As casadas

Um conto erótico de Dom MIguel Salamandra
Categoria: Heterossexual
Contém 616 palavras
Data: 06/03/2010 23:13:48

Estavamos fazendo churrasco no sabado a tarde na casa do Edu. Tinhamos tomado um monte de cervejas e estavamos todos bastante animados. Edu, dono da casa, Adriano e Alex estavam acompanhados de suas esposas e eu estava como o unico desacompanhado. Nós homens estavamos reunidos na varanda dos fundos da casa e as mulheres na cozinha, elas estavam muito animadas e riam muito lá dentro. Os caras só falavam de futebol, bebados e futebolisticos. Entrei na cozinha para pegar uma cerveja no congelador e elas três me olharam, Luiza que era a mais desinibida falou:

__Ô Mi, você é o homem mais bonito aqui deste churrasco, se eu fosse você não voltava aqui entre nós três. A menos que você queira ser agarrado!! - Imediatamente as tres riram muito com a frase ameaçadora da amiga.

Eu apenas ri e depois me retirei levando comigo a cerveja. Aquilo ficou impregnado na minha cabeça e logo surgiu uma oportunidade de pegar outra cerveja e fui novamente. Quando entrei na cozinha novamente Luiza que continuava brincando muito com as amigas me olhou e disse:

__Ula lá, eu não te falei que iria te agarrar?

Ela disse isto e veio em minha direção, sorrindo deu uma bela apalpada no meu pau por cima da calça.

__Agora é sua vez Ana! - Disse para a amiga, esposa do Adriano. Ela por sua vez tambem veio em minha direção e deu uma pegada gostosa no pau que ja estava endurecendo. Neste momento olharam para Adriana que era a dona da casa e esposa do Edu e a incentivaram a tambem me apalpar, ela ficou sem jeito porque eramos mais amigos do que eu das outras duas más, levantou-se e veio em minha direção, seus olhos se fixaram no meu e ela com um sorriso nervoso nos lábios apalpou meu pau ja duro. Ela foi a que pegou com mais vontade. As outras eu poderia achar que era pura brincadeira mas Adriana não, esta queria mesmo pegar, o que pintou foi a oportunidade. Não me demorei mais entre elas, havia muito risco e eu sabiamente não quis correr. Dias depois eu havia voltado mais cedo do trabalho e vi quando Adriana estacionava seu carro após levar as crianças no colégio, atravessei a rua e quando ela desceu eu estava ao seu lado. Ela me olhou meio sem jeito más, eu não dei tempo para ela pensar, como estavamos apenas os dois na garagem dei-lhe um beijo surpresa, ela aceitou minha investida e nervosa passava a mão novamente sobre meu pau que estava duro roçando em sua barriga. Não nos demoramos e entramos para dentro de sua casa, não passamos da sala. Tudo estava frenético e na medida em que eu encaminhava ela ia aceitando. Logo estava chupando meu pau sentada numa poltrona, eu então não quis esperar mais para penetrar sua buceta que molhava a calcinha de tecido fino, sua saia estava levantada e sua calcinha eu tirei num unico golpe, ela colaborando abriu bem as pernas exibindo uma linda buceta bem cuidada, com pelos bem aparados e de um lindo brilho de tesão. Meu pau pulsava de tesão, encostei em sua entrada minha cabeçorra e lambuzei como um pincel, ela suspirava de tesão. Eu enterrei com vontade meu caralhão naquela gruta, ela gemia alto e rebolava fazendo o caralho circular. Bombamos freneticamente e quando senti que ia gozar não quis segurar, avisei-a que espremia seu grelo em meus pelos e urrou gozando junto. Tudo foi muito rápido e logo corri de volta para casa de onde fiquei olhando quando Edu chegou menos de meia hora depois do seu trabalho de turnos, a sem vergonha da Adriana o recebeu com um delicioso beijo na boca.

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Puta é Puta, piora depois que casa.

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