Comendo a babá

Um conto erótico de Biologo
Categoria: Heterossexual
Contém 1278 palavras
Data: 09/11/2009 14:29:38
Última revisão: 13/11/2009 16:55:10
Assuntos: babá, Heterossexual

Eu estava em campo, visitando alguns imóveis para meu escritório. Tinha que fotografar um apartamento e havia combinado com o proprietário para ir à tarde e ele disse que não estaria, mas que a babá me atenderia. Cheguei ao referido imóvel, que fica no 22° andar, por volta das 16h00 e fui recebido pela babá e quem babou fui eu, queria voltar a ser criança só pra ela cuidar de mim. Que delícia de mulher, o nome dela é Perla, 20 anos, alta, morena de cabelos longos, lembra realmente a Perla cantora , olhos claros constratando muito com a pele morena, boca pequena e sensual, fartos seios e a bunda grande, empinadinha e muito atraente, de fazer lobo uivar sem ter lua chiea. Estava usando um vestido rosa claro, que ia até metade das coxas e marcava bem seu corpo bem feito, corpo ainda de menina. Ela muito gentil, amável, mas desde o início demonstrou estar muito carente e desejando ser amada. Após conhecer todos os cômodos do imóvel, ela ofereceu-me água e café. Adoro café e aceitei de imediato e ela disse pra eu sentar-me na varanda e ficar à vontade, que seus patrões só chegariam após 20h00 e que o bebê que ela cuida estava dormindo e não acordaria antes das 18h00, pois ela conhecia a rotina diária da casa. Uma varanda muito ventilada e por ser andar alto, perto do mar, a brisa é maravilhosa e não tem nenhum prédio que tire a privacidade daquela varanda. Ela chegou com os cafés e tomamos e começamos nossa conversa aleatória até que chegamos a conversar sobre sua vida pessoal. Ela disse que estava separada do marido tinha 6 meses, que foi casada 3 anos e nunca tivera um tratamento digno deuma mulher como ela e que já estava desgostosa dos homens. Peguei de leve sua mão e fiz carinhos nela, dizendo pra não desanimar . De súbito, ela se levantou e se aproximando de mim me beijou-me e disse-me que estava muito precisando de carinho e atenção. Nos abraçamos, ela me apertou contra o peito e ficamos nos beijando e nos acariciando por bons minutos. Ela sentiu o volume de minha pica sob a calça, pois embora meu pau seja de comprimento normal, 16 cm, ele é muito grosso e isso faz um volume grande. Ela apertou suas coxas contra meu pau e me beijava freneticamente, já suspirando de vontade. Levantei seu vestido e passei a acariciar sua bunda. Passei a acariciar, por tráz, a sua bucetinha, levantando sua calcinha enfiei a ponta do dedo e senti que estava todinha melada. Peguei duas cadeiras e coloquei-as juntas de forma que ela pudesse apoiar os joelhos e debruçar sobre o parapeito da varanda. Tirei sua calcinha e fui de boca naquela buceta cheirosa, depiladinha e sedenta de amor. Chupei tudo que tinha direito, pensem numa bucetinha gostosa e muito cheirosa, chupei até ela gozar intensamente. Ela se levantou, arrancou minha calça e cueca e sentando na cadeira passou a fazer um boquete maravilhoso. Ela com esforço punha todo meu pau dentro da boca, mas sufocava e então ela tirava todinho de novo. Passou a morder a cabeça de meu pau e a lamber minhas bolas. Não demorei a gozar em sua boca. Ela engoliu tudo e lambeu meu pau até ficar limpinho de novo. Ela disse que tinha muito tempo que não gozavam tanto na sua boca. Eu modestia a parte, gozo feito cavalo, ejaculo muito toda vez que transo. Ela ainda estava de vestido, pois não queria correr nenhum risco, então abaixei seu decote e mamei muito em seus seios fartos. Seus biquinhos róseos me deixavam com mais tesão ainda. Ela delirava com meus carinhos e chupadas em seus seios. Pediu que a pegasse de quatro, pois queria sentir meu pau grosso nas suas entranhas. Não fiz de rogado, ela usou as cadeiras novamente, desta vez debruçando sobre a mesa dali, ficando assim de quatro e com as pernas afastadas me ofereceu aquela grutinha que já babava de tão molhada. Dei várias pinceladas de baixo pra cima, ao que ela respondia com gemidinhos de tesão e coloquei a cebeça de meu mastro em sua portinha e comecei a dar pequenas estocadinhas, enfiando e tirando só a cabeça, ela enloqueceu e pediu pra meter tudo. Segurei sua cintura fina e fui entrando, era deliciosa a sensação de penetrar aquela buceta, fui enfiando e ela gemendo e dei uma estoca mais forte colocando tudo nela, ela gritou de tesão e disse que eu estava arrombando sua buceta, que estava doendo devido ao calibre do meu pau, mas que adorava tudo aquilo. Passei a meter com gosto naquela bucetinha quente e faminta de sexo, meti muito, ela dizendo coisas que mal podia entender, gemendo e pedindo para meter mais, queria gozar muito em meu pau. Bombei freneticamente mais alguns minutos e ela deu um grito, alto e gozou em quanto gozava contaria os musculos da buceta apertando mais meu cacete, que maravilha. Gozei tambem, gozei muito mesmo, ela gemeu ao sentir meu pau latejante a espelir tanta porra dentro dela. Fiquei assim, encaixado nela por tráz, mas algum tempinho, mordendo sua nuca e falando besteirinhas em sua orelha, já preparando-a, pois queria comer aquela bunda deliciosa. Tirei meu pau e meu esperma escorreu pelas coxas de Perla. Com muito jeito, peguei um lenço no bolso de minha calça e sequei suas coxas e sua bucetinha. Ela achou muito gentil minha atitude e me abraçou de novo, me beijando de uma forma muito sensual. Nesta altura, com este beijo, minha pica já estava a ponto de bala de novo. Olha, eu sou um tarado mesmo, embora tenha mais de 45 anos, quando pego mulher nova eu fico de pau duro muito rápido, mesmo após ter gozado. Sentei ela na mesa e beijando-nos muito, enfiei, agora de frente pra ela, meu pau de novo em sua bucetinha, que segundo ela estava meio ardida da trepada anterior. Ela cruzou as pernas em redor de minha cintura e assim meti a vontade de novo. Ela é muito gostosa e meter nessa mulher, olhando em seus olhos, é indescritível. Ela não tardou a gozar, pois além de tudo, estava sem transar a mais de 6 meses. Devido seu lubrificante natural em excesso, que escorreu de sua bucetinha em direção ao seu cuzinho, este estava já bastante melado e também lubrificado. Ela entendeu minha intenção deitando-se na mesa, colocou suas pernas em meu ombro e passei a pincelar meu pau na entrada de seu cuzinho. Depois de algumas pinceladas, coloquei a cabeça de meu membro, forçando a entrada, mas ela gemeu, desta vez de dor e segurou-me pelo braço e pedindo para ter calma, que ela não aguentaria assim, que precisaria mais tempo e de um local onde pudesse realmente relaxar e permitir que meu pau etrasse todinho no seu rabinho. Ebora decepcionado, atendi e entendi seu apelo. Mas ela passou a me mastubar e quando sinalizei o gozo chegando, ela colocou meu pau entre seus seios e gozei muito, deixando ela toda lambuzada. Ela adorou e disse que foi a primeira vez que provou isso. Ela foi ao banheiro se limpar e eu vesti minha calça e me preparei para ir embora. Já estava bem escuro, passando das 17h55 (aqui em João Pessoa anoitece bem cedo, por volta das 17h30, pois o sol nasce também bem cedo) e o bebê começou a chorar, pois acabara de acordar. Ela veio até mim, nos beijamos e nos despedimos. Ela sussurrou que na semana seguinte, em sua folga, iriamos sair e ai ela estaria pronta para dar seu cuzinho pra mim... Essa é outra história que será contada mais tarde...

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Nunca se recusa um serviço a uma mulher carente, como esta que vivia cheia de necessidade de um envolvimento sexual

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