Virgindade

Um conto erótico de NEGRO 23CM
Categoria: Heterossexual
Contém 2688 palavras
Data: 22/02/2012 21:13:38

Sempre fui uma garota bem danadinha onde morava e na escola, desde pequena já aprontava e era pior que moleque. Sempre gostei de coisas agitadas e brincadeiras radicais e de brincar de namorar, os meninos viviam inventando de brincar de pera, uva, e maçã, para quem conhece. Tudo isso até meus peitinhos começarem a aparecer e minha xaninha, começar a ficar úmida, a nascerem pelinhos. Na primeira menstruação eu ficava olhando o tempo todo, pro meu corpinho, e com o passar do tempo fui pegando formas e sentindo excitação por mim mesma. Adorava e adoro ainda me tocar olhando para o meu corpo, em frente a um espelho, no banheiro ou no meu quarto, hoje com a ajuda de meu marido é claro.

Hoje estou com quase 38 anos, sou uma mulher normal, perfeita, e já não faço as loucuras sozinha, conto com a ajuda de meu marido o Sr. Ka.

Morava em Capina Grande e meu pai tinha uma oficina, o galpão fica numa estrada de na saída da cidade, a uns 10 minutos do centro, perto.

Eu gostava de ir lá, ficava brincando, correndo, andando de bicicleta, pois o terreno era bem grande.

E foi lá, que num belo dia, eu já tinha 17 anos, conheci o mais novo funcionário do meu pai. Ele era também o vigia e dormia nos fundos, na casa do caseiro mesmo. Era solteiro, tinha 29 anos, devia ter quase 2 metros, peito largo, uma cara fechada, mas um sorriso até que bonitinho, braços muito fortes, um verdadeiro armário como os seus amigos o chamavam. Ele me chamava de senhorita, e o seu nome vamos dizer que era Fernando.

Numa das vezes em que estava na oficina e fui ao banheiro das mulheres que ficava ao lado do refeitório pelo lado dos fundos do galpão, fazer xixi. Percebi quando entrei que do outro lado, no masculino, pelo barulho, tinha gente lá, mas tudo bem, quando me agachei no vaso, percebi que próximo ao teto havia um furo, não muito grande, mas dava pra ver do outro lado, e percebi que alguém estava espiando, fiz que não vi, mas me excitei sabendo que estava sendo observada. Fiz o xixi, levantei com a calça arriada e a calcinha, e fiz que procurava papel pra me enxugar, e virei várias vezes de propósito, deixando o cara ao lado ver o que ele queria. Deve ter ficado maluco, eu sempre depilei minha xaninha, nunca gostei de pelos. Dei a descarga e ai subi na privada do canto e dei uma olhadinha, pela cor do sujeito, não dava pra ver o rosto, deveria ser o Fernando. Gente do céu, quando ele virou, eu vi o tamanho do seu pau, muito grande, roliço, grosso, um pau pra ninguém botar defeito, devia ter pelo menos 23 cm, mas era mais grosso que o normal, mas não dava para ter certeza, pois acho que já havia se masturbado e já tava amolecido, só sei que nunca havia visto outro igual, já havia brincado com diversos amigos, mas nunca havia visto um daqueles.

Eu já tinha namorado na escola, brincado de médico, passeio na mata, mas ainda era virgem, a única coisa que fazia era brincar de colocar na boca até sair leitinho, mas nunca gozaram em minha boca, adorava, quando a coisa esquentava negava na vagina até um amigo mais esperto me convenceu a dar o rabinho, doeu muito mas fui relaxando e depois me viciei, Saia toda molhada e com o bumbum doido, mas adorava satisfazer os amigos.

Mas aquele homem, me deixou alucinada, nunca tinha visto nada parecido, como havia dito.

Saí, mas a imagem do pau de Fernando não saía da minha cabeça, passei a fantasiar e passei a me masturbar sempre pensando nele, chegava até a enfiar quase todo o dedinho na vagina, só pensando, naquilo que vi.

Fernando era, além de tudo um bom pedreiro também, e meu pai um dia precisou alguém pra fazer uma reforma no teraço nos fundos de nossa casa. Contratou o Fernando e para não atrapalhar ele dormiria lá mesmo, numa casa de empregados nos fundos, a empregada que tínhamos dormia na casa dela, o quarto era bem ajeitadinho, cama, ventilador, banheiro dentro etc..., dava pra ele se ajeitar muito bem, só que ele era bem alto, os pés dele ficava para fora da cama.

Foi a visão do paraíso, ver todos os dias aquele homem ali, por várias vezes eu enfiava o dedo em minha xaninha olhando pra ele da janela do meu quarto. Comecei a ficar mais perto, fazendo perguntas e me mostrando, passava a noite planejando o que fazer e como deixar ele maluco.

Numa das vezes coloquei uma calça de ginástica, bem coladinha no meu corpo, e sem calcinha. Puxei ela bem pra cima, de forma que a minha bocetinha ficava bem a mostra. Ele trabalhava, falava comigo e não tirava os olhos de mim, percebi que tinha ficado excitado, pelo volume embaixo da sua calça. Minha mãe me chamou, saí correndo. Ela me pediu pra cuidar das coisas por ali até que ela voltasse, ia ter que sair e a empregada ia lavar toda a frente da casa. Meu irmão na escola, estava perfeito, eu não iria fazer ginástica.

Ela saiu, corri e me troquei, coloquei uma saia meia curta, larguinha, uma calcinha bem bonitinha, tirei meu sutiã, com os biquinhos arrebentando e ardendo de tesão, só pensava naquilo, troquei a calcinha duas vezes pois tava muito molhada só em pensar, coloquei uma camiseta branca, transparecia o biquinho duro e desci. Quando ele me viu, me comeu de cima em baixo, seu olhar me causou um calor que nunca tinha sentido, eu queria dar pra ele, todo meu corpinho lindo. Fernando entrou me olhando, como se me chamasse, e hipnotizada fui atrás dele, estava suado, sujo de terra, ele devia pesar mais de 100 quilos, eu no máximo 45 quilos. Ele foi até o seu quartinho, tirou a roupa, e entrou no chuveiro, simulei ter torcido o pé dei um gritinho, caindo para dentro de seu quarto, ele saiu nu de dentro do banheiro, correu pra me acudir e me sentou em sua cama. Perguntou onde tinha machucado, eu levantei o pé, e ele com as mãos ainda molhada pegou em meu pé e começou a beijar, dizendo que com um beijo passava, ao beijar meu pé, lógico que viu minha calcinha toda molhadinha e estava aberto e cheirosa, e pra provocar mais abri mais as pernas do que era preciso. Ele olhou mesmo firme, levantei a saia e falei:

- Tá dodói aqui - E apontei pra minha xaninha, foi o golpe fatal.

Ele me colocou de pé, baixou suavemente minha calcinha, todinha ensopada, tirou-a e admirou minha entrada, minha bucetinha, me virou de costas, e beijou minha bundinha.

Eu já estava em ponto de explodir. Ele levantou a minha camiseta e começou a chupar meus peitinhos, estavam doloridos de tesão, ele chupava maravilhosamente bem, aquela língua, quente áspera, me davam calafrios por todo o corpo, lambendo foi descendo até chegar na xaninha, me deitou na cama abriu bem minhas pernas e enfiou a cara no meio das minhas pernas, nas minhas brincadeira nunca tinha passado porr isso, os amigos eram egoístas e rapidinhos, só pensavam em gozar e acabou, ele abocanhou de uma vez a minha bocetinha todinha, tudo, sumiu naquela boca enorme, eu gozei como nunca na boca dele, ele se fartou, sugou o que ficara dentro de mim, até não ter mais nada, eu não perdi tempo e gozei mais uma vez na boca daquele macho sensacional, foi o primeiro prazer que tive de verdade. Ele então começou um vai e vem com a língua, acho que minha virgindade foi-se aí em sua língua.

Passei a mão no seu pau, ele o tirou pra fora, muito duro, grosso, enorme, aquela cabeça parecia minha mão fechada, que coisa mais linda, porem muito grande, tava com tanto tesão que pensei em chupar, tentei segurá-la porem aquele mastro não cabia em uma só mão, tive que segurar com as duas, e coloquei na boca, tive que abrir muito e mau cabia a cabeça, fiquei só lambendo e ele olhando e rindo, dizendo que ninguém conseguiu abocanhar assim.

Ele vendo que não conseguiria segurar tudo aquilo na lambida me virou de costas e me colocou de quatro, e começou a lamber minha bunda. Olha a sensação era divina, aquela língua percorrendo meu reguinho todo, até que parou no meu cuzinho, enfiou ela todinha lá dentro, e fazia círculos dentro do meu cuzinho, me fazendo gemer de tanto tesão, e com um dedo na xaninha eu gozei na mão dele com a língua dando rodeio em meu cuzinho.

Ele se levantou e ficou em pé bem próximo a mim, quando notei a coisa e a situação eu pequena e frágil, juto aquele homem enorme de quase dois metros e com aquele caralho enorme, pensava no estrago, mas ainda aumentava ainda mais meu tesão. Nossa!!!! Foi aí que vi o que vi, ele assumiu e disse que agora eu ia fazer o que ele mandava. Pegou minha cabeça, com dificuldade consegui por a cabeça do seu pinto na minha boca, lambia de lado, engolia até onde era possível, muito grande, e ele dizendo que iria gozar, me deixava alucinada, nunca ninguém tinha gozado na minha boca, seria a primeira vez que ia experimentar porra de homem. Ele me segurou a cabeça forte, deixou a cabeça do seu pau entre os meus dentes e avisou:

- Tô gozando - Aquilo foram não sei quantos jorros de porra, na minha boca que quase me sufoca, fui engolindo mas a maioria escorria de minha boca, a medida que saía, e olha, foram alguns segundo despejando seu liquido quente, pegajoso e muito gostoso.

Eu bebi com muito tesão.

Depois de algum tempo, ele já de pau duro de novo, me segurou, e me levantou, e me segurou de frente para ele e me foi descendo até encostar mina vagina em seu pau duro, encostou doclítoris até meu anus e atravessava sobrando ainda quase meio palmo atrás, fiquei como montada num pau grosso, começou a me apertar em seus braços, então sentou na cadeira e de frente alojou a cabeça do seu pau na minha bucetinha, disse para ele que era vigem, ele riu e disse pra eu controlar o meu peso e deixar ir entrando o tanto que quisesse e aguentasse.

- Eu quero tudo disse.

Ele me chamou de louquinha, e falou:

- Se conseguir vai em frente.

Sentei como uma dúvida e um desafio, encaixei a cabeça grande do seu pinto e fui largando meu corpo, quando doía eu parava, voltava e recomeçava...Mas a cabeça ainda não tinha entrado, fiquei tentando, mas doía, mas continuei, senti algo me rasgando, mas fui soltando o corpo, quando de uma só vez a cabeça entrou toda, doeu, ele disse que estava apertando muito ele, era delicioso, senti porra escorendo de dentro de mim, perguntei se ele tava gozando, ele disse não, era só para lubrificar. Enquanto ele virava os olhos eu ainda controlava a entrada, parecia que não ia acabar. Houve um momento que porei e disse que não cabia mais, ele disse ainda nem entrou a metade, suei frio, mas como disse continuei descendo.

Até que senti entrar ela todinha, a cena era linda, aquela coisa preta toda dentro de mim, minha vagina roseada, toda esticada, sentia um misto de dor e prazer, dava um contraste até bonito. Fui brincando com aquilo, socando bem devagar, pois doía mas aos poucos ia aumentando, mas bem devagar, e já com a minha xaninha meia aberta, estava quase gozando e ele também, quando ele fez um movimento e me lascou de vez, entrou o que pensava já estar dentro, ele estocou e eu larguei meu corpo, foi tudo até o fim.

Senti apertar meu estômago, rasgar a carne dentro de mim, rasgar as paredes da minha buceta, bater fundo no meu útero e com uma grande, dor, ardia demais, com tudo isso gozei, eu sentia as estocadas dentro de mim. Ele me levantou sem tirar seu membro de dentro de mim, me colocou em posição de papai e mamãe, abriu minhas pernas e começou a meter com força, eu não sabia se gemia de dor ou prazer, ele era um animal, metia e não parava, por mais que o impurrasse, ele nem sentia, continuava metendo, eu gemia de dor, quando comecei a sentir ele gozando e me enchendo por dentro de porra quente, ainda, muita porra, ele era um touro de tanta porra, escorria pelo meu ânus, molhou a cama.

Ficamos um tempo assim colados e até com medo de me mexer, aquilo tudo ainda dentro de mim, fui levantando devagar e vi o estrago, junto com a porra que saía, jorrou também muito sangue, fiquei assustada, ele me confortou dizendo que era normal, mas só eu sabia a dor que estava sentindo, mas conseguiria afinal engolir o pinto daquele crioulo maravilhoso.

Ele disse que queria comer meu cuzinho, mas não ia dar tempo, porque precisava me preparar, porque senão iria doer muito. Concordei mas fiquei com uma vontade enorme de dar meu cuzinho pra ele. Coloquei a calcinha e saí, ninguém notou nada.

Quando fui tomar um banho, ainda vi minha xaninha arrombada pelo espelho, vermelha, aberta e sangrando, agora menos. Me lavei e fui cuidar dos afazeres e volta e meia ia ver meu negão.

Cada vez que o via, minha bocetinha fisgava, lembrando a dor e o prazer que ele me dera.

A noite, todos já estavam dormindo, era de madrugada, eu desci e fui até o quartinho do Fernando, que dormia a sono dos justos. Só de camiseta, tirei minha calcinha e acordei beijando seu rosto. Ele acordou e me abraçou me puxando pra cima dele, e já vendo eu nuazinha, disse:

- Na frente nem pensar você não aguentar, deve estar dolorido - e estava, mas eu queria outra coisa.

Chupei e molhei bastante seu pau, ele me deitou de bruços e começou a enfiar um dedo no meu cuzinho, passando saliva e eu adorando aquilo, era divino.

Já sentindo que era a hora, deitou-se com o pau pra cima e mandou eu me sentar em cima dele e guiar como fiz com a bocetinha. Meu cuzinho apertadinho, sentiu aquela cabeça enorme querendo entrar, relaxei e sentei, e senti que entrou, ardeu, ele tirou, eu voltei coloquei de novo e fui afundando, e a medida que entrava sentia descolar todas as pregas do meu cuzinho, foi alucinante, dolorido mas gostoso, quando senti minha bunda bater nele, eu tinha conseguido enfiar aquele pinto todinho dentro do meu já não tão apertadinho cu.

Comecei a rebolar e sentir aquilo mexer meus intestinos e entrando e saindo e rasgando tudo, quando ele me puxou, enfiou 3 dedos na minha já fodida bocetinha, chupou meu pescoço, me levou a loucura e gozou, gozei junto, senti aquela porra toda quente, agora dentro do meu cuzinho, novamente.

Ele me deixou nessa posição, uns 10 minutos, sem tirar de dentro, a dor já tinha sumido, só sentia minha bunda dilatada, e aos poucos, ele me colocou de quatro e ai me fodeu mais uma vez, com mais força, acabando com o resto que sobrou de mim, e gozou de novo lá dentro do meu cuzinho.

Não consegui gozar, mais, porque ardia muito.

Ele tirou, a sensação de alivio foi grande, e chupou mais uma vez minha bocetinha me fazendo gozar bastante. Fiquei com ele, mais uma meia hora, e voltei, arrombadinha, e fui dormir.

No outro dia, era sangue na calcinha, na cama, nossa ele me arrombou inteirinha, doía tudo, bunda, bocetinha, as pernas, os peitinhos, eu me sentia inchada.

Eu fodi com esse negão, umas 10 vezes, até que ele saiu e voltou pra oficina do meu pai.

Nunca mais fui a mesma, e fiquei muito exigente sobre tamanho de pinto.

Tive um namorado com um pinto de 12 cm. que me fazia gozar tanto quanto meu crioulo, acho que tudo e questão de jeito, carinho, sei lá...

Casei e continuo gozando independente do tamanho, agora com pseudônimo de Sra. Ka.

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