Casa dos Contos Eróticos

Beginning - IV

Um conto erótico de Marco Antonio
Categoria: Homossexual
Data: 27/09/2010 00:23:56
Nota 8.50

Eu mal tinha dormindo e fui acordado com algumas batidas fortes na porta, e não sabia qual era, então tive de me levantar, mas antes teria vestir algo, pois eu não estava com vestes apropriadas para atender alguém, se é que eu estava com vestes. Depois de um tempo percebi que as batidas eram na porta principal, e nada de ninguém falar, então fui abrir...

- Quem é?

- Eu.

- Ah... Pera.

Era o Marcílio, gelei. Abri a porta e comecei a fazer uma pequeno e DESNECESSÁRIO interrogatório...

- Pelo visto a noite foi longe, hein!?

- É, foi por aí mesmo... Mas porque a pergunta?

- Ah, nada, apenas saber mesmo. Estava com quem?

- Um amigo, o encontrei lá no lual e acabamos saindo. Mas você sabe, aproveitando essa vida de solteiro. Que pelo Victor você também está aproveitando bastante...

Ele apontou para meu braço, tinha hematoma enorme, provavelmente um chupão dado pelo o Victor.

Foi uma imprudência da minha parte ir "interrogá-lo", afinal, nem ao menos estávamos juntos...

- Quem fez isso?

Fiquei calado, apenas o encarando.

- É verdade que o Victor está na suíte contigo?

- Porque a pergunta?

- Posso!?

- Mas o que Victor tem haver com isso?

- Ah, nada. Mas fico feliz por você estar realizando seu grande sonho. Não sei se você lembra, terminamos devido você "compartilhar" seus sonhos em voz alta.

Falar enquanto dorme é um defeito terrível, releva coisas das quais acabam com relacionamentos.

- Me poupo, Marcílio. Nem me venha com tanta merda!

- Bom, se você diz... Vou me retirar, brinquei muito a noite toda, se é que você me entende. Bom dia e aproveite...

Fiquei com muito ódio, não sei porque, mas o tom da voz dele foi super irônica e ainda dá um piscado de olho no final. E o pior é que terei de aturar isso toda vez em que cruzar com ele... Meu Deus, paciência.

Voltei para o quarto, pulei em cima do Victor e eu continuava sem acreditar do que se passava... E infelizmente o acordei.

- Estava onde?

- Conversando com o Marcílio.

- E vocês ainda se falam?

- Não exatamente. Acho que nossa conversa estava mais para uma discussão.

- Ora, porque?

- Tabom. Mas me diga uma coisa...

- O que?

- Cadê meu beijo de bom dia?

Comecei a rir e o beijei.

- Você trouxe alguma coisa para ressaca? Estou morrendo de dor de cabeça.

- Acho que sim, vou vê na bolsa.

Fui em direção a bolsa, enquanto isso fui pego de jeito por trás, nunca me pegaram daquele de tal forma, me tremi todo.

- Marco, você me dá um tesão da porra.

Ele começou a tirar minha roupa, que não era muita coisa. Em questão de segundos ele me deixou como vi ao mundo e foi passando sua mão boba em todo o meu corpo e parou na minha bunda, ficou a pegando, na verdade, massageando-a, era tão gostoso, relaxante... Virei e o beijei, então ele me puxa pra cima de mim e logo foi abrindo algo do qual nunca imaginei que abriria para tal pessoa, sim, minhas nádegas. Senti algo, algo do qual queria entrar onde "não devia", deveria quebrar barreiras para que tal pudesse entrar e sair quando quisesse. Mas esse procedimento só poderia continuar se não fosse "interrompido", que não foi nosso caso... Ouvia-se batidas na porta, e dessa vez não era na principal e sim no nosso quarto. E graças a Deus estava trancada, pois se fôssemos vistos do modo em que estava alí...

- Quem será que é?

O Victor começa a sussurrar. Entro na mesma e falo...

-Não sei, mas precisamos nos vestir.

A pessoa continuava a bater, e nada de falar...

- Quem é?

- Marco, é a Luana. Abra aqui, por favor.

- Ah, estou indo, deixa eu encontrar primeiramente a chave.

Usei a primeira desculpa que veio na cabeça, enquanto eu "procurava a chave" que seria me vestir, Victor se enrolava toda e fingia ainda está dormindo, então fui abrir...

- Pronto.

- Bom dia querido!

Quando ela me tratava assim, já era para pedir algo...

- O que é que você quer, hein!?

Ela começa a rir.

- Vamos me ajudar no almoço, amorzinho? Só você para fazer algo digno para se comer, você sabe muito bem que não sou boa.

Na verdade, ela é um desastre na cozinha, praticamente queima a comida, você e ainda corre os risco de queimar a casa. E eu já deveria imaginar, toda vez que vou para a casa de praia dela, simplesmente viro o cozinheiro!

- Vou passar a cobrar, viu!?

E então fomos para a cozinha e depois de quase uma hora saiu uma lasanhas enormes, de minha autoria.

- Desligue o forno daqui a 1h. Coloque na menor potência, para que todo mundo possa se preparar e vim almoçar. Bom, agora vou tomar banho.

- Certo, farei o mesmo. Ah, e deixe que eu tire a lasanha.

- Tá!

Fui para o quarto, precisava de um banho, eu estava todo sujo de molho.

- Meu cozinheiro voltou, finalmente.

- Ô, grande cozinheiro. Vou tomar banho, estou melado.

- Posso também?

- Fique à vontade.

- Ai, estou super afim de tomar contigo, mas estou sem forças para me levantar.

Comecei a rir, Victor sempre foi morto de preguiça e quando assunto se trata de ressaca acompanhada, meu Deus...

- Me levanta? Ou melhor, me carrega?

Ri mais ainda.

- Você está brincando, né!?

- Claro que não, me carregue, por favor...

Ele fez cara de menino pidão, acabei não resistindo...

- Tá, eu carrego!!!

Levei ele e primeiramente o botei nas costas, mas não aguentei, então o coloquei nos meus braços e o levei. Parecíamos um casal pré-nupcial... Cheios de vontades, sonhos e quem sabe futuramente desafios.

Ao chegarmos no banheiro caímos, o chão estava todo molhado e escorregamos. Victor caiu sobre mim, me matou.

- Merda!!!

- O que foi Marco?

- Molhei minha roupa.

- Ah... Pensei que tivesse quebrado algo.

- Rapaz, acho que vai quebrar se você continuar em cima de mim.

- Que quebre, tá tão gostoso aqui...

Ele coloca a cabeça sobre meu peito, como se eu fosse o travesseiro e ele estivesse a ponto de dormi.

- Victor, se quiser sair já pode...

- Queira não. Puxe aí a ducha e nos dê um banho...

Comecei a rir, pelo visto a preguiça tinha o afetado de jeito.

- Vamos ome, temos de cuidar para o almoço.

- Tudo bem, tudo bem.

Victor foi para o chaveiro, enquanto eu me despia. Estando novamente 'como vi ao mundo', fui ao encontro dele no chuveiro...

- Olhe, sem nada no banho, certo!? Temos de ser breve, pois o almoço está próximo.

- Certo...

O modo que ele me respondeu foi meio triste,como se ele quisesse algo. E tive de consolá-lo...

- Não se preocupe, mas tarde tenho uma surpresa...

- Êba. E o que é?

- Se eu te contar não será uma surpresa, né!? Dã!

- Tá!

O bom do banho foi que não tive de fazer esforço algum, ele praticamente me deu banho, me ensaboou dos pés a cabeça. As mãos dele pareciam uma esponja de tão macias, a sensação quando elas eram passadas em meu corpo era maravilhosa.

- Tá gostando, hein!?

- Nossa, demais.

Passamos 30 minutos no banheiro, e eu que esperava que ser rápido... E então, saímos do banho, nós vestimos e fomos para o almoço... Local do qual jamais esperaria se sentir como se estivesse em um campo minado e que a qualquer momento uma bomba poderia explodir se pisasse em falsoContinua!!!

Comentários

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27/09/2010 08:46:14
Ótimo... espero a continuação!!! 10