IZABEL

Um conto erótico de valeriobh
Categoria: Heterossexual
Contém 658 palavras
Data: 14/09/2009 19:15:21
Assuntos: Heterossexual

Conhecia Izabel desde criança. Nossos pais são primos e passamos infância e juventude sempre juntos. Mesmo sendo mais velho que ela, desde pequeno sentia vontade de ter uma relação maior do que de primos. Ficamos adultos nos distanciamos. Somente voltamos a nos encontrar anos depois, eu e ela casados e com filhos. Meu interessa nela voltou com força. Ela com 35 anos continuava bonita, gostosa e sensual, mesmo sendo mãe de dois filhos pré-adolescentes. Notei de cara seu entusiasmo por mim, mas nossa situação de casados a inibia. Sabendo que seu marido passava parte da semana viajando, e sabendo o horário da escola dos filhos, passei a lhe telefonar nessas brechas, para que nosso papo pudesse fluir sem maior dificuldade. De um começo relutante, aos poucos Izabel começou a entrar no clima da sedução, sempre ressaltando que não podíamos passar das conversas por sermos casados e amigos dos respectivos cônjuges. Após um ano de sedução, onde procurei tranqüilizá-la dizendo que ninguém ficaria sabendo do nosso relacionamento, e que ela iria adorar conhecer outro homem além do marido, ela acabou por consentir um encontro, “somente para conversar”. Fiz um planejamento digno de filme de policial. Parei meu carro no estacionamento de um supermercado, e no horário marcado ela apareceu conduzindo o seu, e sem olhar para o lado, entrou no meu e se abaixou, com medo de ser reconhecida por alguém. Partimos pro motel. Abri um espumante, brindamos e após um tempo, aos poucos fomos nos beijando e acariciando, um retirando a roupa do outro, para deitarmos nus na cama. Izabel foi soltando a fêmea que existia dentro dela. De um inicio morno, ela passou a chupar minha pica como se fosse a última coisa que faria em vida. Sem eu nada falar, sua boca foi envolvendo meus olhos e sua língua entrou no meu cu, ao mesmo tempo em que tocava uma deliciosa punheta, quase me levando ao orgasmo. Fui obrigado a interromper minha putinha porque não queria gozar naquele momento. Fui pra cima dela e comecei a morder e lamber seus seios, e fui descendo até encontrar aquela linda e carnuda buceta, já toda babada e quente. Enfiei a língua e o dedo ao mesmo tempo, e conforme ia aprofundando a chupada, com mais ênfase no clitóris, onde apertava com os lábios, meus dedos foram entrando, até enfiar 4. Molhei o dedão na xota e fui enfiando no cu de Izabel. Sem ela perceber, troquei meus dedos por meu pau, que entrou deslizando. Bombei por um bom tempo, levando-a a um prazeroso orgasmo, e quando senti que iria gozar, retirei o pau da xota, levantei seu quadril e fui empurrando a pica no cuzinho dela, já laceado pelo meu dedão. Também não encontrei muita dificuldade, e passei a meter no cu ao mesmo tempo em que mordia suas auréolas. Gozei e enchi seu cu de gala. Ainda duro e pingando, retirei meu pau e o aproximei de seu rosto, e ela entendendo o recado, abriu a boca e passou a sugar o resto do necta. Após uma necessária pausa, passamos a conversar sobre o que tinha ocorrido, e só então ela me confidenciou que sempre sentiu atração por mim, que eu era o seu segundo homem, e que adorou a transa. Disse que gostava de mulher safada na cama, bem putinha, e que ela tinha passado no teste com louvor. A coloquei de quatro e meti a pica na xota, e nesse momento seu celular tocou. Ela não quis atender, porque viu que era o marido, e muito sacana, mandei atender e dizer que estava malhando, e por isso estava bufando. Disse que o amava e que estava com saudades, enquanto recebia pau na xota. Conversou com o corninho até gozarmos juntos. Assim que ela desligou, enfiei o pau na boca para ela chupar e deixá-lo bem limpo. Ela prometeu que seria minha amante-putinha, que iria depilar a buceta e fazer tudo o que eu mandasse. Valeriobh

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