Casa dos Contos Eróticos

TURBO NEGRO E MARCIO, O PUTINHO CABO-VERDE DE BETO, MEU PRIMO

Um conto erótico de Ngão
Categoria: Heterossexual
Data: 15/04/2012 00:24:56
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual, Gay

Alberto, Beto, meu primo gostoso, de cabeça raspada,1,80m, distribuídos em músculos sem exageros, sempre me aparecia com novidades. Foi através dele que eu conheci Marcio, um moreno cabo-verde, de 19 anos e uma bundinha espetacular. Meu primo andava comendo o moleque e fazendo ele engolir sua porra.

Beto me chamou para uma festinha na chácara de um amigo. Esse amigo deixou a chave com ele e Beto ia passar por lá o fim de semana. Perguntei quem ia e ele me disse que eu ainda não conhecia mas podia ficar tranquilo que nós íamos nos divertir muito. O puto disse isso com um sorrisinho sacana que me fez imaginar mil coisas.

No sábado pela manhã me mandei para a chácara. O lugar era bem legal, uma casa com um jardim e uma piscina grande. Fui recebido por Beto e Marcio. Meu primo me indicou um quarto, deixei minhas coisas lá e quando retornei a sala Beto me oferecu uma latinha de cerveja. Ficamos conversando um pouco, quando Marcio disse que ia colocar a sunga e dar um mergulho pois estava um calor dos infernos.

Eu e Beto fomos para a beira da piscina, levamos umas latas de cerveja e ficamos bebendo. Não tinha como não olhar o corpo Marcio, o moleque era muito gostoso, sem falar na bundinha geitosa. Enquanto bebíamos, perguntei se não ia aparecer mais ninguém.

- Acho que nós somos suficientes para fazer uma festinha... – falou sorrindo. – Vai pegar mais cerveja... vou dar um mergulho...

Quando retornei com as cervejas ele me chamou para dar um mergulho. Falei que ia vestir a sunga e ele disse que não era preciso, estávamos só nós três ali. Tirei bermuda ficando só de cueca e pulei na piscina. Minha cueca era branca e quando molhada não tinha como não se ver o contorno de meu pau. Marcio, que estava ao lado do meu primo, grudou os olhos no volume entre minhas pernas quando eu sai da agua para dar mais um gole. Beto falou sorrindo:

- Gostou do que tá vendo?

Márcio disse um ‘gostei’ baixinho. Beto gritou para mim:

- Chega mais, primo...

Eu fui ao encontro dos dois, quando me aproximei, eles já tinham saido da piscina. O sacana do meu primo, deu um tapinha na bunda do moleque e falou:

- Você viu que bundinha gostosa ele tem?

- Não tem como não ver... é muito bonita...

Marcio correu e se jogou na agua, Beto mergulhou e foi ao seu encontro. Eu me aproximei da borda da piscina, dei uma pegada no pau por cima da cueca, e disse:

- Será que essa bundinha aguenta ‘meu menino’?

Meu pau que já começava a ganhar corpo e meu primo, abraçando o moleque, falou:

- Aguenta... meu cacete ele aguenta legal... o seu é só um pouco maior...

Eu sentei na beirada da piscina com as pernas dentro da água, na frente dos dois. Márcio me olhava com uma cara de quem não estava acreditando no rumo que as coisas estavam tomando.

– Mostra pra ele o que você tem aí... – falou, meu primo.

Encarando o moleque eu botei o pau pra fora pela lateral da cueca e dei uma sacudida no bitelo. Márcio arregalou os olhos e meu primo incentivou.

- Vai lá... faz um agrado na caceta do meu primão...

- Porra, e eu que achava seu pau grandão... olha pra isso...

- E ainda não está dura... precisa ver ela durona...

- Vem cá, Marcinho... vem fazer ela ficar no ponto...

Márcio se aproximou e ficou no meio das minhas pernas. Ele olhava sem saber o que fazer. Eu tirei a cueca, balancei a vara e falei:

- Dá uma pegada...

O moleque segurou meu pau com as duas mãos e ainda sobrou uma parte de fora. Meu cacete cresceu entre seus dedos. Ele me punhetou devagar, curtindo a quentura do cacete entre seus dedos. Ele punhetava e subi a mão para alisar a cabeça que babava.

- Passa a língua... dá uma chupadinha...

Ele passou a língua, depois colocou a cabeça na boca. Primeiro ele se concentrou na cabeça, depois foi deslizando os lábios pelo tronco. Ele tentou engolir meu pau todinho mas engasgou antes de chegar ao fim. O putinho tirou meu pau da boca e foi para meu saco. Ele lambeu e chupou minhas bolas. Depois esfregou o rosto nos meus pentelhos. Márcio voltou a mamar meu pau com gula, eu só gemia de tesão. Enquanto ele me chupava, Beto veio por trás dele e começou e deu uma encoxada, falando:

- Isso, meu gostoso, chupa o pau do negão...

Enquanto falava Beto tirou a sunga do moleque e encaixou o pau entre elas. O putinho flutuou na água sentado no pau do meu primo.

- Está gostando de mamar meu pau? Isso... assim... mama gostoso que esse pau vai ser todo seu esse fim de semana...

Beto beijou o pescoço do moleque e falou:

- É isso ai... você vai ter muito cacete, Marcinho...

Eu segurei sua cabeça e soltei o primeiro jato direto na sua garganta. Marcio fui engolindo conforme ia saindo mas era muita porra para ele engolir. O putinho ficou lambendo e sugando bem na buraco da cabeça, para recolher mais leite. Ele voltou a abocanhar e engoliu mais algumas golfadas de porra. Depois que acabei de gozar segurei seu rosto e disse:

- Parabéns, garoto, você chupa gostoso...

- Deixa só você ver como ele gosta de um pau na bunda... - disse Beto.

Fui deslizando a mão por suas costas ate sua bundinha. Meus dedos deslizaram bem no meio dela até encontrar o cuzinho. O moleque piscou o buraquinho na ponta do meu dedo.

- Você vai dar o cuzinho pra mim? Vai deixar eu meter gostoso e encher ele de leite?

Falei isso puxando Marcio pelos braços para fora da piscina, Beto nos acompanhou. Abracei o moleque e beijei sua boca. Enquanto nos beijávamos eu alisava suas costas e seus cabelos. Depois comecei a lamber seu pescoço e o moleque se arrepiou. Levei o putinho ate uma espreguiçadeira ao lado da piscina, ergui suas pernas e comecei a lamber o cuzinho enquanto punhetava seu pau, um cacetinho de uns 14cm.

Beto se aproximou e ofereceu seu pau para ele chupar. Márcio caiu de boca nos 22cm do meu primo enquanto eu chupava seu cu. Dei uma lambida lenta de baixo para cima e ele gemeu de boca cheia. Comecei a enfiar a língua no buraquinho.

- Que cuzinho apertado... tem certeza que tem comido esse cu, Beto?

- Faz uma semana que ele não leva rola... tava guardando pra esse momento...

- Que beleza! Vou arregaçar ele todinho...

Eu voltei a chupar o cuzinho todo, deixando ele todo babado. Comecei a enfiar o dedo pra alargar um pouquinho e ele aguentar minha tora. O putinho já estava com dois dedos atolados no rabo enquanto chupava o pau do meu primo que babava na sua boca. Quando soquei os dedos com mais força ele tirou o pau de Beto da boca e gemeu alto, dizendo que doeu.

- Calma, deixa pra choramingar quando seu cuzinho receber meu pauzão... você quer, não quer?

- Eu quero... mas você vai meter devagar, não vai?

- No começo eu vou... mas depois eu vou estourar todas as pregas do teu cu com minhas socadas...

Depois de lubrificar meu pau e seu cu de cuspe comecei a forçar a entrada da vara preta no buraquinho. Dei uma forçada e o moleque gemeu de dor, tanto que parou de chupar Beto, que sorrindo, foi correndo ate a casa e voltou com um gel e me entregou.

- Passa um pouco pra não machucar muito o moleque...

Voltei a lamber seu cu, depois espalhei o gel no seu cu, primeiro por fora depois empurrei com os dedos para dentro. Segurando o pau de Beto ele voltou a chupar enquanto eu me posicionava novamente forçando meu pau no seu cu, mandando ele relaxar ao máximo. As pregas do putinho foram se abrindo e a cabeça se instalou dentro dele. Eu pediu para eu parar e eu parei.

- Relaxa... deixa a vara entra...

- Cara, nem parece que eu já dei o cu... parece que você é o primeiro... quanto mede esse cacete?

- 26cm...

- Porra...

Fiquei dando pequenas socadas e aos poucos meu pau invadia seu cu. Eu ia arregaçando o cu do putinho a cada investida. Ficamos um bom tempo nisso, meu pau arregaçando ele e ele chupando meu primo enquanto gemia. Quando já tinha entrado um bom pedaço de pica no seu cu, ele forçou bunda de encontro ao meu pau para engolir o ainda estava de fora. Ele urrou quando sentiu meus pentelhos na sua bunda. Ficou ofegando e gemendo com o pau do meu primo na boca. Dei uma parada, mantendo a vara enfiada na sua bunda.

- Vamos ficar um pouquinho assim, paradinho, para você acostumar com meu pau...

Fiquei um tempo cravado dentro dele sem fazer nenhum movimento. Márcio começou devagar a esfregar a bunda nos meus pentelhos.

- Isso, putinho, mexe gostoso pro negão! Mostra do que você é capaz... mostra porque meu primo curte tanto esse cu...

Aos poucos eu fui aumentando o ritmo do vai e vem. Comecei entrando lentamente, fui aumentando aos poucos o ritmo das fincadas. Quando soquei com um pouco mais de força ele quase gritou. Eu tirei o pau do seu rabo, mandei ele levantar e me deitei na espreguiçadeira, pedindo:

- Vem sentar...

O moleque se ajeitou e começou a descer no meu pau e só parou quando sentiu minhas bolas encostadas na bunda. Devagar ele subia e descia na minha tora enquanto chupava o pau de Beto. Meu primo beijava minha boca enquanto fodia sua boca. Passado alguns minutos nessa posição Marcio saiu do meu cacete e se curvou. Entendi o que ele queria e peguei o safado por trás. Enterrei o pau enquanto meu primo pela frente fodia sua boca.

Marcio segurou na cintura do meu primo e caprichou na mamada enquanto eu fodia seu rabo. A cada estocada minha o pau de Beto entrava mais e mais em sua boca. Quando Beto acelerou os movimentos, percebi que meu primo ia gozar. Eu segurava Marcio pela cintura pra meter com mais vontade e vigor. Quando Beto encheu a boca do putinho com sua porra ele gozou também. Seu cu mordia meu pau enquanto ele bebia a porra do meu primo.

- Caralho, moleque, você está mordendo meu pau com o cu...

Aumentei o ritmo das pirocadas no seu rabo e com uma cravada firme enterrei todo meu cacete no seu cu e ele pulsou. Minha porra foi parar no fundo do seu rabo. Nessa hora ele gritou. Depois do gozo, sai de dentro dele e deitei ao lado da espreguiçadeira de barriga para cima.

Beto levou o moleque até a ducha e mandou ele apoiar as mãos na parede, encaixando o pau no seu cu. Os 22cm do meu primo entraram com facilidade devido a minha porra e ao estrago que eu tinha feito. Beto dava estocadas fortes sacudindo o corpo de Marcio. A cada medida que dava, minha porra vazava do cuzinho arrombado.

Quando Beto gozou, o putinho se abaixou e abocanhou seu pau para receber as últimas golfadas de porra na boca. Meu primo levantou o putinho, beijou sua boca e disse:

- O fim de semana está só começado, Marcinho...

Quando eu me aproximei e abri a torneira da ducha eles ainda estava se beijando. Abracei os dois e demos um beijo a três. Enquanto tomávamos banho Marcinho comentou:

- Estou acabado, meu cu está abertão e todo ardido...

Tomamos uma ducha e Marcinho foi deitar enquanto eu e Beto preparávamos o almoço. Aquele fim de semana na chácara foi inesquecível!

Comentários

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22/10/2016 19:44:04
Excelente!
12/05/2012 01:34:14
Delícia brother!
15/04/2012 11:19:45
Muito bom. Os melhores contos de sexo são seus! 10