Transformando uma mulher em puta, escrava e submissa

Um conto erótico de Zandor
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 735 palavras
Data: 14/03/2010 23:13:37

A noite, saímos para jantar como qualquer casal normal de namorados. Escolhi um restaurante português e desfrutamos de um belo bacalhau e um bom vinho. Precisamos recompor nossas energias, pois tínhamos fudido a tarde toda e a noite prometia ser das quentes.

Peguei-a de jeito, puxei contra meu corpo, dei-lhe um beijo e uma mordida nos lábios seguida de um tapão no meio da cara. Em seguida, num ímpeto só rasguei sua roupa, deixando-a só de calcinha. Depois disso, puxei-a pelos cabelos e a empurrei jogando-a de costas contra a cama. Dei um puxão e arranquei sua calcinha, a ferocidade foi tamanho que seu corpo até se levantou. Peguei dois travesseiros, enfiei debaixo de sua bunda e coloquei suas pernas sobre meu ombro. Deu-me uma olhada safada e me puxou para dentro dela tentando fazer com que seu cuzinho engolisse o máximo que pudesse da minha vara.

Meu tesão era ver ela gozando pelo cu que nem uma cachorra vadia, ela foi se virando ficando de quatro com a bunda empinada pra mim, comecei a dar estocadas com minha vara em seu cu. Ela deu um suspiro longo e profundo denunciando que estava gostando. Fui enfiando bem devagar para não machucar e deixando ela se acostumar aos poucos, ela parecia uma vadia gemendo e se contorcendo toda, chorando de dor e de prazer, comecei a acelerar o ritmo e ela urrava bem baixinho pedindo para meter mais, tirei um pouco e a putinha começou a choramingar querendo mais.

- Puta safada, eu disse. Você vai é tomar uma surra isto sim.

Pedi para que abrisse bem as pernas e segurasse na cabeceira da cama, que não fechasse as pernas nem largasse as mãos, se quisesse poderia morder o travesseiro

Peguei uma chinela havaiana e comecei a bater em sua bundinha. Primeiro devagar, depois fui aumentando a intensidade. Vi a cor de sua bunda mudar do tom róseo para um vermelhão pulsante.

Seu corpo tremia, sua bunda suava. Ela gemia e grunhia palavras desconexas. A surra de chineladas continuava. Quando ela fazia menção de se mexer a chinelada era mais forte. Incondicionalmente ela percebeu que se não seguisse minhas ordens seria cada vez pior para ela.

Seus olhos marejavam... seus gemidos eram agora suplicantes, meu tesão era tamanho, meu pau bombava de tanta excitação.

Peguei um creme e espalhei sobre sua bunda, para aliviar um pouco a dor. Espalhava com as mãos e massageava seus glúteos, as vezes deslizava meus dedos para dentro de sua vagina ou de seu cuzinho, arrancando suspiros de prazer.

Virei-a de frente dei uma lambida em sua buceta e depois uma mordida em seu grelo, fazendo-a gritar de tanto tensão. Bati-lhe uma siririca com muita maestria,fazendo-a ter vários espasmos de gozo novamente.

Mandei ela mostrar os peitinhos. Comecei a acariciar os biquinhos, depois comecei a apertá-los e por fim comecei a dar tapas nos biquinhos duros de tanto tesão. Peguei dois prendedores de roupa e coloquei sobre os mamilos intumescidos. Ela foi a loucura. Vi que seu rosto se contorcia de dor, meu mastro ficou duro de novo. Ela percebeu e começou a me bater uma punheta gostosa, dali para um boquete guloso foi um passo. . Ela me lambeu os culhões e depois começou a chupar meu cu, me levando ao delírio, com aquela alternância que ela fazia entre o boquete no meu cacete e as chupadas no meu cu.

Enquanto me chupava eu dei um tapa em seu rosto. Depois dei outro mais forte ainda, mais alguns fraquinhos, e uns puxões de cabelo. Ela continuou mamando sem parar, deixando meu cacete todo babado. Enfiava no fundo da garganta e vinha soltando pedaço a pedaço do meu nervo pulsante. Depois ela lambia a cabecinha e voltava a engolir todo meu cacete que parecia inchar cada vez mais numa sensação incrível. Definitivamente, ela sabia como chupar um cacete, tinha virado expert em fazer gulosa a filha da puta. Que delicia.

Os xingamentos eram no pé do ouvido, levando-a ao delírio, era uma loucura total, enfiei um dedo sem seu cu. A puta pediu para enfiar mais um e não me fiz de rogado, enfiei com tudo. Logo seus espasmos de gozo começaram e era um atrás do outro, até que ela gozou abundantemente e de forma bem gostosa. Caimos moídos um para cada lado e dormimos até o dia seguinte, totalmente satisfeitos. Nossos corpos estavam exauridos, o quarto exalando sexo, estávamos felizes.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Zandor a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

todo homem que se preza precisa ter pelo menos uma vez na vida uma mulher cachorra para que ele sinta que passou pelo mundo e viver valeu a pena.......

0 0