Eu me abrindo toda no taxí.

Um conto erótico de Angela e Marcelo
Categoria: Heterossexual
Contém 812 palavras
Data: 31/05/2012 14:14:34

Eu me abrindo toda no táxi.

Certo fim de semana, não tínhamos o quê fazer, resolvemos sair um pouco para nos distrairmos. Depois de muito discutimos o local, resolvemos ir para São Paulo. Já com muitas idéias na cabeça.

Já sai de casa com um vestido bem curto, sexy, deixando as coxas amostra e com um longo decote nas costas. Sai sem absolutamente nada em baixo do vestido. Como a intenção era nos divertimos, pegamos um ônibus e ficamos nos provocando sem nos preocuparmos se alguém estaria vendo. Antes mesmo de sairmos do ônibus já sabíamos o queiramos fazer. Com tudo planejado, assim que descemos, Marcelo já começou a colocar em pratica a nossa tara.

Marcelo foi procurar um táxi para propor ao motorista que aceita-se a nos ajudar em nossa tara.

Vi-o voltando e falando que conseguiu um motorista legal.

Ele me guiou até o carro me apresentando ao motorista que me olhou de cima em baixo, me comendo com os olhos.

Ele abriu a porta do carro e entrei me abaixando mostrando o volume dos meus seios no decote do vestido. O motorista sem saber se olhava ou disfarçava perguntando por onde queríamos começar, Marcelo respondeu que como já havia dito era sem destino.

Nem bem o carro saiu meu marido me pegou num beijo ardente com um abraço apertado.

Sem perder tempo suas mãos começaram a percorrer meu corpo. Deixando-me toda arrepiada, abaixei a alça do vestido e ofereci meu seio para ele chupar, ele sem perder tempo caiu de boca me mamando feito louco, deixando o motorista com a respiração ofegante, pois ele observava tudo pelo retrovisor.

Eu por minha vez, procurei pelo pau dele desesperadamente, abri a calça dele e puxei para fora aquele pauzão gostoso e já muito melado. Abaixei-me caindo de boca; Marcelo cheio de tesão fala com o motorista: amigo agora vc verá o quê é uma verdadeira boqueteira em ação. O motorista respondeu com ar ofegante, que dava para ver o quê ela sabia fazer;

Com a boca cheia olhei pra ele com ar de rizo.

Senti aquela pica deliciosa socando minha garganta, tirei o pau dele da minha boca e dava para ver aquele fio de baba que unia a minha boca ao pau dele, em quanto isto acontecia eu sentia minha buceta molhada e latejando de tanto tesão.

Encostei-me na porta do carro e abri minhas pernas deixando minha xana livre e pedindo quase implorando para que Marcelo retribui-se a bela chupada.

Ele me pediu para abrir mais as pernas, deixando amostra para o motorista e comecei a passar a língua bem suave na raxa e no grelo dela fazendo ela suspirar e soltar gemidinhos contidos. Aquela buceta maravilhosa começou a escorrer muito.

Eu com cara de sacana perguntei ao motorista (você liga se molhar o banco, ele disse não fique a vontade). Fiquei a vontade, com as mãos arreganhei a xota e enfiei a língua rodando lá dentro e bebendo o liquido melado e doce que minava de sua buceta, ela gozou rebolando a buceta na minha cara! E eu com o dedo fui abrindo aquele cuzinho delicioso; eu não agüentando mais me ajeitei no banco de forma que ela pude-se sentar no pau de frente para o motorista não perder nada. Senti aquela pica entrando com vontade. Comecei a cavalgar naquele pau feito louca, em quanto Marcelo exibia meu cú para o motorista; enfiando e tirando o dedo para deixá-lo bem abertinho. Eu adorando sentir o dedo dele no meu cú, pedi para meu marido fuder meu cú.

Virei-me de costas sentando com o cú na pica; Marcelo abriu minhas pernas, mostrando ao motorista e falando: Esse cú nasceu pra levar pau. A esta altura o motorista dirigia com uma mão só, enquanto a outra massageava o volume nas calças, até não agüentar mais e começar a punhetar. Ele perguntou se poderia parar o carro para olhar melhor, Marcelo disse que não porque nossa tara era fazer nas ruas com o carro em movimento. Continuamos a andar e por sua vez o motorista a se masturbar.

Marcelo intercalando entre meu cú e minha buceta, resolveu que já estava na hora de dar de mamar e me alimentar com o leitinho gostoso, grosso e doce. Sai do pau dele e cai de boca até engolir a ultima gota de porra deixando seu pau e o carro limpinho. Por sua vez pedi para o motorista gozar, pois amo ver um pau gozando por mim. O motorista não se contendo gozou que chegou a sujar o parabrisa . Assim fomos para nosso hotel e agradecemos a ele pela oportunidade concedida, ele falou que quem agradecia era ele, pois nunca mais iria esquecer aquele dia a aquela mulher maravilhosa, por que nunca tinha visto uma esposa com uma disposição, com uma xota e um cú maravilhoso e delicioso como o seu

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