Degraus de tesão

Um conto erótico de Mabella
Categoria: Heterossexual
Contém 1223 palavras
Data: 24/05/2012 11:40:58

Hoje acordei e lembrei-me de alguém que não vejo há muito tempo e que me proporcionou momentos de muito prazer.

Pablo é cubano. Muito atraente, pele muito branca, cabelos pretos anelados, olhos muito escuros.

Conhecemos-nos em uma festa na casa de um amigo dele. Conversamos bastante, ele me falou que a família havia fugido de Cuba quando ele ainda era menino. Inteligente, culto, me contou coisas sobre sua terra natal e como seu pai, um professor universitário escolhera o Brasil para viver.

Eu havia combinado com a amiga que me levara à festa que dormiríamos na casa do namorado dele, e qual não foi minha grata surpresa ao descobrir que o namorado dela era vizinho de Pablo, moravam no mesmo andar em um prédio de apartamentos a poucos metros do local da festa.

Por volta de 00h00 ela me disse que iria embora com o namorado, perguntou se eu iria, e antes que eu respondesse Pablo se adiantou, “Fica, te levo sã e salva”, como a companhia era muito agradável e certo clima de paquera já se instalara, concordei.

Por volta de 1h30 ele me chamou para ir embora, fomos caminhando e durante o trajeto ele segurou minha mão, olhou nos meus olhos, parou, me encostou em um carro e me beijou. Um beijo, quente, molhado, sensual.

Ficamos ali, nos beijando e abraçando durante um bom tempo. Ele colou seu corpo ao meu e eu pude sentir seu membro ficando cada vez mais duro. A privacidade da rua deserta fez com que eu não me opusesse aos carinhos cada vez mais ousados dele.

As mãos dele passearam pelo meu corpo, primeiro apertando minha bunda sobre o jeans justinho que eu usava, depois subiram por baixo do top de malha e se aninharam apertando meus seios. Completamente excitada eu acariciava suas costas, seus cabelos, mordiscava suas orelhas, passava a ponta da língua pelo contorno dos lábios dele, e depois voltava a me entregar aos beijos intensamente. Ficamos um bom tempo ali naquele amasso gostoso e escandaloso sem sermos interrompidos.

Sem aviso ele interrompeu os carinhos, olhou para mim com um sorriso avassalador, e disse “Vem gata”.

Deixei-me guiar por ele. Chegamos ao prédio, entramos, o apartamento ficava no sétimo andar. No elevador nos agarramos novamente, ele abaixou o decote da minha blusa até expor um dos meus seios e começou a sugar. Lambeu, mordiscou, chupou, eu gemia baixinho e pedia para que ele continuasse, sempre adorei ser acariciada nos seios.

Ele parou o elevador no sexto andar e me deixou intrigada. Saímos, ele me puxou até as escadas. Entramos subimos alguns degraus e novamente ele voltou a me agarrar. Perguntei por que naquele lugar e ele me disse: “no meu apartamento tem muita gente, e no do namorado da sua amiga também, teremos mais privacidade aqui. Você se importa?”, “Não, tudo bem”.

Encostou-me na parede e dessa vez subiu toda a minha blusa expondo meus seios. Mais uma vez ele voltou a boliná-los seios, me provocando ondas de arrepio por todo o corpo.

Abri o zíper da calça dele e quase que imediatamente seu membro duro saltou para fora da calça, o safado não usava cuecas.

Fiquei acariciando seu pau duro, sentindo a rigidez, o calor, as veias saltadas. Ele sussurrava no meu ouvido “Isso gostosa, punheta ele punheta”, “Aperta minha pica putinha”. Como uma boa menina, rs, atendi seus pedidos, subia e descia minha mão lentamente pelo pau dele, me detinha na glande, fechando dois dedos envolta dela e fazendo movimentos circulares, depois voltava a deslizar a mão pelo pau dele de forma firme e suave até chegar às bolas e arranha-las levemente.

Pablo me apertava, me lambia e me beijava com sofreguidão. Nós dois arfávamos. Vez ou outra escutávamos barulho nos corredores, e confesso que o medo de sermos flagrados aumentava ainda mais o tesão.

Ele abriu minha calça e começou a baixa-la, me fez sentar num dos degraus da escada, afastou minha calcinha para o lado e começou a lamber minha buceta. Ele prendia meu grelo com os lábios e puxava levemente, depois voltava a lamber, uma verdadeira e deliciosa tortura. Como meu jeans ficou na altura dos meus joelhos eu não conseguia me abrir como gosto.

Mas mesmo com os movimentos limitados pela roupa, e pelo desconforto das escadas, nosso tesão só aumentava.

Ele arfava e afundava o rosto na minha buceta, com os cotovelos apoiados em um dos degraus eu subia o quadril e tentava aperta-lo ainda mais contra o meu corpo. Ela língua dele cada vez mais rápida, sua saliva misturada ao mel que escorria de mim faziam um barulho indecente e gostoso.

Segurei os cabelos dele, apertei sua cabeça contra meu corpo e gozei sentindo meu corpo todo tremer.

“Gozou gostosa?”...”O que você acha?...Gozei muito”. Ele me beijou, levantou-se e ficou em pé na minha frente com o pau em riste ao alcance da minha boca. Lambi a glande com vontade, depois coloquei-a toda na minha boca e fiquei assim por um tempo, sugando apenas aquela cabeça vermelha e inchada. Ele tentava enfiar mais em minha boca, mas eu o impedia, queria prolongar ao máximo.

Segurei suas bolas com a mão e fiquei apertando com cuidado. Passei a lamber todo o pau dele, e fazer movimentos em circulo em volta da cabeça. Ele gemia e me pedia pra chupar mais, engolir tudo. Simplesmente adoro ouvir isso.

Finalmente engoli tudo o que pude, suguei, mamei e deixei que ele fodesse minha boca. Não demorou e Pablo gozou uma quantidade enorme de porra. Labuzou minha boca, meu rosto e escorreu pelo pescoço. Ele deitou-se de forma desajeitada sobre mim e me beijou. Tirou a camiseta e limpou meu rosto com ela.

“Menina, olha só como você me deixou? Ele ainda quer mais” Ele disse isso colocando minha mão sobre o pau dele, que para minha surpresa ainda não tinha adormecido. Sorri maliciosa e disse a ele “Tem um lugar ideal pra resolver seu probleminha”.

Fiquei de quatro na escada, ele afastou minha calcinha novamente, que a essa altura estava completamente melada e lambuzada, ajoelhou-se atrás de mim e começou a penetrar minha buceta. A cabeça escorregou facilmente para dentro dela, e depois meteu o resto todo de uma vez, o que me causou um prazer enorme já que estava muito lubrificada.

Ele debruçou-se sobre mim e começou a meter como um bicho no cio. Sentia meu corpo tremer, minha respiração acelerar cada vez mais, e os orgasmos chegarem seguidamente, como pequenos choques no meu corpo. Naquele momento, de quatro naquela escada, sendo fodida como uma cadela no cio, me sentia a mais lasciva das mulheres, e essa sensação aumentava ainda mais meu prazer. Não consegui dizer nenhuma palavra que fizesse sentido, pedia mais, mais forte e gemia feito louca, e gozei sentindo meu corpo todo tremer.

Ele segurou meu quadril com força, tirou o pau de dentro de mim e gozou urrando e lambuzando as minhas costas e a minha blusa.

Ficamos um tempo ainda nas escadas para nos recompormos, quando saímos dois amigos dele estavam no corredor e pelas caras tinham ficado ali durante um bom tempo nos ouvindo.

A porta do apartamento do namorado da minha amiga estava aberta, o sofá cama na sala arrumado e um pijama esperando por mim. Dormimos juntos aquela noite, mas no dia seguinte fui embora enquanto ele ainda dormia.

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Comentários

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Mais um delicioso de ler! Gostei muito!

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Maravilhoso seu conto!!! Gostei! Mereceu um 10!

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O tempero cubano parece mesmo ser bom, hein!

Excelente conto! PArabéns!

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Maravilhoso, to precsisando de uma festa asssim!! Avisi t quando for acontecer outra rsrs Parabéns pelo conto 10 pra vc!!

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