiz e ele mandou que eu saísse do banheiro primeiro, que ele iria logo depois. Enquanto eu passava ele encheu a mão na minha bunda que me fez piscar o cuzinho de tesão. Ele riu. Qual seriam em seus pensamentos as surpresas que ele guardava pra minha bundinha virgem? Não imaginava, mas esperava que fosse logo. Lavei meu rosto pois estava muito suado e sai. Fiquei um pouco na rodoviária ainda, tempo suficiente pra ver ele sair caminhando, com aquele enorme volume irriquieto em suas calças. Meu cu piscou mais uma vez por um homem que eu ainda nem sabia o nome, mas que teria tudo o que quisesse de mim.

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Comentários

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gostoso demais,o viadinho sonhando com um macho e ter esta experiencia

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Opa, conta logo como foi... fiquei duraço com sua primeira mamada!

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Vaai providenciando um KY amigo... Tive que rir com "perder as pregas" hahaha

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começo muito bom. quero ver como vai perder as pregas

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