Comendo a crentezinha

Um conto erótico de Cronicas de um ex-comungado
Categoria: Heterossexual
Contém 1087 palavras
Data: 13/11/2009 21:48:25
Última revisão: 14/11/2009 15:31:14

Obs: O nome original deste conto é " A ninfa dos cabelos de ouro", entretanto, foi modificado para chamar mais atenção cá neste site... =D

Engraçado como as coisas são quando somos jovem não? É tudo tão novo e proibido! Tenho dezoito anos , sou fanático por jogo de cartas, aliás, eu e a rapaziada toda, todas as noites damos um jeito de uma partidinha de Pôker ou truco, quem sabe um conhaque, ou se não tiver, uma Pepsi mesmo, só pra adoçar a vida amarga.

Ultimamente o pessoal está bem disperso, muito ocupados ou cansados demais para uma partidinha, logo, tratei de arranjar outras companhias para as noites de lua. Já tinha em mente alguns outros amigos, juntei-os e por acaso um dia calhei de jogar com uma conhecida qual vou chamar de Minie, este é seu apelidoChamou:

- Gente, vamos jogar uma partidinha de truco?

Sem exitar:

- Claro. Respondemos

Minie era uma garota linda, muito mesmo, digo isso sem exageros, fatidicamente era uma bela loira dos olhos verdes, pele branquíssima, sorriso perfeito, a ponto de causar inveja a própria Monalisa, naquela noite, vestia-se de um shortinho curto, um palmo e meio de comprimento, seios pequenos, todavia suficientes, aquela perna lisinha me deixou louco, assim que nos sentamos; entretanto, tamanha perfeição jamais poderia abster-se de um defeitoA linda ninfa era Crente, sim, protestante, que me desculpem os ditos cujo que se ofenderam com tal sentença, mas para um jovem que quer transar com a garota mais bela que já viu, ser crente é empecilho sim, aliás, se tu leitor, fores evangélico, estas em lugar errado, estes dispostos são de interesse de puros pecadores, não dos filhos de Javé. Sentamos todos na mesa, fiquei pensando se um dia teria chance com Ela, era tão linda e tão gostosinha que era surreal para mim. Vi um anel de prata, reluzindo em seu dedo, não me contive e indaguei:

- Anel de compromisso?

- É, sou moça comprometida. Concluiu.

Fiquei meio sem graça, não teria chance, crente e comprometida, o que mais poderia dar errado? Ser comprometida com uma mulher? Mas nem tudo são lamúrias na vida de um jovem esperto, disse a ela que queria combinar os códigos para nos comunicarmos durante a partida. A outra dupla levantou-se para esquematizar seus códigos também, ficamos nós dois, sugeri levantar e ela se negou, disse que podíamos combinar ali mesmo, estávamos frente a frente, ergueu-se em cima da mesa, sua blusa decotada, meio larguinha, justamente pela ausência de volume, mostrou tudo o que eu queria ver, lindos peitinhos cor de rosa; ela falava no meu ouvido as “táticas de guerra”, confesso-te, tarado leitor, que não escutei nada o que dizia, apenas olhava, apreciava, comia com os olhos e desejava, aquele lindo corpo... Ah Minie, que delícia.

Fiquei meio disperso durante todo o jogo, pensei sobre aquela cena, será que Ela fizera tal movimento acidentalmente ou teria algum cinismo ou malícia oculta naquele ato?

O jogo continuou, e durante ele, senti uma química rolar, pensei comigo... Será?! Pior das hipóteses não jogaria mais truco com ela. De repente, sinto um pé macio e quente repousar sobre meu joelho, até ai tudo bem, mas com o desenrolar do jogo, senti que aquele repousar ficava mais intenso, não apenas queria esticar a perna, mas era um sinal para avançar. Começou a alisar minhas coxas, estava de short largo, e em um momento, afundou seu pezinhos por entre meu short, até encostar no meu saco cuidadosamente, depois sorriu e continuo jogando. Senti um tesão terrível, aquele jogo de sedução me corroia, esperei intermináveis 1:30 até que todos enjoassem e fossem embora, disse aos outros que não iria, iria pegar uns livros com Minie, nossos amigos se foram e ficamos a sós, eu e Minie. Ela sorriu para mim e veio chegando mais perto, nisso estávamos na calçada de sua casa, impulsivamente a agarrei com uma pegada forte, desejosa, puro tesão; beijei-a, gozei daquele beijo o quanto pude, nisso, já passava a mão pela bundinha lisinha e empinadinha, ela me puxou para dentro de casa, começou a beijar meu pescoço, deitamos no sofá, ela tirou a roupa e disse:

- Vem, sou toda sua!

Não pensei duas vezes, de fato, nem pensei, virei de posição, ficando por cima, fui beijando seu corpo, comecei no pescoço, ela delirava de tesão, quando desci para aqueles peitinhos deliciosos, já estavam durinhos, esperando ser chupados,os lambi deliciosamente, continuei descendo, beijei aquela barriguinha sarada até chegar na bocetinha rosadinha, comecei a chupá-la frenéticamente, ela gemia, gemia alto, o tesão era sentido na sua pele, que todo tempo permanecia arrepiada, pedi:

- Quero te fazer gozar

- Mais ainda? Perguntou com ironia; Pode vir gato, mete gostosinho. Pediu

Meti devagarzinho, como se penetrasse no universo do gozo permanente, um êxtase sem fim veio-me a ânsia, comecei a meter, ritmado e devagar, ela gemia gostoso, uma linda voz, tão sexy que seria capaz de levantar até o mais capenga dos velhos broches, gemia numa voz finíssima.

Parei, veio á mim e fez um oral inesquecível, queria prolongar tal ato, sentia o prazer no ar, era notávelmente o momento perfeito, mudamos para o tão famoso "69", aquele festival de perverção continuava incessante.

Movimentos longos, linguas por entrerolares e gozos em cima de gozos

Mudamos de posição, ela me veio por cima, começou a cavalgar, ela continuava a gemer gostoso, era inexplicávelmente deliciossímo; não acreditara que tal cena estivesse acontecendo, era tão surreal ter uma mulher como aquela, 23 anos, crente e comprometida, e agora, gozando no meu pau? Metaforicamente dizendo, era uma chama se entregando ao mar, a sensação de algo proibido aumentava ainda mais aquele clímax descomunal.

Uma meia hora depois gozei, aliás, gozamos juntos, nunca tivera tido experiência tão maravilhosa, tivera possuído a garota dos sonhos de qualquer um, não só possuído, mas eu a fizera delirar de tesão, um orgasmo incomensurável, qual não pode ser descrito com palavras.

Ao final, depois de tomarmos banho, juntos, diga-se de passagem, perguntei a ela se poderíamos nos ver novamente, negou, disse-me que fizera aquilo por desejo, estava fora de si e que apesar de ter amado tal feito, não poderia se entregar a luxúria e a infidelidade.

Demos um beijos caloroso, talvez o ultimo entre nós, e nos despedimos. Continuo jogando truco todos os finais de semana com ela, às vezes me conta que tem saudades e que vez em quando, se masturba pensando em mim, e eu igualmente, claro, como já era de se esperar. Sonho no dia em que a terei novamente em meus “braços”.

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Comentários

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valeu nota 10 faltou comer o cú desta putinha

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Muiito bom amigo!! adorei! adoro cultualidade com perversidade!! adoooro mesmo!! beijos amei!!

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o onto e legal mas acredito que vc acabou com o conto ao mencionar que ela e evangelica

se tem 2 coizas que nao combinam

essas coizas sao

Evangelicos e Sexo

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As santinhas sao as melhores..Como o Juanpablo disse vai tentando q tu consegue de novo vey segura o 10.

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Rapaz que beleza de conto. Vai tentando ela, que voce come de novo. Valeu 10

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Vc escreve bem demais!!Seu vocabulário é exelente,um conto exitante,coerente.. Pena não ter continuado!!

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Que pena acabar assim sem que ela quisese dar continuidade. Gostei do envolvimento teve o geito de dar tesao ao leitor

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Delícia! Você soube contar a história de uma forma excitante sem ser vulgar..Nota 1000!!!

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