Casa dos Contos Eróticos

A teoria da calcinha furada

Autor: ana20sp
Categoria: Heterossexual
Data: 27/05/2010 21:27:44
Última revisão: 02/01/2013 18:43:37
Nota 9.22
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A TEORIA DA CALCINHA FURADA

Bom, pessoal. Não temos aqui exatamente um conto erótico, do tipo com o qual vocês estão acostumados.

Mas é que, depois de ler aqui sobre a melhor forma de se vingar de uma traição, não pude me furtar a desenterrar do meu baú essa pérola que eu tinha rascunhado há muito tempo. Espero que gostem

Vamos lá:

(...)

Escrito e postado por http://contosdahora.zip.net

(...)

Esta história, que é real, aconteceu nas noites perto do Natal, quando todo mundo pensa que tá feliz e não olha pra miséria em que vive... e menos ainda pra miséria dos outros.

João Alberto era um desses que caminhava pela rua, a caminho de casa, mas sem a menor vontade de voltar pra casa. Tava tão bonito ver as luzes coloridas da cidade, que o mais gostoso mesmo era sentar num bar, tomar uns birinaites e ficar olhando as muié passá, como ele costuma dizer. Uma mais gostosa que a outra. umas acompanhadas, outras solitárias, umas vagarosas, outras apressadas. Algumas voltavam do serviço, outras iam para o serviço, porque tem gente que trabalha de noite também.

Jojoca olhava para as muié que passavam e ficava se perguntando qual delas era casada, qual não era, qual tinha namorado, qual não tinha, qual fazia isso, qual fazia aquilo. Então, no terceiro gole da manguaça - o abre alas pra cerveja -, inventou de brincar de adivinhar o que cada uma delas fazia, o que não fazia, o que tinha, o que não tinha, para onde ia, de onde vinha.

- Aquela ali vai direto pra casa. Tem cara de muié séria e...

- Como é que é? - perguntou o homem do lado de dentro do balcão.

- Nada não. - respondeu o rapaz, assustado consigo mesmo, por estar falando alto sem perceber.

Pediu mais uma branquinha e mandou vir a cerveja, depois outra e mais outra. e deve ter sido já na segunda garrafa que ele já estava entrando nas intimidades das mulheres que passavam em frente à porta do bar. Já não tentava mais adivinhar a procedência ou o destino, nem tampouco as ocupações o estado civil; já estava imaginando que aquela de calça comprida não era muito chegada em homem, que a de vestido preto era uma beata que nem dava prazer pro marido, que aquela mais apressada estava a caminho de um encontro com o namorado...

Aquela ali tá sem sutiã, aquela lá nem precisa, e aquela ainda veste calcinhas do tempo da minha avó, e aquela então... tá com a calcinha furada.

Mas não é por falta de dinheiro pra comprar calcinha, não. É desleixo, mesmo. Lembrou que já tinha reparado na sua própria mulher. Quando eram casadinhos de novo, era só calcinha de primeira, perfumadinha, rendadinha... Depois de alguns anos, a primeira que ela pega na gaveta já vai colocando.

Mas tava certo! Se não tem pra quem mostrar, se vai ficar escondido lá por debaixo da roupa, por que então se preocupar se tá furada ou rasgada?

E foi nesse momento que ele teve uma prova da fidelidade da mulher. Pensou e até deixou escapar a voz, mais uma vez:

- Se ela não liga pra calcinha que veste, então é porque não vai se encontrar com ninguém.

E teve mais que um estalo. Todos os artifícios dos quais sempre se utilizava para investigar a fidelidade da mulher podiam ser deixados de lado. Não tinha mais com que se preocupar. era só prestar atenção de manhã, na calcinha que ela vestia.

- É só olhar a calcinha. - repetiu.

- O quê? - perguntou a mulher que havia acabado de se colocar ao seu lado, para comprar não se sabe o quê.

- Num tô falando com a senhora, não moça... é que... nada... é um negócio que eu tava pensando... eu só tô tomando uma cerveja... quer tomar?

- Não... não posso... quer dizer... Por que não? - falou e perguntou a mulher.

Uns quinze minutos depois, impulsionada por dois copos de cerveja, ela já tinha contado todas as suas mágoas para o rapaz. Já tinha falado da sua falta de vontade de voltar para casa, da angústia de encontrar o marido bêbado e briguento, do quarto e cozinha fedorento em que moravam...

- Bebe mais. - ele oferecia.

- Feliz é você. - disse a mulher. - Você pode sentar nesse bar, beber, chegar em casa à hora que quiser, ficar falando sozinho...

- Eu não estava falando sozinho, eu estava pensando numa coisa e...

- Me leva para um hotel!? - pediu a mulher.

- O quê? Como? Mas... Verdade? Sério...?

- Nunca traí meu marido. - ela disse. - Mas ele merece e eu preciso... Hoje eu preciso.

- É mesmo? Será o espírito natalino ou você já está acostumada a...

- Não! Pode acreditar que é a minha primeira vez.

É por isso que está assim, toda arrumada, pensou, sem falar, o João Alberto. Já saiu de casa pensando em cornear o marido.

Mas como era homem, não quis perder a oportunidade. Levou pro primeiro hotel que viu, ali mesmo, bem próximo ao bar. Lá, naquele quartinho de pintura desbotada, cama velha, luz fraca, a mulher parecia um tanto nervosa.

- O que é? - perguntou ele. - Não vai insistir na história de que é a primeira vez que você...

- Que eu traio meu marido? É a primeira vez, sim, pode acreditar. Mas não é por isso que estou um tanto nervosa. Você se importa de apagar a luz?

- Apagar a luz? Mas o que é isso? Em que época você está vivendo mulher? Tem vergonha de se mostrar?

- Não é isso. Mas tá bom... pode deixar a luz a acesa. Só espere um pouquinho que vou me preparar.

- Se preparar...?

Ele desistiu de fazer mais perguntas e ficou olhando a mulher caminhar para o banheiro. Por um momento chegou até a temer que de lá fosse sair um cacete apontado pra ele. Mas logo a mulher voltou, e era mulher mesmo, um belo corpo por sinal, todo peladinho, com seios ainda firmes, pernas bem torneadas, um monte de pelos caprichados naturalmente, uma bundinha...

Se João Alberto ainda tinha alguma pergunta sobre o tipo de preparo que a mulher tinha ido fazer no banheiro, acabou esquecendo. Olhar aquele corpo era mais interessante. Mas só olhar também não! Tratou de se preparar ali mesmo, quer dizer, tirou sua roupa e, literalmente, correu para o abraço.

Foi então que ele teve mais uma prova a favor da sua teoria. Apesar de bem fetinho, o corpo da mulher não era bem cuidado, quer dizer, ela não tinha aquela pele devidamente tratada, hidratada, lisinha, da mesma forma que a sua própria mulher há muito já deixara de ter. Claro estava, então, que sua mulher não tinha um amante, pois se tivesse, além de se preocupar com a calcinha que vestia, também cuidaria melhor do corpo.

E foi assim, com esse ar feliz e o corpo cheio de energia que João Alberto possuiu a mulher. E pra quem dizia ser a primeira vez que dava uma puladinha de cerca, até que ela não se dava tão mal; era cheia de fogo e queria mais e mais e mais.

E como sabia trabalhar com as mãos e com a boca!

E como sabia mexer o quadril, tanto embaixo quanto em cima!

Mas a parte que ele mais gostou foi quando ela o cavalgou, de cócoras, apoiando com as pontas dos pés no colchão e com as pontas dos dedos no peito dele, agarrando, unhando.

A expressão da mulher enquanto subia e descia o corpo era algo indescritível, prazer puro, dado pelo deslizar do membro em sua vagina, pelo entra e sai, pelo some e aparece.

Se essa é a primeira vez dela – pensava João. Imagine como vai ser a segunda...

E como bom homem, ele tratou logo de questionar a mulher, dizendo que não acreditava nela.

- Você tem razão. – ela disse. – De vez em quando dou uma escapadinha. Mas tenho direito, não tenho? Eu bem queria que fosse só com ele, o meu marido, mas o que posso fazer se ele mais briga comigo do que me dá prazer. Faz tempo que não transo com ele do jeito que transei com você hoje.

- Mas por que então ficar tentando me provar que era a sua primeira vez?

- Porque vocês homens gostam assim. Vocês dão mais valor quando são os primeiros.

Caído ao lado da mulher, João Alberto pensou seriamente no que ela dizia, e concluiu que ela tinha razão. Mas pensou em outra coisa também: há quanto tempo não transava daquele jeito com a própria mulher?

A teoria do corpo bem cuidado fora colocada em dúvida.

Mas ainda faltava uma coisa que ele queria saber da mulher. Por que ela não quis se despir na frente dele?

- Você não vai rir de mim, vai?

- Rir por que? Fala!

- Você não vai rir de mim se eu disser que estou usando uma calcinha velha e toda rasgada, a primeira que peguei na gaveta, como sempre faço?

E lá se foi também, a teoria da calcinha furada...

Escrito e postado por http://contosdahora.zip.net

Comentários

27/12/2016 10:10:28
Ana se vc for uma negra que morou ou mora na vila Sabrina pode ser que seja uma mulher especial que tive o prazer de ser seu primeiro homem que pena que por falta de condições financeiras vc pediu um tempo e nunca mas nós fimos mas nunca te esqueci principalmente quando vc gostava na minha boca era mágico ver vc se tremendo toda bjs do seu eterno domingo se for vc saberá porque doninho
02/01/2016 23:38:31
Simplesmente um dos meus contos favoritos daqui, um dos primeiros que li e cada nova leitura encontro um novo detalhe igualmente surpreendente. Nota 11.
31/03/2015 08:45:50
Maravilhoso, mulheres de Barra do Pirai e região, sigilo e discrição absoluto. don.juan.teixeira@gmail.com
09/12/2014 16:40:50
Teoria válida, kkkkk... Um dos melhores contos escritos nesta Casa. Dez.
03/09/2014 16:39:04
Maravilha ! me visite tá , bjs
02/04/2014 19:44:59
PARABÉNS!
02/04/2014 19:44:54
SORVANE!
02/04/2014 19:44:49
BINON
02/04/2014 19:44:44
ÓTIMO!
02/04/2014 19:44:39
DEMAIS!
02/04/2014 19:44:35
MUITO BOM!
02/04/2014 19:44:29
SENSACIONAL!
02/04/2014 19:43:58
Ainda bem que é "diferente", pois o que tem de porcaria rolando por aí em forma de "conto"... Ainda bem que aparecem bons trabalhos. E excelentes, como é esse caso. Nota 10.
25/03/2014 14:38:01
ALGUMA COISA. ALGUMA COISA.
25/03/2014 14:37:47
ISSO SIM É UM CONTO BEM FEITO. COMO É DELICIOSO PODER LER ALGO QUE PRESTE, BEM FEITO. SUBLIME. É 10! BEM QUE ESSES MAURICINHOS E PATRICINHAS QUE ESCREVEM TANTA BOBAGEM MAL FEITA NESSE SITE PODERIAM APRENDER ALGUMA COSIA SE LESSEM.
25/03/2014 14:35:54
RELENDO DE NOVO, NEGROVEL? AIII ESTUPRARAM O PORTUGUÊS. SE VOCÊ RELER, SEMPRE É DE NOVO. CAI NA REDUNDÂNCIA. É LER DE NOVO, OU SOMENTE RELER. DÃÃÃÃ
23/03/2014 21:29:31
Relendo de novo, gostei
12/01/2014 11:10:37
Gostei
14/11/2012 14:17:15
Muitoooooooooooo bom! Gostei! Visite nossa página no face: https://www.facebook.com/CasaisLiberaisBrasil e nosso site www.clubecasaisliberais.webnode.com - abraços
19/07/2012 03:27:10
Muito bom! Parabéns! Interessante e divertido
01/05/2012 22:40:12
Muito bom: parabens
14/04/2012 17:40:24
Gostei de seu conto!!! Nota DEZ!!! Vou estar de @@ em suas publicações!!! Leia, vote e comente meus dois últimos contos: * Uma sexta-feira quente no Rio de Janeiro: http://www.casadoscontos.com.br/texto/* Clube De Casais com WEB-CAM ao Vivo e muito tezão!!! http://www.casadoscontos.com.br/texto/Visite www.clube-de-casais.blogspot.com.br na página (contos eróticos)... e vote ou comente! Estou no face book: www.facebook.com/groups/contoseroticos Abraços
29/10/2011 14:03:10
o melhor conto já publicado nessa joça
15/07/2011 14:38:09
bom o conto add aii gata cezinha_web_cam@hotmail.com
03/07/2011 10:27:12
Muito legal, he he, simplesmente genial. parabens, continue.
20/04/2011 13:42:20
gostei do seu conto. entre em contato: necropsista@live.com
30/03/2011 10:43:31
Ta aí uma teoria que não se ensina em todos os lugares hehe ! Legal! Qlqr dia leia um conto meu tbm e me diga o que achou!
28/03/2011 10:39:14
gostei muito desse conto, um pouco diferente mais muito bom nota 1000 ana20sp sera que voce nao tem uma calcinha furada tambem???????
27/03/2011 20:04:25
Eu eu que não uso calcinha???? entro em que categoria? Amei o conto, muito divertido e nota 10. Parabéns!
10/12/2010 19:55:59
Olha só, é claro q a mulher qdo sai pra " caçar", vai preparada, cheirosa, calcinha nova, cremes pelo corpo todo, mas eu que o diga, a " ocasião faz o ladrão", ja saí com homens e estava usando calcinha velha, não rasgada é claro, mas surradinha, nem por isso a relação foi ruim, mas fiz como a muié ae do conto, fui no banheiro tirá-la antes do cara brochar kkkkkkkkkkk, convido para ler meu conto, enviado dia 07 de novembro de 2010, " Fudidinha com um colega de trabalho".
25/11/2010 21:25:16
Muito bem pensado e bem escrito, super engraçado, gostei de ler. Já merece nota 10 pela teoria! :)
08/11/2010 12:04:46
Muito bom seu conto! Gostaria de publicá-lo em meu blog. Caso você autorize, meu e-mail é nilton.contos@gmail.com
15/10/2010 16:16:13
TEM UM PINGO DE VERDADE SIM RS... A CALCINHA MOSTRA O ESTADO DE ESPIRITO DA MULHER RS
13/09/2010 22:07:38
ESSE CONTO ÉTUDO DE BOM. NOTA DEEEZZZZ! INSPIREM-SE E APRENDAM COMO SE FAZ.
13/09/2010 12:38:48
Interessante,as vezes fico assim de bobeira num bar,apenas observando os homens,kkkkkkkkkkk.....e tb tenho minhas teorias. Amei a sua...bem legal. Será q meu marido tb acredita na teoria da calcinha furada?!kkkkkkkkkkkkespero q sim. Continue escrevendo ...bjos!
13/09/2010 12:36:48
11/09/2010 22:07:44
GENTE, DE TANTA PORCARIA QUE JÁ LI, FICO SATISFEITO EM VER, FINALEMNTE, UM CONTO BEM FEITO. PARABÉNS! ISSO, SIM, É UM CONTO ERÓTICO. VIVAS AO AUTOR! OU AUTORA! NOTA 10! TUDO NA MEDIDA, SEM CAIR NO RIDÍCULO E VULGAR! CONTINUE SEMPRE ASSIM! LONGA VIDA!
30/08/2010 14:42:14
Mulher que não dá, voa.
999
27/08/2010 19:19:11
muito interessante, vou observar isso em casa agora depois desse comto
26/08/2010 09:46:06
Muito engraçado. Nunca tinha pensado nisso...
25/08/2010 16:27:46
Legal, mas teoria é teoria e pratica é pratica e na hora H não importa a calcinha, mesmo que se observe quem é o homem louco pra falar alguma coisa ? Em Tempo: Louco ou burro , não é ?
16/08/2010 17:35:28
=-)
09/08/2010 11:59:09
heheh!
09/08/2010 11:57:50
AH!
02/08/2010 10:45:02
ótimo, ótimo, ótimo... A DO REI!!!
21/07/2010 11:54:58
Sempre acompanhei seus contos, desde quando os vi pela primeira vez há alguns anos. Seus textos sempre e foram e são maravilhosos. é ótimo lê-los.
09/07/2010 18:57:23
Você tem futuro, principalmnete como cronista, que decreve situações do dia a dia, fatos corriqueiros ou inusitados. Parabéns!
09/07/2010 18:55:32
Você tem futuro como contista ou cronista. Tá me parecendo mais uma crônica, que descreve fatos do dia a dia. Parabéns!
06/07/2010 14:01:09
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,legalllllllllllll
06/07/2010 13:59:17
ta....deste eu gostei.
03/07/2010 21:52:28
Muito boa.kkkkkkkkkkkkkkkkkk
26/06/2010 01:35:04
huahuahuahuahuahuauahuauhua Animou minha noite kkkkkkkkkkkk
24/06/2010 12:18:00
muito engraçada !!!
22/06/2010 14:39:52
Adorei.... Muito legal... Ri abeça... Você escreve muito bem...
18/06/2010 11:04:17
Uma novidade para mim essa da calcinha furada mas faz sentido, quando andar passeando aí pelas ruas vou perguntar às madames se tem a elas furadas.
16/06/2010 01:29:22
Hahaha. Achei legal a forma que escreveram o conto, de forma inteligente e bem estruturado. Quando ao lance da calcinha, acho que nem todo mundo sai de casa pensando que vai encontrar alguém interessante com quem vai ter o clima e acabar na cama, as quem nunca chegou perto de transar e percebeu que tava sem camisinha e coisas assim, mas ver isso em um conto é realmente genial.
08/06/2010 17:58:11
Pois é! Quem usa calcinha parece que já conhece o truque. Mas a novidade é para s cuecas, que se julgam os donos da bola... Quere dizer, das bolas eles podem até ser os donos, mas das bolas que elas pegam, eles poucos parecem saber.
08/06/2010 13:59:38
Nossaaaa mas q conto interessante.....agora a aprendi....qdo se sai d casa pra trair tem q usar uma calçinha velha....furada...mas isso eu já sabia...kkkkk
04/06/2010 01:08:12
Hahahaha, mto boa. Mas isso toda mulher sabe: Quanto mais velha e furada for a calcinha, maior a chance de transar com alguém! A lei de Murphy sempre funciona!!! rsrsrsr
03/06/2010 21:39:32
NOSSA ! ESSE CONTO É CÔMICO ,INTELIGENTE , E SINCERAMENTE UM DOS MELHORES QUE JÁ LI NESSE SITE. PARABÉNS, MUITO BOM O ENREDO ,SEM REPETIÇÕES DAS QUAIS SE VÊÊM MUITO POR AQUI...ADOREI NOTA 1000
28/05/2010 10:37:01
adorei !! muito bom mesmo!!
28/05/2010 09:54:40
SOU UM PROFESSOR QUE MINISTRA AULAS PARTICULARES EM EMPRESAS E PROFISSIONAIS DA MODA. VIAJO TODA SEMANA A TRABALHO PARA A REGIAO DE SAO PAULO, SOROCABA, BAURU, CAMPINAS E REGIAO. SEMPRE COM MUTO TESAO. SOU LIBERAL, 48 ANOS, BI, E MUITO SAFADINHO NA CAMA, ABERTO A PROPOSTAS. VIAJO DE CARRO E POSSO VISITA-LOS OU RECEBER NO HOTEL ONDE FICO. VEM, VAMOS PASSAR ALGUMAS HORAS GOSTOSAS, TODOS ESTÃO CONVIDADOS, NAO TENHO PRECONCEITOS, SOMTNE CONCEITOS. MARCOSprof.viajante@bol.com.br

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