Transformação na vida sexual e amorosa – parte 2

Um conto erótico de Escritor
Categoria: Homossexual
Contém 861 palavras
Data: 29/07/2012 21:19:05

(não é conto, é história real)

Entrei aqui antes para contar minha iniciação para a liberdade sexual e meu “namoro” com o Vicenso, que conheci em um hotel em São Paulo. Bem, em Porto Alegre eu tinha um apartamento na zona central, enquanto ele morava com mulher e filhos em um imóvel numa região nobre da cidade.

Meu trabalho permitia algumas tardes livres e aí aproveitávamos para nos encontrar. Conversávamos e transávamos com bastante intensidade, uma vez por semana para não desgastar a relação. Vou dizer que de vez em quando eu saía com mulheres (a oferta é grande) para exercitar minha virilidade. Com o Vicenso, era fantasia sexual e paixão. Ele não queria de jeito nenhum dar o cu e eu aceitava isso, pois preferia assim. Minha posição preferida era quando ele ficava na poltrona e eu sentava em cima de seu pau duro que esquentava meu cu.

Ok, a relação com Vicenso ia tudo bem, mas meu corpo pedia mais emoções, mais aventuras. Sentia que precisava ser fiel ao meu amante, no entanto a tentação caiu no meu colo e eu não poderia deixar escapar a oportunidade. Perto do trabalho havia uma empresa de segurança, pela qual eu sempre passava. Um dia tive que ir até o local para pegar uma documentação e lá conheci o chefe de segurança. O nome dele era Marcelo, tinha 49 anos e era separado. Gostava de andar com a farda de segurança, era mulato, alto e de bom porte físico. Conversamos sobre o trabalho e eu estava sem nenhuma maldade. Após o evento, como eu passava ali, sempre nos cumprimentávamos. Porém, um dia, ao ir numa padaria perto de casa, o encontrei num bar tomando uma bebida. Me convidou para beber também e ficamos ali falando de futebol, política, trabalho. Foi quando ele começou a falar mais de si mesmo e como se sentia sozinho. Sua voz de trovão e sincera começou a me excitar. Conversa vai, conversa vem, com bebida, o convidei para ir ao meu apartamento. Vicenso estava em um passeio com sua esposa, então não haveria perigo.

Entramos em casa e continuávamos bebendo e conversando. Aí senti sua carência e que precisava de carinho, independente de onde fosse. Tomei coragem e o abracei, aquele cheiro de cerveja e suor meu deixou louco. Ele respondeu me abraçando forte. Olhamos um para o outro e começamos a nos beijar. Aquele negro forte estava com seus braços grudados em mim e para minha surpresa, ele me pegou no colo. Perguntei o que era aquilo tentando me separar, mas Marcelo disse que iríamos para cama e que eu não iria escapar. Me mostrando contrariado externamente, estava adorando por dentro. Tirou toda a sua roupa e pude tocar em seu pau grande, no entanto perfeitamente aceitável para um anal. A cabeça do pau era bem roxa e ficava para cima. Começou a me bolinar, tirando minha roupa à força e naquele momento eu já havia me entregado. Dizia para ele: me come, me come todo, quero ser tua fêmea. Me beijou bem molhado e colocou seu pau em minha direção. Entendi o recado e comecei a chupá-lo. Tinha gosto de suor e enquanto eu lambia, ele me chamava de “coisa gostosa”. Dali, deitamos na cama, eu fiquei de bruço e coloquei um travesseiro embaixo para deixar a bunda empinada. Mostrei onde ficavam o lubrificante e a camisinha, porém preferiu primeiro brincar com minha bunda. Depilada e com cheiro especial de morango que eu retocava todos os dias, fui sendo lambido, beijado e mordido por ele, que dizia que minha bunda era de ouro. Percebi ali como fui burro a vida toda em me esconder e não deixar que as pessoas falassem de sua admiração e aproveitassem esta parte de meu corpo. Começou a chupar a cuspir em meu cu para aí assim enfiar seu pau já com preservativo. Eu, deitado, curtia cada segundo como se fosse único e sussurrava coisas como “me come, meu homem, sou sua mulher, manda este pau gostoso pra dentro de mim”. Começou a penetrar aquele ticão roxo. Não posso negar que foi bem dolorido, mas o carinho e aquelas mãos fortes em cima de mim não me deixavam escapar. A sensação de ser possuído e mais a pressão que exercia sobre minha próstata e pau fez com que eu gozasse ali mesmo. Não tinha sentido isso com o Vicenso e agora encontrava um homem que me levava às nuvens. Quando foi gozar tirou o pau do meu cu, jogou fora a camisinha e pediu para eu continuar. Bati para ele que jogou um monte de esperma em cima de mim. Ufa. Passado esse momento, fomos para o chuveiro, tomamos um banho, fizemos um 69 e combinamos como seria nossa relação. Ele disse que não queria, assim como eu, assumir, mas me queria por perto e me deu seu telefone e endereço. Dias depois fiz a iniciação dele como passivo. Conseguimos fazer um troca-troca de vez em quando.

Por aqueles dias, eu tinha dois amantes, mais velhos, gostosos, um oficial e outro amante. O amor era com Vicenso e o instinto era com aquele negro forte que me dominava sem perdão.

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