Casa dos Contos Eróticos

Meu Negro Proprietário

Categoria: Heterossexual
Data: 12/01/2012 00:20:02
Última revisão: 05/02/2012 14:43:52
Nota 9.82
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Meu negro proprietário

Meu marido e eu vivemos na região de Campinas, onde fomos morar há alguns anos em busca dos empregos bons na indústria de informática dos arredores. De técnica de multimídia, eu transitei para a produção de programas e hoje sou diretora de programação de uma estação de FM na região. Meu marido Cláudio é administrador de empresas. Nós possuímos uma bela casa em estilo colonial, de três dormitórios, em Vinhedo, onde vivemos com nossos dois filhos, Carlos e Camila.

Eu sou uma mulher atraente e sei bem disso. Meu rosto, ou mais especificamente meus lábios carnudos pagaram minha faculdade. Eu fui modelo de lábios para uma companhia de cosméticos até minha graduação. Aos 32 anos de idade, eu acho que ainda tenho o que é preciso. Razoavelmente alta, tenho 1,72, com pernas longas e bem torneadas e um corpo carnudo com meus 68 quilos. Apesar de ser loura e ter olhos azui, tenho o corpo clássico das mulheres parideiras, com seios cheios e quadris largos. Meu marido ainda costuma babar com minha cintura estreita e o que ele chama minha bunda de preta. Eu costumo atrair uma boa fatia da atenção dos homens. Na verdade, acho que atraio bem mais do que me seria devido. E foi isso que pôs naquela situação.

Era cerca de 11:30 da noite e eu estava trabalhando até mais tarde, como de costume. O restante do pessoal já tinha ido embora havia algum tempo. As únicas pessoas que permaneciam no escritório éramos eu e Teodoro (Teo) Borba. Teo é o que costumamos chamar um talento para o rádio. Ele apresenta um programa de esportes recebendo chamadas dos ouvintes. Eu podia ouvir o programa pelo sistema de som interno. Teo estava sendo agressivo com os ouvintes como era costumeiro e eles gostavam. Mas alguma coisa não estava certa. Nenhum dos anúncios estava indo ao ar. Na verdade, nenhum comercial tinha ido ao ar em cerca de 45 minutos. O que estaria acontecendo no estúdio, eu pensei.

Ignorando o elevador, eu subi correndo as escadas o mais rápido que podia nos meus saltos altos tamanho 7, o que fazia minhas nádegas de mafim sacudirem como gelatina sob minha saia. Eu corri ao longo do corredor para o estúdio de transmissão. A luz NO-AR piscava em vermelho, mas olhando pela vidraça ficava claro que Teo não estava no estúdio. Obviamente ele tinha posto uma fita de um programa antigo e saíra no meio do programa. "Onde está aquele imbecil" pensei comigo. "Ele vai ter sorte se for apenas suspenso por alguns dias".

Eu andei procurando pelos corredores cerca de 15 minutos, antes de ouvir alguns ruídos vido do escritório do Diretor-Geral. Girei a maçaneta e a porta abriu para a suíte bem arrumado do Sr. Machado. "Que estranho...", pensei. Eu estava certa de que o Sr. Machado não estava mais no escritório naquela hora da noite.

O escritório propriamente dito estava vazio, e aparentemente não tinha sofrido qualquer perturbação. Mas havia um barulho de água corrente vindo do banheiro privativo no fundo do escritório. De repente, o ruído parou. E aí eu me dei conta de que cretino do Teo tinha invadido o escritório do Sr. Machado. Certamente ele não tinha vindo até ali somente para usar o sanitário.

Eu fui até a porta do banheiro e empurrei. Ela não ofereceu resistência. O banheiro estava cheio de vapor, o que tornava difícil ver exatamente quem ou o que estava ali dentro. Quando ficou um pouco mais claro, eu vi Teo de pé em frente do chuveiro privado do Sr. Machado, com um olhar abestalhado em seu rosto. Ele tinha acabado de sair do chuveiro e estava completamente molhado. Ele tinha apenas uma pequena toalha branca em volta da cintura, e nada mais.

"Você sabia que tem uma hora que não roda nenhum comercial???" Eu gritei para Teo. Ele apenas me olhou diretamente no olhos e respondeu ríspido "não fale comigo nesse tom, mocinha".

"Você me chamou de mocinha?" eu gritei. "Foi isso aí, senhorita. Oh, desculpe, Senhora Cimina. Agora, porque você não dá o fora daqui e volta para o que estava fazendo, a menos que queira me ajudar a me enxugar".

Eu não podia acreditar que ele tivesse tido a ousadia de desafiar minha autoridade daquele jeito. Eu estava tão puta da vida que estava tremendo. Disparei entredentes "Você me deu pelo menos cinco motivos para acabar com seu emprego nessa última hora. E o mais suave deles é o de ter abandonado o estúdio enquanto devia estar apresentando um programa ao vivo".

Me ignorando totalmente, Teo se virou e pegou uma pequena bolsa de artigos de toalete. "Se você tem algum problema com isso ou comigo, fale com o Júlio Machado. Foi ele que me contratou", disse ele enquanto se virava e ia na direção da pia. Ele pegou um tubo de creme de barbear da bolsa e sem me dar atenção começou a aplicar a espuma de barba em seu rosto.

Eu não sabia o que dizer. Nunca tinham me falado daquele jeito. Eu era uma executiva e ele era apenas um apresentador da madrugada. Ele se voltou para mim com o barbeador parado no ar e perguntou? "Há mais alguma coisa que eu possa fazer por você? Como se tivesse vontade própria, sua toalha escorreou de sua cintura e caiu num montinho a seus pés.

Ali fiquei eu, uma profissional, uma mulher, uma mãe e esposa fiel, dentro do banheiro, com minha boca aberta ao máximo em choque, olhando estupefata um homem negro nu. Minha respiração se acelerou à medida em que eu tomei consciência do quadro à minha frente. Eu nunca tinha imaginado que Teo fosse tão másculo. Seu corpo era musculoso e forte. Seu peito e seu estômago eram esculpidos e cobertos com uma nuvem de pelos negros grossos. Mas o que tirou minha respiração foi o seu caralho.

O reluzente caralho negro de Teo pendia pesadamente entre suas pernas. Eu nunca tinha visto um homem com um instrumento daqueles. Em repouso, era muito maior do que o pinto do meu marido quando ereto. O chouriço negro cheio de veias era quase tão grosso quanto o tubo de espuma de barbear que ele tinha na mão. E encabeçando a majestosa maçaroca de carne negra um inchado cogumelo arroxeado conseguia ao mesmo tempo ser assustador e apetitoso.

"Por que você não pega nele, menina? Você sabe que você está querendo." Eu me senti ameaçada e confusa. Aquele homem era meu subordinato. Ele estava demonstrando uma total falta de respeito para comigo e minha posição, mas minha carne de mulher estava em chamas, minha buceta pulsando e umedecendo. Eu nem mesmo respondi ao comentário de Teo. Apenas dei volta e saí correndo do banheiro.

Eu não diminui o passo até que cheguei de volta em meu escritório. Sentei-me em minha escrivaninha tremendo. Minha calcinha estava encharcada e uma tensão sexual inexplicável se espalhava por meu corpo. Eu me sentia como uma coelhinha perseguida por um lobo. "Por favor, não deixe que ele venha atrás de mim", eu murmurei para mim mesma.

Teo nem mesmo se deu ao trabalho de bater na porta. Ele invadiu minha sala, deu a volta a minha mesa e parou bem perto de mim. Eu percebi que ele podia sentir o odor dos meus medos e talvez também de meu tesão. Ele segurou o espaldar de minha cadeira de couro e girou-a para que eu ficasse de frente para ele. Naquela altura ele já tinha se vestido e estava usando uma camiseta preta apertada que comprimia seu torso bem desenhado. Teo estava parado perto demais, ameaçando-me. Ele invadira meu espaço pessoal e o volume destacado em seus jeans desbotados estava a alguns centímetros de meu rosto. Ele puxou minha blusa de seda com força, abrindo os botões e separando as duas bandas de tecido, para desenganchar com destreza meu soutien de renda que fechava na frente. Meus grandes peitos de marfim se derramaram e ele beliscou cruelmente meus mamilos achocolatados.

Eu olhei seus olhos negros como aço, implorando silenciosamente para ser poupada. Tudo que eu vi foi puro tesão animal. Ele baixou as mãos e sem tirar os olhos de mim desabotoou seus jeans. Eu solucei involuntariamente. Teo lambeu seus lábios grossos e riu para mim: "O resto é você quem faz, sua puta arrogante!"

As palavras ásperas queimaram meus ouvidos. Eu já tinha me envolvido com vários homens antes daquele dia. Normalmente eles eram polidos e gentis, quase ao ponto de serem subservientes. Teo era o oposto disso. Ele era um conquistador, e eu estava destinada a ser sua próxima conquista, e nós dois sabíamos disso. Rapidamente cansado de minhas vacilações, Teo decidiu tomar o problema em suas próprias mãos. Estendendo um braço musculoso e tatuado na minha direção, ele agarrou uma mecha de meus cabelos louros, presos num coque dourado no alto de minha cabeça. De repente, meu rosto estava pressionado na virilha de Teo, sentindo uma bola de carne envolta no brim azul contra minha pele suave. O denim grosso arranhou meu rosto. Eu tentei me afastar, mas a essa altura eu estava oferecendo apenas uma resistência simbólica. O aroma inebriante de sua virilha recém banhada foi rapidamente corroendo o pouco de vontade que me restava. O monstro gordo furioso abaixo do tecido grosso foi despertando para a vida, inchando e alongando para a perna das calças de brim apertadas contra a pele de Teo. Eu podia sentir seu calor pulsando contra minha bochecha. Eu não podia mais resistir àquele homem. Eu esfreguei meu rosto contra seu caralhão preto gigantesco coberto pelo denin azul. Mas mesmo quando comecei a beijar a protuberância grotesca pendurada na perna, eu ainda vacilava.

Eu implorei numa voz fraca: "Teo, por favor, não me faça fazer isso. Eu sou uma mulher casada. " Teo jogou a cabeça para trás e riu: "Eu não estou obrigando você a fazer nada que você não esteja morrendo de vontade de fazer, sua puta tesuda. Eu aposto que sua xana loura já deve estar borbulhando, não está?" Ele afrouxou os dedos que puxavam meu cabelo. "Levante-se e pode ir embora se você não quer que eu enterre esse pauzão preto na sua bucetinha loura." Minha buceta se inundou ante suas palavras. "Caso contrário, cale a boca, pare de choramingar sobre o filho-da-puta do seu maridinho branco do caralho e enrole esses lábios grossos em torno do meu pau preto gordo. Se você fosse uma senhora bem casada, não teria virado minha vadia com um só olhar para o meu arrombador de bucetas brancas. Porque é exatamente isso que você é: minha vadia, minha buceta lourinha casada que eu vou arrombar." Lágrimas rolaram por minhas bochechas quando eu me rendi àquele garanhão cruel.

Lentamente eu lambi o seu zíper, até que eu encontrei a guia no topo da braguilha. Eu a apertei com meus dentes e a puxei para baixo. Eu esperava ser atingida no rosto com um pau preto duro, mas o grande rocambole de carne negra de Teo ainda permaneceu preso na perna da calça dele. Com as mãos impecavelmente tratadas pela manicure, eu segurei a fivela do cinto de seus jeans e o arranquei dos passadores em sua cintura estreita. Os jeans de Teo escorregaram até suas coxas. Contudo, a cabeçorra de seu caralho preto gordo ainda se manteve escondida de minha visão.

Eu envolvi meus dedos delicadamente em torno do grosso cilindro venoso e o arranquei para fora. Percebi naquele momento que o pau de Teo era tudo que eu sempre havia sonhado. A mandioca negra contrastava fortemente com o alvor delicado de meus dedos longos que, contudo, não conseguiam circundar totalmente sua espantosa circunferência. Ele ainda não estava totalmente enrijecido. A enorme cabeça roxa o arrastava para baixo, de forma que ele pendia a uns dois centímetros de meus lábios trêmulos e umidecidos. Eu podia sentir o calor que irradiava dela. Uma gota de líquido claro escorria da fenda de aparência zangada na ponta da cabeça inchada em formato de cogumelo.

Quase contra a minha vontade, minha rósea língua comprida serpenteou para fora e lambeu o néctar amargo daquele buraquinho. Eu deslizei da minha cadeira de couro até ficar de joelhos. Eu ainda estava tomada de um imenso sentimento de culpa por estar traindo meu marido maravilhoso, mas meu lugar naquele momento era ali, de joelhos na frente de Teo. Eu corri minha língua gulosa por todo o cabeção de seu pênis. Tinha um gosto tão bom. "Oh, meu Deus, como esse seu pauzão é grande, meu amor", eu murmurei olhando nos olhos de Teo. Eu levantei o pau pesado e lambuzei sua virilha com a saliva de meus lábios suculentos e língua. Teo rosnou de volta, 'É isso puta, é assim que eu gosto de minhas mulheres brancas, de joelhos com meu pau na boca." Estendi a mão e sopesei suas bolas peludas acariciando-as. Elas eram do tamanho de ovos de ganso. Com minha outra mão eu levantei o nervo duro e beijei a cabeça melada e a baba que dali escorria. Eu abri minha boca tanto quando podia e envolvi meus lábios suculentos em torno do caralho gordo e negro de Teo.

A atitude dura de Teo abrandou ligeiramente, uma vez que eu comecei a sério a felação de seu pênis enorme. Eu realmente não conseguia engolir muito mais do que a cabeça de sua pica na minha boca. Aquela coisa parecia que pertencia a uma mula. Estufei minha boca com a gordura preta de seu pau. Eu podia sentir a cabeça deliciosamente distendida chocando-se contra o fundo da minha garganta, engasgando-me. Meu desejo por aquele naco de sua macheza carnuda superou o reflexo de engasgar, e a dor crescendo em minha mandíbula. Saudei o assalto a minha garganta, orgulhosa de estar sendo usada pelo rei de todos os caralhos. Eu queria desesperadamente engolir aquela imenso instrumento preto de foder. Eu massageei de modo firme, porém com delicadeza, suas grandes bolas inchadas e a área sensível logo atrás delas. Eu queria ordenhar uma carga de leite gosmento quente para fora daqueles grandes depósitos de gordura. Tirando o pau enorme de Teo de minha boca, eu olhei para ele admirando seu tamanho majestoso e a dureza enérgica.

Lambi cada centímetro daquela peça de gordura suculenta. Mergulhando minha cabeça sob seu porrete preto reluzente, eu lambi, melequei e engoli as imensas bolas peludas de Teo.

Às 11:30, quando percebi que ele não estava no estúdio, eu era sua chefe, a Sra. Cimina. Uma hora mais tarde, eu era sua puta de chantilly cremoso. Eu estava de joelhos prestando homenagem a sua grande piroca preta, adorando o Deus de todas as bucetas brancas, enquanto a minha própria buceta branca ficava totalmente encharcada. Teo punhetou seu poderoso caralho domador de mulheres, fazendo com que a enorme cabeça em forma de capacete inchasse ainda mais. Mais uma vez ele agarrou meu cabelo com uma mão. Com a outra, ele limpou a baba do pénis dando voltas em torno de meus lábios carnudos, como se fosse um batom gigante.

Ele começou a me provocar cruelmente. Tirando seu pau doce para fora do alcance da minha boca faminta... e depois então batendo-me com ele. Eu ofereci meu rosto de bom grado para ele me bater com aquela pica. Ele então soltou o monstruoso caralho preto. Aquilo sacudia pesadamente, arrojando-se mais de um palmo para fora de sua negra mata pubiana. Sem aviso, ele me puxou e pôs de pé. "Tire a roupa", foi seu único comando. Naquela altura eu era sua prostituta. Ele não teve que me dizer duas vezes.

Arranquei as minhas roupas restantes para seguir as ordens de Teo, mas também por necessidade de ficar nua na frente daquele garanhão. Quando todas as minhas roupas estavam em uma pilha no chão, exceto a calcinha fio dental vermelha, Teo agarrou meu braço e me empurrou por cima da escrivaninha. Eu não ousei resistir. Nem queria. Minha cabeça e ombros penderam para o lado oposto da mesa. Mas meus peitões de marfim ficaram esmagados sobre a mesa de mogno. Eu ouvi o ruído de seus movimentos, e eu sabia que Teo estava retirando seu Levis apertado. Minha buceta suculenta doía da ansiedade da penetração que certamente viria em seguida. Teo enfiou os dedos fortes no cós da minha calcinha de seda vermelha, sem cerimônia e rasgou-a de mim.

Ele deu um tapinha de leve em minha bunda gorda. Eu percebi que ele estava apreciando o que minha mãe tinha me dado, o que ele estava tomando de meu Marido. A maior parte dos homens não consegue resistir a uma bunda grande e redonda. Eu estava oferecendo meu rabo para ele, dando-lhe completo acesso a minha bunda. Suas mãos fortes eram mágicas no meu traseiro gordo macio. De repente, ouvi um som chiado como de um rojão subindo, seguido de um estalo, muito parecido com a explosão de fogos. A dor seguiu-se rapidamente, explodindo em toda a superfície da minha bunda lisa. Virando a cabeça rapidamente, eu fiquei horrorizada ao ver o braço de Teo erguido acima de sua cabeça. Em seu punho cerrado ele segurava o seu cinto dobrado. Seu braço desceu fazendo novamente aquele ruído FUUUCHH, e o cinto de couro mordeu profundamente minhas nádegas delicadas. PLAFT, o couro ardente queimou minha bunda exposta. "UAUUUUU, por favor, por favor", eu lhe implorei, abandonando os últimos resquícios de dignidade.

PLAFT, eu me contorcia, tentando desesperadamente escapar do ardor terrível do castigo que Teo estava me infligindo. PLAFT! Ele colocou a mão forte na parte de baixo das minhas costas e me pressionou para baixo. PLAFT! Eu era incapaz de resistir às chicotadas que estava sendo forçada a suportar. soluçando como uma menininha teimosa, que de repente se vê nos joelhos do pai, "por favor Teo, por favor meu amor, Teo, por favor, pare!" "É isso cadela da bunda grande, sacode esse rabo para mim" foi a resposta de Teo. "A próxima vez que você levantar sua voz para mim, sua vaca branca gostosa, eu vou arrancar a pele de sua bunda com meu cinto!" Para dar mais ênfase a suas palavras, Teo assaltou minha bunda erguida com uma saraivada final de golpes ardentes. "Uuuuu, Uuuuu" Eu chorei, totalmente quebrada. Minha bunda torturada queimava como fogo, mas minha buceta estava jorrando como uma torneira.

Teo se posicionou atrás de mim, forçando minhas pernas a se afastarem ainda mais. A escrivaninha rígida era absolutamente desconfortável e calor irradiava da minha bunda machucada. "Você está pronta para ser fodida Sandrinha?", Teo zombou de mim. Meus pensamentos foram imediatamente para minha família. Como isso podia acontecer? Meu cérebro estava gritando, levante-se ... não o deixe fazer isso. Mas meu corpo voluptuoso se revoltava contra aqueles pensamentos. Minha resposta silenciosa foi arquear de novo meu corpo, erguendo meu rabo e mantendo minha bunda para o alto, oferecendo acesso livre a minha buceta dolorida e ensopada ao homem que tinha acabado de me chicotear. Minha traição a meu marido se fez completa quando eu senti a chapeleta quente do pau de Teo pressionando contra minha buceta branca gulosa.

"Mmmmm, eu gemi ao primeiro contato de seu pênis rombudo contra os lábios brilhantes da minha buceta molhada. Teo agarrou seu pau enorme e esfregou a cabeça melada de sua baba venenosa para cima e para baixo da minha fenda molhada, revestindo seu cogumelo gigante com minha umidade. Choques elétricos percorreram meu corpo quando aquele grande pau preto esfregou meu clitóris entumescido e dilatado. Eu estava involuntariamente rebolando contra o seu pinto. Eu o queria dentro do meu corpo, onde ele pudesse fazer o maior dano.

Teo alinhou seu cassetete preto inchado com com meu buraco rosado e empurrou. Eu gemi quando eu senti minha buceta rangendo, tentando acomodar a cabeça descomunal. Não ia caber. "Uuuuiii' Eu grunhi quando ele tentou novamente forçar seu pau monstruoso em minha gruta apertada. Eu nunca tinha tido um homem com uma piroca tão grande. O pauzão preto de jegue de Teo tornava minúsculo o pênis mais do que adequado do meu marido. Depois de algumas tentativas, Teo me ordenou que ficasse imóvel, vestiu sua calça e se retirou da sala.

Eu fiquei ali parada, procurando juntar forças para me levantar daquela mesa, vestir-me e sair correndo daquela sala, daquele prédio, da tentação de entregar meu corpo àquele homem, traindo os votos matrimoniais celebrados com meu marido. Mas a minha vontade era fraca e a tentação do corpo forte e rijo de Teo era maior, e eu sequer consegui reduzir o ângulo de minhas coxas escancaradas, enquanto eu esperei o meu fodedor retornar.

Foram vários minutos até que Teo voltou do que imaginei tivesse sido a sala do sr. Machado, porque na volta ele trouxe na mão um pote de vaselina. Teo deu a volta para o outro lado da mesa e ficou na minha frente. O seu cacete grosso enorme balançou como um pêndulo na frente do meu rosto. Eu acompanhei o movimento da cabeçorra do tamanho de uma ameixa com a minha boca, lambendo-a e chupando-a com gula, provando meu próprio suco misturado com a baba de seu pau. "Você precisa usar um preservativo Teo. Eu não estou usando qualquer tipo de controle, e estou no período de ovulação." Teo não disse uma palavra em resposta. "Teo, eu sou uma mulher casada, por favor, não faça isso comigo", eu implorei enfaticamente, ao mesmo tempo que enxugava servilmente seu pau preto carnudo com a minha língua.

"Olhe!" Teo rosnou. "Você quer ou não ser fodida? De qualquer maneira, eu não dou a mínima pra o que você quer! Vou foder sua bucetinha apertada e deixá-la em carne-viva. E vou fazer isso sem porra de camisinha nenhuma ficar no meu caminho. Até porque essas coisas nunca se ajustam no meu pau. Eu vou foder você até que você chore no meu pauzão preto, e aí eu vou despejar uma carga de esperma africano no fundo da sua bucetinha loura peluda. Se você tem um problema com isso, porra, foda-se! Agora cala a boca e engraxa meu pau!" Ele me entregou a vaselina. "Por favor, você não pode fazer isso. Estou em período fértil". Eu chorava em vão, enquanto massageava a vaselina em seu pau grande e coberto por uma rede de veias grossas. "Porra, esse problema é seu e do pedaço de merda de seu marido", ele riu. "Não se esqueça de dizer pra aquele pedaço branco de um corno que eu disse que sua bucetinha loura doce iria me pertencer desde o primeiro momento em que pus os olhos em você." Ele tornou a dar a volta para trás de mim, e bateu a maçaneta gigantesca e brilhante de seu caralho contra o meu buraco apertado. "Agora se abra e me dê esse buraquinho louro", disse ele agarrando o meu ombro com uma mão e me puxando de contra sua virilha.

A enorme cabeça roxa de seu pau preto forçou seu caminho entre os lábios de minha buceta invadindo a boca da minha caverna indefesa. Minha abertura apertada bocejou dolorosamente em torno da incrível espessura de sua masculinidade magnífica.

"Arggghhhh", eu gritei. "Oh Deus, você é grande demais. Por favor! Ugghhh, retire-o. Pooorrr favooooor, Teo apenas por um segundo. Ahhhhh, você está me matando! Você é grande demais, Teo".

Eu rebolava de um lado para o outro, tentando desalojar o invasor maciço de minha buceta arreganhada. Teo usou a superioridade de sua força para me manter curvada sobre a mesa. Só a cabeça e uns três a cinco centímetros daquela espiga estavam dentro de mim, mas parecia que havia um braço enfiado na minha buceta. Toda vez que eu me mexia, tentando aliviar a pressão de ser forçada a me abrir para aquele caralho descomunal, Teo acompanhava os meus movimentos. Ele mantinha uma pressão constante, dilatando lentamente o meu delicado canudo vaginal com sua ferramenta avassaladora. Eu podia sentir seu monstro latejante crescendo ainda mais dentro de mim. Ele ficava mais excitado à medida em que eu lutava. E eu permanecia presa, espetada na ponta do grande arpão preto.

Teo manteve uma mão na parte de baixo das minhas costas, impedindo-me de me mexer para escapar de sua jibóia gorda. Ele agarrou um punhado do meu cabelo com a outra mão, e puxou minha cabeça para trás, como se fossem rédeas postas numa égua rebelde. Quando eu gritei do desconforto de ter meu cabelo puxado, Teo me pegou desprevenida e socou metade de sua manjuba preta na minha buceta branca super-arrombada. "Ummmmmfh!"

Eu perdi totalmente o fôlego. De repente, Teo estava no fundo do meu útero, e ele começou a me foder incansavelmente. "Uuuuuggg, uuuuggg, uuuuggg, oh Deus, oooohhhh, seu pau, oohhh, Teo, Uuuuggg seu pau..." Eu grunhia como uma porca sangrada. Teo permaneceu pilando insistentemente minha buceta branca em espasmos. Minha buceta agarrava com tanta força seu pau descomunal, que, cada vez que ele puxava o caralho até a metade em cada golpe, eu podia sentir a mucosa de minha buceta rosada sendo puxada de dentro para fora.

"De quem é essa buceta loura", Teo exigia. Ele puxava meu cabelo para trás para que eu soubesse qual devia ser minha resposta. Eu já tinha ido longe demais para resistir ao seu poder. Ele era um super-garanhão e ele sabia disso. "É sua, Teo. Uggghhh, apenas, mas não pare de me fodeeeer, ugghhh, porra, me foooodeeeeeee!" A intensidade do meu orgasmo me cegou momentaneamente. Eu nunca antes tinha tido um orgasmo puramente vaginal. Mas, lá estava eu, gozando no pau de um negro. "Oohhhh merda, Ughhh, esta buceta branca é sua, meu amoooorr. Fode ela, foooode eeelaaa. Fooode com fooorça!!!!"

Meu orgasmo tomou conta de Teo. Ele começou a corcovear dentro de mim como um animal selvagem. Suas enormes bolas penduradas ficaram batendo contra o meu clitóris inchado. Sua benga grossa de cavalo ficou lavrando minha buceta fértil, reorganizando meu interior. Eu estava delirando como resultado da mistura inebriante de prazer e dor. Eu nunca tinha sido tão estufada em toda a minha vida. Teo estava tocando partes do meu ventre que nunca tinham sido estimuladas. A gorda cabeça esponjosa de sua virilidade descomunal batia no colo do meu útero como uma britadeira. Eu fiquei gozando e gozando, um orgasmo sendo sobreposto por outro, em ondas de puro êxtase. O ritmo de Teo se tornou irregular. Ele se contorceu dentro de mim, apunhalando meu ventre com sua espada sem corte. Ele jogou a cabeça para trás e uivou como um lobo numa noite de verão. Então eu senti seu pau enorme entrando em espasmos no meu ventre, enquanto ele esvaziava a porra de seus grandes culhões no fundo do meu ventre fértil.

Depois que seu orgasmo cedeu, Teo extraiu seu arrombador de bucetas semi-rígido de dentro de minha xaninha branca devastada. Ele estava coberto com uma mistura pegajosa de sua e minha porras. Minha buceta ficou escancarada. Eu me sentia vazia, e muito dolorida. Teo se sentou na beirada da mesa e acendeu um cigarro. "Limpa meu pau, minha cadela", ele ordenou em um tom sem sentido. Eu deslizei submissamente para fora da mesa e caí de joelhos. Eu lambi cada canto e recanto do delicioso pau de Teo, o pau que me trouxera tanto prazer e dor, o pau que tinha me dominado totalmente.

Fui para minha casa e de meu marido com uma buceta arreganhada e dolorida como uma ferida aberta. Ele percebeu que eu tinha tido um dia difícil, e sendo adorável como ele é, ele me preparou um banho de espuma quente. Havia velas perfumadas em todo o banheiro, e pétalas de rosa flutuando na água do banho. Em uma mesa perto da banheira, ele pôs uma uma garrafa de prosecco dentro de um baldezinho com gelo, e um pequeno prato cheio de morangos frescos e pedaços de chocolate. O som suave e melodioso de Jazz vinha do alto-falante de um tocador de cds. Meu marido se ajoelhou ao lado da banheira e me banhou e massageou cada centímetro do meu corpo devastado. Enquanto ele fazia isso, eu bebia champanhe de uma taça alta e dourada, e mordiscava morangos e chocolate. Depois do banho, Cláudio me enxugou com uma toalha macia e me envolveu em um luxuoso roupão branco. Ele me levantou sem esforço e me carregou para o quarto. Ele ficou um pouco desapontado quando eu pedi que não fizesse amor comigo naquela noite. Mas, sem que ele soubesse, eu havia sido fodida por toda a noite.

Meu marido tinha preparado óleos aromáticos aquecidos que estavam sobre o criado-mudo. Ele carinhosa e respeitosamente massageou o meu corpo dolorido até que eu mergulhei em um sono profundo, cheio de sonhos com o grande caralho preto de Teodoro Borba.

Eu amo meu marido e eu nunca vou abandoná-lo. Mas embora eu despreze aquele negro filho-da-puta, de algum modo doentio eu também o amo e não posso dizer não ao meu negro proprietário. Eu tenho certeza de que não vai passar muito tempo até que eu esteja de novo nua e gritando, empalada num certo pau de jegue preto e gordo que me domou e submeteu, que eu amo e que me domina.

Comentários

23/01/2016 12:34:56
fantástico. são contos assim que animam a gente a continuar lendo. um dos contos mais excitantes que tenho lido ultimamente. não só esse, mas todos os outros escritos por você. sou casado e adoro imaginar minha esposa vivendo situaçoes assim e agora com esses contos de cornos totalmente mansos , estou louco de exctiatção sempre imaginando aminha esposa vivendo historias assim é uma deliciameu email , historinhaslegais@outlook.com gostaria de conversar com amigos aqui do site sobre isso
06/10/2012 10:29:56
Gostosa!!! Teu marido deve amar chifres!!!
22/07/2012 07:31:22
ja me aconteceu , so q eu tava com porra dentro e meu marido mi chupo
31/01/2012 22:32:38
Excelente conto, parabéns!
13/01/2012 02:49:23
Adorei
12/01/2012 21:28:15
hum conto super excitante!! agora que vc jah provou um negao que tal provar um garotao tarado por maduras casadas? nota 10!! meu msn e rogerbahia22@hotmail.com
12/01/2012 08:04:38
PARABÉNS PELO CONTO. Muito bem escrito, com detalhes de quem sabe das coisas. Excitante, envolvente e altamente erótico. Eu e a minha Nina adoramos ler juntos a tua história. nota 10! Beijos Marco e Nina
12/01/2012 01:00:45
Sandra. Teu conto é excelente e leva 10 com louvor. A narrativa cativa e eu me peguei massageando meu pau de tanto tesão ao ler o conto. Parabéns. Leia tambem meu conto logo ai em cima: 'A Professora que só dava o Cu fumando Cachimbo. Entre em contato conosco na Fantasy Island para publicar teus contos conosco. Nosso email (fantisland@gmail.com). Beijo do MOD - Fantasy Island

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