Lembram da Ilha da Fantasia? Ela existe.

Um conto erótico de Gypsy
Categoria: Heterossexual
Contém 1567 palavras
Data: 26/06/2012 23:38:25

Uma das minhas fantasias mais excitantes sempre foi transar com dois homens. Mas era meio complicado, porque com dois conhecidos poderia ser constrangedor (nem todos têm a mente aberta, não é?) e com dois desconhecidos poderia ser perigoso. Mas eu queria muito ter a experiência de dois homens fazendo minhas vontades, me acariciando simultaneamente e me levando ao delírio. Fiquei um bom tempo pensando em como poderia resolver isso e finalmente encontrei um jeito. Fui passar férias no Hedonism II, um resort só para adultos na Jamaica, onde absolutamente tudo é liberado.

O lugar é magnífico, de primeiríssima classe, com paisagens deslumbrantes e praias que eu acreditava só existirem no cinema. As atividades eram as mais variadas possíveis e com muitas opções picantes para atender aos desejos libidinosos de todos os hóspedes. Massagens eróticas, jogos sensuais e as festas temáticas que aconteciam todas as noites e faziam com que na manhã seguinte a praia estivesse forrada de camisinhas. Foi numa dessas festas que minha fantasia começou a se realizar em grande estilo.

Era meu terceiro dia no resort e eu já tinha sido “atendida” por massagistas habilidosos e também já tinha me tornado “amiga íntima” de um dos hóspedes. Hector, um moreno forte e sedutor, espanhol, com voz de veludo, que me encantou logo na primeira noite, no jantar de boas vindas. Nessa terceira noite o tema da festa era Blackout. Periodicamente o salão ficava completamente escuro e a cada vez o período de escuridão era maior. Eu tinha visto uma festa assim num filme há muito tempo, mas não imaginava que participaria de uma.

Quando cheguei à festa, encontrei meu espanhol gostoso conversando com um casal. Ela muito bonita, voluptuosa, se chamava Erika, e ele também um moreno lindíssimo, Charlie. Os dois eram americanos, casados e estavam também em férias. Inclusive férias um do outro, já que Erika se afastou de nós e foi dançar com um negro charmosíssimo e logo sumiu da pista. Continuamos os três a conversar e começamos a dançar. A essa altura, as luzes já estavam ficando cerca de dois minutos apagadas e enquanto dançávamos no meio da escuridão, eu me senti prensada entre dois corpos quentes. Não sabia quem estava atrás ou na minha frente, só sabia que os dois estavam se esfregando em mim, passando as mãos no meu corpo, um deles beijando meu pescoço e o outro acariciando meus seios. As luzes se acenderam e vi que era Hector atrás de mim, puxando minha bunda em direção ao corpo dele, e Charlie na minha frente, me olhando faminto e segurando meu peito.

As luzes se apagaram novamente e senti a boca de Charlie procurando a minha. Hector, por sua vez, corria as mãos pelo meu quadril, alcançando minhas coxas e encontrando minha xana sem calcinha. Pela frente, eu massageava o pau de Charlie por cima da calça. Um pau de tamanho generoso e já duro como pedra. Charlie agora chupava meus seios com dedicação e Hector me deliciava com uma siririca, enquanto eu roçava minha bunda no pau dele com força. Eu mal podia acreditar que aquilo estava acontecendo quando as luzes se acenderam de novo. Decidimos ir para a minha suíte e eu mal conseguia andar.

No quarto, eles não tiveram pressa. Hector, que já era mais íntimo, tirou meu vestido e ficou me olhando nua enquanto ele e Charlie se despiam. Quando vi os dois caralhos duros na minha frente, não sabia se era sortuda ou se estava encrencada pelo tamanho das duas jebas. Hector também me beijou e foi me deitando na cama. Foi descendo o beijo pelo meu corpo, abriu minhas pernas e começou a me chupar. Charlie começou a sugar meus peitos enquanto eu batia uma punheta de leve pra ele. Minha mão não fechava em volta daquela pica e isso me deixava mais excitada. A sensação de ser beijada e chupada ao mesmo tempo é indescritível. Eu gozei muito na boca do Hector. Ele me chupava com tesão imenso, e quando enfiava os dedos na minha buceta e no meu rabo, eu delirava. Em dado momento, Hector se ajoelhou na no pé da cama, me puxou para a beirada e abriu mais as minhas pernas. O pau dele estava tão duro que a cabeça reluzia. Ele pôs uma camisinha, encostou aquela cabeçorra na minha xana e ficou só me provocando. Fazia pressão, mas não metia. Fez isso várias vezes até eu passar minhas pernas na cintura dele e puxar pra frente. Ele deu uma estocada forte que fez metade do caralho entrar de uma vez. Perdi as forças com isso. Ele socou forte de novo e meteu todo o resto, até bater o saco na minha bunda. Gozei com essa metida e olhei para o Charlie com cara de pidona. Ele entendeu o recado e veio foder minha boca.

Aquilo me parecia o paraíso. Hector socava forte na minha buceta e enfiava dois dedos no meu cu. Eu mal conseguia engolir metade do caralho do Charlie enquanto ele me siriricava. Eu não queria que aquilo acabasse. Gozei de novo e eles quiseram trocar de lugar. Hector sentou-se na cama na minha frente encostado na cabeceira e tirou a camisinha. Eu deitei de bruços, apoiada nos cotovelos com as pernas bem abertas e Charlie veio por cima de mim com aquela benga enorme, já devidamente uniformizada. Ele também meteu forte, gostoso, e eu caí de boca no caralho do Hector. Eu fui empinando a bunda cada vez mais, até ficar praticamente de quatro, mas ainda com a cara enfiada no meio das pernas do Hector, com o pau dele na boca. Charlie estava de joelhos atrás de mim, me fodendo maravilhosamente. Ele também enfiou um dedo no meu cuzinho, mas quando tentou enfiar dois eu reclamei um pouco. Até os dedos dele eram grossos.

Como é um resort para sacanagem, os quartos têm inclusive KY nas mesinhas de cabeceira. Hector estava mais perto e pegou o lubrificante para o Charlie, que lambuzou bem os dedos e a entrada do meu rabinho. Aí sim, os dedos entraram mais fácil e eu lá agarrada no pau do Hector. Os gemidos dos dois me deixavam cada vez mais doida. Mais uma gozada minha e o Charlie resolveu que era hora de variar. Ele já tinha preparado meu cuzinho, mas ainda assim eu fiquei com medo. Aquela rola gigantesca ia me arregaçar pra valer. Mas aguentei firme enquanto ele encaixava a cabeça. Eu perdi o fôlego quando entrou. Era muito grosso! Meus olhos marejaram com a dor. Hector percebeu, me fez um carinho do rosto e pediu ao Charlie que fosse com cuidado. Charlie foi carinhoso, esperou eu relaxar e foi entrando muito devagar. Hector resolveu ajudar me chupando também. Entrou embaixo de mim e lambia meu grelo suave e ritmadamente. Eu fui relaxando mais e voltei a chupar Hector. Um pau na bunda, um na boca e ainda sendo chupada? Se eu morresse naquela hora, morreria a mais feliz das mulheres.

Charlie estava bombando gostoso na minha bunda e eu estava aguentando firme, já nem doía tanto. Mas ele não queria gozar ali. Disse que era melhor gozar na minha xana para poder fincar com força sem me machucar. Mudamos de novo de lugar. Charlie se deitou e eu fui por cima dele. Hector ficou em pé do meu lado para eu continuar chupando. De repente ele tirou o pau da minha boca, foi para trás de mim e disse “ele goza na frente e eu gozo atrás”. Me assustei um pouco com a ideia de DP, mas meu rabo já estava arrombado e o pau do Hector deslizou para dentro com facilidade. Eles deixaram que eu determinasse o ritmo das bombadas e eu comecei um pouco lenta, mas fui acelerando conforme meu tesão foi aumentando. Eu estava errada antes; era AGORA, com um caralho em cada buraco, que eu morreria feliz. Dali há pouco, Charlie não conseguiu mais se segurar e começou a me foder com força, rápido e alguns segundos depois estava urrando enquanto esporrava como um louco. Eu saí de cima dele, fiquei de quatro e Hector meteu na minha bunda outra vez. Agora era Charlie quem estava me chupando enquanto Hector fodia meu rabo. E ele fodia gostoso, punha e tirava aquela vara, enquanto Charlie me chupava e enfiava os dedos na minha buceta. Mais alguns minutos e eu e Hector estávamos gozando juntos, gritando como dois bichos.

Caímos cada um de um lado. Exaustos. Fomos os três tomar um banho e eu ainda tive ânimo para fazer um boquete duplo no chuveiro. Alternava minha boca no caralho de cada um até os dois gozarem em cima de mim. Voltamos para a cama e ainda rolaram mais carícias, mais algumas chupadas, siriricas, punhetas e gozadas. Finalmente dormimos e estávamos muito bem no dia seguinte. Erika também apareceu radiante no café da manhã, dizendo que mal tinha dormido de tanto que fodeu com o negro lindo. Charlie meteu a mão no meio das pernas dela e disse “nem vai dormir agora, porque é minha vez de te foder” e foram para suíte deles brincar mais um pouco.

No resto daquela semana eu ainda dei muitas vezes para o Hector e mais uma vez para os dois juntos, na noite de despedida. Foram férias inesquecíveis. Ainda não tive a chance de repetir a dose, mas de repente posso voltar à Jamaica nas próximas férias...rsrs.

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Comentários

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Gostei, mas um belo e excitante conto seu. saulogama_end@hotmail.com

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