Casa dos Contos Eróticos

Malhei o Raul para comer a esposa de 1,80m.

Autor: Yuzo
Categoria: Heterossexual
Data: 20/04/2011 21:24:54
Última revisão: 19/12/2016 21:36:19
Nota 9.92
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Estava fumando fora do aeroporto. Que saco! Em todos aeroportos de primeiro mundo, o fumo é proibido, porém, existem salas específicas nos terminais, até mesmo na área de embarque.

Mais um mico que pagaremos, durante a copa e olimpíadas. Taxas de embarque caríssimas, instalações imundas, desconfortáveis, inseguras, obsoletas, mal equipadas e querendo dar uma lição extremada de ¨civilidade¨. O mundo vai rir.

Um cinzeiro acanhado, cheio e rodeado de bitucas no chão. Sob a garoa fina, local a céu aberto, o ¨fumódromo¨. Nem banco para sentar. O vento frio e os pedintes de plantão a importunar e lembrar que nós somos os marginais, segundo campanhas publicitárias do governo. O fumo mata e enseja a criminalidade, bem mais que o contrabando de armas, o crack, a corrupção e as estatais que desviam verbas destinados à saúde.

- Por favor, pode me emprestar o isqueiro ?

Era uma senhora gorda, já de certa idade, com o cigarro na mão. Cavalheirescamente, acendi seu cigarro e começamos a conversar, em especial sobre as críticas acima. Contei sobre os aeroportos de Nova Iorque, Atlanta, Los Angeles, Tóquio, entre outros.

Nisso se aproximou uma loira, que de imediato, chamou minha atenção. Devo confessar que sou acrófilo (existe isso? Se não, passa a existir. Quer dizer sujeito tarado por mulheres altas). A loira era alta (1,80m. soube depois), cabelos curtos, bem maquiada, uns quarenta anos (só tinha 32 na verdade), não muito bonita de rosto, mas, repito, alta, bem mais alta que eu. Era conhecida da minha interlocutora.

- Oi, você aqui !

- Puxa, que surpresa ! Tudo bem?

Beijinhos entre elas. A cheinha mais idosa dizendo:

- Nossa, como você está linda!

A altona:

- Pois é, agora sou outra! Me livrei do Raul. Nove anos de escravidão! Nove anos sem viver! Estou trabalhando lá no Micheletto...

O papo vai, papo vem. Me afastei um pouco, acendendo outro cigarro. Mas não pude deixar de ouvir, o diálogo animado das duas. Na minha mente devassa, veio a imagem de uma boceta com uma fechadura girando, aparecendo o buraco e os dizeres ¨vacant¨. A loira altona dizendo que seu marido Raul, estava vivendo com outra mulher. O que me entusiasmou foi saber que ela iria para a mesma cidade, e, pelo horário, só poderia ser no mesmo vôo.

Mais tarde, na sala de embarque, 6:15hs. e nada. O avião já deveria ter decolado às 6:00hs. Primeiros raios de sol às 6:30hs. e uma má notícia. O voo havia sido cancelado, face a uma ¨manutenção não programada¨. A multidão no balcão da companhia, todos indignados.

Vi a loira altona parada, mais atrás, segurando sua maleta de mão com rodinhas. Aproximei e ela me reconheceu. Ela, como eu, fazia parte do grupo dos mais serenos, conformados. Antes não embarcar, do que, decolar em um avião com problemas mecânicos. Comentamos sobre aquele fatídico avião da Air France e seu pitot congelado.

Os atendentes atoleimados, propondo nos acomodar no próximo voo, que sairia só às 17:30hs. Para cinquenta minutos voando, teríamos que aguardar mais onze horas! Com os exaltados de plantão ameaçando processar a companhia, reclamar ao procon, à anac, a Deus nos acuda e o diabo a quatro, ofereceram como alternativa, um ônibus leito para uma viagem rodoviária de 450km, com chegada prevista às 14:30hs. no destino.

Simone, este era o nome dela, me indagou:

- Você vai? Acho que vou de ônibus. Fiquei com medo de viajar hoje, de avião.

Mais do que depressa, concordei. Fora nós dois, só outras quatro pessoas aceitaram a troca.

Simone deixou a maleta numa poltrona individual, na frente. Ônibus vazio, com apenas seis passageiros. Fui lá no fundo. Me acomodei numa poltrona singular. Nisso a gata veio lá para trás, com sua cabeça quase roçando o teto do ônibus. Eu apreciando aquela mulher, pra mais de metro, com seu vestido beje de corte clássico, bainha na altura dos joelhos, que deixava entrever as longas pernas.

Acomodou-se no banco duplo, ao lado do meu. E puxou conversa. No início, o tema era falar mal das empresas aéreas. Pelo barulho do rodar do ônibus, nossas cabeças quase se tocavam. Certa altura, ela foi para a poltrona da janela, me chamando para sentar ao seu lado. Só seis passageiros dentro do ônibus e nós, sentados juntos.

- Puxa, que dedos lindos você tem! Sou meio dedólatra (existe isso? se não, passa a existir), sabe? Fico meio excitado quando vejo dedos compridos, tão bem feitinhos como os teus. Ainda mais sem aliança! É solteira? (como se não tivesse ouvido o papo das duas e não soubesse).

Simone repetiu a mesma história que tinha contado para a idosa. Metendo pau no marido:

- Aquele safado do Raul, me traía com outra.

- Verdade? Esse seu marido é um mala mesmo. Não, é um idiota completo. Só pode, pô, trocar uma mulher linda como você e...

Ela me interrompia:

- Nove anos, lavando, passando, cozinhando para o Raul e ele nunca valorizou isso! Para ele quem presta é aquela vadia, horrorosa!

- É um patife esse Raul! (me senti quando criança, malhava o Judas no sábado de aleluia, chutando o coitado do boneco caído e todo arrebentado). Tem homem que é canalha mesmo! Sujeito desse tipo tem mesmo que viver com uma vagabunda qualquer. Não merece uma mulher linda, mulher de verdade como você!

Simone continuava:

- Não sei o que ele viu naquela coisa feiosa. Homem só dá valor a essas safadas, que andam com todo mundo.

Eu dava corda:

- É, tem alguns homens, tão burros que não enxergam nada. Cai no papo dessas imprestáveis, putas mesmo, desculpe a expressão, maloqueiras, macumbeiras (e tadinha, imaginei a outra como Medusa e seus cabelos de serpentes). Elas abrem as pernas, desculpe de novo a expressão, e o trouxa, cai direitinho, esquecendo que tem em casa uma mulher de classe, linda, maravilhosa e desculpe, gostosa como você!

E blá, blá, blá, ela batia de esquerda no Raul, dava de direita na ¨outra¨. Eu chutava e pisava no casal prostrado, usando os sinônimos dela para malhar os traidores e os antônimos para elogiar a altona. E da verborragia, no auge da indignação e entusiasmo, do oral para o físico, as mãos passaram a falar junto, de início com toques leves, sutis, insinuantes, aparentemente involuntários, cheios de segundas, terceiras, quartas...intenções.

Simone também, nela acredito, sem perceber, entrou no diálogo à italiana, cheio de gestos e toques de mão nos meus braços. Se a cabeça de baixo já se enchia de tesão, a cabeça de cima trabalhava em ritmo de Pedro Malazarte. Tinha de achar palavras que pudessem ¨sincronizar¨ com pousadas da mão naquelas coxas grossas, longas, roliças. E procurava febrilmente, textos a serem recitados para justificar carícias no rosto, primeiro estágio, pescoço, segundo estágio, o colo dos seios, terceiro mais difícil, ousado e tudo ou nada estágio.

Ela narrava seus complexos desde a adolescência, pela estatura. A dificuldade de arranjar namorados num universo restrito de homens altos. Até Raul, seu ex-marido, era cinco centímetros mais baixo. Salto alto, nem pensar! Só sandálias rasteirinhas e olhe lá.

O acrófilo aqui, com as mãos encostando naquela extensão toda, falando nos ouvidos e até declamando poemas que o tesão do momento inspirava:

¨Na horizontal, inexiste diferenças,

Tudo é igual, você e eu, engatados,

Não importa as nossas crenças.

Em entrega total, deitados sou seu,

Buscamos o gozo, ambos extasiados,

Num amor animal, oh tara giganteu¨.

Percebi os lábios oferecidos, de fêmea cortejada, entregue. Aquele era o momento! Uma dúvida me assolou, fazendo colar os lábios, de leve, até timidamente, naquela boca. Mas tranquilizei, ao sentir a retribuição ardente e as línguas, desconcatenadas se chocaram na primeira vez, até se entrosarem nas invasões recíprocas.

Minha pica já me incomodava, de tão ereta, dura e latejante. As mãos passeavam por tudo e como tinha corpo para explorar! Faltava mãos para acariciar tantas partes. As subidas e descidas eram lentas, me obrigando a um desconfortável exercício de contorcionismo para alcançar das pernas ao rosto.

Era manhã, mas, os outros quatro passageiros dormiam com as cortinas cerradas. A semi-penumbra ocultava nossos amassos, cheios de paixão. Esquecemos do Raul, da outra, aliás, nem conversávamos mais. Foi difícil descer o zipper nas costas. Complicado também desnudar a parte de cima e mais ainda, tirar o sutiã.

Um par de seios grandes, verdadeiros melões surgiram e no meio, os bicões escuros me convidando a lambe-los circulando pela auréola e dando mordidinhas, alternando com chupadas ora ameaçadoramente intensas, todavia leves, ora ignorando-os para surpreender com sugadas vigorosas.

Já totalmente na poltrona dela, me enfiei entre as pernonas, me abaixei, enfiei as mãos por baixo do vestido, buscando a calcinha. Ela relutou um pouco. Ergui o vestido e passei a beijar a parte interna daquelas coxonas. Isso a distraiu o suficiente para abaixar e tirar a peça íntima. Para vencer suas últimas resistências, caí de boca naquela bocetinha, pequena e desproporcional para aquele corpaço.

Chupei com vontade aquela xoxota deliciosa. Olhei para o rosto de Simone e a vi com as costas da mão direita na boca, sufocando os gemidos e gritos que ameaçava soltar. Pela forma que ela contorcia e forçava o quadril de encontro do meu rosto, ela estava para ter um orgasmo. Era maravilhoso saber que estava dando prazer, àquela, literalmente grande mulher.

Soltei o cinto, botão e zipper. Nem perguntei se podia ou não. Puxei suas pernas, deixando a bundona bem no cantinho da poltrona, me levantei um pouco enquanto abaixava a calça com cueca e tudo. Penetrei de uma vez naquela xoxota, toda encharcada de tesão. Entrou fácil.

A grutinha estava melecada demais. Tirei o cacete, peguei a calcinha e dei uma enxugada no mel que escorria farto da boceta. Limpei também o pau, tendo o cuidado de guardar a tanguinha no bolso. Enfiei de novo. Desta vez senti melhor o avanço, a glande raspando nas paredes daquele buraco quente. Dava impressão que minha pica estava mais grossa ou ela mais apertadinha.

Ah, delícia, estava comendo uma loira altona! Nessa hora, ela era a mulher mais linda e gostosa do mundo! O maior prazer de um acrófilo é estar com a rola dentro de uma boceta e a cara enfiada entre os peitos da altona. É fácil abocanhar os biquinhos, chupá-los no mesmo ritmo das bombadas e sem muito esforço, com a mão bolinar o grelhinho.

Aquele corpaço vibrando a cada socada, era demais! Simone, com sua respiração pesada e ofegante, estava gostando. Eu acelerando, querendo gozar junto. Mas não tive como segurar. Os jatos fartos de porra escaparam, inundando a boceta dela. Parei instintivamente, mas ela continuou num ritmo frenético. Também estava para gozar. Concentrei o máximo que pude para manter o cacete ereto, dentro dela. Ela, ainda com a costa da mão na boca, soltou um gritinho e parou, me agarrando firme e colando seu corpo no meu. Seu orgasmo foi bem na hora, pois, já sentia meu pau ficar meio mole.

Trocamos um beijo apaixonado, saciado. Meu cacete, agora flácido e encolhido, escorregou para fora daquela gruta saborosa. E ela foi no banheiro se limpar. Depois fui eu. Pediu a calcinha, esquecida no bolso da minha calça. Falei que estava lambuzada e devolveria depois (No dia de São Nunca).

Os beijos e apalpadas continuaram pelo resto da viagem. A bundona dela enchia minhas mãos. Só de pensar em comer o cu daquele mulherão, o meu caralho acordou de novo. Quis mais, porém, Simone com medo do flagra, só permitiu alguns amassos.

Não devolvi a calcinha, que hoje, está embrulhada num saco plástico e escondida no fundo do porta luvas do meu carro. De vez em quando, dou uma cheirada, relembrando as sensações incríveis daquela foda. Será que sou um tarado?

Trocamos números de telefone e e-mail. Seiscentos quilômetros nos separam. Não sei, quando e se iremos nos encontrar. Por ser casado, não vou procurá-la. Mas se houver um contato dela...

Comentários

12/09/2017 08:04:53
Achei divertido a tua insistência em pegar a mulher do Raul. Foi delicioso ler como foi. Teus contos sempre me excitam com a safadeza gostosa. Um beijo!
26/03/2017 15:44:39
sensacional
Ly@
03/02/2017 23:15:22
Ah Yuzo, delícia ler esse também! Mais uma vez sugando a minha atenção, me perdi lendo entre suspiros e a temperatura aumentando aqui! Parabéns!
09/06/2016 07:43:27
Um conto envolvente que vale a pena ler. Escrita perfeita e agradável, para entrar no rol dos melhores. Parabéns!
04/05/2016 20:28:09
Nossa, muito massa este conto. Fiquei tarado nesse mulherão. Valeu!
04/04/2016 09:27:47
Hmmmm, quem resiste a uma Simone gostosona como essa? Muito excitante... Parabéns!
04/03/2016 08:33:15
Para quem conhece as nossas rodoviárias, os aeroportos são o máximo. Só indo para o exterior para ver como são precários as instalações e serviços nas mãos da incompetente Infraero. Mas se for pra ganhar uma gatona dessas, não dá pra reclamar. Valeu.
01/03/2016 12:48:24
Rs, ainda tens dúvidas se és um tarado ou a pergunta é retórica, caro colega, rsrsrs? Não temos as mesmas preferências, pois sou louco pelas mulheres pequenas, mas tenho que admitir que uma Simone, eu também queria! Perfeito, excitante, envolvente! Grande abraço!
28/02/2016 07:42:52
Demais o conto. Meu sonho é pegar uma cavalona dessas.
27/02/2016 10:59:33
Nota máxima
27/02/2016 10:58:39
1.80? que mulherão
12/01/2016 06:05:21
Pau no Raul, ou melhor, na ex-mulher do Raul. Tesão de conto.
04/12/2015 08:24:55
Mas bah tchê, que tesão de relato. Suas cantadas pra abrir cancha com a guria foi sensacional. Trepar num ônibus é difícil e muito gostoso. Parabéns. Hasta.
25/11/2015 11:48:14
Cara, essas tuas histórias com mulheres altas são demais. Tenho maior tesão por elas também.
09/11/2015 18:38:08
Mais um cpnto delicioso, cheio de erotismo.
21/10/2015 21:28:01
EXCELENTE.
13/09/2015 08:37:54
BOM PRA DANAR ESTE CONTO. FURUNFAR DENTRO DO ÔNIBUS E COM UMA CAVALONA DESSAS DEVE SER GOSTOSO PRA DEDÉU. UM DIA QUERO ESCREVER COM VC.
15/08/2015 23:27:49
Adorei o conto, meu lindo. Além do erotismo refinado, com partes divertidas. Não tem como deixar de admirar o enredo e as sutilezas implícitas. Parabéns e nota máxima pra ti. Beijinhos.
22/06/2015 17:22:58
Vc é mesmo o cara! Tbem sou louco por uma cavalona. Valeu!
31/05/2015 15:04:45
Yuzo, eu novamente, cara como você escreve bem O.o (já percebeu que ganhou uma fã não é mesmo?). Então 1,79 é quase 1,80 (euzinha). Fiquei molhadinha... Nota 10 pra você.
08/09/2014 13:41:49
Yuzo, querido, adoro os neologismos que você cria, dando um toque só teu, aos contos. Também interessante destacar a forma como você mergulha no psicoemocional de tuas "presas", rs, conduzindo-as de forma que elas pensam que te conduzem, rs. Excelente, Quintus! Muitos beijos. Nídia.
19/02/2014 16:42:26
Ainda bem que mesmo eu sendo baixinha , você me comeu rsrs e bem comida yuzo lindo . Nota 1.000
24/01/2014 10:43:01
otimo conto
04/01/2014 10:30:35
Meu caro Yuzo, respondendo à sua pergunta no finalzinho do conto, você é um safado, um verdadeiro safado, que usa de mil e uma artimanhas para comer as ALTONAS, e acaba sempre se dando bem...rsrs. Este conto é fantabulástico e maravilhento. Será que existe estas palavras?....Beijos, meu lindo. Adorei!
28/11/2013 10:23:15
Uma mulherona traída e um comediante safado, num longa e forçada viagem de ônibus. Acaba em transa excitante e narrada com maestria. A figurar entre os melhores, se não fosse a ação do gay medíocre ¨alsn(AUGUSTO)¨, que deu nota zero. Típico dos covardes cretinos, tentou se ocultar, excluindo o comentário.
07/09/2013 13:53:48
Outro conto irado, brother! Gostei da trela com piriguete e tô aprendendo contigo como chavecar as minas, parceiro. E ainda fiquei de pau duro lendo a história.
01/08/2013 21:18:41
Um conto de 2011 e eu não havia lido! Que desperdício!Antes do comentário, um comentário: Acrófilo não é o sujeito que gosta de morar no Acre? Bem, sempre me impressionou a facilidade com que você conduz seus textos, você brinca com palavras e situações, incursiona por desvios críticos que tratam desde a vergonha anunciada na falta de estrutura para uma copa do mundo no país, via comentário sobre um tipo de fumódromo único no mundo e ridículo e segue até esbarrar em mitologia grega, não sem antes criar neologismos engraçadíssimos. Dia desses lí um conto seu (não me lembro qual) em que mencionava Plano Cruzado ou coisa equivalente, URV, Itamar Franco... você é genial. Genial pois no entrelaçar desses aparentes desvios de rumo, você coloca o sexo de forma tão natural, sem esforço algum, sem quebra de continuidade. Às vezes, confesso, seus contos eróticos ficam tão lúdicos que acabamos rindo, outras vezes tão graves que temos de apelar para uma punheta ou... se a mulher estiver à disposição para logo mais... Abraços.
07/05/2013 05:50:44
Como é deliciosamente excitante ler seus contos!!!
29/04/2013 17:18:08
VOCÊ É O CARA YUZO!!!
08/03/2013 23:27:41
08/03/2013 23:27:38
Muito bom seu conto.. Tbm tenho 1,80 de altura
15/02/2013 22:12:27
quero viver um romance com uma casada bem safada, pode ser vc que esteja lendo esse relato nesse momento. luiscamabc@hotmail.com
24/01/2013 10:49:25
Vc é O Rei da Libertinagem. Engraçado, Sexy e Envolvente, o dia que tiver metade do seu talento vou me considerar feliz. Beijos, 10
2F
21/11/2012 21:36:22
Show...
03/11/2012 14:45:19
tb gosto de mulheres altas!!!descreva a calcinha por favor, hehehehe, ótimo conto!!
21/09/2012 14:32:19
Estou viciada em seus contos.... acho que não consigo parar de ler.... Deliciaaa
15/09/2012 20:48:51
Pelo jeito, prá você, tamanho é documento (ao menos no tipo feminino). Rss. Bem, mas tem os que preferem as mignon. Como tenho estatura mediana, sou do tipo universal (ou das que não agrada nem gregos nem troianos)... Mas me divertí com a leitura. Parabéns!
14/09/2012 09:44:18
Hummmmm... Gostei da TRAMA toda!!!... É SEX´SACIONAL!!!... Esta delícia de história me fez RIR e ficar de PAU DURO!!!... Bem, vamos às notas... Pelas companhias aéreas e aeroportos - Nota: ZERO (nunca ví tanta incompetência como na ANAC e Infraero)... Pela gostosa da Simone - Nota: MILL (Quando é que vou encontrar uma? Buáaaa!!!)... Pela sua história sempre bem escrita - Nota: MÁXIMA (Só não gosto que vc sempre se dá bem, pô!!!)... Mando um beliscão na tua bunda e no Raul, um beijão na RACHINHA da altona e... XAU!!!
30/05/2012 21:54:00
Ah, da! Depois da sobrinha de 1,49, da tudo contigo, meu bem! Beijo fervendo pra voce!
24/04/2012 09:08:52
Cara, excenlente, gostaria de escrever como você, mas ainda estou longe disto. Abrçs
22/01/2012 22:19:39
Yuzo! Delicia de conto! Se não se importa vou divulgá-lo em http://pepper-sex.blogspot.com fazendo as devidas citações, blz?Continue escrevendo! Vc é muito bom!
04/12/2011 23:02:07
Belo conto e com humor,ri e me diverti,alem de me exitar rssss,muito bom. É legal quando temos uma tara e a realizamos,nossa é o maior e melhor gozo do mundo. :)
30/07/2011 10:39:34
¨Meu cacete agora flácido e encolhido, escorregou para fora daquela gruta saborosa¨. Sensacional! Gostosex (se não existe, agora passa a existir) de ler.
18/07/2011 16:57:01
Show de conto.
14/06/2011 18:02:18
O cara, seu conto e demasiadamente (existe isso? se não, passa a existir) bom demais! RSRSRS...Nota!
13/06/2011 16:46:32
Tem toda razão, newtonton. Já editei e fiz as correções devidas. Muito obrigado.
08/06/2011 08:25:19
Muito bom.
06/06/2011 07:25:18
Seu conto foi uma ótima oportunidade de mesclar erotismo e humor.... realmente, muito bom. E obrigado pelo comentário no "A PORRA DE UMA PORRA DE APOSTA". Realmente, nos milésimos de segundos antes do orgasmo, nos dispomos a fazer um monte de coisas, inclusive aquilo que relatei no conto. A questão é... depois deste último milésimo de segundo, qdo desencadeira a reação... quando vem o alívio e, com isso, rsss... a "desobrigação" de fazer o combinado... ou o pretendido.
05/06/2011 22:05:47
Gostei do conto, sempre divertido e excitante.
03/06/2011 11:50:51
Não tenho bem certeza, acho que nunca tinha lido um conto do Yuzo. Muito bom mesmo, finas ironias, bom humor aos montes e sacanagem! Ótima mistura...
01/06/2011 18:51:16
Ó meu caro, ótimo conto, com dois poréns (malha se Judas no Sábado de Aleluia e não é Zé e sim Pedro Malazartes). Pelo visto és um escritor contista na faixa dos "enta" muito bem vividos. Te invejo cara, gostaria de ter a fluencia que tu tens em descrever cenas e situações. Avise nos quando for editar um livro. Nota MMIIIRRR!!!
23/05/2011 20:00:43
Já vi que todos os seus contos são bons. Excelente texto. É conto nota DEZ!
10/05/2011 10:47:48
Belo conto!
29/04/2011 20:11:50
Muito bom seu conto, sempre com pitadas de humor, o que nos proporciona leitura deliciosa e excitante.
23/04/2011 10:43:43
Um conto muito bom e excitante....e vc Cibele venho acompanhando seus comentários, estou vendo que gosta de ler realmente.... Leia o meu e comtente - DELICIA DE CUNHADA - roanldofrancop@hotmail.com - me add
21/04/2011 11:30:40
Tu és um sadico. Coitadinho do Raul. Poesia erótica? Amei.Rss.
21/04/2011 03:56:49
Com vc pode existir qualquer palavra absurda ou nao...mas que trepada gostosa esta heim??? Adorí (existe isso?se nao passa existir) kkkk bjus
21/04/2011 01:09:35
dez
20/04/2011 22:16:10
Putz, vc é um safado hilário que escreve demais! Tenho 1.58m, acho que não dá né. KKKKK.
20/04/2011 22:00:14
belo conto Yuzo... nota dez.. maximus0357

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