Casa dos Contos Eróticos

Festa na roça

Um conto erótico de Nec Sex
Categoria: Homossexual
Data: 23/08/2012 16:42:37
Nota 9.75

Eram quase duas da tarde de uma terça feira, eu tinha acabado de sair de um sítio. Estava fudendo com dois amigos meus desde cedo. aliás eu estava no sítio desde a noite de sábado, estava dirigindo minha caminhonete todo fudido, ainda podia sentir a porra escorrendo do meu cú e por alguma razão isto me deixava muito excitado.

Na volta, resolvi ir por outro caminho, uma estrada de terra mais longa para poder apreciar a paisagem, mas apesar de ter fodido por quase três dias, ainda estava com muito tesão.

Foi quando avistei um bar no meio da estrada, sabe esses barzinhos que ficam na beira da estrada de terra bem fuleiros, caindo os pedaços? pois é era desse. Parei a caminhonete do outro lado da estrada para comprar uma cerveja, e de longe, pelos meus vidros escuros pude ver, um senho branco, gordo, de barba e bem alto, que estava do lado de dentro do balcão e deveria ser o dono do bar, um negro, também alto, sentado do lado de fora do balcão bebia cerveja e conversava com o dono do bar. Mais ao fundo, dois homens jogavam sinuca, um era mulato, magro, careca e o outro um negro mais baixinho sem camisa e de chapéu. Fiquei muito excitado e resolvi entrar e além da cerveja, ver se conseguia uma transa. antes porém, dentro do carro mesmo eu me ajeitei, tirei o shorts e calcinha que eu usava e que ainda pingava porra, passei uma toalha para limpar minha bundinha e meu cuzinho, vesti outra calcinha fio dental preta e um shortinho menor por cima, bem curto, que mostrava o inicio da minha bundinha. atravessei a rua de terra e entrei no bar.

Assim que m viram, todos pararam para me olhar, parecia que não estavam acreditando, o negro que bebia perto do balcão não tirava os olhos das minhas pernas lisas e bronzeadas, pois eu tinha passado o final de semana todo no sítio de fio dental me bronzeando.

Eu, que não sou efeminado, cheguei para o dono do bar com a voz mais arrastada que eu pude, igual a uma mulherzinha, dando a maior pinta e pedi:

-O senho me dá duas latinhas de cerveja por favor

-Ele me entregou e eu lhe paguei com uma nota de cinquenta. Disse que não tinha troco e que ia lá dentro trocar, quando ele saiu, o negro, que se chamava Paulo, puxou conversa:

-Está muito calor né? cê tá perdida por aqui?

-Não, passei o final de semana no sítio com uns amigos, agora vou embora, mas vim por essa estrada pois adoro roça - Falei bem molinho dando pintae achando engraçado ele falar comigo usando o feminino, com se eu fosse uma mulher.

-Bem se vc não tem pressa, senta aí e toma uma cerveja comigo

-Eu sentei, abri minha latinha e comecei a conversar com Paulo. os caras da sinuca lhe fizeram um sinal, mas eu fingi que não vi e continuei bebendo, até que ele perguntou:

-Cê não qué jogá uma sinuca com meus amigos não? eu tô loco pra jogá com eles, mas não tem mais ninguém prá formá dupla.

-Claro que eu aceitei na hora, só esperei o dono do bar voltar com meu troco.

Paulo me apresentou seus dois colegas, o mulato era o Pedro e o negro baixinho era o joão. eles me cumprimentaram e tentaram disfarçar, mas eles não conseguiam tirar o olho do meu rabinho, e isso me deixava ainda mais excitado.

sempre que eu ia fazer uma jogada, me debruçava na mesa e todos vinham ver minha jogada atrás de mim. as vezes o Paulo chegava por trás e me mostrava como usar o taco, assim eu podia sentir sua pica dura roçando na minha bundinha. até o Pedro, que era da outra parte do jogo me ajudou, roçando seu cacete em mim. todos queriam que eu jogasse, ninguém mais ligva pro jogo, pra ganhar ou perder, desde que eu jogasse.

Eu estava gostando de provocar, mas em um determinado momento, João chegou por trás de mim, me jogou na mesa de sinuca e falou:

-Agora chega, esse viadinho tá provocando a gente e só sai daqui quando der conta de todo mundo!

-Então antônio, o dono do bar, abaixou as portas, mas a janela do lado da sinuca continuou aberta, ou seja, quem passasse por ali a pé, era só chegar do lado da janela e veri tudo. mas como eu estava longe da minha cidade, nem me importei.

João puxou meu shorts pra baixo e ficou admirado com minha calcinha fio dental enfiada no meu cú. Paulo seu amigo disse:

-Mas ela é mesmo uma putinha! olha a calcinha que ela tá!

-Dá uma voltinha pra gente sua puta - Pediu Pedro.

Então eu subi em cima da mesa de sinuca e comecei a rebolar e provocar aqueles 4 caras ignorantes que eu não conhecia, ms que iriam me comer em breve.

João me puxou, me colocou de quatro de novo e tirou minha calcinha, revelando meu rabinho moreno com marquinha de fio dental a todos. Quando ele foi enfiar os dedos no meu cú, sentiu que eles entraram com facilidade. ao sentir meu cú largo ele falou:

-Gente, essa putinha já deu o cú hoje, olha como tá largo o rabinho dela.

-Ela me disse que passou o final de semana no sítio, deve ter dado por lá.

-então pra provocar mais eu falei:

-Eu passei o final de semana no sítio com dois amigos, só curtindo uma piscina e tomando no cú. não faz nem meia hora que eu dei pela ultima vez!

-Mas é uma vagabunda mesmo. pode preparar seu cú viadinho que vc não sai daqui sem levar pelo menos uma varada de cada um .

-João pincelou sua piroca no meu cú e enfiou tudo sem dificuldade, Antônio, o dono do bar, logo sentou na mesa de sinuca na minha frente e botou seu cacete n minha boca. Ele não era muito grande, mas era bem grosso, além de ser o único cacete branco que eu veria ali. Eu comecei a chupar seu cacete, Enquanto João me comia o cú com força. alguns podem não gostar, mas eu fico bastante excitado quando um macho me pega com violência, e eu já tinha dado muito, estava com o cú em brasa, então al´m do prazer eu sentia aquela dorzinha gostosa de estar sendo fudido por uma picona preta e gostosa. Do nosso lado, Paulo e Pedro já esperavam por mim pelados e com seus cacetes duros. o Paulo era o mais bem dotado dos quatro, mas a de Pedro também era grande, o que me fez pensar o que eu ainda teria pela frente, e quase me arrependi de ter entrado ali. Eu disse quase, pois a pica do João deslizando dentro do meu cú era o que de melhor poderia ter acontecido! Eu fechava os olhos e sentia a pica invadir meu cú, enquanto chupava a piroca do Antônio, que sem me avisar, deu um grito forte e despejou toda a sua porra na minha boca.

Eu engoli uma parte no susto e o resto desceu pela minha boca, indo parar nos meus peitos. Eu não tive tempo nem de limpar, pois assim que Antônio levantou, Pedro tomou seu lugar, enfiando sua piroca na minha boca, sem importar com a quantidade de porra que havia nela. João começava a socar ainda mais forte, se é que isso era possível, mas senti seu pau inchar dentro do meu cuzinho e ele gozou me xingando de vadia, safada, puta, e me mandando rebolar na vara dele.

João tirou seu pau do meu cú e logo Paulo se colocou atrás de mim, ainda sentia a porra escorrer pelas minhas pernas quando ele entrou com seu cacete no meu cú. ainda bem , pois sendo o mais bem dotado de todos, a porra funcionou como um lubrificante.

Paulo me comeu durante um tempo assim, mas a posição já me incomodava, então eu virei de barriga pra cima e pedi a ele que me comesse de frango assado. Ele rapidamente levantou minhas pernas e meteu até o fundo do meu cú, essa posição ficou ainda melhor, pois além de poder lamber o pau e as bolas do Pedro, podia sentir ele apertando o biquinho dos meus peitos.

Pedro gozou na minha boca e nos meus peitos, mas Paulo ainda demorou a gozar, e depois de um tempo socando no meu cú disse:

-Agora min ha putinha, chupa meu pau que eu vou gozar na sua boca!

-Me ajoelhei como um putinha obediente e chupei seu pau até ele me encher de porra de novo.

Eu achei que a festa tinha acabado, mas o Seu Antônio sentou em uma cadeira e m pediu para sentar no seu pau. Lá foi eu de novo, todo sujo de porra, me sentindo uma putinha, cavalgar no pau do macho. Rebolei meu cú na piroca do Seu Antônio e em pouco tempo ele me encheu o cú de porra. Eu me levantei e sem falar nada, Pedro, o mulato, me colocou de quatro de novo na mesa de sinuca e comeu meu cú dizendo:

-Pensa que acabou vagabunda? vc não vai embora sem eu meter no seu cú

-Desta vez ele demorou mais, pois já tinha gozado na minha boca antes. meu cú ardia muito e agora eu já queria acabar com a farra, mas eu sabia que ele não ia tirar seu pau do meu cú enquanto não gozasse,. então eu aproveitei que estava com a boca vazia pela primeira vez e comecei a falar:

-Vai meu macho come o cú da sua putinha come, enche ele de leite, me arregaça gostoso!

-Vou arregaçar sua putinha e quando eu acabar vc não vai poder nem sentar!

-Eu tentei deixar ele mais excitado para ele gozar mais rápido, mas tudo que eu consegui foi fazer ele me foder mais forte, e minha boca não ficou muito tempo vazia, pois já recuperados, João e Paulo vieram punhetando seus cacetes e me fizeram chupar, alternando entre um e outro.

João começou a gozar a a dar tapas estalados na minha bunda, me xingando. Rapidamente ele encheu meu cú de porra. eu continuei chupando e punhetando João e Paulo, até os dois gozarem na minha boca.

Acabada a festa, eu estava todo coberto de porra, tinha até nos cabelos, mas ainda faltava eu gozar, então tive uma idéia que poderia ser a realização de uma antiga fantasia minha. Pedi Seu antônio para usar o banheiro, e quando entrei vi aquele banheiro grande, velho, sujo, cheirando a urina, sem lavar, um típico banheiro de barzinho, voltei imediatamente na frente do bar e pedi aos quatro que fossem comigo ao banheiro. chegando lá fiquei agachado naquele chão sujo e pedi aqueles machos que mijassem em mim, pois eu queria gozar.

Não foi difícil pois todos eles tinham bebido muita cerveja. Começou por João, que começou mijando na minha cara e meus peitos, seguidos por Paulo, Pedro e por último Seu antônio, que era quem tinha bebido menos.

Quando os quatro machos, que tinham me fodido de todas as formas, estavam em volta de mim mijando e me lavando com a urina deles, não aguentei e comecei a gozar!!!! Gozei muito. Depois, me levantei, estava todo mijado e esporrado, na hora o tesão falou mais alto, mas depois não tinha onde eu tomar banho. Por Sorte, Seu antônio providenciou um balde de água e eu me lavei como pude. depois me vesti e despedi deles, prometendo voltar outro dia para mais uma festinha. entrei no meu carro e fui dirigindo olhando a paisagem agora completamente saciado, com o cú todo esfolado, mas feliz como uma putinha.

Se voce gostou comente. Beijos!!!

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
25/01/2016 18:03:28
Vou dar nota 10 foi porqueGoste do conto! Tenho um pau bem gostoso e estou a muito se uma bundinha e estou louco por uma, se algum homem quiser uma aventura bem segura e sigilosa me escreva, tenho WhatsApp se quiserem trocar fotos intimas! gilvillamachado@uol.com.br
20/09/2012 00:15:16
Sensacionalissimo.
08/09/2012 15:01:36
Cara que FODÃO! Pôrra grossa, fina quanto mais melhor, minha TARA é tirar umas férias da minha Nega e fazer uma festinha dessa. Porém mijada tá por fora "é a minha opinião" tacosta@ig.com.br
24/08/2012 13:56:14
Muito bom, gostei de tua história.
24/08/2012 01:48:47
Maravilhoso! Assim é que tem de ser,se é pra dar;é pra dar mesmo. Olha eu tb não sou afeminado,nada contra,mas não curto essas viadagens. Isso é pra hora da foda. Se vc topar fazermos uma dupla para encararmos uns 8 ou +,negões de preferência(mas sem preconceitos),enfim um gang bang de dotados é só combinar ok. Vc têm meu email. Abraços! ps:vou continuar o relato. Foi real e é uma homenagem à seu Sebastião.