Casa dos Contos Eróticos

A sobrinha era virgem e rebelde

Um conto erótico de Tio tarado
Categoria: Heterossexual
Data: 15/01/2011 23:10:19
Última revisão: 19/11/2014 05:46:19
Nota 9.69

Daniela é sobrinha da minha esposa. Filha única e mimada. Uma ninfeta, tipo mignon, aparentando bem menos que seus 19 anos.

Acompanhei sua adolescência, com fases amalucadas de pintar as unhas de roxo escuro, usar batons da mesma cor, tingir cabelos de bordô e colocar piercing nos lábios. Fora roupas de gosto duvidoso, sei lá de que tribo.

Nunca tinha olhado Dani como mulher até minha esposa contar várias coisas. Seus pais, meus cunhados, quebravam a cabeça com atitudes dela. Indefinição quanto a escolha da faculdade, noitadas nos fins de semana, rebeldia e revolta contra sabe lá o que.

Tinha madrugada que ela ligava para ir buscá-la e encontravam-na embriagada, literalmente na sarjeta. Fora as vezes que se andou auto mutilando, obrigando a idas de emergência no pronto-socorro. E contou para outra sobrinha que tinha feito uma tatuagem, escondida dos pais.

Era final de ano e Dani veio passar uns dias em casa. Todos achavam que um período junto com as primas, faria bem para sua cabecinha. Mas nossa companhia não resolveu muita coisa. Sempre educada, todavia distante, como cumprisse uma obrigação de estar conosco.

Para o retorno, as passagens de ônibus estavam esgotadas. Ficou decidido que eu a levaria de carro.

Durante a viagem, fomos conversando amenidades. Para desanuviar o ambiente, quando eu via uma mulher, brincava classificando-as entre comíveis e incomíveis (esta vai existir, constando no Aurélio). Ela entrou no jogo, comentando sobre a gordura de umas, a barriga, a cara feia de outras, a jovialidade ou velhice, etc.

- Tio, o senhor já traiu a tia ? A pergunta me pegou de surpresa. Resolvi ser honesto.

- Se você manter segredo eu te respondo, disse.

- Tá bom. Eu não conto prá ninguém.

- A sua tia não sabe, mas já dei minhas escapadinhas. Foram algumas transas assim, eventuais, sem envolvimento, sabe ? Nada sério. Puro sexo. E você, me conta, já transou com alguém ?

Pensativa, ela não me respondeu. O tema era aprazível para tratar com qualquer garota e não poderia deixar o assunto morrer ali. Rapidinho argumentei insistindo:

- Pô Dani, eu revelei meus segredos e você não me conta os seus ?

- Bem, na verdade ... Ah tio, deixa prá lá. Desconversou.

Paramos num quiosque na beira da estrada para tomar água de coco. Ela estava querendo se abrir com alguém e pelo jeito hesitava. Acho que avaliava se podia confiar em mim. Resolvi arriscar:

- Dani, soube que você fez uma tatuagem. Me mostra prá mim ?

Ela olhou assustada e indagou:

- Quem te contou ? Ah, já sei, foi a linguaruda da Kátia. Mas não posso mostrar. É que está aqui ó. Disse apontando o baixo ventre, quase na região pubiana.

Não sei porque, mas comecei a ficar excitado. E seguimos viagem, com conversas picantes. O pau duro, inchado e incomodando. E a certa altura, ficamos em silêncio. Ambos calados, imersos em nossos pensamentos. Lá fora a paisagem se mostrava distorcida. As árvores, placas de sinalização e tudo mais, passavam de forma vaga. Aliviei o pé do acelerador.

Com o rabo do olho, observei Dani, que parecia tranquila e relaxada, olhando fixamente para frente. Eu queria fazer coisas gostosas com aquela menina. Mas, sempre tem o ¨mas¨, fiquei imaginando se alguém descobrisse. O pai dela, irmão da minha mulher. Que escândalo seria! E a minha esposa então? Tantos anos de união feliz iria para o ralo. Com certeza!

Ela sentiu meu olhar. E retribuiu com um sorriso, meio tímido, porém safado. Como se esperasse de mim, mais velho e vivido, o próximo passo. Não tinha expressão desafiadora. Apenas de quem aguardava. O que desse e viesse. De quem queria e assolada por duvidas, de até onde eu iria.

Sabia que na entrada da cidade, havia dois motéis. E meio brincando, mais querendo, arrisquei:

- Vamos parar num motel ? Lá você pode me mostrar a tatuagem.

Ela não respondeu. Também não negou. Acho que topou. Por um instante, pensei outra vez na minha mulher e nos pais dela, meus cunhados. Caso a história viesse à tona, todos iriam me condenar. Hesitei:

- Brincadeirinha, tá?

Mesmo tentado pela chance de provar carne nova e apetitosa, falei desistindo. Ela me encarou então, com olhar curioso e agora um tanto provocador:

- Nunca fui num motel. Queria ver como é que é.

Tem momentos na vida que precisamos tomar decisões extremas. Na louca, como dizem. Chutar o balde e ver no que dá. Se eu estivesse numa história em quadrinhos, a melhor legenda para o balãozinho nessa hora seria: ¨Foda-se o resto!¨.

Entrei no primeiro motel. Peguei as chaves na janelinha da portaria, preocupado que a recepcionista pensasse que eu estava com uma menor. Afinal, a Dani parece uma menininha.

Estacionei na garagem anexa e abaixei o portão, ocultando o carro. Abri a porta da suíte e praticamente empurrei ela para dentro. Dani sentou na cama observando, maravilhada, cada detalhe do aposento.

- Então, me mostra a tal da tatuagem ?

Ela bem envergonhada, soltou o botão do jeans, abriu o zipper e desceu as calças até o joelho. Vestia uma tanga amarela de lycra com renda. Abaixou um pouco a ponta superior da calcinha e me mostrou a tatuagem. Parecia uma flor multicolorida, mas era um trevo estilizado. Eu estava mais interessado na pele branca e alguns pelos que conseguia vislumbrar.

Coloquei a mão como se tocasse o desenho. A mão boba já deslizou mais fundo, procurando tocar a rachinha.

Ela se retesou, entre surpresa, curiosa e uma pontinha de medo. Com a outra mão, acariciei seu rosto e cabelos, tranquilizando.

- Está quente. Já que tamos aqui, vamos aproveitar a hidromassagem ?

Fui me despindo. Totalmente nu, fui para o banheiro e abri as torneiras. Procurava agir naturalmente. Dar uns amassos, brincar eroticamente e o que viesse a mais era lucro. Tomei uma ducha e entrei na banheira. Ela ainda sentada na cama, me olhava enigmaticamente.

- Vamos Dani. Venha. A água está uma delícia ! Vou ficar de costas, tá bom ? Ó, não vou olhar, tá bom?

E dei as costas. Me esticava e submergia na água morna. Tirava a cabeça e safado, dava umas espiadas. Ela se despia timidamente. Estava vindo. Foi para a ducha. Quando percebi que abria a porta de vidro do box, abri espaço.

Coloquei as mãos nos olhos (com alguns dedos entreabertos). Vi o corpinho alvo, sem manchas, de l,50m., magro, se muito com 40kgs. Uma ninfeta perfeita. Escondia os seios com o braço esquerdo e com a mão direita tentava ocultar o tufo de pelos ralos e negros.

Acomodou-se de frente para mim. De cabeça baixa e tensa pelo inusitado da situação. Procurei quebrar o gelo, elogiando a beleza do seu rosto e os cabelos negros, lisos e sedosos. O que mais me excitava era a pele, branca e sedosa, sem qualquer marca. Pedi para ver os seios.

Ela recusou, ainda com o braço ocultando-os. Confessou que tinha complexo deles, que tinha o peito liso como tábua, da sua baixa estatura, da bunda, das feições, enfim, da sua insatisfação total com sua aparência.

E eu a contestei, elogiando o rostinho. Que muitos homens tem tesão por mulher pequena. Citei a música do Roberto Carlos. Que até mesmo entre os americanos, há os que não gostavam de peitos grandes. Que o conceito de beleza era subjetivo, sem padrão definido, cada um com gosto diferente, pessoal. Insisti puxando o braço que cobria os seios.

E os dois peitinhos apareceram, pequenos, mas, lindos. Meu pau já estava latejando de duro. Apalpei os montinhos, elogiando a firmeza. Me aproximei mais e beijei os biquinhos róseos. Um cheiro de menina moça. Comecei a chupá-los, dizendo o quanto eram bonitos, ¨isso que é peito, não aquelas coisas grandes, moles, caídas, siliconizadas¨. Senti que eles se enrijeciam na minha boca.

Pela respiração ofegante, percebi que Dani estava excitada. Enfiei a mão entre suas coxas e com o dedo médio passei a bolinar o grelhinho. Abracei-a, fiz ficar sentada na beira da hidro, enfiei a cara no meio das coxas.

Dani não reagia. Comecei a chupar a xaninha dela, lambendo e tentando colocar a língua dentro. Peguei sua mão, direcionando para minha pica.

Foi fácil pegar a menina no colo e sair da banheira. Os sacos plásticos que lacravam a toalha atrapalhou um pouco. Secamos como deu e praticamente, joguei-a na cama.

Estava louco de tesão. Meus elogios para aquela ninfeta gostosa eram sinceros. Continuei a chupada frenética, alternando beijões nos lábios daquela vulva delicada com lambidas, tentando penetrá-la com a ponta da língua. De propósito, fazia barulho para esquentar ainda mais o clima.

Ela deve ter gozado várias vezes na minha boca. Não ligava para seus reclamos de ¨para tio. Chega, para tio, para¨. Pedidos esse que pelo tom de voz, significava ¨mais, mais¨.

Subi em cima do corpinho e fiquei esfregando a tora na entrada da bucetinha. Me apoiava nos braços para não fazer peso e esmagar a delícia pequena e frágil. Fodia nas coxas, com a cabeça do pau deslizando nos lábios vaginais. Entrou um pouquinho. Tirei rápido, tentei continuar nas coxas. A insanidade me dominava. Enfiei de novo. Agora a penetração foi mais profunda. Ardeu um pouco.

Ela de olhos fechados, apertando as pálpebras, como sentindo dores.

- Está doendo?

Perguntei preocupado.

- Só um pouquinho. Não para não.

Respondeu com voz embargada.

Eu estava dentro de Dani. Buraquinho apertado e quente. Sentia o cacete preso. Passei a meter devagar, gostoso. Suas carnes apertavam meu mastro enfiado. Copulava e chupava ora um peitinho, ora outro. Ela por instinto, passou a rebolar, enquanto gemia cada vez mais.

Soltou um grito abafado e parou por completo. Inerte e entregue. Tive certeza que ela teve um orgasmo. Meti mais rápido e na hora do gozo, tirei para fora, ejaculando no seu ventre. Os jatos foram tão fortes que chegaram acima do umbigo.

Olhei meu pinto e tive um choque. Havia um pouco de sangue nele. Nas coxas dela e até alguns pingos no lençol. Quando chupei não havia sangue e nem cheiro de quem estava menstruada. Era o cabaço que havia rompido.

- Dani, você era virgem !

Então me contou que esse era o seu maior problema. Suas amiguinhas já tinham transado há muito tempo. Ela mentia que também tinha dado para os namorados. Mas sua insegurança, o complexo de inferioridade, a auto sugestão de que era feia e insignificante, não a deixava ir adiante. E morria de vergonha disso.

Disse o quanto ela tinha sido gostosa, maravilhosa. Melhor do que a maioria das mulheres que eu tinha comido.

Dessa vez entramos na banheira trocando beijos e na maior sacanagem.

O tempo era curto e Dani estava com a precheca dolorida.

As chances são escassas, mas na próxima vez, quero sentir aquele tesão de corpo peso pluma sentado no meu pau. E transar numa posição que vi em alguns filmes pornô. Metendo de pé, carregando-a de frente para mim, pendurada no meu pescoço. Não sou atleta, mas, o corpinho da Dani é ideal para essa trepada, uma das minhas fantasias.

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Esta história teve continuação no conto ¨Comendo a sobrinha ninfeta¨. Para achar, clique no meu nome em ¨autor¨.

Comentários

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16/10/2018 13:46:08
Nossa que delicia de conto parabéns
07/09/2018 11:36:09
Deliciosa estória! Dos seus.contos que lí foi o melhor até agora! E pretendo ler todos pouco a pouco pois manda muito bem nas narrativasa
26/07/2018 20:02:47
Um homem que sabe fazer um bom oral, tem o meu respeito. Rs. Muito bom este conto também. Tem razão os que o apontam como o melhor escritor aqui do site. Ganhou uma fã!
25/06/2018 02:46:03
Muito bom!
29/01/2018 08:17:13
É sempre um prazer a leitura dos teus contos, Yuzo. A variedade de temas e enredos, sempre desenvolvidos com primor. Concordo com os que o apontam como melhor autor da casa. Este também é muito excitante, com essa sobrinha complicada e sua primeira vez. Beijos da Vanessa.
28/01/2018 09:23:29
DENTRE MAIS DE CENTO E TRINTA MIL CONTOS, ESTE É O OCTAGÉSIMO (80) MAIS COMENTADO DO SITE, COM 113 VOTOS. Muito bem escrito, merece a nota máxima.
25/12/2016 09:10:05
Uau... Amei e amei o final e amei todo o resto...
04/03/2016 07:48:19
As aparências enganam. Nem sempre uma menina atirada anda dando por aí a torto e direito. Foi o que o tio descobriu com essa deliciosa sobrinha, que tinha tudo para não ser, mas era virgem. Bom conto.
27/02/2016 11:30:40
Conto delicioso, com a particularidade de reunir três elementos que contribuem para a insanidade do leitor: sobrinha, ninfeta e virgem! Saber conduzir a mulher em sua primeira dança do amor é um dom. Dom que este conto retratou com cores perfeitas. Excelente, caro colega! Lerei a continuação. Abraço!
03/02/2016 07:30:09
Muito bom. Tb estou treinando pra qdo pegar um cabacinho desses.
28/01/2016 22:25:10
Excitante demais,mano! Vc escreve bem pacas. Meu sonho é pegar uma virgem dessas e arrebentar. Quero ler a continuação.
28/01/2016 21:24:15
Que delicia cara!!!!
11/01/2016 16:42:19
Tesão de conto. A sobrinha da minha mulher é maior gostosa. Dá vontade, mas, se descobrem estou fodido.
11/01/2016 05:26:35
Eu adorei o conto, se eu soubesse escrever bem eu tenho várias histórias semelhantes...embora algumas eu não posso contar pq é de conhecimento de quem me conhece, mas um dia quem sabe eu me arrisco nos casos de novinhas...rs
03/12/2015 18:27:39
Muito massa, melei a mão. Deve ser demais arrebentar o cabaço de uma gostosa como essa Dani.
13/11/2015 08:03:47
Hmmmm delicia de conto! Que sobrinha gostosinha! Adorei o conto. Abs.
13/10/2015 11:47:26
Gostei do conto, bem excitante.
11/09/2015 08:46:25
Muito bom o relato. Adoro homens maduros. Putz, vou fazer igual e dar meu cabaço pro meu padrasto. Rss.
15/08/2015 22:59:52
EXCELENTE.
24/07/2015 22:53:42
Trimassa este conto. Mui bem escrito e excitante. Minha mulher também tem uma sobrinha bem gostosa. Ela vive me inticando, mas, não dá pra comer. Se descobrem, preteia o olho da gateada. Sorte a tua de descabaçar a guria.