Planejamento estratégico

Um conto erótico de Voceeeu669
Categoria: Homossexual
Contém 1662 palavras
Data: 09/04/2010 11:17:04
Assuntos: Gay, Homossexual

Seria somente mais uma reunião de planejamento, jamais eu imaginaria o que viria acontecer e as sensações extasiantes que experimentaria.

Na mesa da sala do apartamento de Renato, muitos livros, muitos laudos, perícias, calculadoras, notebooks, enfim tudo que precisávamos para resolver aquela questão.

Depois de horas a fio de trabalho e com o entardecer chegando, sentimos a exaustão do trabalho; Renato propôs pararmos e tomarmos uma cerveja.

O calor realmente justificava, e fomos nós para sacada do apartamento, latinha na mão e as amenidades começaram a rolar.

Não demorou e Renato preparou porções frias para comermos, na sequencia pediu licença para ausentar-se por alguns instantes e quando voltou estava de banho tomado e trajava apenas uma sunga.

Perguntou-me se eu gostaria de um banho e ao ver meu constrangimento, colocou-me a vontade, mostrando-se assim o bom anfitrião como até então vinha sendo, ao indagar-lhe que não teria roupa para trocar, rapidamente me disse:

- Amarra uma toalha na cintura e fique a vontade; só estamos eu e você, você e eu aqui... e sorriu.

Após tomar o banho procurei a toalha seca que ele disse ter deixado, e tudo o que encontrei foi uma toalha de rosto, e ao amarra-la na cintura, não me senti muito a vontade, porem não tinha alternativa.

Retornei para sacada, mais cerveja, mais amenidades, porem agora estava incomodado com a forma como eu estava vestido. Enquanto meu colega de trabalho foi a cozinha para buscar mais cerveja e me debrucei no parapeito da varanda e passei a admirar o movimento, e absorto na paisagem, nem percebi seu retorno, e de repente sinto uma mão percorrer minha bunda sobre a toalha.

Meu instinto falou mais alto e rapidamente virei, e Renato estava rindo, e me disse:

- Desculpe, não resisti, você com essa toalha na cintura, essa bunda, passar a mão foi instintivo, e gargalhou.

As cervejas já tinham surtido seu efeito liberativo, eu apenas sorri e tentei continuar com nossa conversa, contudo não pude deixar de perceber que a sunga de Renato estava estufada, volumosa, e eu sentia que a coisa estava tomando um caminho que eu até aquele instante desconhecia, pois nunca tinha experimentado transar com homens, o máximo que tinha feito era admirar travestis pelas avenidas.

Em pé na sacada olhávamos o movimento, contudo sexo passou a ser a tônica da conversa, e vez por outra eu pegava Renato olhando minha bunda, aquilo passou a mexer comigo e também disfarçando, olhava o volume naquela sunga, que, diga-se de passagem, não diminuía.

Num determinado momento, ele chegou mais perto e continuando a conversa passou acariciar minha bunda sobre a toalha, e eu resolvi deixar a coisa rolar para ver até onde aquilo ia, ao mesmo tempo que disse:

- pelo jeito você gostou mesmo do que viu.

Minhas palavras soaram como permissão para o que desse e viesse, Renato pegou minha mão e levou até seu volume por sob a sunga. Ofegante e tremulo não sabia o que fazer, pois até então somente tinha acariciado meu pinto, todavia, na medida do possível tentei relaxar e experimentar aquela nova experiência.

Apesar da sunga, podia sentir a pulsação daquele membro rijo, sem demora Renato livrou-se da sunga e eu puder ver e sentir ao vivo e a cores um pinto duro apontado em minha direção, sem pudores, passei acariciar, sentir cada milímetro, apesar de meus movimentos serem descompassados; foi então que eu ouvi:

- Você é virgem no assunto... acertei?

Respondi que sim, nesse instante sua mão soltou a toalha que estava amarrada em minha cintura e passou a percorrer minhas costas, passando pelo meu peito, descendo para minha cintura, voltando para minha bunda, tocou meu pinto que doía de tão duro que estava, alisou minhas coxas e parou.

Senti um misto alivio e decepção; entornei mais um gole de cerveja e meu anfitrião foi buscar mais nosso liquido liberador na geladeira, eu por minha vez fiquei estático naquela sacada, vontade de ir embora, vontade de ficar para ver o que ia acontecer, quando então senti uma língua lambendo minha bunda e mãos acariciando minhas costas. Aquela boca sabia bem o que fazer, como fazer, onde fazer.

A polpa da minha bunda foi lambida, mordiscada, meu rego percorrido, quando então suas mãos separaram minha bunda e sua língua tocou meu anelzinho. Meu poros ficaram mais arrepiados ainda, e rapidamente eu abri as pernas e empinei a bunda para facilitar as carícias, eu estava dominado, a partir daquele momento deixei rolar. Quanto mais sua língua acariciava minha bunda meu anelzinho virgem, mais eu abria as pernas, mais eu empinava a bunda, mais meu pau ficava duro e não tardou para meu pinto começar a se lambuzar do meu êxtase. Novamente ele parou, ficou em pé, olhou para mim, sorriu, e eu suspirei e disse:

- Cara, você é mestre no assunto.

Ele sorriu olhou para mim, e olhou para baixo em direção ao seu pinto, e eu entendi; ele queria uma retribuição, meio sem jeito peguei seu pau na minha mão e comecei acariciar, num instante estava ajoelhado sentindo aquela membro duro no meu rosto, foi quando eu lembrei uma frase de uma namorada que diz que: “homem nenhum resisti uma bela chupada na cabeça do pau”.

E com essa frase na cabeça, mais os flashes dos filmes pornôs de mulheres se deliciando num belo cacete duro, dei inicio a minha primeira chupeta, lambia e sugava a cabeça daquele pau demoradamente, vez por outra, engolia tudo e voltava sugando, colocava só a cabeça nos meus lábios e lambia o meio, logo meu amigo estava se contorcendo de tanto tesão, e eu feliz por estar proporcionando um intenso prazer, foi quando eu ouvi:

- Para se não eu gozo. E eu obedeci.

Levantei, me coloquei ao seu lado, sorvi um gole de cerveja, instante que eu fui abraçado por traz, e com seu pau encaixado nas minhas coxas, sorrindo perguntei-lhe se agora ele ia me encoxar, sorrindo, respondeu que ia fazer algo mais gostoso.

No instante seguinte ele vestiu seu pau com uma camisinha, e veio em direção minha bunda, ao perceber sua intenção, abri as pernas, e nas pontas dos pés arquei meu corpo pra frente e empinei a bunda, e na sequencia senti aquele pau duro procurando meu rabinho virgem.

Meu amigo estava fissurado na minha bunda, afoito tentava meter em mim, foi quando falei:

- Calma, devagar, pense no prazer de fazer um cabaço, essa é minha primeira vez, se meter com carinho come sempre.

Ainda de bunda empinada, com as mãos abri minha bunda e seu pau chegou na minha portinha, a pressão no meu anelzinho virgem era forte e indescritível, me pegando pela cintura ele foi forçando, forçando, e quando a cabeça passou eu gritei de dor, soltei minha bunda e apertei com força aquele pau duro.

Ofegante, com uma dor lacerante na bunda, pedi para que ele parasse, não ia aguentar, mas ele com calma, e num abraço forte e terno falou no meu ouvido:

- Calma, respire, relaxa, relaxa, calma, sinta como você é poderoso, vai relaxa, sinta como você é poderoso...

Até parecia eu, quando estou metendo na bunda da mulherada. Eu relaxei, e ele forçou mais um pouco, e a cada enterrada eu soltava um grito e dava uma empinada na bunda, e ele foi metendo, metendo, metendo, e de repente eu senti suas bolas baterem na minha bunda, foi quando então, tive a certeza que estava tudo dentro de mim. Lentamente ele tentou um vai e vem, eu tentei relaxar mas doía muito, e tinha que doer mesmo, era minha primeira vez. Pedi para que ele parasse e fui atendido.

Adentrando ao apartamento, voltou com um tubo branco na mão que eu conhecia bem, era o KY chegando para facilitar nossa transa. Lambuzou bem seu pinto, e fez o mesmo na minha bunda, logo seu pau tava direcionado na minha bunda, e eu novamente empinei, peguei o pau e mostrei o caminho.

Forçou a entrada, eu senti, e pedi para que ele deixasse a cabeça só na portinha, e comecei a rebolar, e conforme rebolava ia deixando entrar, e foi entrando, entrando e eu rebolando, logo o tesão tomou lugar da dor, e logo as bolas bateram na minha bunda.

Ao perceber que tinha enterrado tudo, meu amigo começou o vai e vem, e que vai e vem, eu comecei a me descontrolar, quanto mais ele metia mais louco de tesão eu ficava, que delicia, como estava gostoso. Eu que sempre como a bunda da minha namorada, estava dando e gostando, eu que sempre pegava pela cintura e ficava no vai e vem, agora era pego, metido e enterrado bem gostosamente.

Quando meu amigo fez um movimento de pegar no meu pau e me masturbar, eu não deixei, não queria gozar, e se tivesse que gozar ia gozar sendo comido, metido.

Fui abraçado, acariciado ao mesmo temo que era enrabado, suas mãos na minha cintura naquele cadenciado vai e vem me deixava louco, logo eu comecei a pedir:

- Mete, vai mete..., nossa que gostoso..., mete..., ai que delicia mete..., ai que tesão mete.. não pare... não pare, isso assim, mete gostoso... vai, vai, mete gostoso mete...

E eu urrava, rebolava, e meu amigo metia, eu era puro tesão, não tardou e ele gozou, ao sentir aquele pau duro pulsando e gozando dentro de mim, urrei, gozei, minhas pernas bambearam e tive receber apoio para não cair no chão.

Depois de um período de descanso, ele voltou a me encoxar, e logo estava novamente dentro de mim, e novamente eu fiquei de pau duro ao sentir que eu era capaz de dar e ter prazer nessa nova experiência.

Nossa senha agora é: Você pode me ajudar num planejamento? E se for possível tanto para mim quanto para ele, partimos para ação, sem que com isso nossas namoradas desconfiem.

Foi então que eu acordei e percebi que tudo não tinha passado de um sonho, sonho esse que eu desejo realizar, se você estiver a fim me escreva:

voceeeu669@hotmail.com

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Comentários

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UM TESÃO O SEU CONTO, ME RETORNA E A GENTE CONVERSA, QUANTOS ANOS VC TEM!!

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