Foi quase um estupro...

Um conto erótico de moreno
Categoria: Heterossexual
Contém 908 palavras
Data: 28/05/2011 15:37:10

É... foi quase um estupro da maneira que aconteceu... vou relatar um fato ocorrido a dois meses, mas vou trocar o nome da minha vítima... vou chama-la de Suely.

Como poucos sabem, trabalho em construção civil na área administrativa, e, a pouco mais de um ano, foi contratada uma aux de D.P. Suely é seu nome... nunca achei muita graça nessa garota, magra e muito alta para os meus padrões...

Acabamos por trabalhar na mesma obra, já que ela concluiu o curso que fazia e precisava de experiência como técnica... no inicio, tínhamos um relacionamento amigável, mas depois de um tempo, ela começou a achar que todo mundo trabalhava para ela, ficava se desfazendo de todos, e eu já começava a me aborrecer com aquela situação...

Até que tivemos uma briga séria e cortamos relações, nos falávamos muito pouco, somente sobre trabalho, e olhe lá...

Nessa obra, comecei a namorar uma menina que morava no bairro, saímos algumas vezes e outras, ficávamos em um barzinho batendo papo antes de saírmos... e todas as vezes, Suely passava e sempre nos olhava, e eu nem ligava para o fato...

Acabei por saber que ela fazia comentários maldosos sobre a menina... confesso que não entendia muito bem o porquê disso, mas acabei por deixar pra lá, afinal, ela não tinha nada haver com minha vida ou com quem eu andava saindo...

Mas algo muito estranho acabou por acontecer, trabalhávamos na mesma sala, e em um sábado em que ela estava muito irritada, chingando todo mundo, atacada mesmo, notei um olhar esquisito dela para mim... parecia que queria me comer vivo...

Neste sábado, minha namoradinha estava na obra trabalhando na faxina junto com outras garotas, e nessas vindas e idas na minha sala, acabei levando uma nota fiscal para Suely verificar, e, novamente acabamos por discutir, e desta vez, muito agressivamente da parte dela... fiquei puto com ela, e no meio dessa discussão, ela se caminhou para o banheiro, e ainda, no calor da raiva, muito palavrões era dito por ela, mas acho que ninguém notou... ao entrar no banheiro, não permití que ela fechasse a porta, e invadí o recinto com ela já dentro, e eu disse:

- Sua piranha, tá pensando que sou o quê? algum empregadinho seu?

- Sai do banheiro Marcelo, eu vou gritar!

- Vai gritar é o caralho!!! vou te mostrar como se trata um homem sua galinha!

Agarrei Suely com força e a coloquei de cara na parede... incrível, aquela situação estava me excitando, e segurando forte no seu cabelo, mordí sua nuca enquanto minha mão passeava por sua barriga e seios...

Ela se esquivava, dizia que ia gritar se eu não a largasse... se tivesse que gritar já tinha o feito, e por cima de sua calça, passei minha mão na bucetinha... ela relaxou, e eu entendí que poderia continuar, minhas mordidas viraram beijos, enquanto o fecho da calça estava sendo aberto por mim...

Continuei com o passeio manual, coloquei minha língua em sua orelha e ví seu braço arrepiado, minha mão já tocava sua pequena bucetinha por sobre a calcinha, então, decidí sentir o gostinho que tinha... sua camisa, já sobre os ombros, me mostrava as costas nuas, comecei a lamber, e fui baixando lentamente... até a altura da cintura, terminei por baixar totalmente sua calça e lambendo sua bunda, ela permanecia quieta, parecia estar curtindo a brincadeira, até que eu baixei sua calcinha e fiquei com aquele lindo rego a um centímetro da minha boca...

Beijei aquela bundinha deliciosamente, e ao passar pelo reguinho, escutei um gemido dela... estava realmente muito gostoso lamber aquela bundinha...

Separei as bandinhas e continuei com as lambidinhas mais íntimas, tinha o gostinho do cuzinho na minha boca, abria mais e a rachinha úmida de desejo era acariciada pela minha língua, muito encharcada, eu bebia aquele néctar de mulher tesuda, seu dedinho brincava com o grelinho fazendo com que a xotinha se debulhasse em líquido e tesão!!

Me levantei e abaixei a calça e fiz minha piroca se guardar naquela racha tesuda! Iniciei um vai e vem frenético, enquanto ela pedia para eu não parar que ela ia gozar, até parece que minha intenção era parar... quanto mais ela gemia, mais eu metia... até que senti sua vulva me apertar o pau, parei por um instante, ela rebolava e dizia que estava gostoso, que estava gozando feito uma cadela!!!

Tirei o cacete melado de buceta, a fiz sentar no vaso sanitário e pus o pau em sua boca, ela mamava e lambia, meu tesão foi ao máximo quando senti sua mão quente no meu saco e sua boca preenchida, comecei a foder aquela boquinha como se uma buceta fosse... ela pediu: goza! E o pedido dela para mim foi uma ordem... em poucos minutos os meus jatos de porra anunciavam que eu gozava loucamente... sua boquinha encheu e ela engoliu... dei um beijinho e logo a seguir, um tapa... não muito forte, mas só para que ela soubesse quem mandava por ali!

-Você a partir de hoje, só me manda gozar, tá bom sua putinha?

Me recompus e saí do banheiro com o cuidado de ninguém me ver, fui até a obra, estava tudo normal, meus colegas trabalhando e minha namoradinha com seu baldinho e pano fazendo o seu serviço...

Retornei a minha sala, e Suely parecia mais leve, mais calma... o que uma pirocada não faz!

Agora, para ir ao banheiro, Suely me avisa... não sei por quê...

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