Desastres Naturais

Um conto erótico de Galford
Categoria: Heterossexual
Contém 2881 palavras
Data: 09/09/2010 19:33:55
Última revisão: 10/10/2010 02:14:58

Desastres Naturais

Tema/Categoria: Incesto (Pai e Filha)

Observação: Como de costume, peço aos prezados leitores que não tenham afinidade com o tema incesto (para aqueles que parecem não entender o termo; relação entre familiares) que por favor não percam seu precioso tempo com algo que possa lhe enojar, enraivecer ou ofender de qualquer maneira. Peço que se for esse o caso, apenas escolham um tema de seu agrado e “divirtam-se” (ou seja lá qual for o seu intuito ao entrar nesse site). Aos demais, espero que façam uma boa leitura. Obrigado.

Chega um tempo em nossas vidas que tudo parece desandar. Seu emprego vai de mal a pior. Os amigos desaparecem. Seu companheiro o abandona e os filhos parecem ter um certo prazer desconhecido ao trazer-te desgosto. Aos 48 anos, cheguei ao fundo do poço, onde a luz parece estar muito mais distante do que imaginava... isso é, até que um milagre vindo de quem eu menos esperava me trás de volta às esperanças.

Divórcio. Palavra que alguns de nós casados tememos mais do que qualquer outra coisa (já outros... nem tanto). Era apaixonado por Karen, minha ex-mulher. Uma mulher linda. Morena, de cabelos escuros e lisos, seios volumosos (nada diferentes de seu traseiro saliente) e curvas perfeitas, totalmente torneada. Olhos verdes claros. Uma deusa em forma mortal. Karen é sete anos mais nova que eu, mas sempre pensei que isso nunca fora um problema. Tivemos dois filhos juntos: João e Nívea. O “Jão” (como o chamamos) já está com 25 anos e já tem sua própria família. Nívea... ah... Nívea... ela é a fonte da maior parte de meus problemas de saúde... com seus 20 anos de idade, já fez coisas que até Ele duvída. Rebelde, isso a define perfeitamente. Ela é linda como sua mãe (idênticas eu diria, exceto pelo fato de Nívea esbanjar juventude), mas sabem qual é a pior parte? Ela sabe disso... e consequentemente usa isso como uma arma para conseguir o que quer. Ah sim, acabei me perdendo... divórcio. Tive o “prazer” de experimentá-lo. Por que? Não sei. Eu iria ficar fora por alguns dias para fazer uma viagem de negócios, quando voltei, suas coisas já não mais estavam em casa e encontrei um bilhete vago e ao mesmo tempo, direto ao ponto.

“Encontrei outro homem. Quero um divórcio. Já conversei com a Nívea e ela diz que quer ficar contigo. Depois acertamos a papelada tudo certinho. Beijos. Ká.”

“Beijos... Ká?” Aquilo ressoou em minha cabeça inúmeras vezes após terminar de lê-lo. Ao menos teve consideração pra me deixar um beijo? Que bom! Porque acho que não aguentaria a dor se não tivesse deixado aquele beijo. Ainda tem a cara de pau de escrever a forma carinhosa de como a chamava. Francamente...

Fiquei arrasado por uns dias e para ajudar a situação, a Nívea me trazia um “namorado” diferente todos os dias para “passar a noite”. Todos temos um limite...

- Porra Nívea! Quer me matar de desgosto!? – Argumentei incrédulo.

- Ai Pai! Que é que tem? – Ela pergunta sem muito entusiasmo.

- O que é que tem me matar de desgosto!? Sou seu pai! E me deve ao menos um pouco de consideração! Não está vendo que estou sofrendo por causa de sua mãe? Não... claro que não... não se importa com ninguém que não seja você mesma. Cansei! – Esbravejei histéricamente.

- Você não é o único que está sofrendo, sabia!? Eu também estou! – Ela diz parecendo levemente afetada.

- Droga! Então pare de trazer esses garotos aqui em casa! Mostre que ainda tem um pouco de dignidade! – Exclamei furioso – Pense nisso!

Bati a porta de seu quarto e fui me deitar. Desde aquela noite não tive nenhum outro diálogo com Nívea.

Algumas semanas se passaram. Já estava bem melhor e a falta de uma mulher em minha cama passou a me incomodar. Decidi procurar outra. Me arrumei com o melhor de minhas habilidades e estava prestes a sair de casa, quando sem ao menos esperar, sua voz quebra o silêncio de aproximadamente dois meses.

- Aonde cê tá indo, Pai? – Pergunta ela curiosa.

- Vô sair... namorar... sei lá... até mais. – Disse seco.

- Espera! – Implora ela desesperada.

- Que foi? – Perguntei confuso.

- Acho que tô doente, fica aqui comigo... por favor?

Eu ouvi bem? Nívea? A REBELDE! Acaba de dizer... por favor? Parecia tão vulnerável. Isso era tão incomum para ela. Nunca havia visto ela assim antes. Vencido pelo meu dom paternal (e curiosidade), concordei.

- Tudo bem querida, papai fica.

- Acho que tô com febre, vem aqui na minha cama que te mostro. – Sugeriu ela.

Se deitou em sua cama e fez menção para que me sentasse ao seu lado. Coloquei a palma de minha mão em sua testa e não parecia estar febril.

- Não é nada filha, não está com febre.

- Tô sim, você apenas está checando o lugar errado! – Disse ela em tom desafiante.

Sem me dar conta do que estava prestes a acontecer, Nívea vai guiando minhas mãos de sua testa até seus seios e em seguida sua barriga e finalmente enfia minha mão por dentro de sua calcinha e soca dois de meus dedos em sua xana encharcada. Nívea solta um alto gemido. Fiquei perplexo. Não sabia como reagir.

- O que está fazendo!? – Questionei dando-me conta do que estava acontecendo.

- Não tá sentindo? Ela tá toda quente por dentro!

- Filha... eu...

Eu o quê? Poderia ter simplesmente me retirado e ter dado uma dura nela, mas não, estacionei meus dedos alí como se nada estivesse acontecendo. Meu pau saltava dentro de minha cueca e logo senti suas mãos acariciando minhas coxas.

- Melhor pararmos por aqui. Boa noite. – Disse antes de fazer uma besteira maior.

- Pai!?

- Que foi?

- Ainda vai sair?

- Não... acho que não.

- Boa noite, Pai.

- Boa noite, Filha.

Ao fechar a porta de seu quarto. Corri para meu quarto, me desfiz de todas as minhas roupas rapidamente e me deitei em minha cama imediatamente iniciando uma sessão de masturbação. Pensava na cena que protagonizei minutos antes. Minha mente ia longe. Pensava em fodê-la de tudo quanto era forma. Não sabia dizer o quê estava acontecendo, acredito que fosse a “seca”. Em meio à minha masturbação, Nívea abre a porta de meu quarto bruscamente, fazendo com que eu desajeitadamente, cobrísse meu corpo nú mais do que velozmente.

- Pai? – Chama ela ignorando a cena que presenciara.

- Oi... fala. – Disse ao minha face enrubrecer.

- Posso dormir aqui com você hoje? É que... estou com saudades suas e já faz tanto tempo que não durmo em sua cama... deu saudades. Posso? – Ela sugere com olhos de cãozinho abandonado.

- P-pode, claro que pode.

Virei de bruços para que não visse minha “barraca armada” através das cobertas. Sem cerimônias, ela se aconchega embaixo do lençol e abraça minhas costas.

- Pai?

- Oi?

- Me desculpa tá?

- Desculpar? Desculpar o quê? Fala de minutos atrás?

- Não, não. Falo de meses atrás... quando te deixei frustrado.

- Tudo bem, Filha. Já passou, mas por que fez aquilo?

- Queria chamar sua atenção...

Não sabia como responder, soltei um breve “hum” e tentava desvairar minha mente de pensamentos devassos com relação à minha menina.

- Boa noite, Filha.

- Boa noite, Pai. Pai?

- Quê?

- Dorme abraçadinho comigo? Lembra que fazia isso quando eu era menor.

- Tá bom, deixa eu ir por um pijama então.

- Não precisa... tá bom assim, não vim aqui para tirar sua privacidade. – Ela diz com um sorriso maldoso em sua face.

- Droga... – Sussurrei.

- Falou alguma coisa, Pai?

- Não... nada não. Tá... tá legal, vem cá.

Me virei de lado e puxei seu corpo contra o meu. Encarei-a por alguns segundos e ela idem. Cheguei meus lábios bem próximos aos seus e no último segundo, desviei meus lábios e beijei seu rosto.

- Durma bem. – Disse paternalmente.

Ela solta um gemido e logo já começa a se esfregar em meu corpo. Meu pau latejante era rebatido de um lado e para o outro por suas pernas que se remexiam frenéticamente. Estava perdendo o controle de meus sentidos. Aquilo tudo era demais.

- Pare! Por favor! Não me faça fazer uma coisa dessas... isso é loucura! – Implorei desesperado.

- Ninguém precisa saber de nada, fique tranquilo! – Ela tenta confortar-me.

Abracei-a bem forte e sugeri veementemente que durmissemos. Ela pareceu levemente chateada, mas acabou dando-se por vencida. Demorei a pegar no sono, mas em algum momento da madrugada fui vencido pelo cansaço e apaguei.

Na manhã seguinte....

Preguiçosamente abrí meus olhos e notei a ausência de Nívea. Por um breve instante, poderia jurar que tudo não passasse de um sonho... um delicioso e audacioso sonho. Levantei-me e após tomar um bom banho e escovar os dentes, resolvi que era hora de ir tomar café da manhã. Botei apenas um par de shorts e saí do meu quarto. Ao abrir a porta, dei de cara com Nívea que me abraça fortemente e quase aos berros me deseja bom dia.

- Bom dia, Filha. – Respondi de forma monótona, sem dar atenção ao seu conjunto de roupas berrantemente indecentes.

- Adivinha só?! – Diz ela aos pulos.

- Hum... o quê? – Perguntei sem muito interesse.

- Tenta adivinhar! Vai! – Insiste ela.

- Sei lá... ganhou na loteria? Porque isso seria ótimo! – Disse entrando no espírito da coisa.

- Claro que não! Sem graça! Preparei um café da manhã com todas as coisas que gosta! Inclusive iogurte de morango que sei que é o seu favoríto! Vai lá na sala de jantar e me aguarde.

Fiquei muito feliz ao ouvir aquilo, de fato havia algo que não sei explicar bem o que é, sobre o iogurte que me agradava muito. Fiz como fui ordenado... ordenado? Ela de uma forma passiva acabou invertendo nossas autoridades. Ao me sentar à mesa, notei um café da manhã bem caprichado e cheio de guloseimas... em especial... o iogurte de morango. Passei a questionar aquilo tudo.

- “Por que essa súbita mudança de comportamento tão radical? O que ela quer? Por que não reajo e acabo com esta farsa... que coisa mais burlesca.” – Pensava comigo mesmo.

- Não vai comer, Pai? – Perguntou ela parecendo levemente ofendida com a suposta desfeita.

- Hã? Ah! Sim! Claro que vou. Desculpe... estava com a cabeça bem longe daqui. Caramba! É tanta comida que não sei nem por onde começar!

- Eu te ajudo a escolher! Afaste sua cadeira um pouco para trás. – Disse ela como quem falava com uma criança.

Não entendi o porquê do pedido, mas resolvi obedecer sem pensar muito naquilo.

- Feche os olhos e abra a boca! – Ela diz toda risonha.

Novamente, atendi ao pedido. Repentinamente, ela senta-se em meu colo e então comprendi a razão de ela querer que eu afastasse a cadeira, queria que a coubesse também. Com o susto acabei abrindo os olhos e Nívea desajeitadamente derruba o iogurte (que estava na colher que estava prestes a colocar em minha boca) em todo o meu queixo, que consequentemente escorre até os pêlos do meu peitoral.

- Aí! Olha só o que você fez! Falei pra fechar os olhos! Agora vou ter que limpar tudo! – Ela esbraveja ao descansar a colher em cima da mesa.

- Desculpe-me, Filha! Não foi a intenção! Eu... óóóóóóóó!

Meu argumento foi simplesmente “tesourado” quando Nívea começa a sugar o iogurte em meu peitoral. Fazia-o de forma lenta e sexy. Logo, colocou sua língua para fora e a foi levando de meu peitoral até o meu pescoço. Enfiou sua mão atrás de minha nuca e pressionou meu pescoço fortemente contra sua face. Sugava o iogurte sem dó nem piedade. Quanto mais ela sugava, mais sentia minha pica se esfregando dentro do short contra sua bunda. Eu estava completamente imobilizado. Ela passava sua língua em toda minha face e dava uma atenção especial para meu queixo. Ela eleva seu corpo de forma que estava sentada, mas sua face estava acima da minha. Olhei para cima encarando-a de forma audaciosa. O que era aquilo!? Deus! Ela estava me enlouquecendo! Sem ao menos me dar uma chance para reagir, ela tranca seus lábios aos meus. Nessa hora, a única coisa que me restava a fazer era retribuir seu beijo. Assim o fiz. Beijavamos-nos loucamente. Coloquei minhas mãos em suas costas por dentro de sua blusa e a acariciava compassadamente. Ela segura minha face com cada uma de suas mãos e continua beijando-me.

- AAAAAAHHHHHH! – Gritei louco de desejo e vencido pelo pecado.

Levantei-me com ela ainda em meu colo e segurando sua bunda como suporte, carreguei-a até meu quarto. Eu já não enchergava mais nada a não ser ela. Joguei-a em cima de minha cama e ela permaneu deitada de costas como a havia feito ficar. Ela trajava uma mini-saia daquelas que não tapa absolutamente nada, uma mini-blusa idem e nenhuma roupa de baixo. Safada! Tinha tudo planejado, desde o princípio. Arranquei sua saia ferozmente, o que fez com que ela se sentasse como quem finalmente se dá conta do que está acontecendo. Não tive dúvidas, antes de deixá-la dizer qualquer coisa, abaixei meus shorts e enfiei meu pau em sua boca. Ela sem opções, não se faz de rogada e começa a sorvê-lo rapidamente. Isso... ah isso ela fazia bem. O ritmo da masturbação que me aplicava junto com sua boca quente e insaciável era perfeito, imaculado até eu ousaria dizer. Uma verdadeira puta. Não estava surpreso, mas de fato satisfeito. Segurei sua cabeça de forma que não se movesse e passei a estocá-la como quem fode uma boceta. Hora ou outra, mais ousado, enfiava meu pau até o fundo onde sentia meus testículos baterem em seu queixo e logo ela se engasgava. Deixava recuperar seu fôlego e reiniciava o ato novamente. Assim ficamos por alguns minutos, até que sentindo que ia gozar, cessei o ato e empurrei seus ombros firmemente, fazendo que caisse deitada de costas novamente. Já totalmente lubrificado, arreganhei suas pernas e mirei meu pau na entrada de sua xana fervente.

- Pai! Espera! – Adverteu ela.

- Espera o caralho! Me deixa louco e agora quer que espere? Vou te mostrar como sou paciente. – Retruquei louco de desejo.

Soquei minha pica até o talo e juntos gritamos, mas de formas diferentes. Eu, gritei de prazer, ela de dor. Não entendendo o porque de suas lágrimas, olhei para baixo e ví uma pequena corrente de sangue escorrer de sua xana.

- Filha... v-você é virgem? – Perguntei totalmente confuso.

- S-sou! Bem... era! – Resmunga ela limpando suas lágrimas.

- Mas como? Todos esses anos... todos esses garotos. Não entendo... como isso é possível!?

- Eu sempre fiz sexo anal, tinha medo de engravidar... nunca havia dado a minha bocetinha antes.

- Eu... digo... uau... minha nossa... nunca esperava... quero dizer... não sei o que dizer afinal, estou perplexo.

Como eu poderia ter imaginado uma coisa dessas!? Nunca havia essa possibilidade passado por minha cabeça.

Abaixei minha cabeça e lentamente fui retirando minha rola de dentro dela. Quando aproximadamente metade já havia sido retirada, ela cruza suas pernas por de trás de minha bunda e força minha entrada novamente. Com as suas paredes internas apertadíssimas contraindo meu pinto, quase gozei nesse exato momento. Urrei de prazer.

- Agora, vai terminar o que começou! – Ela diz impudentemente.

Maldita! Queria realmente me enlouquecer! Me faz sentir culpado por fazer o que fiz e agora insiste que eu termine o feito. Sinto seus quadris se remexerem e meu pau explodia de tesão dentro dela. Passei a estocá-la rapidamente. Olhava no fundo de seus olhos e era retribuido por um olhar sedento. Em meio as minhas estocadas, ela puxa meus lábios de encontro aos seus e beija-me ardentemente. Passei a bolinar os bicos rígidos de seus seios. Nívea encrava suas unhas em minhas costas, me fazendo pirar completamente e passo a penetrá-la em uma velocidade alucinante. Ela gemia alta e descompassadamente. Seu corpo começa a estremecer e sinto que ela estava prestes a desfalecer. Já estava prestes a ejacular então assim que retirei meu pau dela, esguichei porra em toda sua barriga, seios e até sua linda face. Urrei como um animal selvagem e sem mais forças, deitei-me sobre seu corpo. Estavamos ambos ofegantes e satisfeitos. Ela sorria e me carinha a nuca.

- Por quê Nívea? Por quê me fez fazer isso? – Perguntei ainda me recuperando da transa mais selvagem de toda a minha vida.

- Por quê? Porque sim, ora! – Ela responde prontamente.

Um mero capricho... como sempre, ela conseguiu o que queria. No entanto, por causa de seu capricho, fui capaz de superar a perda de minha esposa. Provavelmente sem querer, ela acabou me tirando do fundo do poço.

Nívea... Nívea... Nívea... o quê fazer contigo?

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Caros leitores. Este ano tem sido um ano muito atarefado para mim e isso me impede que contribua com este site. Aos leitores assíduos de meus contos, peço desculpas por minha ausência, aos novos leitores idem.

Já não irei mais postar aqui o endereço de E-mail/MSN que usava para este site. Estava tendo – digamos assim – dilemas com os prezados leitores em questão à veracidade de meus contos. No passado já comentei a respeito e agora já não digo mais nada. Raramente irei usar o endereço que proví no passado, no entanto, responderei os e-mails com toda a certeza.

Se quiserem perguntar-me algo aqui vai o endereço de minha conta do Formspring: http://www.formspring.me/GalfordTheWolf

Espero que tenham gostado.

Grato.

Galford, The Lone Wolf.

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Comentários

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Parabéns por sua narrativa que acredito ser real.

O tema não deveria ser polêmico, afinal um relacionamento sexual entre um homem e uma jovem é normal.

O parentesco é um detalhe...

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Parabéns! Bela narrativa e creio que seja realmente verídica.O tema não deveria ser polêmico, uma vez que relacionamento sexual entre um homem e uma jovem é normal. O parentesco é um detalhe...

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Querida Esme;), já fazia tanto tempo que não via você por aqui, que bom que resolveu aparecer. Pois é, muitas vezes queremos escrever, mas realmente não sobra tempo. Últimamente, tem me acontecido o seguinte, não falta somente o tempo mas também o mais importante, a inspiração. Já faz dias que estou pensando em uma nova história, mas até agora nada, quem sabe em breve? Que bom que entende o meu ponto de vista com relação às críticas. Não me importo em ser criticado, mas que estas tenham fundamento. Adoro críticas construtivas, mas infelizmente, a maior parte delas não são. Agradeço aos elogios e me sinto honrado de (como você mesma disse) ser um de seus mentores. Não é vergonha nada! Confesso que até rí com o comentário sim, mas apenas porque parecia tão eufórica, hahaha. Não me leve a sério, ok? Vou tentar escrever mais e mais, mas no momento, confesso que está difícil. Um grande abraço e até o próximo conto!

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hey! vim enlouquecer um pouquinho com seus contos,que ....continuam perfeitos e sensuais como sempre,e bom elogios nem são necessarios porque, concerteza .você sabe que seus contos são inspirados e inspiradores bom! como você foi um dos meus mentores é até grosseiro não falar ou melhor pedir para que você continue nos envolvendo com seus contos ,rsrsr mas como alguem que já tentou escrever eu entendo a sua desmotivação sendo que também passei e continuo passando por isso ,as criticas tem de fato o poder de nos tirar o tesão, mas bom !lembre-se você é galford o melhor escritor desse site um exenplo e um mestre ,você tem leitores que o adoram (o qué ? vc acha que sou eu ,que eu te adoro ,han HÁ .....você acertou. pronto, foi. ai ai... eu sou uma vergonha mesmo rsrsr) então bom espero que continue nos presentendo com sua escrita fodastica beijos e 10 pra ti de ESME:)

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sempre que tenho tempo, leio esse conto novamente, excelente, muti bom.

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Muito obrigado a todos! Não apenas aos elogios, mas também pelas palavras de bom senso e força. São pessoas como vocês que fazem isso tudo valer a pena. Mais uma vez, obrigado! - Galford

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Excelente conto! Sendo seu, eu já sabia que seria incrível antes mesmo de ler. Parabéns! Concordo com o gaucho careca. Ignore esses hipócritas preconceituosos de mente estreita! Beijos...

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Seu conto e simplismente perfeito. PArabéns vc foi capaz de me fazer reviver esta acontecimento. PArabens mesmo.

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Olá ! adorei seu conto, é uma pena que não vou ter o prazer de falar com vc pelo msn pois só add pessoas como vc...este é o primeiro conto que leio sendo seu, adorei adorei adorei..bjos Pymentinha.

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Como ja é hábito este conto está excelente! Parabéns por mais esta pequena pérola! By the way, não vale a pena 'gastar o latim' com certos ignorantes que infelizmente parecem povoar o universo de leitores da casa dos contos, é como o Gaúcho diz: a grande maioria nao passa de ignorantes e hipócritas e a melhor solução é mesmo ignorar!! Bacci desta tua Fã

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Caro gaucho careca. Creio que eu deva ter me expressado mal. Não quis dizer que não postarei mais contos aqui (ou em outros sites), mas apenas que não estou tendo tempo para fazê-lo como gostaria. Pretendo sim postar mais contos, mas realmente não sei dizer quando será possível. Apenas não irei postar o meu endereço de E-mail/MSN como fazia anteriormente nos finais de meus contos. Às suas palavras de força, só me resta dizer uma coisa para ti; muito obrigado! Queria eu que todas as pessoas tivessem uma mente aberta como a sua, livre de preconceitos, mas sabemos que infelizmente, não é assim. Não farei promessas de entrar em contato, porque francamente, mal estou tendo tempo para checar meu e-mail, mas quem sabe uma hora dessas? Um grande abraço para tí também e digo o mesmo para você: seja feliz! Obrigado e até mais.

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