Meu Amigo me Amava - Capítulo 96

Um conto erótico de Multiplosex
Categoria: Homossexual
Contém 5855 palavras
Data: 02/10/2010 14:32:05

Meu Amigo me Amava – Capítulo 96

Fortes Emoções – Reta Final

Talvez em Cabo Frio, se estivesse ouvido as palavras do Jhonny, ou até mesmo antes, derrepente poderia ter evitado muitos aborrecimentos, até mesmo a violenta reação do meu irmão ao flagrar eu e o Jhonny nos beijando. Tudo foi muito forte, muito horrível, as palavras duras do Rick, seus olhos cheio de ódio para eu e o Jhonny, as agressões, e principalmente a gravidade do acidente, tudo isso foi forte de mais e mexeu intensamente com o meu emocional, tive tonteiras, dores de cabeça fortes, náuseas, tudo isso muito repentinamente e forte demais.

Fugi minha vida toda de tudo, dos meus desejos íntimos, dos meus pensamentos, pensei que pudesse dar os rumos que quisesse a minha vida, uma mera ilusão, descobri que o que levamos da vida é a vida que se leva, não somos capazes de controlar as nossas vidas por conta de uma simples palavra, a qual estamos pré-destinados, fadados, ninguém foge ao seu destino, a única coisa que podemos fazer é evitar, mas ele vem ao nosso encontro mesmo contra as nossas vontades. O Pedro, Jhonny, Estevão, Robertinho, Vinicius, todos eles estavam predestinados a viver essa história, seus problemas, brigas, situações, e eu que sempre pensei que era um cara forte, capaz de enfrentar todas as dificuldades da vida, estava novamente meramente enganado e como estava. Ver meu irmão sendo jogado ao chão por uma batida de carro, caindo desacordado, todo cheio de sangue, e praticamente morto, tudo isso ali na minha frente, aos meus olhos e principalmente por minha culpa, tudo isso num mesmo dia foi forte demais, e ainda por cima tive que suportar o mal caratismo do Estevão a me chantagear, sem um mínimo de piedade pelo momento em que estava passando, foi demais para mim.

Minha sorte que mesmo sem perceber nada o Jhonny me livra das garras do Estevão com uma boa notícia, meu irmão já estava acordado e querendo ver eu e minha mãe. O que logo de início foi uma boa noticia, logo voltou a ser desespero e em dose dupla, será que o Rick iria cumprir sua promessa de contar tudo a mamãe ali no hospital, qual seria a reação da minha mãe ao saber que seu filho mais velho é um gay, que foi flagrado pelo irmão caçula ao beijos na sua própria casa e o pior de tudo isso, ter sido eu o culpado pelo acidente e quase morte do Rick. Na hora em que a ficha cai me corpo treme, minhas mãos ficam suadas, mesmo assim entro com minha mãe no quarto, lembro das palavras do Jhonny “Ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, ninguém pode fugir de si mesmo Breno”. Preparado eu não estava, ninguém está, enfrentar sua família, seu amigos, assumir que você é diferente, nossa é uma barra, poucos são como o Vinicius que enfrentam de cabeça erguida todo o tipo de provocação, humilhação e tentam, mesmo enfrentando todas as dificuldades, viver e ser feliz, “viva sua vida por você, não pelos outros”, isso que devemos fazer, porém eu vivia pelos outros, por aparência, por conveniência, mas até quando? Tudo dependia da reação do Rick, a minha vida literalmente neste momento estava nas mãos do Rick neste momento.

Zilda - (abraça) Meu filho do céu, o que aconteceu Rick, você quer me matar do coração meu filho, o que houve diz, fala pra sua mãe.

Fico gelado, vejo minha mãe abraçando o Rick, o cobrindo de beijos ali no quarto daquele hospital. Meu irmão estava com a cabeça toda enfaixada, o rosto inchado devido a força da pancada, tomando soro, com aparelhos colados ao seu corpo, e tudo aquilo por minha culpa, estava feliz por ele estar vivo e graças a Deus bem, apesar de tudo, ali naquele momento se ele disser tudo o que viu, falar tudo o que presenciou para mim pouco me importava, meu irmão estava vivo, o Rick morrer por minha causa seria um peso forte demais para que eu pudesse carregar, não agüentaria, seria o meu fim, não estou preparado para a morte, muito menos a do meu único irmao.

Zilda - Me diz Rick Leonardo, fala pra mamãe meu filho, você não olhou pra rua foi isso, você não viu o carro, o que aconteceu?

Meus olhos ficam fixos nos do Rick, fico ali no canto próximo a porta com o coração na boca, o segredo que escondi a minha vida toda seria contado neste momento, não estava preparado, mas seria ali, hoje, agora, sem sombra de dúvidas.

Rick - (tonto) Oi mãe, calma mãe eu estou bem.

Zilda - (nervosa) Eu sei meu filho, graças a Deus agora está tudo bem. Rick filho o que houve?

Rick me olha nos olhos, ele estava confuso, sem entender direito onde estava, dava para ver em seus olhos.

Rick - Mãe por que estou em um hospital?

Zilda - Como assim meu filho, você sofreu um acidente, uma batida forte de carro. Rick você não lembra o que aconteceu?

Rick - (chora) Não mãe. Breno me tira daqui, mãe, eu quero ir pra casa.

Zilda - (preocupada) Meu filho calma, Rick Leonardo, você sofreu um acidente em frente da nossa casa meu filho, fala pra mamãe, se acalma, não precisa chorar, me diz querido o que foi que aconteceu.

Rick - Eu não lembro mãe, minha cabeça está doendo, doendo muito mãe.

Nesse momento entra o médico.

Zilda - Doutor, doutor o meu filho não lembra de nada, ele diz que não consegue se lembrar de nada o que aconteceu, doutor o que ele tem senhor?

Médico - (profissional) Calma mãe, como eu disse, ele sofreu uma brusca pancada na cabeça que atingiu uma área delicada do cérebro, é normal que ele se esqueça de algumas coisas, há casos em que o paciente nem consegue lembrar o próprio nome. Acalme-se é necessário que vocês dois tenham muita paciência com o Rick certo. As lembranças voltaram com o tempo, por isso ele ficará aqui em observação durante 36 horas, para ver se o quadro progride ou regride. Rapazinho você é muito forte, a batida não foi brincadeira, levou seis pontos na cabeça.

Fico olhando para o Rick, não acreditando no que estava vendo e ouvindo, meu irmão não se lembrar de nada, ter esquecido a nossa briga, o beijo que dei no Jhonny, isso não podia estar acontecendo, não mesmo.

Rick - Doutor, por favor, eu quero ir para casa, para minha casa. Breno por favor, Breno.

O Rick me surpreende me estendendo as mãos, eu que estava no canto do quarto fico meio sem graça em apertar suas mãos, estava feliz e ao mesmo tempo tenso, preocupado, fui eu o responsável, eu.

Rick - Breno eu não quero ficar aqui, minha cabeça está doendo muito mãe, mas eu quero ir pra casa.

Zilda - Calma filho, se o doutor acha melhor você ficar aqui, aqui você vai ficar. Vou pedir a Nuancy para pegar algumas coisas lá em casa, roupa de cama, Breno fique aqui com seu irmão, vou ligar para a chefe do meu trabalho, ficarei aqui com meu filho.

Breno - Não mãe tudo bem.

O médico sai do quarto seguido de minha mãe, ficamos ali eu e o Rick no quarto, o encaro, não consigo acreditar que ele tenha esquecido justamente do grande motivador de tudo o que aconteceu, o meu beijo com o Jhonny, o encaro, fico o olhando, e ele assustado, com aqueles olhinhos de inocente, totalmente diferente dos olhos de ódio que vi horas atrás.

Breno - Rick você realmente não lembra de nada?

Rick - Lembrar de que Breno, de que mala? Eu não sei, eu lembro que fui em casa pegar minha mochila pra ir pra aula de Jiu Jitsu, mas depois eu não lembro, não consigo lembrar. Breno minha cabeça está doendo muito.

Breno - Calma, está tudo bem. Rick fala pra mim, diz que você não está enganando todos nós, diz cara que você realmente não consegue lembrar o que aconteceu.

Rick - Breno cara o que eu tenho que lembrar, me fala o que aconteceu por que eu não consigo cara. Eu não quero ficar aqui Breno com essas coisas coladas no meu corpo, com essa agulha no meu braço Breno eu quero ir pra casa, pra casa cara.

Rick começa a chorar de nervoso, mesmo meio pasmo começo a acreditar no Rick, mesmo sendo surreal demais, ele realmente não se lembrava do que houve, saio do quarto do Rick ainda desconfiado e vou atrás do médico.

Breno - Doutor, por favor.

Médico - Fala jovem.

Breno - Doutor realmente isso é possível? Meu irmão ele não se lembra do que aconteceu, ele não se lembra do acidente, será possível.

Médico - Sim, o nosso cérebro é uma maquina, e mesmo com os avanços da medicina, os estudos, ainda há muitas coisas que desconhecemos a respeito dessa parte fundamental para o nosso corpo. A pancada que o seu irmão sofreu foi forte demais, agradeçam a Deus dele não ter ficado com seqüelas irreversíveis para toda a sua vida. A pancada foi muito forte no lado direito, o responsável pelos movimentos vitais como eu falei, por sorte não sofreu danificação nenhuma, o que me preocupava foi realmente uma área localizada numa extremidade bem sensível do cérebro responsável pela temporalidade dos pensamentos, como passado, presente e futuro. Vai ser normal ele misturar coisas, como trocar os nomes das pessoas, esquecer de alguns fatos. Talvez até mesmo antes de ter acontecido o acidente ele possa ter tido um choque muito forte, não sei, e queira esquecer, o cérebro mesmo queira esconder ali, bem no seu inconsciente.

Breno - Como assim?

Médico - Vou tentar ser o mais claro possível, mesmo esse assunto não ser nada claro, fácil. Nosso cérebro é um HD, guardamos aqui nessa cabecinha bilhares de informação que processamos ao longo de nossa vida, algumas coisas, fatos que consideramos desinteressantes são abduzidos, deletados do cérebro. Um exemplo claro disso são coisas do tipo, você se lembra o que almoçou na semana passada?

Breno - Não.

Médico - Então, é assim, informações desnecessárias que são deletadas, apagadas da nossa mente. No caso do Rick creio eu que ele mesmo não queira lembrar, até por que lembrar de todos os detalhes do seu próprio atropelamento não deve ser uma coisa nada... nada agradável, mexe com os sentimentos, provoca emoções fortes. O que melhor você tem a fazer agora é ficar ao lado do seu irmão, ter paciência com ele, com o tempo essas lembranças voltaram, tudo naturalmente.

Breno - O senhor quer dizer que ele pode um dia assim do nada se lembrar de tudo.

Médico - Sim, e isso pode ser hoje, amanha, daqui há um ano, tudo depende do tempo.

Chega uma enfermeira e chama o médico que sai, fico eu ali no corredor do hospital completamente desacreditado de tudo o que estava acontecendo, até que novamente chega a presença insuportável do Estevão.

Estevão - Então Breninho, o maninho está bem, conseguiu sobreviver?

Breno - Estevão cala a sua boca, eu não te agüento mais.

Estevão - E ele contou tudo a mamãezinha, ele já abriu o bico, contou o que o deixou completamente transtornado ao ponto de querer se atirar na frente de um carro, querer acabar com sua própria vida, pela decepção de ter visto o irmão, todo certinho, todo cheio de qualidade, ali em sua própria casa, no maior amasso com o seu melhor amigo. Nossa que cena, imagino até a cara de babaquinha do seu irmao vendo tudo isso, ainda mais ele tão idiota, tão besta, na boa Breno ele nem parece ter 16 anos, muito imaturo o muleke, coitada da D. Zilda, uma mulher tão batalhadora, criou com dificuldades dois filhos, mal sabe ela que juntando os dois não dão meia dúzia, um é viado, e o outro bobão, completamente babaca.

Quando o Estevão fala isso eu o seguro com ódio pela camisa e o bato com força na parede, nos corredores do hospital mesmo.

Breno - (ódio) Chega desgraçado, cala a sua boca ou te arrebento aqui.

Dou um soco forte na cara do Estevão que sai se segurando pela parede e cai no chão, rapidamente chega um guarda.

Guarda - O que está havendo aqui senhores.

Estevão (sórdido) Nada não autoridade, o rapazinho que se irritou com umas verdades que eu falei.

Guarda - Se tem probleminhas pessoais para serem resolvidos que seja, por favor, fora daqui, lembre-se senhores estão num hospital, hospital fui claro.

Estevão - Perfeitamente autoridade, entendemos perfeitamente.

O Guarda sai, ficamos ali frente a frente eu e o Estevão.

Estevão - Não estou brincando Breno, quero aqueles DVDs e aquelas benditas copias, ou contarei tudo para sua mãe, que foi você o responsável pelo acidente do seu irmão e ele concordará comigo.

Breno - O Rick não se lembra de nada, ele não lembra o que aconteceu seu infeliz.

Estevão - Eu não acredito que azar, nem pra isso esse muleke serve que ódio. Melhor que tivesse morrido esse imprestável, pirralho melequento.

Breno - Não fala assim demônio!

Estevão - Mesmo assim não tem problema Breninho, esse acidente com o seu irmão me ajudará de uma maneira ou de outra a te destruir, assim como você tentou fazer comigo seu desgraçado, você é uma pedra que apareceu no meu caminho muleke, desde que tive a infeliz coincidência de te conhecer tudo começou a dar errado, tudo.

Breno - Engano seu Estevão, eu nunca quis te destruir cara, só não achava justo você ameaçar o Jhonny, causar o sofrimento dele, enganar a Estela, muita injustiça cara e depois você começou a me ameaçar com aquela foto que tirou minha e do Pedro, começou a me perseguir.

Estevão - Claro, sua presença já estava começando a me incomodar, sempre ao lado do Jhonny, enchendo a cabeça do rapaz, dando apoio para ele me odiar.

Breno - Você que quis isso.

Estevão - Você não sabe de nada rapaz, não conhece a história.

Breno - Não preciso conhecer a história Estevão, para saber que você não presta que você é um monstro.

Nisso chega minha mãe.

Zilda - Filho eu vou em casa, irei pegar umas coisas, roupa de cama, para mim também, passarei a noite aqui meu filho com o seu irmão, tudo bem?

Estevão - (sínico) D. Zilda eu levo vocês, vou para lá mesmo falar com a Estela.

Zilda - Não precisa se incomodar Estevão vou de ônibus estou acostumada.

Estevão - Não de jeito nenhum, levo a senhora e a minha sogra no meu carro, estou indo para lá mesmo, não é incomodo algum.

Chega a mãe do Jhonny, D. Nuancy.

Nuancy - Obrigado Estevão, mas prefiro ir de ônibus.

Estevão - D. Nuancy que isso. Serei pai do seu neto, vamos passar uma borracha por cima de tudo o que aconteceu, vamos escrever uma nova história, por essa criança, pelo seu neto D. Nuancy, o que será dessa criança crescendo num lar, num ambiente cheio de brigas, em que o pai dela não se dá bem com a avó, temos que começar a pensar nisso.

Fico indignado com a falsidade e a ausência de caráter do Estevão, como pode existir no mundo pessoas como ele, tão frias, tão falsas, tão cruéis.

Acabam indo minha mãe e D. Nuancy com o Estevão para casa. Vejo o Jhonny sentado no canto da parede do hospital, triste, abatido.

Breno - Jhonny sai do chão cara, calma.

Jhonny - Só faço besteiras cara, uma atrás da outra. Desde o começo só te envolvo com meus problemas, só te meto em confusões. Cara e agora você quase perde o seu irmão por minha culpa cara.

Breno - Não pensa assim cara, você não tem culpa de nada, não tem sério.

Jhonny - Tenho sim. Primeiro foi minha mãe, agora o Rick, cara sua vida era tranqüila, sem problemas, até no seu lance com o Pedro eu melei.

Breno - Jhonny cara não fica assim.

Jhonny - Breno eu sou um azarado cara, não quero mais complicar a sua vida, não quero.

Breno - Jhonny, Jhonny volta aqui cara, volta aqui!

Jhonny se levanta transtornado do chão nos corredores do hospital e sai gritando e chorando.

Jhonny - Eu quero ficar sozinho cara, eu quero ficar sozinho, por favor.

O Jhonny sai pelo corredor, fico triste ali, até que decido ir para o quarto do Rick, entrando o vejo deitado na cama, ainda tomando soro e cheio de aparelhos colados ao seu corpo, estava dormindo. Me sento do lado dele numa cadeira e fico ali o observando, vem em minha mente toda a cena da briga, as duras palavras do Rick, o ódio em seu olhar, as agressões, e por último o acidente, a imagem do Rick sendo jogado no chão atingia minha mente como flashes, sinto algo escorrendo pelo meu nariz, quando passo a mão novamente vejo sangue, me levanto, pego um lenço de papel e paço no nariz. Assim que me sento novamente toca o celular, vejo no visor é o Robertinho.

Breno - (celular) Oi.

Robertinho - (celular) Breno tudo bem?

Breno - (celular) Por que você está perguntando?

Robertinho - (celular) Não pow só queria saber se está tudo bem?

Breno - (celular) Sentiu mais alguma coisa.

Robertinho - (celular) Ih! Caralho, vai começar.

Saio do quarto a atendo no corredor.

Breno - (celular) Não cara não está tudo bem.

Robertinho - (celular) O que aconteceu, onde você está?

Breno - (celular) Estou no hospital.

Robertinho - (celular) O que houve leke?

Breno - (celular) Não dá pra contar pelo telefone, mas estou bem.

Robertinho - (celular) Em que hospital você está?

Breno - (celular) No São José Operário, aqui no centro.

Robertinho - (celular) Ok estou indo para aí.

Robertinho rapidamente desliga o celular, volto novamente a ficar no quarto, minutos depois chega minha mãe, decido sair do quarto, o Rick ainda continuava dormindo, minha mãe entra, ajeita as coisas no quarto, eu decido sair, o sentimento de culpa pelo atual estado do Rick me consumia a alma.

Momentos depois chega o Robertinho.

Robertinho - (aflito) Qual foi o os brother?

Breno - Vem por aqui por favor, minha mãe está no quarto.

Vamos para o lado de fora do hospital, nos fundos onde havia um jardim e uns bancos. Começamos a conversar.

Robertinho - Fala muleke.

Breno - Foi meu mano.

Robertinho - O que houve com o leke cara?

Breno - Meu irmão me flagrou beijando o Jhonny na boca dentro de casa cara.

Robertinho - Que merda foi essa maluco?

Breno - Ele ficou transtornado, me agrediu, me falou coisas pesadas, agrediu o Jhonny cara melhor amigo dele, maior droga cara. Eu acabei perdendo a cabeça, bati no meu irmão, dei um tapa na cara dele.

Robertinho - Maluco, que pressão foi essa.

Breno - Ele sai correndo de casa, vem um carro cara e ele não vê, o motorista freia bruscamente mas mesmo assim não adianta, o carro pega meu mano em cheio, ele bate forte com a cabeça, agora está em observação.

Robertinho - Caralho muleke, que foda foi essa. Mas está tudo bem com seu mano Breno, ele acordou tudo direitinho, alguma seqüela?

Breno - Ele acordou há poucas horas atrás está com o rosto inchado, tomando soro, alguns eletrodos no corpo. Aparentemente está tudo bem sim. Só algo que me intriga cara.

Robertinho - O que?

Breno - Ele não se lembra de nada que aconteceu antes do acidente.

Robertinho - Como assim?

Breno - A briga, a nossa discussão, o beijo, nada, ele não consegue se lembrar de nada. Eu até pensei que fosse uma invenção do médico, até o procurei e ele disse que pode acontecer, que a pancada foi muito forte e chegou a atingir áreas sensíveis do cérebro.

Robertinho - Qual o seu medo?

Breno - Cara o que vier agora é lucro. Fiquei desesperado cara, quando vi meu irmão caído no chão, aquele sangue todo escorrendo da sua cabeça, cara eu pensei que ele fosse morrer e por minha culpa cara, minha culpa.

Robertinho - Relaxa leke, está tudo bem não fica assim. E agora o que você pensa em fazer.

Breno - Eu não sei cara, e o pior que semana que vem começam minhas provas, maior merda, não tenho tempo pra estudar, minha vida está cada vez mais de pernas pro ar cara, tem momentos que eu penso que não vou agüentar, tudo de uma vez cara, problemas em cima de problemas, eu estou ficando cansado já cara, sem forças pra lutar entende.

Robertinho - Não fica assim cara. Breno?

Breno - O que foi?

Robertinho - O seu nariz cara, ta sujo, ta sangrando.

Breno - Porra toda hora meu nariz ta saindo sangue que merda.

Robertinho - Seu mano te bateu.

Breno - Deve ter batido, ele me deu vários socos, bateu no Jhonny, eu nunca o vi daquele jeito, tão agressivo cara, ele estava com ódio de mim, raiva entende?

Robertinho - Cara uma hora ele vai lembrar, o que você vai fazer.

Breno - Estava preparado pra contar tudo, encarar logo de frente toda a verdade e seja o que Deus quiser.

Robertinho - Você teria coragem de contar para sua mãe que você é gay cara, que tem um caso com seu melhor amigo.

Breno - (firme) Se o Rick contasse tudo sim cara, eu confirmaria tudo, acabaria com todo esse tormento de uma vez. Quem não agüenta mais agora sou eu cara.

Nos levantamos, decido ir para casa, chegando vejo meu quarto todo desarrumado por conta da confusão, algo estranho é que vejo o meu computador ligado, e não lembrava de ter o deixado assim, o desligo, arrumo a bagunça, tomo um banho e vou dormir. Acordo com fortes dores de cabeça, antes de ir trabalhar vou até o hospital ver o meu mano, o encontro dormindo, então decido ir para o trabalho, dou um abraço na minha mãe e vazo.

Chegando ao escritório o Alan me chama no canto, levo até um susto.

Alan - Breno a chapa hoje vai esquentar cara.

Breno - Como assim Alan?

Alan - Lembra da fatura daquele escritório de advocacia, então cara deu maior confusão.

Breno - Confusão, mas Mauricio não disse que era responsável, que resolveria as pendências das planilhas cara.

Alan - A coisa é mais podre do que isso Breno.

Breno - Cara eu estou cheio de problemas, meu irmao sofreu um acidente, não preguei o olho a noite toda e hoje pra aproveitar eu tenho uma prova e nem pude estudar direito.

Alan - Que barra cara, mas vamos ver o que dá.

Momentos depois chega Muricio, Kátia e Alessandra distribuindo os convites do casamento, me surpreendo com a chegada do Estevão mais três advogados, e com a chegada do dono do escritório, seu Nestor. Estevão antes de entrar na sala de Mauricio me olha dando um sorrisinho. Ficam horas dentro do escritório, todos nos não agüentávamos mais de ansiedade, estava eu e o Alan revisando uns relatórios até que seu Nestor vem até a minha mesa e chama eu e o Alan, na hora fico pasmo, pensei logo o pior, Alan se levanta confiante.

Alan - Calma, está tudo bem.

Nisso vejo Estevão mais os três advogados, sócios do escritório do centro sentados, o Mauricio de pé e seu Nestor na cadeira do Mauricio.

Nestor - Pode se sentar vocês dois.

Breno - Não doutor Nestor, eu estou bem de pé.

Nestor - Ok então. Breno há quantos anos você trabalha conosco.

Breno - Há três anos doutor Nestor.

Nestor - Você se forma este ano não é?

Breno - Espero que sim seu Nestor, estou estudando e lutando para isso.

Nestor - Está indo bem no curso, é administração de empresas que você cursa se eu não me engano não é?

Breno - Sim senhor.

Nestor - Bom Breno, te chamei aqui por que há alguns meses atrás eu injustamente, e espero estar sendo bem claro na frente dos senhores, que estão aqui Breno, são os sócios do escritório de Advocacia S.A, aquele cliente que você juntamente com o Alan, nosso estagiário descobriram um erro, você está lembrado isso Breno.

Breno - Sim senhor, foi na semana passada, que ao analisar as planilhas o Alan detectou que havia um erro, as contas não batia com as dos meses anteriores, estava bem aquém por sinal, não seguindo uma linearidade orçamentária.

Nestor - Isso mesmo. Bom Breno o que tenho a lhe dizer é que você como sempre fez um grande trabalho.

Breno - Obrigado seu Nestor.

Nestor - E abriu os meus olhos, para algo que eu já deveria ter descoberto há muito tempo, mas por confiar demais, por acreditar no caráter das pessoas eu acabei pondo a credibilidade deste escritório em jogo, quase pondo o meu respeitável nome, que levei anos com muito trabalho, para construir na lama não é Mauricio.

Mauricio - Seu Nestor.../

Nestor - (se altera) Cala sua boca seu calhorda, verme, parasita. Eu lhe trouxe para esse escritório, eu lhe dei um cargo de confiança, meu sobrinho e me apunha-la pelas costas, quase que me deixa cometer uma enorme injustiça.

Mauricio - Seu Nestor eu posso explicar.

Nestor - Explicar o que Mauricio, explicar que você me passava para traz alterava contas, falsificava registros. Mauricio isso é crime e você sabe disso, eu lhe dei uma equipe, confiei essa filial a você e assim que você me agradece calhorda, me roubando. Mauricio eu trouxe todos os acionistas desse escritório aqui para que eles saibam a decisão que tomarei, mas antes que quero que você seja bem sincero e me diga, algum desses senhores aqui era seu cúmplice nessa fraude, alguém aqui Mauricio estava mancomunado com você?

Na hora olho para a cara do Estevão, estava esperando a confissão do Mauricio, o fim do Estevão ali, naquele momento.

Mauricio - Não senhor, não estava mancomunado com ninguém.

Nestor - Então você confessa que estava sozinho nessa, nessa e em outras que irei descobri Mauricio.

Mauricio - Sim senhor.

Nestor - O escritório entrará numa investigação com todos os clientes do escritório, todos os desvios, todas as emissões falsas, tudo o de errado que for detectado por esse escritório você o principal responsável, você está preparado para isso.

Mauricio - Sim doutor Nestor.

Breno - Mauricio fala a verdade.

Nestor - Que verdade Breno.

Alan - Breno você sabe de mais alguma coisa.

Estevão - Se sabe jovem é bom ter provas, e provas concretas por que você sabe calunia e difamação dá processo e o escritório pretende ir até as ultimas conseqüências, na forma da lei para desvendar toda essa situação constrangedora.

Nestor - Isso mesmo Breno, se sabe de algo é melhor que fale agora.

Olho para o Estevão com ódio, realmente o Mauricio assumindo toda a culpa, eu não tinha provas, não provas concretas para provar que o maldito do Estevão estava envolvido até o pescoço nesse crime.

Breno - Não senhor, eu não tenho provas, eu não sei de nada, com licença.

Nestor - Calme Breno, espere eu ainda não terminei.

Breno - Sim, pode falar seu Nestor.

Nestor - Breno a partir de hoje você será o responsável pro esse escritório, é a pessoa que mais confiança tenho aqui para gerir, mesmo num momento delicado que estamos passando, mas o trabalho tem que continuar.

Breno - Seu Nestor.

Nestor - Você montará a sua equipe, tudo ficará ao seu critério. Alan continua também afinal de contas você foi os meus olhos aqui dentro durante essas duas semanas, só ouvi elogios a respeito de você. Breno sei que está num período bastante conturbado, faculdade, final de curso, entenderei que não poderá gerir sozinhos todas as funções, por isso quero que monte uma equipe, confio no seu potencial.

Eu fico tonto, nem acredito.

Breno - Alan.

Alan - Seu Nestor já estava desconfiando da administração do Mauricio, me enviou justamente para observar. Breno desculpe se de alguma forma você esteja se sentindo enganado por mim, mas foi preciso cara, era o nome do escritório, famílias dependem desses empregos, você mesmo é um, eu também.

Breno - Com licença.

Alan - Breno.

Saio meio desnorteado da sala, ao abrir a porta levo um susto, todos estavam de pé e vejo dois policiais de prontidão no escritório.

Alessandra - (aflita) Breno o que está acontecendo aí dentro, o que houve?

Saio chorando.

Policiais - (intervém) Senhor ninguém sai do escritório.

Breno - Eu não fiz nada.

Policial - Ordens do seu Nestor, vocês saíram daqui direto para a delegacia.

Breno - Como assim?

Alessandra - O que está acontecendo senhor.

Chega o Pedro.

Pedro - Oi.

Policial - Você é o Pedro Duarte Lima?

Pedro - Eu mesmo.

Policial - Aguarde aqui por favor.

Breno - Pedro o que você está fazendo aqui.

Pedro - Recebi uma intimação para depor, mas não me informaram o teor de nada, o que houve.

Breno - Seu Nestor descobriu que o Mauricio desviava verbas, alterava planilhas, que ele falsificava documentações dos clientes do escritório.

Kátia - Meu Deus.

Alessandra - O que foi Kátia?

Kátia - Eu terei que ir prestar depoimentos também.

Policial - Todos os funcionários.

Saem todos da sala, os policiais algemam o Mauricio na frente de todos nós.

Mauricio nos olham, Pedro se emociona, trocam olhares.

Pedro - O que você fez cara?

Mauricio abaixa a cabeça não fala nada, Kátia e Alessandra choram. Estevão me fulmina com o olhar.

Vamos todos para a delegacia, prestamos depoimentos, saio direto para a faculdade sem cabeça para nada, a prova estava fogo, faço a prova, entrego e venho para casa, descendo do ponto levo um susto com o Estevão que desce do carro e puxa meu braço, me coloca dentro do carro e fecha as portas, o trava.

Breno - Cara você está ficando ainda mais louco sabia?

Estevão - Os DVDs muleke, cadê?

Breno - Eu não vou ceder as suas ameaças, você deveria saber disso não. Estevão eu não vou te entregar DVD nenhum, quer ir lá em casa, quer contar tudo para minha mãe, vai cara, conta, faça o que você quiser, eu não cedo a chantagens, eu não vou ceder as suas ameaças.

Estevão - Até meu esquema com o Mauricio você conseguiu desmantelar, você é uma pedra no meu caminho muleke, maldita hora que você atravessou o meu caminho sabia.

Breno - Você sempre consegue escapar não é, sempre. Mas sua hora vai chegar seu maldito, se há justiça nesse mundo um dia te pegam, quero te ver atrás das grades, por que lá é lugar de criminoso.

Estevão - Minha hora nunca vai chegar sabe por que, por que sou esperto rapaz, ao contrario de você que só faz cagadas. Breno aquelas malditas cópias.

Breno - Não vai ter nada, nenhum DVDs sequer, pode revirar a minha casa, me ameaçar o quanto for, por que nem me matando cara, aqueles DVDs são as únicas provas que tenho para te destruir, para te neutralizar.

Estevão - Você pensa que vai em neutralizar é. Breno acorda muleke, não sou nenhum iniciante, não sou tão burro como você, que chega a ser patético.

Breno - Eu não sou burro.

Estevão - É burro sim, muito burro por sinal. Breninho chega de papo, quero os DVDs, você sabe que a Estela minha mulher.

Breno - Sua ex-mulher.

Estevão - Ela entrou na justiça, pedindo um processo de separação no litigioso, pois bem ela me ameaçou exibir os conteúdos desse DVDs para provar a traição, uma prova incontestável em que eu perderia feio e teria que assinar o divorcio, algo que nunca passou pela minha cabeça, ainda mais agora que serei pai.

Breno - Agora mesmo que não entrego.

Estevão - (sorri) Aí mesmo que você entrega rapaz, mas como você entrega.

Breno - Nada vai em fazer entregar esses DVDs a você Estevão.

Estevão tira da pasta um monte de papéis.

Breno - O que é isso, um dossiê contra mim, provas de todos os meus crimes.

Estevão - De certa forma sim, por que não. Bom, ontem Breninho eu dei uma caroninha para o seu irmão, o babão do Rick, e olha que mesmo sem querer fui muito feliz. Breno lembra que te disse que um dia você estaria aqui, nas minhas mãos. Pois bem e não é que esse dia chegou rapaz, e olha que por essa eu jamais esperaria.

Breno - O que você está falando seu canalha.

Estevão - Disso aqui rapaz. Nunca vi ninguém tão confiante, tão dono se si mesmo, teve momentos em que eu pensei em parar por que você não deixava brechas mas depois disso aqui. Sabia que você tinha que ter uma válvula de escape, tinha que descarregar todas as suas frustrações, seus medos, é pressão de mais muleke.

Breno - Cala a boca, eu quero sai deste carro se não faço um escândalo.

Estevão - Faz escândalos faz, quero ver, dá show. Bom vamos ler aqui “Bom... é o primeiro conto que publico aqui, espero que tenham paciência. Este como os outros serão contos reais, odeio começar a ler algo e notar que seja mentira. Vou me apresentar para que nao fique muito longo. Meu nome é Breno, moro no Rio de Janeiro. Sou estudante de administração, estou no último ano do curso e trabalho como auxiliar administrativo numa empresa de contabilidade. Um jovem normal. Tenho 1, 82 de altura, 74 kilos, sou moreno escuro, nao sou forte nem magro, tenho um corpo normal. Porém o que mais chama a atenção no meu corpo nas pessoas são as pernas grossas e a bunda. Bom... há duas semanas atrás começou a trabalhar na empresa um rapaz, o nome dele é Pedro, ele é mais velho do que eu, tem 26 anos, moreno alto, deve ter seus 1, 83m, corpo definido e tal mais sinceramente nem me atraia.” Tá bom para você?

Fico perplexo.

Breno - Não se assuste rapaz, é isso mesmo que você está pensando. Cara quando vi isso aqui ontem eu confesso que chorei de tanto rir. Breno você contou a vida de todos, expôs a sua vida para centenas, milhares de pessoas, você tem noção da proporção que essa sua historinha, deixa eu ver o titulo, até muito pouco sugestivo por sinal “meu amigo me amava”, você tem ideia do que você estava fazendo?

Breno - Me devolve isso aqui desgraçado.

Fico nervoso, meu corpo começa a tremer, pego as folhas das mãos do Estevão.

Estevão - Aspirante, como ele é aspirante meu Deus. Você acha que essa é a minha única copia muleke, tenho varias, e nem preciso só entrar no site. Ontem levei dona Zilda em casa, e enquanto ela estava lá toda preocupada com o melequento do filho dela eu fuxiquei o seu quartinho, confesso que estava quase desistindo até que vejo o seu computador, bem ali, paradinho, desligado procuro pra lá, entro em meus documentos, pastas e nada, até que por curiosidade abro a lixeira e vejo lah um arquivinho do Word, meu amigo me amava, clico lah, e não acredito no que vejo, entro no link, pensando ser apenas um desabafo e vejo vários contos, eróticos acima de tudo, você não poupou nada, não deixou passar um mínimo detalhe, expôs a vida de todos, seus medos, frustrações, até suas infidelidades, passei a madrugada lendo, tem talento sabia, mas agora eu quero saber a reações do Pedro, do Jhonny, da sua mãe, até do Rick ao ler o que tenho aqui muleke, ao saber quem é você de verdade, coisas que milhares de pessoas neste país já sabe, você expôs todos nós cara, todos sem exceções, agora quero saber qual será a reações de todos ao saberem desses contos, ao saberem de toda a sua vida. Breno o jogo virou cara, agora a presa é você e eu não terei pena, eu não terei compaixão.

Na intensidade das palavras do Estevão,

Continua...

Galera obrigado pelos comentários e e-mails, estou feliz, acho que essa reta final realmente está agradando, o capitulo 95 bateu o recorde de comentários, obrigado mesmo. Até o 97, este promete ainda mais. Abços Breno Nunes.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sexyboy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

breno,esse capitulo ficou maravilhoso,kra eu estou,sei lá, varios sentimentos me tomam agora,isso parece surreal,vou pro proximo cap...fui

0 0
Foto de perfil genérica

caramba cara kda minuto da tua vida é uma historia diferente uma mais pesada q a outra, mais e isso ai bola pra frente q vc encontra uma saida pra derrotar o Estevao e parabens pela promoçao

Espero a continuaçao

Abraçooos

0 0
Foto de perfil genérica

Curti fico longo mas caprichado

10

0 0
Foto de perfil genérica

Curti fico longo mas caprichado

10

0 0
Foto de perfil genérica

Curti fico longo mas caprichado

10

0 0
Foto de perfil genérica

Como você mesmo costuma dizer Breno: Esse teus contos são um mix de emoção! é emoção do começo ao fim, e ansiedade que consome no final de cada conto! Bom de maisssss! Parabéns Breno, kara, já pensou em se basear e escrever novelas? Se daria mto bem muleke :D - vou esperar afinco o outro conto! Parabénssss! Beijão, e mto mais sucesso! (y)

0 0
Foto de perfil genérica

Karalhoo :O - meeeeeee, que barra em Breno! Esses contos, cada vez melhores. Surpreendentes mesmo muleke. Bom de mais.

0 0
Foto de perfil genérica

nosssa muito bom......Breno como sempre vc avaza vc tem sido muito forte espero muito ancioso pela continuaça.................abraço

0 0
Foto de perfil genérica

Cara eu pulei de alegria quando você foi promovido, mas depois quase querbro meu pc no final. hehe

Que barra heim, te desejo força e torço pra que esse merda do estevão morra no final.

Abraços! E vou me comunicar com você em breve!

0 0
Foto de perfil genérica

Cara eu pulei de alegria quando você foi promovido, mas depois quase querbro meu pc no final. hehe

Que barra heim, te desejo força e torço pra que esse merda do estevão morra no final.

Abraços! E vou me comunicar com você em breve!

0 0
Foto de perfil genérica

breno pelo amor de deus nao pare. nilson-BA

0 0
Foto de perfil genérica

Cara, não sei nem o que te dizer, meu "DEUS", cara vc não esta com sorte mesmo, de um lado tua vida começa a melhorar no seu trabalho, depois o transtorno com o seu irmão, o acidente,, que situação, não sei se aguentaria, não sei seus outros leitores mais eu mataria esse estevão, cara estou com ódio desse cara rsss, nossa vc tem que ter muita coragem para enfrentar essa barra, só me resta te desejar muita força e muita sorte, pois vc esta precisando muito, abraços

0 0
Foto de perfil genérica

Cara, não sei nem o que te dizer, meu "DEUS", cara vc não esta com sorte mesmo, de um lado tua vida começa a melhorar no seu trabalho, depois o transtorno com o seu irmão, o acidente,, que situação, não sei se aguentaria, não sei seus outros leitores mais eu mataria esse estevão, cara estou com ódio desse cara rsss, nossa vc tem que ter muita coragem para enfrentar essa barra, só me resta te desejar muita força e muita sorte, pois vc esta precisando muito, abraços

0 0
Foto de perfil genérica

Cara, não sei nem o que te dizer, meu "DEUS", cara vc não esta com sorte mesmo, de um lado tua vida começa a melhorar no seu trabalho, depois o transtorno com o seu irmão, o acidente,, que situação, não sei se aguentaria, não sei seus outros leitores mais eu mataria esse estevão, cara estou com ódio desse cara rsss, nossa vc tem que ter muita coragem para enfrentar essa barra, só me resta te desejar muita força e muita sorte, pois vc esta precisando muito, abraços

0 0
Foto de perfil genérica

Oi Breno . . . . Super massa, não só esse conto cara mas todos os seus . . . os descobri por acaso na terça feira a tarde, tava de bobeira, então li o primeiro, e cara não consegui mais parar de ler. . . Passei 48 horas direto lendo sua historia. . . . Parabens cara não so pelos contos, mas por tudo . . . e continue assim . . .

0 0
Foto de perfil genérica

Nossa não acredito q isso aconteceu?! Bom a única coisa que tenhu a dizer é que eu estou perplexa com tudo que tem acontecido na sua vida e sei que eu não devo reclamar da minha e acredito que vc tem se mantido muito forte pq eu desabaria concerteza!

Bom parabéns pelo seus contos e que tudo de bom aconteça na sua vida!

e que o canalha do estevão morra na cadeia!

nota 100000000000000000000 , beijos

N.

0 0