LOST IN TIME 3: A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA

Um conto erótico de Lost in Time
Categoria: Homossexual
Contém 1900 palavras
Data: 15/04/2012 19:35:52
Última revisão: 23/06/2017 09:41:28

Depois de testemunhar visualmente como foi grande a satisfação de Cozy e Edible levando rola do Professor Waste, depois de quase gozar se masturbando, imaginando que sentia aquela pica enorme e gostosa toda enfiada no seu cuzinho virgem Choice decidiu que naquela semana experimentaria aquele sentimento de prazer e satisfação, que encontraria alguém que merecesse gozar nas suas faces nunca antes besuntadas por nenhum sêmen, encontraria alguém de pau grande que o preenchesse entrando duro no seu invicto ânus, perderia sua virgindade num pênis digno como o de Waste ou daqueles que sempre imaginava ou que via nos sites direcionados da internet, pois essa seria sua iniciação ao mundo do sexo, uma passagem que nunca mais teria volta.

Apesar de saber que muitos rapazes o queriam, apesar de já ter sentido alguns paus nas consentidas encoxadas de colegas às escondidas, ele se preservava e não queria que fosse com qualquer um, mesmo porque, não esquecia o que sentira influenciado pela recente visão da linda pica do Professor Waste, pela visão máscula de um homem bem mais velho e peludo fodendo gostoso os rabos de seu pai e seu padrinho.

Como tinha por hábito assistir às escondidas aos filmes porno-gays que seu pai guardava, aquele fim de semana passou trancafiado em seu quarto revendo diversas vezes um, onde os protagonistas, um coroa que se assemelhava com o professor e um jovem rapaz se chupavam e se fodiam alucinados.

Masturbou-se várias e várias vezes assistindo ao filme “O Urso e o Adolescente”.

Seu corpo esguio quase que flutuava vendo o semblante de prazer do garoto ator, quando o coroa fodia segurando-o pela cintura e enfiando uma alongada e grossa estaca de carne no cuzinho muito pequeno e bem depilado que se abria e aconchegava a verga do macho peludo.

Na sua imaginação Choice quase que sentia os fartos chumaços dos pentelhos roçarem suas alvas nádegas e enfiava o dedo todo no orifício carente.

Como a falta de experiência e timidez não contribuíram na busca de um homem formado, um coroa gostoso e sua vontade de se dar era enorme, Choice resolveu arriscar com Lever, o rapaz do condomínio a quem já se insinuara e fora correspondido, mas principalmente porque já o vira à beira da piscina e dimensionara seus atributos guardados sob uma minúscula sunga e por ter ouvido das meninas que o menino era mesmo avantajado.

Pego numa forjada coincidência, no elevador, Choice o convidou e Lever o acompanhou ao apartamento com a libido a flor da pele.

- TO SOZINHO ATÉ AS CINCO HORAS, QUER TOMAR UM SUCO NO MEU APARTAMENTO?

O menino de quinze anos mostrou-se ansioso, mas Choice, que aos onze anos parecia ter a mesma idade, o fez acalmar-se até entrarem no apartamento.

Choice trancou a porta, ofereceu o suco e o conduziu pela mão.

- VEM. VAMOS PARA MEU QUARTO.

Lever, atônito já imaginava o que aconteceria e só conseguiu balbuciar quando o jovem anfitrião apalpando seu pau por sobre a bermuda pediu novamente que ficasse calmo, pois estava tudo bem.

- EEEU TÔÔÔ CALMO.

Choice abriu o zíper da bermuda, enfiou a mão e sentiu a dureza e o calor da pica de Lever.

- NOSSA! É BEM GRANDINHA!

Depois levantou a camiseta do vizinho, que virou o rosto quando ia ser beijado.

- NÃO..., BEIJO, NÃO! NUNCA FIZ ISSO E NÃO SOU VIADO!

Choice contentou-se beijando-lhe o pescoço.

- EU TAMBÉM NUNCA DEI. VOCÊ VAI SER O PRIMEIRO.

E abaixou-se diante de Lever, tirou sua bermuda e viu o cacete balançar diante do seu rosto, bem maior do que havia imaginado. Lembrou como seu pai e Edible admiraram a vara do professor, pegou firme por alguns segundos admirando a beleza da primeira rola que entraria em sua boca.

Ansioso Lever arqueou-se para frente, para o rosto de Choice.

- CHUPA.

O menino lambeu lentamente a cabeça da pica e desajeitado abriu a boca para que a verga entrasse latejante.

- HUM, HUUUM!

O vizinho fechou os olhos e empurrou o quadril conta o rosto do iniciante chupador.

- TÁ GOSTOSINHO, BICHINHA?

Choice respondeu com a boca cheia e sem parar de chupar.

- RHÃ, RHÃ!

A cabeça de Choice ia e voltava com a boca na verga que entrava e saia fazendo Lever delirar de prazer agarrado aos finos cabelos do aprendiz de chupador.

- NÃO PARA, TÁ MUITO GOSTOSO! JÁ TO QUASEEE GOZAAANDOOO!

Ao sentir que o pau criava volume e crescia na sua boca Choice o retirou e o punhetou diante do rosto.

- ENTÃO GOZA MEU TESÃO!

Lever não se conteve e cobriu o rosto de Choice com uma ejaculação farta que invadiu a boca do menino através do sorriso branco fazendo-o engolir orgulhoso, boa parte do sêmen da rola deliciosa.

- UAAAUUU! DA HORAAA! GOZA TUDO EM MIM, MEU GOSTOSO!

No instante que engoliu o denso caldo do esperma as lâmpadas do quarto piscaram soltando pequenas faíscas e os olhos do garoto brilharam como dois faroletes numa noite escura e voltaram ao normal quando a iluminação voltou a clarear o menino ajoelhado com o pau do outro, macio repousando em sua mão.

Lever assustou-se tanto com tal fenômeno que perdeu o ímpeto e a flacidez tomou posse da geba fantástica. O monumento não se refazia nem mesmo com a ardente dedicação de Choice.

Depois de alguns minutos tentando restabelecer, chupando e punhetando a massa cilíndrica e reta de Lever e louquinho para sentir a verga entrando no seu corpo virgem, Choice livrou-se das roupas que ainda vestia, lubrificou seu o próprio anelzinho com a bisnaga de KY de Cozy e Edible e virou-se para o vizinho.

A visão da bundinha de Choice alucinou o amante e visivelmente seu pau ressurgiu límpido da momentânea hibernação.

- NOSSA! VOCÊ TEM UMA BUNDA IGUAL DE MENINA, CARA! DEVE SER UMA DELÍCIA!

A bichinha virgem untou a cabeça da pica, virou-se ficando de quatro com o controle da TV e do DVD ao alcance das mãos e pediu que Lever o fodesse.

- VEM, QUERO DAR PRA VOCÊ AGORA, ME COME. ME FODE BEM GOSTOSO.

E suspirou feliz quando a cabeça do colosso rosado tocou-lhe a delicada e pequena cavidade envolta por nervinhos e pregas. O contato de primeiríssimo grau, que realizava o sonho de Choice, logo o deixou preocupado porque ao rompimento da primeira preguinha já sentiu a indesejável dor que sempre sente alguém na sua primeira experiência.

- AIII! DEVAGAAAR..., É MUITO GRANDEEE! SOU VIRGEM!

Mas a ânsia de Lever o levou a não dar ouvidos ao suplício de sua inocente presa. Choice sentiu, aos gritinhos e gemidos suplicantes, a cabeça da rola invadir a apertada porta do cuzinho e repousar no seu tubo anal, sentiu os estalidos das preguinhas rasgando-se uma a uma, mas sentiu-se mais aliviado com o intervalo que Lever deu às investidas.

- PÕE TUDO, MAS VAI DEVAGAR QUE AINDA SOU VIRGEM.

Novamente Lever empurrou o membro que lentamente foi absorvido pelo cuzinho apertado de Choice.

Apesar da ardência nas beiradinhas do ânus, ele não sentia mais a dor inicial, apenas a satisfação de ter um falo inteiro dentro de si, alargando seu buraquinho e invadindo suas entranhas.

- FODE, LEVER, ME ARREGAÇA TODO, QUE ESTÁ MUITO BOM.

Os cabelos do garoto entrão não voaram mais ao sabor do vento que soprava pela janela, mas sim, com o movimento do corpo que entrava e saia na jovem bichinha.

O garoto que tem fama de pegador, talvez criada por ele mesmo, para ganhar a admiração dos colegas estava desfrutando admirado, de uma gostosa, e bem delineada e virgem bundinha.

O garoto que tem por experiência, algumas fortuitas punhetinhas executadas por garotas do condomínio e uma ou outra tentativa, sem sucesso, de penetração em bucetinhas, às escondidas pelos corredores ou escadarias, mas o que conseguira foram apenas esfregadinhas da cabeça da rola entre as coxas e nos pentelhos adolescentes das meninas.

Tão virgem quanto Choice, os dois tinham, então, sua primeira realização sexual.

Sem tirar a pica e sem parar de bombeá-la no visinho, às vezes segurando pela cinturinha de Choice, às vezes abrindo os lisos glúteos.

- SEU CÚ É MUITO GOSTOSO, CARA! QUE DELÍCIA!

Choice sentiu seu corpo esquentando, enquanto recebia a vara mais e mais aceleradamente, sentiu seus olhos queimarem a cada enfiada que Lever empurrava colando a virilha em suas nádegas.

Choice sentiu a carne da rola crescer nas suas entranhas e seu cuzinho abriu-se e fechou-se na base do caralho e como uma máquina de sucção sugou o canudo, comprimindo-o em toda sua extensão.

Lever enfiou tudo que o orifício laceado aceitou e servindo de receptáculo o buraquinho de Choice acolheu toda lava expelida pelo vulcão de carne.

O denso líquido fermentou nas quentes entranhas do menino e seu corpo novamente iluminou o quarto por alguns segundos para espanto de Lever.

O debilitado fodedor desmoronou sobre Choice com a benga ainda atolada no arrebentado cuzinho e sentiu o calor que ele emanava.

Pela cabeça de Choice, quase letárgico, só passava a imagem do Professor Waste fudendo-lhe e fazendo-o gozar.

Lever rolou para o lado e o inevitável amolecimento tomou seu corpo cansado, mas Choice nem se importava que seu rabinho estivesse ardendo, queria mais daquela rola antes que seu tempo esgotasse.

Agora faltava menos de quarenta minutos e Choice, audacioso pegou o pau mole do abatido vizinho e o acariciou lambendo e beijando Lever na virilha e umbigo.

Como já vira várias vezes Edible fazer em seu pai e seu pai no padrinho, Choice massageou o saco de Lever e segurando a pica flácida a lambeu e envolveu um ovo na boca, depois o outro.

A pica tomou corpo, mas não ficou como ele queria. Choice a colocou na boca ao mesmo tempo em que ligava a TV e o DVD previamente preparados na cena que o jovem se deliciava mamando a geba do coroa peludo que remetia os pensamentos do descabaçado menino ao delicioso professor.

A pica inflou na boca gulosa quando Lever viu o urso acariciando os negros cabelos do jovem que chupava sedento a sua generosa rola.

Como o jovem ator, Choice virou-se e ficou de lado com a perna levantada e o cuzinho a mercê do duro pau de Lever.

Como o coroa do filme, o vizinho de Choice também ficou de lado e sua vara procurou a lacuna ardida do menino.

Choice guiou a cabeça da pica para seu afogueado cuzinho e suportou a ardência que em brasa queimava sua entradinha alargada. Mas Lever não fez como o coroa que passou a meter e bombear no cuzinho depilado e sem tirar nem parar de bombear mordiscava e sugava os mamilos, lambia o pescoço e beijava gulosamente a boca do seu jovem amante.

Choice virou-se para receber os mesmos carinhos que o rapaz do filme ganhava do coroa, deixando apenas a bunda refém da vara, mas Lever não o imitou, apenas fodia afoito sem tirar os olhos do filme.

Estimulado pela cena que via, Lever chegou rapidamente ao extase e tirou a pica do quente rabinho e gozou nas costa de Choice antes que o coroa peludo arrancasse a rolona do jovem e lavasse seu rosto meigo e o fizesse sugar a sobra líquida diretamente da cabeça da pica. Depois os dois se beijaram apaixonados e o filme chegou ao fim.

Choice também sugou a porra que restara na pica de Lever e lambeu toda extensão para limpá-la.

- FOI MUITO BOM, MAS AGORA VOCÊ PRECISA IR EMBORA GOSTOSO!

Lever vestiu-se e saiu meio desconcertado.

- SE VOCÊ QUISER EU VOLTO AMANHÃ.

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