Swingueira

Um conto erótico de Beto_Aldrovandi
Categoria: Grupal
Contém 4620 palavras
Data: 01/12/2011 13:19:31
Assuntos: Grupal, muito sexo

SWINGEIRA

Decidimos fazer um swing e escolhemos a Cássia, uma amiga da minha mulher que era viúva e que estava de namorado novo. Num telefonema minha mulher conversou com Cássia sobre o assunto e ela demonstrou muito ansiosa pelo encontro e o que eu achava, minha mulher disse para ela que eu estava de pau duro naquele momento. Passado mais de um mês, Cássia ligou e entrou no assunto novamente, porem disse que tinha largado do namorado, porem ela tinha um amigo muito gostoso, minha esposa perguntou se o cara era negão e dotado. Cássia respondeu que apenas era um cara normal, porem minha mulher estava a fim de experimentar um negão e de quebra ser dotado. Cássia então sugeriu fazer um ménage entre a gente. Eu adorei, mas minha mulher ficou com ciúmes, disse que eu só tranzaria com Cássia e não ligaria para ela é claro que tentei contornar, porem minha esposa foi irredutível.

Passado mais um tempo encontramos Cássia passeando no centro da cidade, elas ficaram conversando e eu olhando para o corpo de Cássia que estava muito gostosa, por volta dos 36 anos e dois filhos. Cássia sempre foi gordinha, porem depois que o marido morreu, ela emagreceu bastante e agora exibia um corpo delicioso. Elas conversaram bastante, muitos sorrisos até uma piscadinha discreta para mim, era a chance que esperava. Cássia foi embora e me deixou com tesão danado, combinamos de um dia desses sairíamos para tomar uma cervejinha.

Na noite, fodi minha esposa como nunca tinha feito, tudo isso pensando na Cássia, até entramos no assunto do ménage, mas minha mulher não aceitava, só se fosse um swing, ela queria também participar. Na cabeça dela se fizéssemos um ménage, eu só foderia a Cássia deixando ela de lado. Ela tinha razão, era mais de uma década comendo a mesma bucetinha, quando tivesse a chance de experimentar outra, iria me esbaldar. É agora eu tinha uma chance de pegar a Cássia e ela também estava bastante afim. No meio da semana na hora do meu almoço liguei para Cássia, no começo foi difícil, porem ela entrou no assunto de sexo, e logo estávamos na maior intimidade falando um monte de besteiras, fiquei de pau duro e chamei ela para irmos no motel, Cássia ficou receosa e disso que não gostaria de fazer aquilo com a amiga dela. Insisti com ela, disse que minha mulher tinha toda liberdade também, logo que achasse um cara legal faríamos um swing ou até mesmo um dia desses depois de uma cervejada partiríamos para o ménage que ela queria, contudo poderíamos começar por nós dois. É ela não concordou e eu tive que desligar o telefone pois minha chefe tinha entrado na sala.

Na sexta feira saí com uns amigos para happy hour. A noite se estendeu e casualmente Cássia apareceu na lanchonete de mãos dada com um rapaz, na verdade era um neguinho que conhecia das quebradas, eles não notaram minha presença, mas na hora que fui até o banheiro dei de cara com ele, na hora se lembrou de mim, cumprimentou, perguntei o que ele estava fazendo ali, me respondeu que estava pegando uma gata e até me convidou para ir à mesa com eles, agradeci porem já estava com uns caras, voltei para mesa, Elivelton, o neguinho voltou para a mesa dele, acho que ele comentou e falou meu nome, Cássia levantou a cabeça e me cumprimentou. O garçom trouxe a nossa conta, cada um pagou sua parte, me despedi dos caras e dei uma passadinha na mesa deles. Cássia pediu que acompanhassem eles na cervejinha e na faixa, e lógico que aceitei. Ela perguntou de onde nós conhecíamos, respondi que tínhamos alguns amigos em comum, conversa vai, conversas vêm, bebemos mais meia dúzia de garrafas de cerveja. Elivelton foi para o banheiro, Cássia alta e sem pudor mandou na lata “É um desse ai que tua mulher tem desejo!” No efeito de várias cervejas: “ Não sei. Você já deu para ele? ... É grande?”

Nisso ele voltou para mesa. Elivelton sentou chamou o garçom e pediu a conta, eles pediram carona para mim. Cássia foi para o banco de trás, a mesma sugeriu que deixasse Elivelton primeiro, ele aceitou na boa. Na casa dele Cássia desceu do carro, os dois ficaram nuns amaços, despediram com um super beijo, ainda o vi metendo a mão na bunda dela. Cássia entrou no carro e fomos para casa dela. Na casa dela pedi para usar o banheiro que estava muito apertado, notei que a casa estava vazia, ela me disse que a filha foi para casa de uma amiga e a mãe no irmão então ela iria ter que dormir sozinha, é claro que foi uma deixa, ela entrou no banheiro não fechou a porta, ouvindo ela mijar, meu pau ficou em ponto de bala, fui para ao encontro dela, ela levantou do vaso, tirou a calça e a calcinha, veio na minha direção e nossas bocas se encontrou num beijo ardente, habilmente tirei o sutiã e a camiseta, ela apertou minha bunda e abaixou minha calça, também minha camiseta e nossos corpos ficaram nus, fomos para cama e fizemos um delicioso 69. A buceta de Cássia ainda tinha gosto de mijo, meu rosto ficou todo lambuzado e molhado, mudamos do 69 para a cavalgada, enchi o útero dela de porra e só depois percebi que não tinha colocado camisinha. Cássia não percebeu continuou metendo, a precheca ficou encharcada perdendo a sensação do pênis entrando e saindo da xota, Cássia estava sedenta de rola, que gozou e não deixou o bicho de fora, deitou em cima de mim, me deu um beijo. – Você é muito bom. Cássia ainda continuou com movimento cadenciado, eu meti as mãos na bunda dela, hora reganhando o rabo dela, hora acompanhando os movimentos. Senti meu pau 100% de novo, pedi para ela ficar de quatro e prontamente fui atendido, dei uma pincelada no rego e enfiei bem devagar no cuzinho apetitoso que recebeu meu pau inteirinho sem fazer biquinho, ela tinha habilidade, rebolava e reganhava a bunda para meu pau ir mais fundo ainda, logo ela sentia minhas bolas bater na xoxota. O tesão foi ao clímax, ela pediu que levantássemos e fizemos sexo em pé, ela levantou, eu fiquei de joelhos lambendo a vagina toda lambuzada, deixei ela doidona tanto que ela quis me retribuir fazendo uma deliciosa chupeta, Cássia levou-me as alturas, o primeiro jato foi direto na garganta dela os outros foram no seu rosto, espirrou até no nariz dela. Deitamos na cama dela, tomando cuidado para não pegar no sono.

- lembra quando perguntou se já tinha dado para o Elivelton!... Sim eu já transei com ele uma vez, foi quando meu marido ainda estava vivo, a única vez que traí meu marido, mas nada bom. Estava com raiva do Marquinhos (marido dela) e foi numa garagem, um local nada legalO que me lembro mesmo foi do tamanho do cacete do neguinho, minha vaginha ardeu bastante na hora e no outro dia também. Acho que a Alice (minha esposa) iria gostar.

- Não sei se dá para confiar no Elivelton, não que ele seja um cara mau caráter, porem ele com minha esposa e eu aceitando tudo. Tenho medo de ele contar para uns caras e o negócio desandar...

- Mas e seu eu falar com ele? Pedir para não contar nada! A minha idéia era isso mesmo, sair com ele hoje e quando estivéssemos trepando eu iria entrar no assunto de Swing e se ele topasse poderíamos fazer um. É lógico que ele iria saber com quem era.

- Sei lá!...

- E se a gente armar algo para os dois. Depois você pegas os dois em flagrante, pede para guardar segredo, senão você mata os dois, eu posso estar junto!

- Ainda fico apreensivo com essa história.

- Então por que você não deixa ela sair com ele sozinha? Direito igual. Você fica comigo e ela com ele.

- Não! Tem que ser nós tudo junto, o negócio é deixar rolar...

Vestimos nossas roupas e fomos embora para casa. Minha mulher estava dormindo e não percebeu que tinha chegado às 4:00 da manhã.

No outro final de semana sai com os amigos de novo e Cássia convidou Alice para bater um papo na casa dela. Concordei, porem não era para sair para outro lugar como uma lanchonete ou barzinho. Pensei que a conversa ficariam só entre elas, mal passou pela minha cabeça que Cássia poderia convidar Elivelton também e, foi o que ela fez.

No sábado, ela ligou e contou tudo para mim. Disse que depois que as três ficaram alegrinha começaram a falar de sexo, Cássia também convidou uma amiga dela que é casada. Gislaine foi a que mais se interessou pelo assunto fazendo um monte de perguntas, Elivelton só ficou ouvindo, quando perguntava o que ele achava do assunto, dizia que teria muita vergonha se fosse mais de duas pessoas. Insinuamos se fosse com as três, respondeu que talvez não conseguisse dar conta das três. Elivelton foi o primeiro a ir embora, dando a desculpas que teria que trabalhar no dia seguinte. Cássia também contou que Alice não tirou o olho do neguinho, vária vezes ela pegou Alice mostrando todos os dentes da boca para Elivelton.

Na hora do almoço puxei conversa com Alice:

- E ontem na Cássia como foi?

- Foi legal! Descontraímos bastante... Cássia convidou uma amiga dela e um amigo também, é foi legal!...

- E sobre o que vocês conversaram?

- Ah! Sobre um monte de coisas!

Paramos de conversar. Duas horas depois o telefone tocou, Alice atendeu, percebi que era Cássia, as duas conversaram por um bom tempo, regadas de muitos risos e até cochichos.

Alice disse que Cássia tinha convidado ela para ir a sua casa a noite, uma reunião de mulheres, isso me excluída da reunião. Saí e procurei telefonar para Cássia, mas não consegui falar com ela, voltei para casa encontrei Alice trocando de roupas, ou melhor, escolhendo a lingeries com qual ela iria, sem cerimônia jogou um vestido por cima das lingeries, na minha opinião, tentando não chamar atenção, ela entrou no banheiro, não ouvi barulho do chuveiro ligado e sim ela se depilando. Tive uma sensação de que estava sendo passado para trás. Ela saiu do banho se trocou, colocou o vestido, ficou maravilhosa. Pedi para levar ela até a casa de Cássia ela aceitou na boa, quando chegamos na casa Cássia parecia que já estava nos esperando. Ela também estava muito bem vestida e por sinal muito gostosa, um vestido colado no corpo realçando todas as suas curvas e que curvas. Notei que não tinha marca de calcinha, ou ela estava sem ou com um fiozinho escondido naquele rabo delicioso e de quebra conheci Gislaine, uma branquinha tesuda, magrinha porem muito sexy, ela me deu um sorriso meio tímido meio sensual, na hora quis ficar ali, mas as meninas não queriam a presença de um macho. Dei meia volta, contudo antes pedi que minha esposa comportasse e não saísse para lugar algum, ela disse que era para mim ficar tranqüilo e me deu um beijo bem molhado e Cássia uma piscadinha sacana. Fui embora com um grilo na cabeça ou outra coisa sei lá...

O tempo parecia que tinha parado, por volta das 23:00 horas o telefone tocou e Alicia me pedia para buscá-la, ela já estava esperando fora da casa e sozinha, ela parecia cansada, entrou no carro e fomos para casa. Chegamos Alicia foi direto para o banheiro fazer xixi, desconfiado fui atrás, entrei junto, ela olhou bem na minha cara: - O que foi quer dar uma?

- Você não está cansada?

- Não, estou com tesão! Vem chupar minha buceta que está toda molhada...

- Molhada de quê?

- Hora! Molhada de quê? De mijo e gozo seu safado. Ela levantou e foi para o quarto, mijei e fui atrás dela, entrei no quarto tirando a roupa, quando deitei na casa já estava nu.

- Por que safado?

Ela me agarrando e beijando minha boca: - A Cássia me contou tudo... Você comeu o rabo dela né!

Estava com tanto tesão que perdi a razão. Ranquei a calcinha e fui enfiando a pau na xota molhada, sem mesmo ter chupado a buceta sedenta de rola.

- Então ela contou... O que mais ela contou?

- Você sabe! ...Cachorro ...fez tudo com ela! Agora quero faz o mesmo comigo, melhor, quero que você dê duas ou vou dar a segunda com outro, já que me traiu tenho o direito também...

Tirei o vestido, o sutiã e desci lambendo seus seios, chupei o bico, que estava duro como uma pedra, acariciei sua mama com uma certa força. Cássia gemia, movendo seu corpo como uma cobra, também apertava meu corpo, hora cravando as unhas em minhas costas, hora apertando minhas nádegas. Atingimos o ápice de nossa tranza, Alice gozou cravando seus dentes em meu pescoço, mais duas bombadas gozei também. Deitei em cima do corpo dela e minutos depois ao seu lado.

- Foi bom tranzar com a Cássia? Você gostou?...

- Sim gostei, chapada ela fica safadinha... Ficamos calados por uns minutos – Me diz uma coisa. Como vocês chegaram no assunto, a Cássia contou ou você insistiu desconfiada?

- Nossa conversa começou com traição, Gislaine achava que tinha sido, Cássia também desconfiava do marido e por isso confidenciou que traiu ele com um negão, respondi que nunca tinha te traído, seu canalha! Falei para elas que confiava em você. Foi nesse momento que Cássia me pediu desculpas, disse que sabia que não ficaria brava com ela e que tudo foi por tesão, na hora senti que era com você. Mesmo sem esperar ela dizer, olhei para ela e perguntei se tinha gostado. Respondeu que gostou muito e queria repetir comigo junto claro!...

Pensei em contar tudo, como foi e até mesmo sobre Elivelton, com tudo achei melhor ouvir mais. Voltei acariciar o corpo dela, minha boca foi para xota melada com meu gozo e o dela, não fiz de rogado, lambi como um cachorro lambe uma cadela no cio. Alicia ficou louca de tesão, posicionada de quatro me pediu para socar no seu rabo, com tesão as coisas são mais fácil, meu pau deslizou para dentro do cú da minha querida esposinha e depois de várias bombadas regadas de tapas na bunda Alicia gozou aos berros, pegamos no sono, de madrugada acordei de pau duro, Alice tinha dormindo pelada eu apenas de cueca, tirei a peça e parti para o ataque, em segundos estávamos no vai-e-vem gostoso. Ela puxou conversa:

- Sabe a Gislaine aquela amiga da Cássia, falou que o marido dela é viado e gosta de homem...

- Mas como ela ainda está casada com ele? Ela viu, alguém contou para ela?

- Foi assim, nós estávamos falando de swing, troca de parceiros, ela disse que tinha feito um ménage; ela, o marido e um amigo dele, o estranho foi que rolou de tudo, tudo mesmo até um momento em que ficou só os dois, o amigo comendo o rabo do marido...

Houve um silêncio entre nós, meu pau ficou mais duro ainda e senti o corpo de Alicia pegar fogo. Dei um beijo nela.

- Amor você teria coragem de pegar ele?...

- Sei lá!... Depende do clima, se o clima estiver bom não vejo problema nenhum.

- Então você daria seu rabinho para ele...

- Você não dá o seu para mim direto e ainda quer dar para um negão...

Nesse momento estávamos deitados um do lado do outro.

- Foi o que aquele amigo da Cássia disse: - “ Todo corno é viado...”

- Vou mostrar quem é viado! Vou comer o rabo da Cássia e o da Gislaine e ainda vou lambuzar todo seu rosto com minha porra...

- E por que você não faz isso agora. – ela caiu de boca no meu pau até inundar a boquinha da minha querida putinha, a safada engoliu tudinho e depois voltou dormir.

Cássia ligou no meio da semana para marcar um churrasco no sábado, disse que o Elivelton foi convidado e já estava ciente do que iria acontecer e concordou com tudo, ela aproveitou e contou sobre o desejo de Alicia e eu em fazermos um swing, e para terminar disse que convidou Gislaine e o marido que era bissexual. Na hora lembrei da conversa com Alicia, perguntei para Cássia o que Elivelton achou da conversa, para ele não há problema nenhum, “todo marido corno é viado”, e tendo bastante álcool e tesão, dá para encarar qualquer coisa, foram as palavras dele. Disse para ela contar com a gente, que a festa estava marcada. Na sexta ao deitamos ficamos conversando: - A Cássia ligou para você?

- Sim! Convidando a gente para irmos amanhã na casa dela; nós, a Gislaine com o marido e o Elivelton...

- Cássia falou que ele é seu amigo?

- Não! Ele não é bem meu amigo, apenas conheço ele das antigas...

- Ainda bem! Já pensou eu dando para seu amigo e bem na sua frente, aliás Cássia disse que o cara é pauzudo, quando ela deu para ele no outro dia ficou toda dolorida que nem sentiu mais vontade de dar para ele.

- E você vai poder realizar sua fantasia de tranzar com um negão. Vai matar sua vontade.

Meu pau estava em ponto de bala, passei a mão na sua bocetinha que estava fervendo e deveria estar super molhada, Alicia tirou minha cueca e caiu de boca, sabia se gozasse primeiro e ela não, iria ficar muito p, porém no dia seguinte ela poderia saciar seu tesão com o Elivelton e com marido da branquinha. É eu tinha que preparar a cachorra. Grudei na cabeça dela e ritmei os movimentos até encher sua boquinha com meu leite viscoso, com tudo ela não engoliu, deixou escorrer pelos seus lábios caindo em seu seios, tirei meu pau de sua boca, peguei minha cueca e foi para o banheiro. Alice sem cerimônia: - Então vai ficar assim!... Pode deixar, amanhã eu me satisfaço. E foi assim que nós dormimos ansiosos pelo dia seguinte.

Homem não tem muito que se arrumar! Basta a barba bem feita e um bom perfume depois de um banho. Já a mulher se depila toda, se maquia e pode escolher uma linda e sensual lingeries e tem a opção fazer um belo penteado, para nós, temos apenas o cuidado de não colocar uma cueca velha ou rasgada, diante de tudo isso Alicia ficou linda e muito gostosa porem ela não estava muito contente comigo, acho que foi por causa da noite anterior. Chegamos à casa da Cássia todos haviam chegado, Elivelton veio me recepcionar com uma cerveja, aproveitou para cumprimentar Alicia, o casal Gislene e Jonas se apresentaram, momentos depois estávamos todos bebendo e rindo. Na sala cada um com seu par, todas estavam de vestido, porem o de Cássia era o mais curto, eu sentado de frente para ela pude ver sua calcinha vermelha quando Elivelton começou à acariciar as pernas dela, suas bocas se encontraram e não quis mais se desgrudarem, no primeiro momento que ela parou para respirar, Cássia aproveitou para tirar a camisa do negão e ele a calça, pronto o neguinho estava só de cueca e com um volume de impor respeito. Vi os olhos de minha esposa brilhar. Elivelton tirou o vestido deixando Cássia só de calcinha e sutiã, por apenas segundos, ela olhou para nós: - “ E vocês só vão ficar ai olhando! – Elivelton pegou ela nos braços e foram para o quarto. Alicia olhou nos meus olhos levantou e foi atrás, terminei de tomar minha cerveja, olhei para Jonas depois para Gislaine, ela sorriu para mim convidativamente, ajoelhei na sua frente, ela puxou o vestido para cima e abriu as pernas revelando um precheca linda, Gislaine não vestia calcinha. Acariciei suas coxas, dei uns beijinhos num gesto de carinho. Notei que Jonas tinha tirado a roupa, levantei e tirei a minha também e Gislaine tirou o vestido, sentei no sofá ela caiu de boca no meu pau, Jonas pegou ela por trás, pensei: “ Lá se foi a oportunidade de chupar aquela maravilha de mulher”, Quando a coisa estava ficando boa ela parou de chupar, subiu no sofá e ficou de quatro para mim, ao ver aquele cuzinho rosa meu cacete ficou ainda mais duro e cabeçudo, esfreguei o pau na entrada da buceta deixando- ô todo melado, encostei a cabeçorra no pequeno orifício e forcei empurrando para frente, ela relaxou os músculos e quando a cabeça entrou Gislaine soltou um gritinho arrebitando e jogando a bunda para trás, quase que entrou tudo, bem devagar comecei a movimentar meu corpo, hora mordendo sua nuca, hora chupando seu pescoço, cheguei até deixar pequenas marcas. Jonas foi a loucura, ele veio por trás de mim tentando pegar-me, na hora repreendi fazendo um gesto que não gostava, ele entendeu o recado e foi para o quarto, aproveitei para sentar e manter meu traseiro seguro, o meu pois o da mulher dele já tinha desflorado, tanto que ela sentou e meu pau entrou todinho sem nenhum esforço, passei a acariciar os bicos e os seios de Gislaine, a coisa esquentou tanto que tivemos orgasmos quase juntos, ela desmontou seu corpo junto ao meu, por uns minutos ficamos curtindo até Cássia sair do quarto e vir se juntar a nós.

- Vocês não perderam tempo ehin!... – Já gozou Giz! O Beto é bom?...

Notei que ela respondeu com um sorriso: - E Alicia está se divertindo? –perguntei para Cássia, derrepente ouvi um sonoro grito vindo do quarto: “AAAAiiiii” – Por quê você não vai lá ver! Devem estar rasgando ela ao meio...

Gislaine saiu de cima de mim, meu cacete estava meio mole, melado e com cheiro diferente, não era de merda, talvez um creme hidratante sei lá. Fui para o quarto e dei de cara com Alicia fazendo sanduíche com os caras. Elivelton socando no cú da puta, quando me viu, encarou-me com cara de vagabunda barata e disse: - Eu não disse! Estou saciando minha vontade de rola. – Jonas teve algumas contrações com o corpo, segurando na cintura de Alicia forçando contra seu corpo. Jonas tinha acabado de gozar. Ela pediu para mim aproximar dela, bati com o pau na sua cara: - Gostou vagabunda? – ela fez sim com a cabeça, enfiei meu pau em sua boca, e algumas chupadas gozou feito louca, também com três cacetes, Alice matava sua vontade de rola, logo Elivelton encheu o rabo da minha esposa de porra, esperou gozar tudo e ao tirar o pau do rabo de Alicia ai sim sentimos o cheiro de merda no quarto, também com um cacete daquele tamanho ela tinha que cagar no pau dele. O negão foi para o banheiro, Alicia foi atrás, eu e Jonas voltamos para a sala,

porem Cássia e Gislaine estavam fora da casa ascendendo a churrasqueira. Cássia queria literalmente comer lingüiça, aproveitei para tomar mais uma cerveja, Jonas me acompanhou e logo em seguida Elivelton e Alicia se ajuntaram conosco, com a churrasqueira acesa e cheia de carnes ficamos conversando e bebericando completamente nus, como num recinto nudista. Depois de algumas cervejas fui para o banheiro, quando mijava gostoso Cássia entrou no banheiro, veio por trás: - Quer que eu chacoalhe para você! – não deu nem tempo de responder, ela pegou no meu pau e balançou fazendo mijar fora da privada. – Depois as mulheres reclamam dos homens... – ela desceu a tampa e sentou na privada fazendo xixi, nisso enfiei meu pau em sua boca, ela ensaiou uma chupeta, mas ao terminar fomos para o quarto, ela deitou na cama, parti para cima dela, porem enfiei meu pau no seu cuzinho. Cássia gemendo gostoso, eu bombando num ritmo bom, entrou no quarto Elivelton com minha esposa. Ele deitou, ela foi em cima e os dois ficaram num 69. O rabo da minha esposa ficou bem próximo da minha visão, já era visível o buraco do cuzinho, na qual tinha deixado de ser horas atrás. O negão enfiava a língua quase toda na buça da puta da Alicia, que gemia e soltava gritinhos histéricos, talvez para provocar-me, mas o tiro saiu pela culatra, ou melhor, super excitado enchi a culatra da Cássia de porra, porem ela não parou de movimentar. Nisso Jonas entrou no quarto com sua esposa, os dois foram direto para o cacete do neguinho, ele claro se sentiu importante, logo minha queridinha esposa quis agasalhar o mastro do negão, enquanto ela se ajeitava em cima do cacete, Gislaine aproveitou para sentar na cara do Elivelton oferecendo mais uma xota para ele fuder ela com a língua. Jonas veio para cima de nós, tirei meu pau e deixei Cássia para ele, eu fui para cima de minha mulher, mas foi enfiar no rabo dela meu pau murcho, nem deu para dar umas duas bombadas, tinha que dar uma respirada, fui lá fora tomar uma cerveja e cuidar da churrasqueira. Fiquei uns 15 minutos, virei a carne tomei duas cervejas e voltei para o quarto. Jonas estava num papai-mamãe com Cássia, Elivelton fazendo o mesmo com minha mulher e Gislene deitada ao lado acariciando seus seios, aproximei dei um beijo na branquinha, desci pelo pescoço, mais umas mordiscadas, até chegar nos seios, mamei como um bezerrinho. Gislaine passou a me acariciar, apertar minhas costas, buscou pelo meu pau, porem estava muito dolorido... Vi um vulto, olhei para o lado e vi a mão branca e boba passando por cima da bundinha negra do Elivelton. Na hora pensei que o bicho iria pegar, eu não gostei que Jonas apenas me tocasse, Elivelton iria sentar porrada naquele cara metendo a mão em sua bunda, mas eu me enganei, o negão colocou a mão na bunda de Jonas. Elivelton saiu de cima da Alicia, Jonas de Cássia e ficou de quatro para o negão. Gislaine prevendo o que aconteceria me arrastou para fora do quarto, ela não queria ver o maridinho levando rola e gemer como uma putinha. Cássia nos acompanhou, diferente da Alicia que quis ficar no quarto, para dar uma ajudinha para o viadinho. Sentei no sofá, as duas pagaram um boquete para mim, diante da maestria das garotas meu cacete enrijeceu, Gislaine não perdeu tempo, levantou e sentou nele, deslizou inteirinho para dentro da xota melada, Cássia abandonou o campo de batalha, foi cuidar da churrasqueira. Controlei os movimentos segurando a bunda dela com minhas mãos, Gislaine colocou sua boca bem perto da minha orelha e passou a gemer baixinho e falar palavras desconexas, aos poucos fui ficando excitado e atingi o clímax quando ela enfiou a ponta úmida dentro da minha orelha, gozei, enchendo ela de esperma, porem ela não parou de se movimentar e minutos depois também atingiu o orgasmo. Ela deitou sobre meu corpo e ficamos ali parados curtindo com os corpos relaxados. Minha esposa saiu do quarto e veio para a sala com uma cara de puta satisfeita, em seguida apareceu Elivelton, procurando sua cueca. Perguntamos do Jonas, Elivelton respondeu que ele estava tirando um cochilo de bruços, todos riram. Cássia entrou na sala com a bandeja cheia de carne assada, Cássia já estava toda vestida. Gislaine desgrudou-se de mim e foi vestir-se, Alice foi no embalo e em dez minutos todos estavam vestidos, a não ser Jonas que dormia profundamente. O negão acabou com o cara! Ficamos reunidos na cozinha comendo a carne assada e tomando cerveja comentando nossas peripécias e tentando marcar um dia para repetir o churrasquinho, porem isso nunca mais aconteceu. Não todos juntos, mas separados sim. Eu comecei um caso cativo com Gislaine. Minha mulher saiu umas três vezes com Elivelton, porem também começou ter um caso com Jonas, é aquele cara que ficou esfolado pelo negão. O carinha adorou a neguinha, minha mulher. E Cássia ssossegou, nunca mais a vi e nem tive notícias....

Ai Cássia se quiser repetir é só entrar em contato.

Beto_Aldrovandi

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