Casa dos Contos Eróticos

Jorge

Um conto erótico de youngdad
Categoria: Homossexual
Data: 22/12/2010 21:28:58
Nota 10.00

JORGE

Já escrevi vários contos, alguns dos quais foram muito elogiados. Todos eles, no entanto, foram fruto da minha imaginação (apesar de muita gente não acreditar). Hoje vou escrever sobre mim, troços passados por mim. A razão vocês irão saber no final. Tinha na época 23 anos. Estava noivo e planejava casar dentro de alguns meses. Sabia que curtia uma sacanagem com macho, mas não me importava com isso. O que eu tinha na cabeça era casar, ter filhos e uma família. Era isso que me servia e pronto. Tinha tido pouquíssimas experiências homossexuais das quais a principal tinha sido com o Toninho. Principal não, praticamente a única. Conhecia o Toninho porque ele fazia parte do grupinho de amigos mais chegados. O Toninho era mais velho de que eu dois anos o que significa que naquela época eu tinha treze anos e ele quinze. Nunca imaginei que ele gostasse de transar. Eu achava o Toninho bonito, com um corpo bonito, uma pele muito clara e cabelos lisos e pretos que ele usava curtinhos e a coisa ficava por aí. Assim nem desconfiei de nada quando um dia, voltando da praia, ele me convidou para tomar banho na casa dele. Chegamos, ele ligou a água para encher a banheira. Tiramos a roupa, eu ligadaço no Toninho porque ele já tinha pentelho e pau grande. Aliás qualquer pau era grande em comparação ao meu, uma minhoca que dura ficava do tamanho do meu dedo médio. Pentelho eu não tinha um fio sequer. Gozar eu não sabia se rolava ou não porque quando eu punhetava era gostoso e ficava nisso. De qualquer forma nunca tinha saido nada do meu pau. Entramos os dois na banheira ficando um de frente para o outro. Numa hora eu sinto que o Toninho estava apertando o meu pau e o meu saco com o pé dele. Fiquei um pouco sem saber o que fazer e sem outra alternativa (e com muito prazer) comecei a fazer a mesma coisa com ele. Senti que o pau dele estava duro e, em conseqüência, o meu ficou também. Numa hora ele se levantou e me pegando pelo braço fez eu levantar também. Ficamos de pé. Eu estava fascinado com aquele pauzão duro, empinado para cima, saindo daquela mata de pentelhos. Ele se aproximou de mim e encostou a boca nos meus lábios. Eu achei aquilo o máximo. Forçou a língua e enfiou ela na minha boca o que eu achei gostoso pra caramba. Aí pegou na minha piquinha e começou a bater uma punheta. Numa hora ele perguntou se eu já gozava. Eu disse que sim. Ele aí perguntou se eu queria gozar nele e se eu deixava ele gozar em mim. Eu respondi que topava. Ele disse então que eu fosse primeiro. Se pôs de quatro no chão, empinando o rabo. Eu fui por cima e comecei a fazer um vai e vem. Numa hora ele falou alto: “Porra, é para por dentro?” Eu não entendi muito bem e continuei o vai e vem. Ele aí falou que se era assim quando fosse a vez dele ele ia por dentro também. Eu continuava no vai e vem. Estava gostoso pra caramba. Numa hora ele reclamou perguntando se o meu gozo não chegava nunca. Aí eu fiquei nervoso até que numa hora saí de cima dele dizendo que desistia de gozar. Ele aí me fez ficar de quatro e pegando na minha bunda separou as nádegas, deu uma cuspida no meio delas e encostou o pau no meu cuzinho. Eu tranquei o cu, mas ele forçou. Quando entrou a cabeça doeu e eu reclamei. Ele nem respondeu. Forçou mais e o pau dele entrou na minha bunda. Aí doeu pra caralho e eu comecei a berrar e a chorar. Ele nem aí, continuou a me foder, suspirando alto. Numa hora começou a falar que ia gozar e que estava gozando. Eu nem prestei atenção porque a dor era alucinante. Numa hora ele parou e eu senti que ele tinha tirado o pau porque a dor tinha passado. Ficou de pé e eu vi que da ponta do caralho dele pingava um troço branco. Me levantei também, passei a mão na minha bunda e vi que ela estava toda melada. Ele não falou nada. Tornou a vestir o calção e eu fiz o mesmo e me larguei. Fui para casa e tentei ver no espelho se o meu cu tinha ficado largo. Achei que tinha. Passaram-se uns dias e o Toninho, numa hora em que estávamos sozinhos, perguntou se eu topava fazer sacanagem de novo. Eu respondi que não porque tinha doido muito. Ele riu e respondeu: “Cara, eu pensei que voce já tivesse transado e soubesse das coisas porque voce foi enfiando o seu pau no meu cu, assim eu enfiei no seu. Mas não esquenta porque agora voce vai gozar nas minhas coxas e eu vou fazer o mesmo com voce e pau nas coxas não doi. Mas a gente vai fazer uma porção de outras coisas gostosas, voce não vai se arrepender.” Tudo bem. Dessa vez não foi na casa dele, foi na garage de uma casa que estava vazia. Chegamos, ele foi logo tirando a roupa e eu fiz o mesmo. O pau dele não estava durão mas era enorme, saindo do meio daqueles pentelhos fantásticos.. Ele foi logo enfiando a língua na minha boca, me dando um super beijo que eu correspondi. Me apertava com força, alisando a minhas costas e agarrando na minha bunda com as mãos. Eu fiz a mesma coisa. Numa hora ele desceu e pôs o meu pau na boca. A sensação que eu senti não dava para descrever, eu tinha vontade de abraçar ele. Numa hora ele afastou a cabeça e falou: “Não vai gozar na minha boca, avisa se o gozo estiver chegando.” Eu respondi: “Toninho, eu não gozo. Não viu que eu não consegui nada quando estava fodendo voce?” Ele não falou nada, mas voltou a chupar o meu pau. Numa hora parou e disse: “Agora vem voce. Abre bem a boca e cuidado para não passar o dente no meu pau que machuca.” Eu obedeci. Segurei no pau dele com dois dedos e coloquei ele na minha boca. Eu fiquei parado como ele tinha feito comigo, mas ele começou a enfiar e tirar o pau da minha boca. Gostei pra caramba do gosto do pau dele. Numa hora ele falou: “Para se não eu vou gozar. Deita no chão e aperta as coxas uma na outra com força.” Eu obedeci. Ele subiu em mim e eu senti que o pau dele estava entrando no meio das minhas coxas. Ele começou um vai e vem, que foi aumentando de velocidade enquanto suspirava pra caramba com a cara enfiada no meu pescoço. Numa hora ele começou a gemer alto, me apertando com a maior força. Eu senti que estava ficando todo melado. Numa hora ele parou e saiu de cima de mim. Eu olhei para baixo e vi que no chão tinha a maior poça daquele troço branco. Ele nem deu tempo para mais nada. Se deitou de bruços e eu fui logo me pondo em cima dele. Aí tive cuidado de não meter na bunda dele. Comecei o vai e vem como ele tinha feito. Foi a mesma merda da outra vez: estava gostoso pra caramba, mas a vontade de gemer alto não vinha. Acabei desistindo. Isso foi o começo da sacanagem com o Toninho. Toda a hora gente estava fodendo. Fazíamos tudo um com o outro. Punhetava, beijava, chupava o pau. Eu depois que acabava e ia para casa batia punheta me lembrando dos troços. Mas sempre a mesma merda: nada de gozo. Um dia eu acordei de manhã e vi que o meu pijama estava todo molhado. Primeiro pensei que tinha mijado na cama (de vez em quando rolava), mas a quantidade era diferente, muito menor. Deixei a coisa por aí e fui para escola. Quando voltei e fui tomar banho mandei uma punheta. Aí rolou um troço diferente. Fui ficando excitado até que numa hora eu fiquei com vontade de gemer alto. Foi muito gostoso. Quando a sensação acabou eu vi que do meu pau tinha saído umas gotas. Nada daquele troço branco que saía do Toninho, era transparente, mas eu saquei que tinha gozado e esporrado. A primeira coisa que eu fiz foi telefonar para o Toninho e contar a novidade. Ele riu e falou que agora é que as coisas iam ficar legais. E ficaram. Fazíamos sacanagem e gozavamos um no outro. Num dia ele falou que era pra gente por na bunda um do outro. Primeiro eu não topei dizendo que doía, mas ele me convenceu que com o tempo a gente ia se acostumando. E assim foi. Quando eu metia nele ele reclamava mas eu achava que era mentira porque aquela minha piquinha não podia causar dor nele de jeito nenhum. Quanto ao pau dele eu fui mesmo acostumando. Ficamos assim por uns dois anos. Claro que eu fui ficando mais velho. Comecei a esporrar de verdade, os pentelhos apareceram e o meu pau foi crescendo. Aliás essa foi a causa de eu ter parado de fazer sacanagem com o Toninho. Ele reclamava pra caramba que eu estava ficando picudo e machucava ele cada vez mais. Num dia eu disse que ele parasse de frescura porque ele tinha o pau muito maior do que o meu. Ele negou e resolvemos medir. Quase caí para trás quando vi que a minha pica era dois dedos maior do que a dele, e muito mais grossa. Ele aí começou a dar desculpa para não foder e o troço foi acabando. Eu não fiz mais sacanagem com ninguém, salvo uma vez que um amigo do meu tio chupou o meu pau até eu gozar. Ele queria que eu fodesse ele mas eu não topei porque achei o cara escroto. Ao mesmo tempo eu comecei a namorar umas meninas e com algumas rolava uma sacanagem. Mais para frente eu comecei a foder elas de verdade. Quase me esqueci das sacanagens gay, mas lembrava com tesão do Toninho. Aí mandava uma punheta e gozava gostoso me lembrando dele. É verdade que tinham alguns carinhas que chamavam a minha atenção, pela beleza deles. Me dava vontade de foder com eles. Como não rolava eu me satisfazia com umas punhetas, tesudas pra caramba, onde eu me imaginava fazendo de tudo com eles e eles comigo. Aí conheci a minha futura noiva. Ela era fresca pra caramba. Fazíamos algumas sacanagens, ela segurava no meu pau e eu chupava os peitos dela. Mais ela não deixava. Meter nem pensar porque ela dizia que só ia dar quando a gente casasse. Quando ficamos noivos ela começou a deixar rolar mais coisas, até que deixou eu enfiar o dedo na buceta dela (só um pouquinho para não ter perigo de arrombar o cabaço dela) mas consegui fazer ela gozar.

Mais ou menos nessa época aconteceram duas coisas: primeiro eu passei a morar sozinho e depois mudou-se para perto da minha casa uma família gaúcha. Era pai, mãe e uma porrada de filhos, uns oito, pelo que eu me lembro, com homens e mulheres, todos mais velhos do que eu. No entanto tinham dois mais moços: um de uns dezessete anos e outro bem moleque, de uns nove. Esse de dezessete anos chamava-se Jorge e era a coisa mais linda que eu já tinha visto. Louro de olhos azuis, um corpo divino formatado pela natação que ele fazia direto, liso, sem um pelo, salvo debaixo do braço. Umas coxas fortes e musculosas, quase sem pelos. A bunda era algo que nem dá para descrever direito. Grande, empinada, do tipo de ficar marcada na bermuda. Diferente dos outros garotos que eu achava gostosos mas resolvia a coisa na punheta, com o Jorge isso não acontecia. O cara não me saía da cabeça. Pensava nele o tempo todo. Tinha com ele uma relação muito rápida, compatível com a de um cara de 23 anos com um moleque de dezessete. Chegava nele e mandava: “E ae, moleque, tudo em cima?” Que ele respondia com o sorriso mais bonito do mundo. Algumas vezes rolava um papinho maior, onde ele me contava coisas dele: falava da natação que ele adorava, contava que estava fazendo vestibular para arquitetura e coisas assim. Eu ficava feliz pra caramba quando rolavam esses papos bestas porque com isso eu ficava perto do Jorge. Já sabia de cor o corpo dele, pelo menos o que eu podia ver do corpo dele, basicamente o peito quando ele estava sem camisa, as coxas lisas e a bunda, que eu não via porque estava coberta pela bermuda, mas adivinhava a forma. De qualquer maneira os papos foram ficando mais íntimos. Com isso eu fiquei sabendo que o Jorge era macho pra caramba, só pensava no dia em que ele ia perder o cabaço o que acabou acontecendo porque um dos irmãos mais velhos levou ele para foder. Ele, rindo, feliz pra caramba, me contou tudinho o que tinha acontecido: o nervoso que ele tinha ficado, o pau que subiu rapidinho, o macio e o quentinho da buceta. Nesse dia eu fiquei desesperado porque saquei que o Jorge era macho de verdade e que não tinha esperança de rolar qualquer coisa com ele. Aliás rolar troço além do papo eu achava que não ia rolar mesmo porque eu estava noivo e o meu caso era casar, ter filhos, etc., etc. Gostava de verdade da minha noiva, mas amar, amar de verdade eu amava o Jorge. Um dia aconteceu uma coisa que me deixou absolutamente alucinado. Estávamos na praia sentados um de frente para o outro no maior papo quando ele entreabriu as pernas. Ele estava usando um calção largo sem nada por baixo. Assim numa hora eu vi o saco lisinho dele e a pontinha da cabeça do pau dele. Fiquei de pau duro na hora do que resultou que apesar do calor eu não pude me levantar para cair na água. Nesse dia, quando cheguei em casa, acreditem ou não, eu bati três punhetas seguidas, gozei três vezes me lembrando do saco do Jorge. E a coisa ia indo por aí. Eu morto de amor pelo moleque e noivando para casar. Nessa época eu já tinha me formado em advocacia e trabalhava num puta escritório.

Numa noite estávamos conversando o Jorge e eu quando bateu uma idéia na minha cabeça. Pausa para explicar que a partir desse momento as coisas ficaram muito confusas na minha cabeça, como se eu estivesse sonhando, ou tivesse fumado maconha ou coisa assim. Cheguei para ele e mandei: “Jorge, estou muito a fim de comer um queijo e tomar um vinhozinho. Topa?” Ele topou na hora, todo feliz. Fomos num supermercado onde comprei um queijo, torradas e um espumante. Viemos para minha casa. Coloquei o espumante para gelar e ficamos de papo, eu meio deitado no sofá e ele sentado na poltrona ao lado. Ele estava com o “uniforme” dele: bermuda, camiseta e tênis. Numa hora eu mandei: “Jorge, sabia que eu gosto muito de voce? Voce, apesar da idade, é o meu maior amigo. Gosto do jeito de voce pensar, da maneira que voce diz as coisas.” Ele respondeu que sentia a mesma coisa em relação a mim. Rolou mais uma conversinha nesse sentido. Numa hora, nem sei por que eu mandei: “Jorge, eu queria te pedir uma coisa. Se voce topar tudo bem, se não topar fica o dito pelo não dito e a gente continua amigo.” E ele: “O que é?”. E eu: “Queria que voce me desse um beijo.” E o Jorge: “Beijo? Como beijo?” E eu: “Um beijo, não sabe o que é beijo?” Ele nem respondeu. Se levantou da poltrona curvou o corpo sobre mim e encostou os lábios na minha testa. Eu imediatamente mandei: “Não é assim, é na minha boca. Ele, sem dizer uma palavra, encostou os lábios na minha boca. Eu forcei a minha língua entre os lábios dele. Ele não refugou, deixou a língua entrar, mas não meteu a dele na minha boca. Eu sentia um tesão fantástico. Mas com um puta medo de que ele ficasse puto comigo nem tentei abraçar ele. Depois de algum tempo ele levantou o corpo e voltou a sentar na poltrona. Ficou me olhando. Eu aí comecei a falar um monte de coisa para não deixar o papo cair. Mas uma coisa importante: vi que ele não tinha ficado puto. Passou-se um tempinho e eu mandei: “Cara, ta um puta calor, eu estou todo suado, topa tomar um banho?” Para minha surpresa ele mandou: “Cara, boa idéia, vamos lá.” E foi se levantando. Entramos no banheiro. Ele imediatamente tirou a camiseta, o tênis, a meia e a bermuda. Ele usava por baixo uma sunga vermelha que ele arriou, enquanto eu fazia a mesma coisa. Pausa para dizer que o apartamento que eu morava era daqueles antiguinhos que não tinha box, o chuveiro era por cima da banheira. Naquele momento eu, pela primeira vez estava vendo o Jorge pelado, nuzinho como quando ele tinha vindo ao mundo. E era uma maravilha da natureza. O corpo era o troço mais proporcional do mundo. A barriga lisa abaixo da qual estava, saindo do meio de uma pentelhada de respeito, de cabelos muito clarinhos, um pau e uns ovos fantásticos. O pau, naquele momento absolutamente mole, era enorme, mas pau de adolescente, lisinho, sem uma veia. A pele da frente deixava a ponta da cabeça de fora (isso eu tinha visto rapidamente quando ele tinha aberto as pernas na praia). O saco lisinho, sem um pelo sequer. Aquelas coxas fortes que eu adorava, lisas iguais, davam numa perna cabeludinha de pelos fininhos, mas muito cerrados. Olhei para a cara dele. Ele estava sorrindo, enquanto que a água molhava o corpo dele. Numa hora ele se afastou do chuveiro e mandou: “Vem também.” Eu entrei, cuidando de não encostar, nem roçar nele. Me molhei. Deixei o sabonete para ele. Ele se ensaboou e me passou o sabonete. Acabamos o banho. Eu preocupadíssimo de não ficar de pau duro na frente dele. Fiz de tudo, até me lembrar do enterro da minha avó eu me lembrei. Consegui relativamente, porque duro empinado ele não ficou, mas ficou grosso. O Jorge pareceu que nem tinha prestado atenção. Saiu da banheira e me pediu uma toalha. Nessa hora eu vi que não tinha. A minha estava secando na área de serviço e as outras estavam guardadas no armário do meu quarto. Assim falei para ele: “Segura um pouco que eu vou no meu quarto buscar.” Ele riu e mandou: “Eu vou com voce.” Saímos do banheiro e fomos para o quarto. Entramos e eu não acendi a luz para ele não ver que eu tinha ficado de pau duro. Mal entramos eu, alucinado de tesão e amor, não agüentei: me abracei com ele e mandei o maior beijo. Dessa vez ele correspondeu enfiando a lingua na minha boca. Ficamos assim um tempão. Eu sentia o meu pau encostado na barriga dele e sentia o dele, já meio duro, encostando nos meus culhões. O corpo do Jorge era maravilhoso: musculoso, mas macio. Sentia os músculos das costas dele nas minhas mãos. Numa hora ele se afastou e disse simplesmente: “Quero me largar.” Saiu do quarto rapidamente, foi no banheiro, se vestiu e foi embora, sem dizer uma palavra, sem nem um ‘boa noite’. Eu fiquei arrasado. Senti claramente que tinha passado do limite. Me achei o maior merda do mundo porque não tinha sacado que eu estava querendo transar gay com um cara hetero, absolutamente hetero, e que tinha ofendido ele. Tinha perdido o meu amor e o meu amigo para sempre. Não dormi um minuto aquela noite. De madrugada mandei uma punheta me lembrando do toque do corpo do Jorge, dos lábios macios dele, da lingua dele na minha boca. Os dias que se seguiram confirmaram o meu medo: o Jorge sumiu. Não via ele de jeito nenhum. Aproveitando que eu sabia mais ou menos os horários dele, da hora em que ele chegava da natação, do cursinho pré vestibular, etc., ficava meio escondido em frente da casa dele. Nada, não conseguia ver o moleque. Quase uma semana depois estava entrando em casa quando ele chegou. Se aproximou de mim pelas costas e mandou: “Oi. Me diz um troço. Voce já bebeu aquele espumante?” Eu me virei e la estava o Jorge, todo sorridente. Eu respondi gaguejando: “Não. Está la na geladeira esperando a gente.” Ele mandou: “Então vamos matar ele.” Subimos e ele entrou sentando-se na mesma poltrona em que tinha sentado da outra vez. Eu fui pegar a garrafa e as taças. Abri e servi, entregando a taça dele. Ele pegou e me olhando no olho mandou: “Voce quer fazer sacanagem comigo, não quer?” Eu nessa hora parei, sustentei aquele olhar lindo azul pra caramba e falei: “Jorge, não é só isso.” E ele: “O que é então?” E eu: “O negócio é o seguinte. Claro que eu quero ter voce nos meus braços, quero segurar no seu pau, quero alisar a sua bunda, quero apertar o seu corpo. Claro que eu quero tudo isso, e quero há muito tempo. Mas a coisa é mais complicada porque tem mais um troço. Eu amo voce, amo pra caralho, voce é o amor da minha vida.” Nessa hora ele abaixou a cabeça e começou a soluçar, chorando forte de quase perder o ar. Eu mandei: “Por que voce está chorando? Eu te ofendi? Desculpa, cara, esquece o que eu disse.” E ele, chorando ainda, mandou: “Eu estou chorando porque eu amo voce também. Penso em voce o tempo todo. Quando voce puxa papo comigo são os momentos mais felizes da minha vida. Mas voce é noivo e vai casar, então, apesar de dizer que me ama, voce ama de verdade é a sua noiva. Quer fazer sacanagem comigo, eu entendo, mas depois vai me descartar como se eu fosse um lixo.” Nessa hora eu avancei nele e desajeitadamente abracei ele e comecei a beijar a cara dele, enquanto falava: “Não diz isso. Quero voce para a vida toda. Quero foder sim, mas quero foder com o meu amor, a pessoa que mora no meu coração para sempre (frasesinha meio cafona, mas foi o que eu consegui falar). E ele: “E a sua noiva?” E eu: “Eu gosto dela, mas amar eu amo voce. É complicado, mas é isso que acontece.” Com os braços ele me afastou. Se levantou da poltrona e disse: “Foda-se. Vamos transar. Se depois voce me der um pé na bunda eu vou ter pelo menos a recordação dessa noite.” E me pegando pela mão foi em direção ao meu quarto. Entramos. Ele me abraçou forte e procurou a minha boca. Ficou mexendo os quadris roçando os culhões dele nos meus por sobre a bermuda. Já podia sentir o pau durão dele, e o meu não fazia por menos. Me afastei um pouco e fui apagar a luz para não constranger o moleque. Ele impediu, dizendo: “Deixa ela acesa para a gente poder se ver.” Me deu a mão entrelaçando os dedos nela e me puxou em direção à cama. Sentou-se e fez que eu sentasse do lado dele. Eu, sem parar de beijá-lo, tirei a camiseta dele pela cabeça. Fui na direção do pescoço dele e comecei a lamber. Ele respirava forte e fazia a mesma coisa comigo. Se afastou um pouco e tirou a minha camiseta. Encostamos os nossos corpos. Eu sentia que no meio do peito do Jorge tinham dois pentinhos que naquela hora já estavam duros. Me afastei para olhar. Meu Deus! Eram a coisa mais bonita que eu já tinha visto. Grandes, marrons escuros, ainda um pouco inchados da adolescência, uns bicos duros espetados para frente. Não resisti e caí de boca. Ele mandou um ‘ahhh’ como se fosse desmaiar. Voltei para a boca. Nessa hora senti que ele tentava desabotoar a minha bermuda. Facilitei a coisa e levantando o corpo arriei ela. Aí desabotoei a dele. Ele usava uma sunga vermelha igual a da outra vez, na qual estava marcado o pau dele, definitivamente duro. Enfiando o dedo na cintura arriei ela também. O pau dele saltou apontando para cima. Era enorme, grande mesmo, muito maior do que o meu. Super grosso. A cabeça que eu liberei puxando a pele para trás era vermelhona e da fendinha já saía uma melação. Ele imediatamente arriou a minha sunga e ficou olhando para o meu cacete. Aí falou: “Está saindo a maior melação!” Eu expliquei: “Eu melo pra caramba, parece até que eu já estou esporrando.” Ele deu uma risadinha. Aí deu um branco em nós dois. Estávamos ali, pelados, de pau duro, de coxas coladas uma na outra, mas não vinha idéia de mais nada. Aí eu tomei a iniciativa: segurei no pausão dele e comecei a fazer um vai e vem, bem devagar, bem delicado. Sentia aquele pau grosso que a minha mão quase que não conseguia segurar ele todo. Ele imediatamente segurou no meu. Sem largar o cacete dele fiz ele deitar na cama. Me ajoelhei no chão e tirei o tênis dele, as meias, a bermuda e a sunga. Fiz o mesmo comigo. Aí afastei as pernas dele, me meti no meio e meti o cacetão do Jorge na boca. Deus meu! Que gosto, que cheiro! Enfiei a cara nos pentelhos e com a língua fui procurando o saco lisinho do Jorge. Lambi pra caramba. Voltei para o pau. Comecei a fazer um vai e vem, tentando enfiar ele todo na minha boca. A ponta chegou na minha garganta e eu engasguei. Ele riu, na maior doçura. Voltei a chupar. Ele suspirava alto e às vezes pedia para eu não parar porque estava gostoso pra caramba. Depois de muito tempo ele me pegou pela cabeça e falou: “Agora deixa eu.” Meteu o meu pau na boca e começou a chupar. Claramente era a primeira vez que ele fazia isso. Não levava o menor jeito, mas estar com a boca em mim compensava de muito a falta de prática dele. Ele chupou um tempão. Numa hora em que ele largou do meu pau para respirar eu fiz ele deitar ao comprido na cama e fui para cima dele. Beijei o Jorge de tudo o que é jeito. Lambia o pescoço dele. Numa hora em que meti a língua no ouvido dele, deu nervoso e ele afastou a cabeça. Eu ri, mas continuei lambendo o pescoço. Depois fui descendo em direção aos peitinhos que eu comecei a lamber fazendo volta com a língua em torno dos bicos. Ele suspirava direto metendo a mão nos meus cabelos. Depois continuei descendo. Meti a língua dentro do umbigo e ele encolheu a barriga. Fui em direção aos pentelhos meti a cara neles, sentindo o cheiro de macho que saía dali. Enquanto eu fazia isso ele tinha esticado o braço e estava agarrado no meu pau apertando ele. Numa hora eu olhando ele falei: “Vou fazer voce gozar.” Ele perguntou: “Na boca?” Eu respondi: “É. Na boca. Quero que voce esporre nela para eu sentir o gosto da sua porra.” Ele não respondeu. Continuei a chupar, cada vez mais forte. De vez em quando eu parava e punhetava ele com força. Voltava a chupar. Demorou pra caramba, mas numa hora ele falou, quase gritando: “O gozo está vindo! Não para!” De repente eu senti um jato forte de porra ir quase na minha garganta. Tentei engolir mas era muita quantidade. Ele me inundou de porra. Uma porra gostosa, grossa e salgadinha. Enquanto ele tremia e berrava, me chamando de meu amor, eu continuava sugando, querendo aproveitar aquele líquido que era a primeira coisa do Jorge que saia de dentro dele e entrava em mim. Até que senti que não saia mais nada e que ele tinha afrouxado o corpo na cama, ainda suspirando e com os olhos fechados. Ficamos parados um momento. Ele aí começou a fazer em mim o mesmo caminho que eu tinha feito no corpo dele. Eu estava alucinado. A língua do Jorge era áspera porém macia. Foi no meu pau e agarrando ele com a mão passou a chupar só a cabeça. Tinha hora que ele largava e passava a língua no comprimento, até o saco. Esse ele lambeu no maior sem jeito. Depois meteu o pau o mais que pode na boca e começou a fazer um vai e vem forte. Enquanto isso eu sentia ainda um pouco da porra do Jorge na minha boca, coisa que eu incrementei passando o dedo no que tinha sobrado do lado de fora e enfiando o dedo na boca. O gozo custou a chegar como o dele, mas numa hora eu senti aquela pressão na bexiga e subindo pelas pernas aquela dorzinha deliciosa. Esporrei um rio de porra na boca do Jorge. A sensação era indescritível, como indescritível era o amor que eu sentia por ele naquele momento. Quando eu senti que tinha acabado nem dei tempo de mais nada. Puxei o corpo dele sobre o meu e procurei a boca do Jorge, absolutamente melada de esperma, e mandei o maior beijo da minha vida. Com as línguas misturávamos a nossa seiva. Nessa hora, para a minha surpresa ele se levantou e foi pegar a sunga dele que vestiu imediatamente. Eu perguntei: “O que é que houve? Não gostou de mim? Não quer mais nada?” Ele se virou para mim: “Gostei como nunca pensei que se pudesse gostar tanto. Se já amava voce, passei a amar mais ainda. Mas respeita a minha cabeça porque foi a primeira vez que eu fiz sacanagem com macho. Por favor, entende.” E foi vestindo o resto da roupa. E eu deitado na cama, sentindo a maior frustração mas ao mesmo tempo sacando que eu tinha que respeitar o Jorge, por amor a ele. Levantei, vesti a minha roupa e acompanhei ele em direção à sala. Lá ele pegou na taça ainda cheia do vinho tomou tudo de um gole. Se aproximou de mim, me deu um beijinho nos lábios e mandou: “Até.” E abrindo a porta se largou. Fui no banheiro, me limpei da melação que ele tinha deixado em mim. Fiquei sentado na sala, tentando recordar de tudo. Pouco tempo depois o meu pau voltou a endurecer e mandei uma punheta, a primeira de outras que eu bati naquela noite.

No outro dia tocou o meu telefone no escritório. Era o Jorge que mandou: “Oi. Estou no cursinho. Telefonei para dizer que não dormi um minuto essa noite. Bati não sei quantas punhetas. Gozei em todas elas dizendo o seu nome. Eu te amo, cara. Te amo pra caralho.” E desligou o telefone. Eu não sabia o que fazer, não sabia o que pensar. Para piorar as coisas naquela noite rolava o aniversário da maior amiga da minha noiva e a gente não podia faltar. Foi um festão onde estavam vários dos nossos amigos. Eu fiquei lá, do lado dela mas com a cabeça no Jorge. Não que eu estivesse com nojo da minha noiva, nada disso. Mas ela para mim parecia uma árvore que tivesse secado. Linda como ela sempre foi, mas não me dizia nada, absolutamente nada. Como da outra vez o Jorge sumiu. Não havia jeito de eu encontrar ele. Tentei o celular mas dava sempre fora de área. Passou-se uma semana. Numa tarde de domingo, enquanto eu passava um creme no pau, ralado de tanta punheta, tocou o telefone e era ele: “Oi. Rola de eu ir na sua casa essa noite?” Eu aí respondi meio puto: “Rolar até rola, mas eu não sei se eu quero.” E ele: “Não entendi. Voce já deixou de me amar?” Eu respondi: “Amo até mais do que antes, mas não sei se eu quero continuar a me encontrar com voce, fazer um sexo besta apesar de gostoso e depois voce dar de griladinho e sumir, me deixando no maior sofrimento.” Ele imediatamente mandou: “Justamente por isso. Telefonei para dizer que eu estou pronto.” E eu: “Pronto para que?” E ele: “Pronto para ir para cama com o amor da minha vida e fazer tudo o que o amor manda fazer àqueles que se amam de verdade. É isso.” Eu respondi, sentindo o meu coração bater forte, quase saindo pela boca: “Às sete eu estou te esperando.” O Jorge foi pontual. Quando abri a porta lá estava o Jorge. Vestia as bermudas e os tenis usuais, mas a camiseta azul tinha na frente dois círculos entrelaçados, como se fossem duas alianças. Ele notou que eu tinha visto mas não disse nada, só deu um sorrisinho. Entrou e foi logo sentando na poltrona dele e me perguntou: “Rola uma Coca? Estou morto de sede porque hoje rolou um churrascão na minha casa e eu comi pra caramba.” Fui na cozinha e voltei trazendo duas latinhas. Ele pegou a dele e foi bebendo sem dizer uma palavra. Até que eu não agüentei mais e falei: “Jorge, o que voce quis dizer com “tudo”? E ele: “Tudo o que?” E eu: “Voce disse que estava pronto para ir para a cama e fazer tudo o que o amor manda. O que significa tudo?” E ele, ostentando o sorriso mais doce do mundo respondeu: “Eu quis dizer foi isso mesmo que voce ouviu. Quero ir para a cama com o meu amor e deixar rolar tudo. Tudo aquilo que a gente vê na internet e mais aquilo que o nosso amor fizer a gente inventar para ter e para dar um do outro e um para o outro. Quero ser o seu amante, sem nenhum limite. Simples assim.” Eu aí resolvi sacanear: “Então começa me dando um beijo para eu saber se voce é ainda aquele cara tesudo que eu amo.” Ele meio que amarrou a cara mas se aproximou e me deu aquele beijo maravilhoso dele. Eu aí nem pensei mais. Fui tirando a camiseta, a bermuda, a sunga, os tênis e deixando tudo no chão. Ele, intrigado, perguntou: “A gente vai foder aqui na sala?” Eu, rindo, respondi: “Não, a gente vai para o quarto, para a cama, mas a sua roupa vai ficar aqui na sala, porque se voce fizer como da outra vez quando logo depois que acabou de gozar quis se vestir e se largar eu vou poder segurar voce pelado pela cintura e trazer voce de volta. Ele deu a maior gargalhada e disse: “Isso nunca mais vai acontecer. Eu só vou largar voce quando o meu pau não subir mais e eu cair de costas na cama extenuado e sentir que voce não vai conseguir mais nada.” E me pegando pela mão me levou para o quarto. Tirou a minha roupa e deitou-se, me puxando para cima dele. A primeira parte da foda foi igual à outra. Absolutamente igual. De diferente foi que pareceu que o nosso tesão tinha aumentado ainda mais, se isso fosse possível. Quando depois de termos gozado um na boca do outro e termos limpado a porra que tinha melado a nossa cara e estávamos deitados um do lado do outro, de mãos entrelaçadas nos recompondo, eu mandei: “Escuta, Jorge. Voce falou em tudo e falou em foda na internet. Então voce sabe que dois amantes fazem mais coisas...” Ele me interrompeu: “Voce está falando em metermos um no outro, não é?” Eu confirmei com a cabeça e perguntei: “Voce já levou na bunda?” Ele respondeu: “Eu nunca transei antes, já falei para voce.” Eu insisti: “Mas voce nunca enfiou nada no cu?” E ele: “Só o dedo, quando eu bato punheta pensando em voce.” Eu mandei: “Eu já transei. Tem muito tempo é verdade, mas já tomei na bunda e dói pra caramba. O meu pau não é enorme como o seu, mas assim mesmo é grande e grosso. Assim eu vou te machucar e voce vai me machucar. Eu não me importo porque eu vou oferecer a minha dor ao nosso amor, mas voce eu não sei se vai agüentar. Eu não quero que voce se arrependa e me deixe. É isso.” Nessa hora ele recostou na cama e pegando a minha cara com as duas mãos falou, sério pra caramba: “Eu sou seu, completamente seu. Completamente, sacou? Se vai doer foda-se. Mas se a gente não fizer a gente não vai ser um do outro, não vai ser o outro. Sacou? Mas deixa de besteira. Vamos recomeçar que o tesão está vindo em mim.” E me lascou o maior beijo. Recomeçamos. Nos lambemos em tudo o que foi lugar. Quando eu pedi que ele ficasse de bruços para eu ver a bunda e o cuzinho dele quase desmaiei. Nunca pensei que pudesse haver um anel tão lindo. Marronzinho escuro como os peitinhos dele, super apertadinho e com aqueles pentelhinhos claros que ele tinha na frente. Enlouquecido separei as nádegas dele e caí de língua. Lambi um tempão. Tentava enfiar a língua no buraquinho. O Jorge urrava de tesão. Nessa hora fiquei doido de vontade de meter nele, mas caí na real que não tinha lubrificante em casa. Claro que não tinha porque em casa em só batia punheta e lubrificava com cuspe. Na minha noiva eu não metia mesmo. Então nunca me liguei de comprar. Falei isso para o Jorge. Ele nem piscou: “Vai de cuspe que é o que eu uso quando enfio o meu dedo no cu.” Eu falei ainda: “Não tenho camisinha em casa.” E ele, rindo: “E desde quando dois caras que se amam como a gente se ama usam camisinha? Se a gente tiver doença, vamos passar um para o outro e vamos morrer juntos, vamos para o céu e vamos continuar transando. Vamos lá, começa o troço que o meu pau está querendo baixar.” Eu ainda mandei: “Deixa de ser maluco e falar besteira.” De qualquer forma voltei a chupar o cuzinho do Jorge. Numa hora eu me afastei, cuspi bastante no meu pau e fui me aproximando dele. Nessa hora ele se virou de costas, pôs um travesseiro debaixo da bunda dele e levantou as pernas. Eu imediatamente falei: “Voce quer de frango assado? Onde é que voce aprendeu isso? “ Ele respondeu baixinho, ofegante, emocionado porque sabia que aquele seria o momento maior na vida dele até então: “Aprendi na internet e quero assim porque quero ver a sua cara quando voce gozar.” Eu ajeitei as pernas dele no meu ombro e fiz ele levantar mais o rabo. Cuspi novamente no meu pau e na minha mão que eu passei no cuzinho dele, enfiando a pontinha do dedo. Ele deu um suspirinho. Aí aproximei a ponta do meu caralho do buraquinho e pedi que ele relaxasse. Ele não relaxou, evidentemente com medo do que ia rolar. Quando senti que estava no lugar certo forcei a cabeça. Custou um pouco mas quando entrou ele soltou um berro. Parei um pouco, esperei e forcei mais. Entrou até a metade do meu pau. Ele gritava e chorava, mas não pedia que eu tirasse. O meu tesão assumiu um grau que impedia que eu pensasse. Só queria estar dentro do Jorge, só aquilo me interessava. Naquele momento eu era um animal absolutamente irracional. Instinto puro. Quando senti que tinha enfiado tudo e que os meus pentelhos estavam colados na bunda dele comecei o vai e vem, cada vez mais rápido cada vez mais forte. De vez em quando parava, dobrava o corpo e procurava a boca do Jorge. Ele respondia aos meus beijos sem muita convicção porque estava chorando como uma criança. O meu gozo não vinha nunca e eu ali cravado no Jorge e machucando ele. Até que o gozo chegou. Eu me esvaí dentro do meu amor, dei tudo o que eu tinha dentro de mim para ele. Quando eu parei os movimento,s ele, num fio de voz, pediu: “Tira rapidinho para não doer mais.” Atendi o pedido dele e cai de lado na cama. Ele aí pediu que eu ficasse quatro. Eu falei que ia ser de frango assado também e me ajeitei na cama com os travesseiros. Ele reclamou: “Voce não vai deixar eu chupar o seu cuzinho?” Eu me lembrei e fiquei de quatro, arreganhando as minha próprias nádegas. Ele caiu de língua. Estava uma maravilha sentir a língua úmida do Jorge em volta do meu buraco. Ele parava às vezes, dava uns beijinhos nas minhas nádegas e enfiava a pontinha do dedo no meu anel. Voltava a lamber. Numa hora ele cansou e mandou eu virar e levantar as pernas. Eu fiz. Ele cuspiu no pau, lubrificou o meu cu e se aproximou. Nessa hora eu medrei, confesso que medrei quando vi o pau do Jorge. Pausa. Um dia medimos os nossos paus no intervalo de uma foda e ele tinha 23 cm por 16 e eu 19 cm por 15. Então era isso. Em frente do meu anel estava um “submarino nuclear” de 23 cm e grossão. Mas foda-se. Se aquilo era o sacrifício do amor que viesse. Tudo bem, mas que puta sacrifício. Doeu pra caramba. O meu pau amoleceu enquanto ele me fodia, ficou uma minhoca ridícula. Ele, assim como eu, não aliviou: apesar dos meus berros e das minhas lágrimas. Enfiou até o talo e começou a me foder. Eu sentia os bagos dele batendo na minha bunda. Ele não demorou muito a gozar, graças a Deus. Quando o gozo chegou ele deu um berro. Um grito animal, que saia de dentro dele. Me inundou de porra, eu senti ela quente dentro de mim. Quando parou os movimentos eu comecei a implorar que ele tirasse o caralhão do meu cu. Ele atendeu, mas não caiu de lado como eu tinha feito. Dobrou o corpo e procurou a minha boca com desespero. Me beijou pra caramba, me apertou igualmente. Eu sentia que aquilo tinha sido a realização do sonho dele. Naquele dia não nos comemos mais. Fomos tomar banho onde ainda gozamos mais uma vez na boca um do outro. Isso foi o começo do maior amor de que eu já ouvi falar.

Passamos a namorar e nos casamos. Ficamos juntos cinco anos. A nossa vida foi maravilhosa, mas não foi fácil, e o nosso amor ajudou, e muito, a superar as dificuldades. Primeiro eu. Claro que tive que acabar com o noivado. Não tinha chance daquilo continuar. Fodam-se a familia, os filhos e todo o resto. Eu queria e tinha o Jorge, o resto que fosse pro caralho. Mas o fim do noivado foi sofrido pra caramba. Depois foi com ele. Os irmãos mais velhos dele começaram a desconfiar de que rolava alguma coisa entre a gente. Isso era fácil porque a gente não se largava. Imagina um cara de 23/24 anos com um carinha de 18/19 anos. Fizeram pressão, ameaçaram de porrada tanto ele quanto eu. Mas a solução foi relativamente fácil. Eu arranjei um outro apartamento em outro bairro e ficamos cada vez mais juntos até que o Jorge veio morar definitivamente comigo. Para ele não foi muito fácil também porque ele teve de romper com a familia dele. Mas estávamos juntos e isso era o que interessava.

O Jorge passou no vestibular e fez arquitetura. Quando se formou, usou o primeiro salário para dar de entrada numa moto. Eu fui contra, dizendo que ajudava ele a comprar um carro, mas ele não quis e me prometeu e jurou que seria cuidadoso. Mas moto é moto e ele usava para ir a todo o lugar. Levou uns tombos, se machucou um pouco, chegou mesmo, uma vez, a quebrar um braço. Mas não abria mão da porra. Até que um dia eu estava em casa, esperando ele chegar, quando toca o telefone e alguém me diz que tinha rolado um desastre com o Jorge. Me larguei imediatamente e fui no endereço que me deram. Chegando lá eu gelei porque ele já estava coberto com aquele plástico preto. O meu desespero foi tão grande que eu nem chorei naquele momento. Friamente fiquei esperando os procedimentos. O pai dele chegou e nem olhou para a minha cara. O mesmo fizeram os irmãos. Até que chegou o rabecão para levar o corpo para o IML. Peguei o meu carro e fui atrás. Na minha cabeça estava que eu ia assistir a autópsia porque não ia deixar o meu amor na mão daqueles caras porque já tinham me dito que nego lá viola cadáver quando tem tesão e o Jorge era lindo e ia dar tesão, com certeza. Me dizendo advogado da familia e usando a minha carteira da OAB consegui entrar na sala. Meu amor estava lá. Pelado, descoberto. Foi a última vez que eu vi o Jorge pelado. Parecia que estava dormindo, muito calmo, com um sorrisinho nos lábios. Me aproximei e cagando para o legista, dei um beijo nos lábios dele. Depois olhei para aqueles culhões e segurei no pau dele.

Hoje, exatamente hoje, fazem dez anos que o Jorge se foi. Tenho certeza de que ele está no céu, transando com um anjo lindo ao qual ele chama pelo meu nome. Sinto falta dele como no primeiro dia. Hoje fodo uns caras, mas amor eu nunca mais tive por ninguém. Por isso, e por ele, é que eu escrevi esse conto.

FIM

Comentários

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20/03/2016 16:41:42
Nossa! Há tempos eu não li uma história com final triste por aqui...
09/04/2015 18:16:27
10 : (
10/03/2012 03:19:13
Sensacional, LINDO
22/02/2012 10:33:13
Ciano. Gostaria de trocar uma ideia com voce. Meu endereço: youngdad@terra.com.br.
22/02/2012 04:12:55
Mais uma vez parabéns! Linda estória.
18/01/2011 15:48:09
Que linda história... Me emocionei bastante. Bem vindo novamente...Senti sua falta... Abçs
25/12/2010 15:25:56
Seja bem-vindo ao site. Como todos os outros, muito bem escrito. Foi linda a tua história de amor, pena que tenha terminado de forma tão brusca. Espero que encontre um novo amor para sarar as feridas que estão dentro do teu coração. Sei que jamais irás esquecer o Jorge, mas restarão dele apenas as lembranças maravilhosas. O amor que encontrares deverá saber respeitar este teu amor e aceitar tudo o que puderes lhe fornecer (não apenas o sexo) bem como dar-te de novo um sentido para a vida. Haja paz no teu coração
23/12/2010 15:20:27
Meus parabéns. Excelente conto, todos os autores de contos deveriam se espelhar num conto deste gênero. Continue nesse caminho, pois só tem a melhorar.
23/12/2010 03:14:12
Bem vindo, de volta, tava fazendo falta aqui....nota mil!!!!