O Irmão Ogro XXXII

Um conto erótico de CrisBR
Categoria: Homossexual
Contém 706 palavras
Data: 21/07/2012 19:16:05
Assuntos: Gay, Homossexual

Uhu. Agora chegou a hora de deixar os irmãozinhos a sós! Obrigado pelos comentários e boa leitura... 

Subimos até o terceiro andar e ele abriu a porta:

- Bem vindo ao meu cantinho. Nosso cantinho.

Que lugar lindo. Muito bem decorado, bem aconchegante. Adorei!

- Agora somos só nós dois Carlinhos!

Ele nem esperou que eu respondesse e me levou até o quarto. Fomos aos beijos, ele mordendo meu lábio e eu apenas suspirando por ele. Estava entregue. Ele tirou seu boné e sua camiseta deixando a mostra seu corpo, seu peitoral elevado e gostoso, além de sua barriga trincada. Aquilo me deixava louco!

Eu já sentia seu pau duro querendo sair daquela calça apertada. Ele tirou minha camisa e começou a beijar meus mamilos com uma vontade que me deixava com ainda mais tesão.

Ele me deitou na cama e continuou me beijando.

- Imaginei muito essa cena moleque.

Sua voz rouca perto do meu ouvido só me fazia querer mais e mais. Tomei a iniciativa e fiquei apenas de cueca.

- Sabia que tu era gostoso, mas não tanto assim.

Ele queria me matar de tesão. Estava sendo melhor do que eu esperava. Ele também ficou de cueca e pude ver seu pau. Não era enorme, mas grande. Por volta de 20 cm reto. Ele ficou nu e meu nervosismo entrou em cena. Ele subiu por cima de mim e também me deixou nu.

Estávamos pelados, com muito desejo um pelo outro. Mas apesar disso, era minha primeira vez e estar nervoso era normal. Nos beijamos muito até que ele disse:

- Chupa meu pau amor.

Não hesitei. O desejo tomou conta de mim e eu abocanhei aquele pau como se não houvesse amanhã. Os gemidos de Bruno me entusiasmavam mais. Apesar de nunca ter feito, parece que estava agradando. Chupei por mais um tempo, quando Bruno me surpreendeu e me virou.

- Nossa! Que bunda gostosa maninho. Se eu soubesse que era assim já tinha aproveitado a mais tempo.

Nem liguei pras suas palavras de cafajeste, afinal eu estava adorando tudo.

Ele começou a lamber, morder, beijar minha bunda. Aquilo estava me deixando cada vez mais louco. Estava cada vez mais em suas mãos. Ele falava palavrões e só me deixava com mais tesão.

Tomei as rédeas mais uma vez e voltei a chupar seu pau, agora aproveitando cada pedaço do seu corpo. Seu pescoço, seu peitoral, sua barriga, sua virilha, seu saco. Seu pau!

- Não tô aguentando mais. Preciso meter em você!

Ele foi até sua calça e tirou uma camisinha. Aposto que isso já estava planejado. Mas era de se comemorar. Eu estava no Rio de Janeiro, com o cara que eu amava. Seria mais fácil se ele não fosse meu irmão, mas nada é perfeito!

Definitivamente eu tinha que agradecer por estar em tal situação.

Ele colocou a camisinha em seu pau:

- Quero olhar pra você enquanto a gente faz amor.

Ele me colocou em sua frente, deitado, na posição de frango assado e colocou seu pau na entrada do meu ânus.

Ele forçava e não entrava.

Me beijava e tentava enfiar.

Nada!

O sentia cada vez mais tenso com a situação:

- Abre pra mim maninho. Vai!

E ele forçava cada vez mais. A dor começava a vir, muito forte.

Até que seu pau entrou em mim. Nossa! Que dor. Fiquei aguentando calado, até entrar tudo. E ele ia com mais força, mais forte. Eu sofrendo, mas sem dizer nada.

Não estava aguentando mais. E ele batendo na minha bunda, enfiando mais forte, cada vez mais.

Toda aquela vontade havia sumido. Todo o prazer se transformou em dor. Mas não queria gritar. A voz também não saía.

Até que uma lágrima escorreu dos meus olhos, não consegui aguentar. Bruno bombava com cada vez mais força. Gemendo forte, expressando seu tesão. Mas pra mim estava horrível.

Uma lágrima se transformou em várias, até ele anunciar que ia gozar. Eu só sentia dor e ele gozou em cima de mim com sua vontade saciada. Eu só conseguia chorar. Me encolhi na cama e me assustei ao passar a mão pela minha bunda e perceber: sangue.

Ele se virou para mim:

- Nossa! Num pensava que ia ser tão gostoso assim. Bora de novo?

- Não encosta em mim Bruno!

CONTINUA...

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Comentários

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Esse Bruno precisa de um psicologo!

Besham na Hora EU teria falado pra ele: Ei boy! Vai devagar que isso nao é uma buceta!

Coitado do Carlos, mais é isso que é amor pra ele, entao pronto.

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Meu como você num falo nada dá dor tá doido ele nem perguntou que isso eu imagino a dor kkk meu deus vc erraram feio a primeira vez tenque ser romantica com carinho mais mesmo assim eu gostei do conto tá demais como sempre sensacional nota 10000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

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Nossa!!!P-P-P-P-Poker face!!!

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Nossa!!!P-P-P-P-Poker face!!!

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Superou-se, mais uma vez...

Muito bom o capítulo, acho que - retirando meus próprios contos que sempre faço coisas do tipo - você foi a primeira pessoas que relata a dor da primeira vez de um passivo. Pois o que mais leio nesse site é a primeira vez sem dor, entra tudo com facilidade e pacas. Ser passivo, mesmo depois de já estar a costumado dói, quem dirás a primeira vez...

Está de parabéns pelo conto, pela veracidade colocada no conto e pla clareza do texto.

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