Tenho 1,80 m de altura, 70 kg, e uma silhueta que já foi moldada pela academia que frequento. Estou no auge da minha vida sexual, apesar de estar namorando e dar umas escapadinhas.
Como já mencionei em outro conto, sempre achei minhas tias por parte de pai muito mais gostosas — eram mais altas, tinham peitos maiores e sempre uma bela bunda. Mas havia uma tia por parte de mãe que me chamava a atenção: uma tia de segundo grau. Na época, ela tinha entre 28 e 34 anos, é baixinha (1,58 m), cabelos loiros naturais na altura dos ombros, pele bem branca, olhos verdes e peitos grandes. O que mais chamava a atenção, no entanto, era seu grande traseiro branco. Não era gorda, mas também não era um palito. Tinha um filho, um primo meu que se dava muito bem com meu irmão — ambos com 7 anos na ocasião, e viviam juntos brincando.
Eu já era maior de idade, com meus 18 anos bem completos, e sempre tive a cabeça no lugar quanto aos meus desejos.
Sempre no verão, toda a família da minha mãe vai para uma vila à beira-mar, e minha tia Eloísa também ia. Nunca fiz grande esforço para ficar com ela — me contentava com outras garotas — mas pensava que não tinha a menor chance. Quando eu e minha família nos encontramos com ela, ela me elogiava, dizia como eu havia crescido desde a última vez que nos vimos, como eu estava mais forte, mais bonito. Eu me sentia lisonjeado, mas meio sem graça com tantos elogios. Logo fomos para nossa casa na vila e ficamos por ali até as três da tarde. Eu, obviamente, já havia me masturbado pensando nela.
Às três, fomos para a praia. Tirei a camisa e entrei na água junto com meus primos e primas, sempre prestando atenção nas minhas primas mais atraentes. Mas minha atenção foi toda para a beira da praia quando tia Eloísa foi tomar banho de sol sentada na areia. Ela vestia um biquíni estilo zebra, estava com óculos escuros e eu não conseguia ver para onde olhava. Imaginava que ela olhava para mim — suspeitas que se confirmaram quando ela tirou os óculos e eu vi perfeitamente seus olhos seguindo meu corpo. Eu também olhava para ela. Ela percebeu e desviou o olhar, mas logo voltou a olhar. Quando ela voltou, pisquei o olho e voltei a brincar com uma das minhas primas mais bonitas.
Entre os beijos que trocava com a prima Izabella, eu olhava para tia Eloísa, que nos observava atentamente. Logo saímos da água e fomos tomar uma ducha. Enquanto me ensaboava, a vi passar perto do chuveiro a caminho de sua casa. Notei que ela olhava na minha direção, e aproveitei para dar uma ajeitada no volume da sunga. Ela percebeu, mas virou o rosto.
Depois que tomei banho, minha família foi tomar café. Quando terminamos, meu irmão foi brincar na casa do César (filho de Eloísa) e ficou lá até as 11 horas, quando minha mãe pediu que eu fosse chamá-lo. Fui como estava: sem camisa, só com o short de banho, sem cueca. Quando cheguei lá, tia Eloísa estava pondo a mesa. Perguntei onde eles estavam, e ela respondeu que estavam no quarto do César. Para chegar lá, eu teria que passar por um corredor formado por uma parede e a mesa de jantar. Tia Eloísa estava no meio, arrumando os pratos, com o traseiro virado para o corredor. Passei com as costas rentes à parede e, no momento em que eu passava, meu membro acabou roçando entre as nádegas dela. Ela se inclinou para trás, passou a mão nos meus cabelos e disse, em voz baixa:
— Depois que todos dormirem, nas pedras.
As pedras eram um lugar no fim da praia, cheio de pedras grandes, onde ninguém via o que acontecia. Não respondi nada, apenas me afastei, dei um tapa leve em seu traseiro e levei meu irmão para casa.
As horas passavam devagar, mas finalmente todos dormiram. Com todo cuidado, saí de casa, cheguei à praia e fui até o fim dela. Entrei entre as pedras e, numa clareira, tia Eloísa estava lá. Me encostei nela, abaixei a cabeça e a beijei. Ela se afastou e disse:
— Eu tava louca pra fazer isso.
— Então abaixa e faz, titia.
Ela se ajoelhou, abaixou meu calção e começou a me chupar. Eu não usava cueca. Ela chupava com uma enorme voracidade, num ritmo acelerado, como se não segurasse um homem há anos. Enquanto chupava, levantava minha camisa para passar a mão no meu abdômen. Tirei a camisa. Ela parou com o vai e vem e começou a chupar minhas bolas, passando as mãos pelas minhas pernas. Quando chegou à minha bunda, voltou para o meu membro e se segurava em mim para ajudar no movimento. Puxei seus cabelos loiros com certa força e a ajudei a acelerar o ritmo:
— Você não queria chupar o sobrinho? Então chupa direito, cadela.
Ela tirou a boca, me masturbou um pouco e se levantou. Comecei a beijá-la, a acariciar seus peitos, e logo tirei sua camisola. Ela não usava sutiã, só calcinha. Beijei, apertei, mordi e puxei os mamilos dela. A encostei numa pedra inclinada e comecei a lamber sua intimidade, ainda com a calcinha de oncinha que ela usava. Ela gemia, segurava os próprios peitos e puxava os mamilos:
— Isso, seu puto, lambe minha boceta.
— Você quer assim, titia? — dizia eu enquanto afastava a calcinha e enfiava o dedo médio nela.
— Isso! Isso, meu sobrinho querido, faz o que a titia gosta!
Tirei a calcinha e a joguei entre as pedras, e voltei a chupá-la. Lambia e ela gemia alto, quase gritava de prazer. Eu apertava e puxava os mamilos daquela potranca. Em certo momento, não aguentei mais. Me segurei nos seus peitos, me levantei e a penetrei.
— Isso, seu puto, quero sentir seu pau dentro de mim.
— Você quer isso, sua vadiazinha? Quer?
— Aaaa! Isso, enfia, mais forte, mais forte! Isso, seu merda, continua!
Eu acelerava o ritmo até o ponto em que parecia que não conseguia mais. Então frei bruscamente e enfiei devagar. Quando desacelerei, ela gemeu loucamente. Dei mais duas ou três estocadas e tirei meu membro de dentro dela. Me sentei com as costas apoiadas na pedra inclinada.
— Que isso, moleque, já tá cansado? Pensei que você aguentasse mais, pelo jeito me enganei.
— Cala a boca e senta no meu pau, sua puta velha.
Me levantei, puxei-a pelo cabelo e a fiz sentar em mim virada para mim, com as costas encostadas na pedra. Ela começou a subir e descer enquanto eu puxava seu cabelo. Ficamos assim por um tempo até que eu gritei:
— Acelera, sua puta!
Ela não respondeu, só acelerou.
— Isso mesmo, sua cadela.
Dei um tapa no rosto dela e comecei a gemer de prazer. Eu a segurava pelas coxas e, depois de um tempo, dei um tapa em seu traseiro.
— Isso, vamos, bate na titia, bate que a titia gosta.
Ela continuou a acelerar até que a ouvi gritar de prazer e vi o líquido escorrendo de dentro dela. Ela desacelerou, se aproximou, encostou os seios no meu peito, me beijou e disse baixinho:
— Agora come sua titia como uma verdadeira cadela.
Ela desencostou, saiu da posição e ficou de quatro na minha frente, com o traseiro bem empinado.
— Agora enfia no cuzinho da sua titia. Fode sua cadelinha no cio.
Não perdi tempo. Molhei o dedo indicador e o enfiei nela. Ela se contraiu toda e gemeu baixinho. Tirei o dedo devagar, me posicionei e comecei a introduzir meu membro lentamente. Ela parecia que nunca tinha dado o cu, e gemia conforme eu fazia força — um gemido não espalhafatoso, mas de puro prazer. Até que consegui introduzir toda a cabeça. Depois que percebi que estava completamente dentro, coloquei o resto em uma estocada e acelerei:
— Aaah! Era isso que eu queria! Seu merdinha metido a pegador, enfia no cuzinho da sua cadelinha! Da sua tia putona!
— Era isso que você queria, né, sua puta? Ficar com o pau do seu sobrinho no cu, né?
Eu fazia os movimentos de forma acelerada, e ela rebolava feito uma puta e gemia também.
— Tô vindo!
— O sobrinho vai gozar? Vai dar leitinho quente pra titia?
Tirei meu membro de dentro dela e me levantei. Ela foi e se ajoelhou na minha frente, enquanto eu me masturbava.
— Isso, dá o que a titia quer! Dá o que a cadelinha quer! Goza na boca da titia!
Ela falou isso, deu uma chupada em uma das minhas bolas e eu gozei em sua boca. Errei um pouco e a lambuzei.
— Aaah!
— Isso, me lambuza toda, me lambuza que eu vou lamber tudo.
Ela começou a se lamber, limpando os cantos da boca, os seios. Quando terminou, puxei seu cabelo, deixando seu rosto virado para mim, e disse:
— Abre a boca, cadela.
Ela abriu a boca, cheia de gozo.
— Engole, puta.
Ela se esforçou e engoliu tudo. Dei um tapa em seu rosto e disse:
— Muito bem, cadela.
Juntamos as roupas da areia, sacudimos a areia de nossos corpos e nos vestimos. Já estava amanhecendo. Ela foi primeiro e eu um tempo depois. Não aconteceu mais nada naquelas férias, mas continuamos transando sempre que possível. Hoje, toda conversa nossa está cheia de segundas intenções e duplos sentidos — minhas conversas favoritas.