Areias Vermelhas - Parte 4 - Déja Vu Vermelho

Um conto erótico de Akira
Categoria: Homossexual
Contém 1435 palavras
Data: 30/07/2012 12:30:16
Última revisão: 30/07/2012 12:38:09
Assuntos: Gay, Homossexual

18 OUTUBRO:25

No dia seguinte acordei bem cedo. Não sei porque, talvez por causa da noite anterior. Fui fazer o café quando Niah acordou. Ele meio que cambaleou na minha direção.

— Hug, dormir em um carro é horrível! — Ele disse, parando na minha frente.

— É... — Não fazia idéia do que dizer.

— Eu vou dar uma volta e já volto ok?

— Ok, tenha cuidado. — Falei enquanto ele saia do "abrigo".

Algum tempo depois Jimmy acordou. Ele se sentou do meu lado sem dizer uma palavra. Fiquei olhando para ele e pensando se ele tinha visto alguma coisa de ontem. Se bem que nossa relação já estava meio esquisita a alguns dias.

— O que foi? — Perguntei.

Ele então se virou para mim, segurou minha cabeça e me beijou. Empurrei ele para o lado.

— O que você... Está fazendo??

— Ué, se você aceita um beijo de um cara que vc não conhece, achei que você também gostaria de um beijo do seu irmão. — Ele disse.

— Jimmy eu....

— ....

Ficamos ali olhando para o nada, ambos sem dizer uma palavra.

Algum tempo depois Niah voltou. Logo após a comida ficou pronta. Comemos e nos arrumamos para ir embora.

Andamos de carro por varias horas. Quando derrepente Niah grita:

— PARA!!!!!!

Brequei o carro com toda a força.

— O que foi?

— Também gritei.

— Vem comigo, os dois! — E sem dizer outras palavra pegou sua pistola e sua faca e pulou para fora do carro. Eu e meu irmão o seguimos.

Andamos agachados entre os destroços até que paramos.

— O que a gente esta.... — Mas antes de terminar Niah apontou para um lugar mais à frente. Meu coração parou naquele instante!! Ali, bem à nossa frente havia um caminhão, um caminhão cinza, listras vermelhas nas laterais e uma caveira na frente.

Era aquele mesmo caminhão em que eu tinha sido...

— Agente tem que ir embora daqui, AGORA!!! — Falei.

Hu? Porque? — Niah retrucou. — E desperdiçar uma chance dessas?

— O que você quer dizer?

— Só espera aqui, eu voltarei em alguns minutos.

— Não, espera!!— mas ele já tinha ido.

Fiquei com Jimmy ali esperando e reparei uma lagrima em seus olhos mas não disse nada.

O caminhão parecia abandonado sem uma alma viva, até que vi Niah entrando no caminhão pela porta de traz. Passaram alguns segundos e o pior aconteceu, um grupo de homens chegou. E agora? Niah ainda estava no caminhão.

Foi então que reparei que o grupo dessa vez tinha duas garotas com eles. Uma provavelmente mais velha que eu e a outra da idade do meu irmão, ou mãos nova. Eles gritavam e se de debatiam enquanto que os homens tentavam ajoelha-las no chão. Então um homem de jaqueta preta, óculos escurais, bandaba de caveira e com uma shotgun na mão parou na frente delas. A única coisa que se escutava eram algumas risadas e uns murmúrios. Foi então que me surpreendi.

— Temos que ajuda-las!! — meu irmão fala.

— Que? Mas como? E além do mais não é nosso proble... — Nem terminei de falar quando cai no chão. Jimmy tinha me dado um soco.

— Jimmy!! Que diabos?

— CALA A BOCA!! Eu vou ajudar elas com ou sem você — Ele olhou para baixo chorando. — Se alguém tivesse nos ajudado naquele dia nada teria acontecido com você!!

— Jimmy... — Pensei por algum tempo. — Ok, ok, vamos ajuda-las.

Espreitamos pelos destroços o que absolutamente foi uma desgraça pois logo eles mos acharam. As garotas nos olharam enquanto nos puinham ao lado delas.

— Ah, se não são minhas princesinhas! Que surpresa vocês aqui!!

— Maldito! — Falei em coro com meu irmão.

— Eu? Maldito? Hahahaha eu deixei vocês viverem, não deixei? — Ele fez algum gesto e um dos homens me agarrou por traz.

— Bom, agora é a vez do seu irmãozinho perder a virgindade!

Meu coração parou enquanto via meu irmão ser agarrado por ele.

— Não!!!! — Grutei e me debatia, mas nada adiantou.

Ele tira as calças e cueca do meu irmão, rasgando-as e o joga no chão. Ele abre suas nádegas e começa a lamber seu cu. Lagrimas saiam dos meus olhos e dos do meu irmão. Quando ele ia penetra-lo com seu penis, um tiro atravessou a cabeça de um de seus capangas. Ele se levantou rapidamente enquanto todos apontavam suas armas para um garoto parado ali do lado. Era Niah. Ele olhou com olhos reprovadores para mim.

— Hump, achei que vocês pelo menos conseguissem cuidar de si próprios....

— Tem idéia do que acabou de fazer garoto? — O homem perguntou em um tom que dava até calafrios.

— E você? — Niah retrucou. — Voce lambeu e quase que fodeu uma criança, então estamos quites.

O homem tirou seus olhos escuros. Seus olhos pegavn fogo.

— MATEM-NO!!!! — O homem gritou. Mas antes de alguém sequer se mover o caminhã explodiu. Todos olharam espantados enquanto destroços voavam sobre nós. Enquanto todos olhavam para o caminhão Niah aproveitou aquela oportunidade e começou a atirar. Quando o homem percebeu já era tarde de mais, todos os outros já estavam mortos.

Ele olhou indignado para todo o sangue espalhado pelo chão e olhou para Niah.

— S-seu...

Sem nem pensar Niah atirou. A bala passou exatamente entre seus olhos e o homem caiu sem vida no chão.

Havia sangue em mim, meu irmão e nas dias garotas mas não era nosso sangue. Elas choravam enquanto eu fui ajudar meu irmão e o abracei. Ambos também chorávamos. Ficamos um tempo ali nos abraçando até que Niah veio.

— Ei, a gente tem que sair daqui. Não vamos descartar a possibilidade de mais alguém ter ouvido os tiros.

— Ok — Eu falei, quando olhei para as duas garotas. — Mas e elas?

Niah andou até elas e estendeu sua mão. A garota mais velha olhou para ele e depois para mim. Fiz um gesto de sim com a cabeça, e ela segurou sua mão. Voltamos todos para o carro e fomos procurar um abrigo.

Na viagem ninguém disse um som sequer. O único que parecia relativamente te bem era Niah.

Algum tempo depois achamos que nem um armazém e paramos nosso carro do lado de fora. Peguei In calça e dei ao meu irmão pois suas tinham sido rasgadas e o ajudei a e tirar no armazém. Depois daquilo preparamos uma fogueira e começamos a fazer o jantar. As garotas haviam se juntado a nós.

— Obrigada. — A mais velha falou. — Obrigada por nos salvarem.

Ima lagrima escorreu dos seus olhos.

— Sem problemas. — Niah disse.

Depois disso todos ficaram mudos de novo. Resolvi puxar assunto.

— Vices estão indo para onde?

— Norte. — Ela respondeu.

— Sério? Nós também! Podemos viajar juntos.

— É — Ela disse não muito animada.

— Meu nome é Lucca. E esses são Niah e Jimmy.

— Belos nomes — Ela sorriu. — Meu nome é Amanda e essa é minha irmãzinha Sally.

— Quantos anos você tem? — Perguntei.

— 19, você?

— 16.

Comemos e passamos a noite conversando até que fomos dormir. Fiquei um bom tempo acordado até que meu irmão me chamou.

— Jimmy? O que...

— Vem comigo.

Eu o segui até o outro lado do armazém e oramos atras de umas pilhas de pilares de metal ou coisa assim.

Olhei para Jimmy e reparei que ele estava tirando a roupa.

— Jimmy? O que vicê ta fazendo???

Após tirar toda a roupa ele me olha.

— Me fode! — Meu coração parou.

— Q-que? — Minha vos quase ue não saia.

Uma lagrima saiu dos seus olhos e ele começou a chorar.

— Por favor! Hoje quase que aquele homem me fodeu mas eu quero perder minha virgindade com vocé!!!

— Jimmy, o que?

— Você ouviu!

— Você só tem 11 anos, nem devia pensar nessas coisas ainda!

— Por favor! — Ele me olhou nos olhos e se aproximou de mim. — Eu seu que você é meu irmão mas mesmo assim eu te amo!

Ele então me beijou na boca. Quando parou fiquei olhando para ele. Ele se aproximou de novo e começou a abaixar minha calça e depois minha cueca. Eu estava pálido! Meu irmão me ama?

— Por favor! — Ele falou de novo.

— Ok! — Eu disse. — Mas só porque você quer!

Enquanto meu irmão ficou de quatro me agaí ei arras dele. Era isso mesmo? Eu ia transar com meu irmão?

Olhei para sua bunda e passei a mão, encostando meus dedos em seu cuzinho.

— Pode ir — Ele falou.

Então sem pensar duas vezes comecei a por a cabeça do meu penis em seu cuzinho. Comecei a penetra-lo bem devagar e mesmo assim ele gemeu um pouco. Ele ainda era pequeno e sua entrada também. Comecei a fazer o vai e vem. Ele começou a gemer mais alto mas mesmo assim disse para eu não parar.

Finalmente paramos. Ficamos deitados ali por algum tempo até meu irmão me abraçar.

— Obrigado.

...CONTINUA...

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