Da primeira escapou, da segunda não

Um conto erótico de calbuq
Categoria: Homossexual
Contém 496 palavras
Data: 06/04/2010 18:40:58
Assuntos: Gay, Homossexual, mamada

Essa já tem uns 2 anos, mas vale a pena relembrar. Sou branco, 29 anos, forte, corpo maneiro, macho, e faz algum tempo coloquei algumas fotos e vídeos num perfil de site na internet. Tenho picão maneiro, 20 cm, grossura legal, esporrador, e também um rabão que chama a atenção. Certa vez recebi várias mensagens de um muleke de Copa, louco para dar uma mamada em mim. Depois de algum vai e vem, marcamos de nos encontrar na praia. Eu estava com um pouco de pressa pois ia ter um compromisso posterior, mas o tesão falou mais alto. O leke era moreno, tinha uns 22 anos, bem apessoado, corpo legal, era bastante macho e na encolha, como eu, então a a parada parecia que ia ser interessante. Ele falou que estava muito afim, pra irmos pra casa dele ali perto, pois o pai não estava.

Fomos tranquilamente para a casa dele, com meu pau endurecendo pelo caminho e marcando a sunga. O muleke notou, e fez cara de tesão. Chegando na casa do puto, nem esperei: puxei ele pra baixo e esfreguei a cara dele na minha sunga. O leke pirou. Mordeu o pau por cima da sunga, depois puxou ela pra baixo e fez o pirocão saltar na cara dele, já babando. Meteu na boca e mamou como gente grande. Durante a mamada, o muleke ouviu um barulho e se assustou. Depois ficou mais tranquilo e soltou "pensei que meu pai estivesse chegando, ele pode vir a qualquer momento". E continuou mamando. Só que aquela tensão, que ele provavelmente achava excitante, não me deixou nada tranqûilo - vai que o pai do puto entra e encontra o filhão com um rolão na boca? Aquela sensação me cortou um pouco o tesão, e por mais que o puto mamasse, eu não gozava, só ficava de pau duro. Como ia me atrasar para meu próximo compromisso, interrompi os trabalhos e falei pro leke arranjar um horário mais tranquilo, sem o perigo do pai. A cara de decepção do muleke chegou a dar pena, mas tranquilizei, dizendo que o dele estava guardado.

Alguns dias depois, encontrei novamente o muleke online, e ele já foi cobrando a dívida, dizendo que agora estava tudo tranquilo por lá. Imediatamente partir pra casa do puto, já cheguei tirando a bermuda e metendo o caralho na boca dele. Botei o muleke ajoelhado, fiz o puto mamar de tudo quanto era jeito. Quando não aguentei mais, fiquei em pé, com o muleke ajoelhado e com a boca no meu pau. Dei uma urrada e falei que ia gozar. O muleke fez menção de fugir, mas segurei a cabeça do putinho "tu vai levar meu leite todo na boca, viadinho". Ele nem tentou lutar muito, relaxou, e comecei a esguichar minha porra na boca dele. Foram umas 9 ou 10 golfadas de porra, sem escorrer nem uma gota.

Me refiz e saí fora, na moral, com o deve cumprido. Muleke mamador não pode ficar sem leite....

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Comentários

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Tenho lido seus contos. Cada qual melhor e excitante. Parabens.

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Muito bom! Bem escrito, sem falar na situacao excitante... Nota mil, cara...

Saquá

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Caralho! Quero mamar esse pau também. Adoro macho esporrador e adoro receber leite na garganta.

safadodanadinho@hotmail.com

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