Vida de Estudante - Parte IV

Um conto erótico de Mineiro do Rio
Categoria: Heterossexual
Contém 1908 palavras
Data: 12/06/2011 23:13:06

VIDA DE ESTUDANTE – PARTE IV

Chegou a Semana Santa e todos nós voltamos para nossas cidade e nossas famílias. Eu e Beto, o namorado da Vanessa, viajamos antes das meninas. Elas foram se despedir de nós na rodoviária e seria a primeira vez que eu e Pati ficaríamos tanto tempo separados, exatamente 11 dias. No Rio, eu fui à praia, fui ao shopping, ao cinema, matei a saudade da família e dos amigos, mas não via a hora de encontrar minha namorada para fazermos o que mais gostávamos.

Cheguei a Viçosas num domingo à noite, no bom e velho Rio de Janeiro – Ponte Nova da empresa Unida. Estava tão louco pra ver a Pati, que pensando em fazer uma surpresa, praticamente corri da rodoviária até ao apartamento dela com duas malas e uma mochila. O porteiro do prédio já me considerava morador. Subi para o quarto andar, toquei a campainha e quem abriu a porta foi Bruna, como sempre com pouca roupa como ela gostava de ficar em casa.

-Oi Bruna! E aí, como foi o feriado? (três beijinhos)

-Foi bom e o seu?

-O meu foi legal... A Pati ta aí?

-Não ela ainda não chegou. Você não ligou pra ela?

-Liguei, mas ta na caixa postal.

-Ah... Ela deve estar na estrada então... Senta aí, espera um pouco...

Eu realmente estava cansado da viagem e da corrida com bagagem da rodoviária ao apartamento.

-Beleza! Vou dar um tempo aqui... De repente ela chega. Cadê as meninas?

-A Vanessa vai dormir na casa do Beto e a Mariana ta no Leão.

Leão, para quem não sabe, é um bar famoso de Viçosa que bomba de quarta a domingo. Quando eu sentei no sofá, percebi uma novidade na casa, junto a TV tinha agora um aparelho de DVD.

-Ué Bruna, tem DVD aqui agora é? Vocês não tão fracas não heim?

-Ah... É. A Mariana ganhou, agora vamos ter sessão de cinema...

-Opa! To dentro.

-Ta com fome? Vou fazer um sanduíche pra agente.

-Ah... Bruna, não precisa. Quando a Pati chegar a gente sai e come alguma coisa.

-Vou fazer sim. To com fome.

Bruna levantou e foi para cozinha. Eu, como sempre apreciava o rebolado hipnótico daquela bundinha deliciosa e daquelas coxas grossas. Eu percebi que o aparelho de DVD estava ligado, mas na TV estava passando o Jornal Nacional e, além disso, o volume estava tão baixo que eu quase não ouvia o que a Fátima Bernardes dizia. Apanhei o controle remoto da TV que estava sobre a mesinha de centro e de curiosidade pressionei a tecla TV/AV para dar uma conferida no que estava rolando do DVD. Para a minha surpresa, Bruna estava assistindo um pornô onde uma menina fazia um boquete alucinado em um cara. Fique uns segundos admirando a perícia da loirinha na vídeo, e meu pau ficou duro como rocha na hora. Fazia tempo que eu não transava. Meu pau ficou duro de uma maneira que estava incômodo dentro da minha calça. Vi que Bruna estava voltando para a sala e rapidamente coloquei na Globo outra vez e deixei o controle remoto sobre a mesinha. A única coisa que não dava para disfarçar era o volume dentro da minha calça. Bruna estava com uma bandejinha nas mãos, com dois sanduíches e dois copos de suco, ela pediu para eu puxar a mesinha mais pra perto do sofá, e se inclinou para colocar o lanche sobre a mesa. Eu tive uma visão da bunda de Bruna, como eu ainda não tinha tido. Aquela bunda deliciosa estava a poucos centímetros das minhas mãos e a minha vontade foi de dar um tapa ou uma mordida. Bruna sentou ao meu lado no sofá, e com um sorrisinho safado ela disse:

-Você viu o filme que está no DVD. Não viu?

Eu sorri também e perguntei:

-Como é que você sabe?

-Você ta de pau duro. Não sou cega... Porque você tirou do filme?

-A sei lá... Não queria te constranger.

-Me constranger? Não é tão fácil. Eu adoro assistir filme pornô.

-É... Mas quando eu cheguei, você colocou na Globo...

-Coloquei porque não sabia que era você... Você já é de casa... Ontem, eu e a Mariana assistimos um também.

Minha cabeça foi a mil... Será que ela tava só me provocando ou será que ela queria mesmo alguma coisa comigo? Bruna tinha 20 anos, e um corpo que o curso de educação física vinha esculpindo cuidadosamente ao longo dos semestres. Como ela fala tudo as risos, bem descontraída, eu achei que fosse brincadeira e segui brincando:

-Ah... Já que você é tão moderna assim, e eu já sou de casa... Então coloca no filme...

Ela pegou o controle, olhou pra mim, apertou o TV/AV e falou:

-Você é que vai ficar constrangido agora...

-Eu também não me constranjo fácil... (tentando disfarçar o tesão que estava sentindo)

No filme agora um outro casal fazia sexo oral animadamente. A menina, agora uma orientalzinha peituda, engolia um pau gigantesco até as bolas do cara bater no queixo dela.

Eu estava me controlando pra não pular em cima da Bruna e fodê-la, mas por vários motivos eu tentava me segura, e se continuasse aquele silêncio que estava, eu não resistiria...

-Pow Bruna, não hora que eu mexi no controle, tinha uma menina fazendo um boquete num outro cara...

-É, esse filme só tem sexo oral. O nome é “Com a boca cheia”, eu adoro sexo oral. E você, gosta também?

Eu nem consegui responder... Meu pau estava tão duro, que estava arrancando meus pentelhos dentro da calça, causando um dor incômoda. Eu tive que colocar a mão dentro da calça para ajeitar meu pau, ou ficaria aleijado... Nessa hora, Bruna se aproximou de mim, segurou a minha mão e perguntou:

-Que ajuda pra ajeitar o pau? Se você me deixar chupar, juro que não conto pra ninguém.

-Bruna, a Pati vai chegar...

-Vai perder a oportunidade? Nós não vamos ter outra...

Ela já estava com a mão praticamente dentro da minha calça. Estava ajoelhada no sofá com um dos braços passando por trás do meu pescoço. Não dava pra resistir. Eu coloquei a mão entre as pernas de Bruna e senti o calor da xoxota dela. Ela afastou as pernas um pouco pra me dar mais liberdade. Eu afastei o shortinho de dela para o lado e passei dois dedos na rachinha dela... Ela já tinha colocado meu pau pra fora da calça e batia um punhetinha gostosa pra mim.

-Humm Bruna, que buceta gostosa... Quente...

-Gostou da minha xoxota, gostou?

-Nossa... É uma delícia... To louco pra socar meu pau inteiro aqui dentro...

-Ah... É seu safado? Você gosta de bucetinha?

-Eu adoro... Vou te comer todinha...

-Quem disse que eu vou ter dar a buceta seu safado... Eu só vou fazer uma chupetinha bem gostosa. Quando a Pati chegar você come ela...

Confesso a vocês que transar assistindo a filmes pornôs é meio frustrante. Aqueles atores são selecionados pelo tamanho dos paus. Dizem as más línguas que são todos escolhidos a dedo... (rsrsrsrsr). O fato é que o meu pau é de tamanho normal, não sei exatamente, mas é por volta do 16,5cm. Vendo aquele filme eu tive a impressão que a Bruna ia me dispensar na hora... Aquele pensamento poderia até ser brochante, se a Bruna não tivesse se ajoelhado entre as minhas pernas, e puxado o meu pau completamente para fora, inclusive o saco. Ela me punhetava com uma mão e com a outra ela acariciava as minhas bolas:

-Hummm que pau gostoso, e como está duro... Ela ta querendo bucetinha, mas ele não vai ter...

-Então chupa meu pau, chupa... Mama no meu pau igual aquela japonesinha do filme.

-Calma safado, primeiro eu vou só punhetar você e chupar seu saco...

Ela falou isso e caiu de boca no meu saco enquanto me punhetava devagar... E a puta ainda olhava pra mim... E como ela babava no meu saco... Como ela sabia fazer bem aquilo...

Tinha horas que doía, e eu afastava a cabeça dela. Ela olhava pra mim e perguntava:

-Você não quer mais? Desistiu? Quer que eu pare?

-Não... Não... Chupa mais... Pode chupar!

-Então fica quietinho e deixa sua cadelinha trabalhar... Aquilo me deu um tesão. O jeito que ela me olhava. A forma como ela chupava meu saco... As vezes ela lambia a parte de baixo do meu pau até perto da cabeça. Eu me contorcia e ela adorava. Ela ria, parava de chupar:

-Que foi meu bem, ta doendo? É só pedir que eu paro... Vou chupar seu pau agora, você quer?

-Quero... Chupa... Você só fala e não chupa... Diz que chupa igual a japonesinha...

-Ah... Você duvida é? Ta me desafiando?

-É... Já to duvidando de você...

Ela engoliu meu pau inteiro de uma só vez. Aquilo pra mim era coisa de filme mesmo. Engolia meu pau olhando pra mim e quando ela tirava da boca ela balança meu pau babado e dizia:

-Fala que eu não chupo agora... Fala... (E caía de boca outra vez...)

-Chupa gostosa chupa... Putinha, safada...

Eu segurava a cabeça dela e forçava pra baixo. Eu sentia ele quase engasgar com meu caralho da garganta. De repente ela parou de chupar e disse: “Ah... que pau gostoso...” E tirou a blusa deixando à mostra peitos bem maiores que os da Pati porém menos bicudos. Eu apertei um com uma mão e abocanhei outro imediatamente. Ela deixou que eu saboreasse aquelas delícias por um curto tempo e depois disse:

-Chega... Safado... Eu falei só uma chupetinha... Encosta ai e fica quietinho de novo...

Ela me fez recostar no sofá, e voltou a me chupar. Eu tentava segurar nos peitos dela, mas ela tirava a sua mão e falava:

-Deixa de ser safado, tira a mão do meu peitinho... Ta pensando que eu sou a Tati?

Ela pegava o meu pau e esfregava nos peitos... Eu não esqueço o barulho que a Bruna fazia chupando o meu pau... Ela sabia mesmo o que estava fazendo e adorava fazer aquilo. Eu estava louco pra foder a buceta de Bruna, mas ela não deixava nem eu acariciar os peitos dela. Quando em percebi que Bruna estava se masturbando, eu fiquei louco de tesão. Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos e socava o pau na boca dela como se fosse uma buceta... Ela percebeu minha excitação e intensificou as chupadas, a massagem no meu saco e a siririca que estava batendo...

Quando ela viu que meu gozo estava chegado, ela passou a chupar só a cabeça do meu pau e bater uma punheta rápida. Às vezes ela tirava o pau da boca e fala: “-Goza puto. Goza...”. Ela me chupou até o ultimo instante antes do primeiro jato. Eu não estava acreditando que ela ia me deixar gozar na boca dela. Realmente ela não deixou... Quando comecei a gozar, ela tirou meu pau da boca e deixou que eu lambuzasse aqueles peitos gostoso dela. Eu dei urros de prazer enchendo os peitos dela de porra quente. Ela riu, pegou a blusa, se levantou e disse:

-Agora come seu sanduíche e toma o seu suco. Quando a Pati chegar, você tem outra tarefa.

E foi para o banheiro se lavar. Depois de mais ou menos meia hora, meu telefone tocou. Era a Tati, pedindo para eu busca-la na Rodoviária. Mas isso já é outra história.

Mineiro.do.rio@hotmail.com

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