A massagista casada de 1,82m.

Um conto erótico de Yuzo
Categoria: Heterossexual
Data: 14/01/2011 23:33:18
Última revisão: 05/11/2014 23:29:07
Nota 9.89

Costumo frequentar uma sauna aqui da capital. Numa dessas idas, resolví fazer uma massagem de verdade. Agendei na recepção interna, dando o número da chave do guarda-volumes.

Fiz a sauna, passei pelo saguão de relax onde havia várias ¨massagistas¨ e fui para a sala terapêutica. Ao ver quem me esperava, fiquei bem animadão.

Sou acrófilo (tarado por mulheres grandalhonas) e ela era literalmente, mulher prá mais de metro. Loira, alta e rosto bonito, bem maquiada. Ar elegante, de pessoa fina. Um verdadeiro mulherão.

O guarda-pó e mini-saia branca não ocultavam aquele corpaço, tipo mulherão americana. Tirei o roupão e sob comando dela, deitei de bruços na mesa de massagem, totalmente nu.

Se apresentou como Sheila, com certeza nome de guerra. Xavecos à parte, falei do meu tesão por mulheres altas e papo vai, papo vem, fiquei sabendo que tinha 30 anos, media 1,82m. e para aumentar a fantasia, era casada. Trabalhava alí porque a grana era melhor do que em clínicas de estética.

Trouxe toalhas úmidas e quentes, cobrindo minhas costas, nádegas e pernas. Tirou as toalhas e passava óleo enquanto massageava às vezes vigorosa, às vezes levemente. Com a cara enfiada no buraco circular, conseguia ver parte daquelas pernas compridas e torneadas. Fiquei excitado e de membro duro.

Enquanto ela foi buscar mais toalhas, erguí a bunda e fiquei alisando o cacete.

Sheila voltou e pediu para mim virar, de barriga para cima. Pego no flagra, sem graça, relutei um pouco, rezando para o pau amolecer.

Não teve jeito. Virei de frente, com o pau ereto, apontando para o teto (não é que rimou?)

Ela, profissional, fingiu não perceber, me cobriu com novas toalhas, começando pela região genital, depois o peito e as pernas.

Aguardou um pouco, tirou só a de cima, repetindo a massagem que tinha feito nas costas. Foi para as pernas, demorando-se na sola dos pés.

-Huum, delícia ! Gemí forçado, mostrando que estava bom demais. Ao mesmo tempo, ansioso, pensava que depois dos pés e pernas, ela viria para as partes íntimas. O que iria fazer ? Pensando nisso, o cacete ficou mais duro ainda.

Terminou embaixo e para minha decepção, friccionou meu pescoço, dando atenção para a cabeça, apertando os lóbulos temporais. Finalmente, foi para onde me interessava. Não tirou a toalha, que nessa altura parecia uma tendinha com um mastro suportando o centro. Enfiou a mão por baixo, massageando a barriga e chegando no máximo, até o limite dos pelos pubianos. Quase gozei.

Na semana seguinte voltei. Não conseguía tirar Sheila da cabeça.

Quando ela chegou na última toalha, arrisquei:

- Pega no meu cacete. Por favor, bate uma punheta prá mim !

Ela profissional como sempre, já acostumada com tal situação, me disse que não podia. Sua função a impedia de ter contatos sexuais com clientes, para não concorrer com outras meninas que estavam alí para transar.

Peguei uma das meninas, a mais alta de todas e metí adoidado, imaginando o corpão da Sheila.

Toda semana ia na sauna, muitas vezes para suar rapidinho, tomar uma ducha e receber a massagem. E sempre elogiando Sheila pela sua técnica, beleza e principalmente os 1,82m. E cantando com mais veemencia. (Verdade, gente, não posso assistir jogo de volei feminino, vendo aqueles monumentos com aqueles shortinhos...).

Dizem que ¨água mole em pedra dura tanto bate até que fura¨.

Na quinta ou sexta vez, depois de incontáveis suplicas, ela pegou meu pau por baixo da toalhinha e bateu uma punheta gostosa. Gozei rápido. Sheilão, impassível, pegou as pontas da toalha e limpou meu cacete. Apertou, espremendo o resto da porra e deixou tudo sequinho.

Já que o assunto é ditado popular, vou citar outro para ilustrar o que sentia. Se der o dedo, quer a mão. Se der a mão, quer o braço. Se der o braço...

Na vez seguinte, ela me masturbou de novo. Eu queria comer aquela deusa. Estava maluco de tesão, tarado por ela ! Tentei beijá-la mas ela se esquivou, me afastando.

Sempre, quando estava de bruços, e via aquelas pernonas bem ao meu lado, tinha vontade louca de passar as mãos, subir pelas coxas e chegar na xoxota.

Cada vez mais ousado, dizia que estava louco para come-la. Que seria rápido. Que de tão gostosa ela era, bastava colocar o pau dentro que eu gozaria rapidinho. E ela sempre negando. ¨-Voce está louco ? Se o patrão descobre vou prá rua !¨.

Sei lá se na oitava ou décima vez, contei que tinha transado com uma menina pensando nela. Que tinha até falado seu nome quando gozei. Ela perguntou quem era a menina e falei que foi Roxane, uma garota nova na casa, loira e também alta, não tanto quanto Sheila.

Já tinha meio que desistido de comer aquela gata. Seria uma ¨foda platônica¨. Só no meu imaginário.

Eu deitado na maca de pinto duro. Era hora da punheta de sempre. Sheila trancou a portinhola, tirou a calcinha e arrancou a toalha que cobria minha pica. Subiu na mesa de massagem, ergueu a mini-saia até a cintura e ficou de cócoras, quase sentada na minha barriga. Pegou meu cacete e enquanto segurava, veio descendo. Ainda não acreditando, ví a cabeça do pau sumindo no meio dos pelos loiros.

- Só me avisa quando for gozar!Me disse com cara de safada.

Sem camisinha ! Mas na hora, não queria nem saber. Só sentia o contato úmido, morno daquela buceta apertada engolindo meu caralho, centímetro por centímetro. Ela rebolava lentamente, agasalhando o cacete.

Na hora, não sei porque, tive a vontade de ser um John Holmes para ter um pau de 30 centímetros, para que aquela penetração não acabasse nunca. Mas logo já estava tudo dentro. Ela subia e descia. Ia para frente e para trás. Nossa ! Que foda incrível ! Não queria gozar. Me deu vontade indescritível, de urinar dentro dela. Não aguentei. Gritei: ¨-vou gozar! vou gozar !¨.

Ela levantou lépida. Sentí que no primeiro jato de esperma, a cabeça do pau ainda estava dentro. Gozei e gozei. Sentí o corpo estremecer involuntariamente. O pau ainda estava pulsando quando ela limpou com a toalha.

As vezes pensava que o caso era irreal. Tinha comido a Sheila ! A mulher mais bonita, a mais gostosa que já tinha conhecido. Durante os demais dias que não ia para a sauna, tocava punheta pensando nela e se antes a cobiçava, agora relembrava aquela foda inesquecível. E passei a fantasiar e cobiçar a bunda dela. Que traseiro !

O mesmo jogo de sempre. Pedí, supliquei, implorei para comer o cú dela, mas Sheila negava. Falava que doía e nem o marido não metia alí. E eu argumentava que lá atrás não tinha o perigo de engravidar, que o meu pau era pequeno (Só 12 centímetros, mas grosso). Que ia colocar devagarinho. Ia por só a cabecinha. Se doesse eu tiraria, entre outros chavões de cantar uma bundinha.

Passei a carregar gel lubrificante no bolso do roupão. Até comprei um vibrador fino.

Certa vez, antes de tirar o roupão para começar a massagem, agarrei-a e meio forçado dei um beijo de língua. No começo ela rejeitou, fechando a boca. Mas foi gostoso sentir que ela amolecia, correspondendo ao beijo. Relutou em deixar abaixar a calcinha. Mas cedeu. Caí de boca naquela xaninha, beijando loucamente, chupando vigorosamente os lábios vaginais, empurrando a lingua adentro, lambendo o clítoris.

As pernas longas, torneada, tensas, fechadas, em posição de defesa foram se abrindo. Começou a rebolar, sentindo prazer. Sheila arfava, gemia de prazer. Como tinha tempo de sobra, passei a chupar menos afoito, demorado, carinhoso, mais ritmado. Ela estava entregue. Sussurava entre dentes, segurando os gritos: ¨ai, ai, chupa, chupa, vou gozar, ai, ai¨.

De repente cerrou as pernonas, quase esmagando minha cabeça. Gozou segurando urros. Continuei lambendo o grelinho e mamando. Ela voltou a gemer, mexendo o quadril e forçando a bocetona contra meu rosto.

Levantei, coloquei-a apoiada na mesa de massagem, e por trás, de baixo para cima, penetrei na boceta. Ainda vestido com o roupão aberto, peguei o vibrador e o gel lubrificante. Enquanto metia, estava concentrado em lubrificar o aparelhinho. Comecei a enfiar o vibrador no anus dela, firme e sem forçar, abrindo o botãozinho fechado.

¨- O que é isso ? O que você está fazendo ? Perguntava, tentando se virar.

Eu a tranquilizava, dizendo: ¨- Calma, calma, voce vai gostar. Relaxa, calma¨.

Com dificuldade conseguir colocar metade. Liguei o interruptor. Ela ficou por um instante parada e depois, aprovou as novas sensações. Passou a rebolar, cada vez mais rápido. O aparelho entrou tanto que até fiquei com medo que desaparecesse naquele buraco.

Ela já imaginava que estava com um vibrador enterrado no cú. Tirei meu pau da buceta e untei com o gel. Esparramei tanto que sentia escorrer nos pentelhos e testículos. Chegara o momento. Era a grande chance. Tinha que ser rápido.

Tirei o vibrador e joguei um monte de gel no rego dela. Com o pinto, levava o gel até botãozinho rosado. Empurrava o lubrificante para dentro, com a cabeça do pau. E enfiei o cacete no cú da Sheila. O grito de dor foi concomitante com o anel do anus apertando a cabeça do meu cacete. Tinha entrado só a terça parte. Ela reclamou:

¨- Para, para, ai, ai, está doendo. Para, ai, ai ¨.

Fiquei imóvel, saboreando a sensação de estar com o cacete dentro daquele tunel quente. E prometia o incumprível, que já ia tirar, que era só mais um pouquinho.

Deu para sentir que ela se acostumou com a invasão, ao aliviar a pressão das preguinhas sob minha tora. Ia agora empurrando devagar e com cuidado, a cada abertura, a cada oportunidade. Quando pensava que estava para colocar tudo, ela expulsava, ¨cagando¨ o meu pau.

Demorou. Tive que ter muita paciência. Cheguei temer caimbras de tanto ficar na ponta dos pés para alcançar e foder aquela gigante de luxúria e tesão. No final ela rebolava, reclamando de dor às vezes. E a cada estocada, ela no mesmo ritmo, soltava um gemido abafado e repetitivo: ¨-Ahh, ahh, ahh, ahh¨.

E fui metendo cada vez mais rápido. E os sons guturais dela acompanhando. Confesso que me sentí poderoso, ao sentir um mulherão daqueles, gemendo a cada empurrada. Enquanto soltava seus ais a cada socada, passou a me xingar e pedir mais e mais.

Segurei o quanto pude. Quando não deu mais, metí o mais fundo que deu e soltei um jato fortíssimo de semen e de pernas moles, me deixei cair sobre ela, enquanto meu pau ia soltando outras golfadas, latejando naquele buraco apertado.

Não sei se ela chegou a gozar. Quando tirei a rola, só ví o buraco sem pregas, em contrações, expulsando a porra farta, misturada com o gel. Foi uma das melhores fodas da minha vida.

Durante certo tempo, as minhas massagens na verdade passaram a ser ¨massagens¨. Fodíamos de tudo que era jeito. Até o dia em que soube que ela não trabalhava mais alí. Não sei se pediu demissão ou foi demitida. Só espero que não tenha sido eu o motivo.

Passado anos, tenho a fantasia de que Sheila, leia este relato e nos comentários poste o seu e-mail. Adoraria !

Comentários

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17/01/2019 06:37:40
DENTRE MAIS DE CENTO E CINQUENTA MIL CONTOS, ESTE ESTÁ ENTRE OS 150 MAIS COMENTADOS DO SITE, COM 82 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima.
27/11/2018 16:34:52
Todas as vezes que oferecem açaí agradeço e dispenso. Quando surgiu em SP tornando-se “coqueluche” experimentei e não gostei. Nos dias atuais ainda tentam “corromper” com o açaí acrescido com tal ou tais ingredientes. Experimentei e não gostei e ponto final Acrófilo. Com certa habitualidade encontro com um grupo de atletas de vôlei ainda adolescentes e reflito no tamanho das pernas delas, longas. Quando cruzo com elas, sendo um baixinho por natureza, sinto um anão. Entretanto, vendo essa característica pelos olhos do conto, de sua Parafilia sexual, fico qual o açaí querendo experimentar para saber se gostarei ou não. Soma às tuas palavras três episódios: Um HQ onde um cientista louco cria uma máquina para minimizar o tamanho e vira algo de dez centímetros com sua assistente, uma multa de lindas curvas o seu alvo. Como um podólatra, achei demais o “homenzinho” fodendo os dedos da gigante. Noutro, numa “pocilga” da Mamma, uma mulher loura, gigante, quase dois metros de altura. O cachê dela equivalia a quatro das demais na casa. Nunca esqueci a imagem dessa gigante menos ainda tive coragem de enfrenta-la. A última é de dias atrás, um casal, a mulher alta, bem alta em um vídeo numa cena de 9 minutos de sexo. Dificilmente a Sheila irá retornar em E Mail, mas talvez abra para outras gigantes que gostem de ter “homenzinhos” aos Pés, literalmente falando. Ah, sim, concordo que o voto é uma obrigação e não um direito. Tem que ser quando você quer ver aquela partida do time do coração, que vai com alegria, eufórico, feliz, cheio de expectativas boas para o resultado final.
02/09/2018 02:19:22
Muito bom! Pena vc ter perdido o contato dela. Isso aconteceu comigo envolvendo algumas amantes que eu tinha muita vontade de reencontrar. Sei como se sente nesse caso.
11/02/2018 10:23:30
Hummmm, me encheu de vontade... Você me excita demais quando escreve. Vou ter de comprar a sandália de salto mais alto que achar, pra te seduzir. Numa dessas quem sabe... Rssss. Um beijo!
05/01/2018 10:49:20
Nossa que delicia, gozei imaginando a Sheilinha
03/11/2017 21:45:11
Querido, tesudíssimo! O que mais dizer. Gostei de saber como funcionam essas casas de massagens. Além de tudo narrado de forma sexy, sedutora...excitante. Fica aqui meu comentário e nota. Sem dúvida dez. Bjs babados.
Ly@
23/01/2017 19:57:33
Hummm, massagem e sexo, que delícia não?! Gostei desse também, pra variar! kkk
09/06/2016 19:13:04
Maravilhoso! Acredita que nunca fui em uma casa de massagens?
03/02/2016 07:38:36
Acho que não tem homem que não associe o cheiro da essência de eucalipto com tesão, por causa dessas casas de massagem. Eu também já fiquei vidrado numa massagista dessas, tentei sem sucesso. Acho que faltou insistir. Sorte a tua de ter conseguido. O relato está muito bom. Leva meu dez.
11/01/2016 16:56:26
Mto excitante essas massagens. O negócio é insistir e insistir. Kkkk.
05/12/2015 15:14:06
Legal, meu sonho é um dia enrabar uma casada dessas.
25/11/2015 11:45:46
Bom demais, cara. Também tenho maior tesão por mulheres altas.
J_P
10/11/2015 15:04:54
Não curti
08/11/2015 01:34:30
Mto bom!
13/10/2015 11:43:16
Muito massa teus contos, mano.
11/09/2015 08:40:25
Hmmmm, delicia de conto!!! Com uma cavalona dessas, até eu ia insistir até conseguir. Rs. Se puder, leia o meu tb. Abs.
15/08/2015 22:42:51
EXCELENTE.
27/06/2015 08:53:34
Mui bueno o conto, tchê! Nenhuma china dá o cuzinho de prima. Tem que insistir e tu fizestes bem, despacito, com paciência. Publiquei meu primeiro conto. Gostaria da opinião de tão excelente escritor. Abs.
26/06/2015 09:13:15
Legal mesmo, mandou bem na cavalona!
25/06/2015 23:07:03
Cara incrível sua narração, diz que tem 12 cm, depois que entrou com a terça parte ela reclamou. Você não existe.