Não parecia puta, mas era...

Um conto erótico de Paulovski
Categoria: Heterossexual
Contém 642 palavras
Data: 29/07/2010 21:27:39

Estava andando pelo centro da cidade quando fui abordado por uma garota de programa. Ela estava com uma roupa discreta e não parecia que estava atrás de clientes. Ela me abordou me pedindo um cigarro. Enquanto acendia o cigarro para ela, eu lhe dei uma boa examinada. Estava de calça jeans e segurava uma bolsa. Devia ter por volta dos trinta anos. Era morena clara, tinha os cabelos até os ombros e o rosto era comum, sem ser feio, nem bonito. Podia ser uma secretária ou uma simples dona de casa. Ela estava diante de uma praça e me perguntou se eu gostaria de fazer um programa. Fiquei surpreso por um momento, mas depois perguntei o preço. Estava dentro das minhas possibilidades. Fomos caminhando em silêncio até um hotel. Não falamos nada durante o caminho. Quase fiquei para trás quando passamos por uma multidão comprimida na calçada; ela olhou para trás e me esperou. Só quando entramos no quarto de hotel, ela disse que se chamava Elizete. Achei um nome tão pouco provável para uma prostituta que acreditei que ela estava me dando o seu nome verdadeiro.

Ela se despiu com todo cuidado. Estava com uma calcinha discreta. A mulher não parecia mesmo uma puta. Depois que ficou nua, ficou parada diante de mim. Eu nem tinha tirado nada da minha roupa, mas fiquei acariciando o corpo de Elizete, que ficou de olhos fechados, como se estivesse saboreando as minhas carícias. Pude apalpar tudo: bunda, seios, coxas, buceta. Ela não deu um pio. Fiquei de pé. Ainda não estava excitado. Para fazer um teste, fui beijá-la na boca. Putas não beijam na boca, mas ela me beijou. Foi um beijo suave, excitante. Tanto que meu pau endureceu na hora. Tirei-o para fora. Elizete se ajoelhou e começou a me chupar. Ela pegava no meu pau com carinho e metia a boca até o fim. Ficou indo voltando, sempre de uma maneira suave.

Eu que tive que pegá-la pela cabeça e fazê-la parar. “Vamos pra a cama!”, eu disse. Ela fez que sim com a cabeça e subiu na cama. Eu me despi e me deitei perto dela. Chupei seus seios enquanto ela ficava de olhos fechados. Não dava um único gemido. Eu tinha que ficar batendo punheta pra meu pau continuar duro. Ela ficou esperando de pernas abertas enquanto eu colocava a camisinha. Depois de colocada, fiz o encaixe e comecei as estocadas. Pedi que abrisse mais as pernas e ela abriu. Pude socar a vontade. Ela continuava em silêncio, de olhos fechados.

Depois pedi que ficasse de quatro. Ficou sem nenhum problema. A garota tinha uma boa bunda. Meti na buceta e estoquei com todas as forças. “Rebola! Mexe o traseiro!”, pedi. Elizete rebolou, jogou a bunda para trás, dava verdadeiras traseiradas de égua no cio. Vi o seu pequeno cu abrindo e fechando. Tirei o pau da buceta e encaminhei para o cu. Elizete não disse nada. Fui colocando lentamente, até que o pau entrou todo. O cu já não era tão apertado, mas pude me divertir um bocado. Mesmo assim, Elizete continuou em silêncio. Já bastante excitado, eu me deitei e pedi que ela chupasse para eu gozar na sua boca. Ela só pediu que eu tirasse a camisinha. Deixou que eu esporrasse na sua boca e cuspiu tudo na pia do banheiro.

Na volta, ela começou a se vestir. Perguntei se fazia tempo que ela fazia programa. “Nem duas semanas!”, ela disse. Em seguida, quis saber o porquê dela estar fazendo programas. Respondeu que tinha que sustentar a casa, tinha um filho doente e era sozinha no mundo. Fiquei um pouco perturbado com aquilo. “Você não gosta muito, não?”, perguntei. “Não!”, ela respondeu secamente.

Paguei o programa. Na porta do hotel nos separamos. Ela voltou para a praça e eu voltei para a minha casa. E foi isso...

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Comentários

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Um história pouco triste,mas infelizmente faz parte da vida,acredito que nem todas garotas de programa estão nesta vida por opção,e sim necessidade,procuram o caminho mas fácil para ganhar seu sustento.Mesmo asim..adorei seu conto,foi bem realista,com os fatos....BOM!!

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