Reuniões, 07: Entrega

Um conto erótico de Anjo
Categoria: Heterossexual
Contém 795 palavras
Data: 12/05/2010 12:58:56
Última revisão: 12/05/2010 13:53:50

Continuação da série Reuniões e você somente o entenderá na íntegra se ler os anterioresREUNIÕES, SOB O LUAR DO SERTÃO - Entrega

Foi uma visão que me assustou, mas que me fez passar o resto da noite sonhando com o primo.

Quando ele beijou minha cabeça depois que fui deitar, a vontade era pagá-lo em meus braços e dizer do comichão que estava corroendo minhas entranhas, mas tive receio que ele não me aceitasse.

Se eu tivesse a certeza que tenho hoje...

(Lembranças de Silvia)

Nat dorme com Cíntia

6º Dia

O sono está quase me derrubando, olho o relógio: uma hora e dois minutos. Levanto e vou ver como estão. No quarto grande novamente a janela está aberta que fecha sem fazer barulho. Isabelle novamente está vestida na camisolinha transparente que está suspensa deixando ver sua calcinha entrando na bunda, Flávia está completamente nua e, como ontem, dorme de pernas abertas. Cubro Isabelle afagando ligeiramente sua cabeça e vou para o outro lado da cama ajeitar Flávia em quem arrisco tocar no peitinho durinho e convidativo. Abaixo a cabeça e dou uma leve chupada em seu mamilo direito que intumesce quase que de imediato. Cubro seu corpo com o lençol e beijo na sua boca entreaberta. Larissa dorme – imagino – vestindo uma bermuda de algodão, com os seios expostos estendo o lençol sobre ela e aproximo para beijar sua face. Ela me segura a cabeça e puxa para ela. Deito sobre seu corpo.

- Que é isso, Larissa... – falo baixinho temendo que as garotas acordem.

- Tenho medo de passar o resto da vida de agradecendo e me desculpando – fala me abraçando forte.

- Já falei que não tenho nada para desculpar-te...

Ela fica me abraçando por um longo tempo e sinto sua respiração descompassada.

- Vamos dormir... é tarde – sussurro ao seu ouvido sorvendo o perfume que exala de seus cabelos.

- Queria ficar abraçada contigo a noite toda. Preciso... – pára sem completar seu pensamento e me solta o corpo.

- Precisas? – pergunto tentando fazê-la falar.

- Esquece... pelo menos por enquanto – dá por encerrado o assunto.

Levanto de sua rede, apago a luz e dou um leve beijo em sua boca, ela chora. Encosto a porta e vou para o quarto menor.

Na rede Silvia dorme só de calcinha. Cubro cuidadosamente com o lençol e beijo seu rosto. Cíntia está nua e deito a seu lado passando a mão em seu corpo até sua pélvis onde massageio levemente sua vagina. Ela se mexe um pouco e abre ligeiramente as pernas. Dou um ligeiro beijo em seu peitinho, apago a luz e volto para meu canto.

O silêncio da noite unido ao zoar leve do motor da geladeira não deixa dormir. Como um filme retorna as imagens do dia que tento analisar detalhadamente. A reação de Larissa me deixou sem jeito. No relógio duas horas e levanto e vou para o quarto menor.

2b

Entro devagar e deito ao lado de Cíntia abraçando seu corpo.

- Amorzinho estava sonhando contigo – sussurra ao meu ouvido enquanto desce a mão e segura o pênis ereto. Massageia-o de leve que me faz ver estrelas.

Beija sua boca com tesão e ânsia pelo tempo que estão sem poder ficar juntos e ela sobe em meu corpo colocando, com cuidado, o membro em sua entrada.

Escutam o leve ressonar de Silvia dormindo ao lado, na rede, um sono profundo. Não se preocupam com sua presença no quarto, apenas com o desejo que incendeia seus corpos.

Ela faz movimentos circulares buscando melhor posicionar sua vulva que goteja líquidos nascidos de seu desejo. Com movimentos lentos, mas firmes, ela coloca por completo em seu interior e pára arfante buscando minha boca que abarca com a sua vorazmente. Sentimos muita fome, fome de sexo.

Envio ordens para que o cacete lateje em seu interior, da maneira que ela tanto adora. Ela geme baixinho sentindo massagear suas paredes vaginal e arqueja espasmodicamente o corpo anunciando gozar desenfreadamente.

Da rede ao lado escutam o farfalhar de panos e o som suave do sono de nossa prima.

Com estocadas vagarosas sente tocar no seu mais profundo interior enquanto a prima geme em sussurros e seu corpo estremecer a cada novo gozo alcançado. Intensifica os movimentos sentindo chegar galopante por todos terminais nervosos seu próprio orgasmo. Goza forte e ejacula jorros de porra que preenche toda a extensão da xoxota querida. Ela geme mais alto quando sente o toque do primeiro jato violento do líquido em seu interior e colo a boca à sua para calar o desejo de gritar forte o gozo simultâneo.

Caímos em um sono pacificante inebriados pelo desejo realizado. Fico em sua cama até próximo do raiar do sol quando levanta indo para o canto escondendo de todas a relação com a prima amada. Tão logo deito volto a dormir.

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