Pisando com salto agulha em cima do penis.

Um conto erótico de Léo
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 900 palavras
Data: 15/07/2009 09:51:25
Última revisão: 05/08/2009 10:49:53

Meu nome é Léo, tenho 32 anos, moro em São Paulo e o que vou relatar para vocês é um pouco diferente do que vocês já ouviram falar! Esta historia começou quando eu era bem jovem, eu tinha aproximadamente uns 12 anos. Nos fundos de minha casa morava a nossa vizinha, a Jôsiane, e o apelido dela era Jô, uma morena muito gostosa! Ela ia trabalhar com vestidos curtos e freqüentemente usava salto agulha, era justamente o salto agulha que me deixava com muito tesão. O quintal era de terra e quando ela passava aquele salto afundava na terra e deixava marcas, eu fantasiava ela pisando com aquele salto em cima de meu pau, não sabia o que isso era na época, mais tarde que fui descobrir que isso é praticado e tem um nome “Cock crush” ou “Cock Trample”. O Tempo foi passando e eu descobri os prazeres do sexo, mas sempre me masturbava imaginando meu pau sendo pisado com salto agulha por uma mulher bem gostosa, trajando de preferência biquíni. Comecei a namorar, o nome dela era Léa, com o tempo de namoro descobri que ela tinha um salto agulha, aqueles com a ponta de ferro e ela de vez enquanto o usava, quando ela colocava o salto logo imaginava ela pisando com aquele salto em cima da cabeça de meu pau, até o momento eu não tinha realizado esta fantasia, mas não tinha coragem de pedir para ela fazer isso, tinha medo da reação dela, até que num belo dia ela colocou o salto, ficou desfilando em minha frente com um short curto, eu olhei para ela e falei que ela estava muito sexy com aquele short e de salto alto, na mesma hora coloquei o pau para fora e comecei a punhetar. Ela olhou para mim e falou meio tímida: Imagine ele “se referindo ao meu pau” em baixo do salto, eu pensei, não posso perder esta chance, contei a ela a minha fantasia e ela prontamente se ofereceu para realizar. Peguei um banquinho de madeira, ela subiu nele e se posicionou de costas para mim, eu de pau duro e com um pouco de medo de doer, mas o tesão falou mais alto, me posicionei de joelhos e coloquei o pau em cima do banco e falei que ela podia pisar, mas era para pisar sem dó, ela levantou o salto e eu coloquei a cabeça embaixo, quando ela abaixou o salto eu senti uma dor muito forte, mas segurei a dor e falei para ela não sair de cima, foi quando ela colocou mais peso, imagino que ela colocou todo o seu peso, foi quando não suportei mais e pedi para levantar o salto, a ponta de ferro do salto, achatou a cabeça de meu pau, mas não provocou nenhum ferimento, deixou somente uma marca pois ele afundou dentro da cabeça de meu pau. O meu pau estava dolorido e resolvi gozar para ver se aliviava, quando esporrei os jatos saíram vermelho, a minha porra se misturou com sangue que estava no canal. Fiquei com uma cicatriz na cabeça do pau e sentia ardência ao urinar por alguns dias, mas não causou nenhum dano mais sério. A partir deste dia as pisadas de salto ficaram mais freqüentes e já não doía como antes, eu pedia para ela colocar biquíni ou calcinha antes de pisar, ela ficava muito excitada quando estava pisando, sua xaninha chegava a ficar molhada. Certo dia ela falou que queria pisar no momento exato em que eu fosse gozar, topei na hora! Ela subiu na mesa trajando um biquini vermelho e eu comecei a tocar uma punheta bem próximo ao salto, falei para ela se preparar que já ia gozar, quando percebi que ia gozar falei que chegou a hora e ela pisou, eu comecei a gozar mas como ela estava pisando em cima o canal ficou bloqueado e a porra ficou sob pressão dentro de meu pau, foi uma dor indescritível! Falei para ela sair de cima e ela falou que somente iria sair depois que ela gozasse, imediatamente comecei a acariciá-la e a beijar sua bunda para que ela gozasse o mais rápido possível e me livrasse da tortura, ela demorou em torno de 10 minutos para gozar, quando achei que ela fosse sair de cima, ela colocou mais peso ainda e falou que era o castigo por não tela feito gozar mais rápido! Quando ela levantou o salto um jato de porra saiu, me senti aliviado, por pouco ela não esmaga a glande de meu pênis, esse foi o dia que mais senti dor. A Léa era maravilhosa, me fez esporrar muito, nós fazíamos sexo em varias poses e na maioria das vezes no final da transa ela pedia para esporrar em sua boca, quando não bebia tudo espalhava pelo seu rosto e seios, sinto muita saudades dela. Como deu para perceber não estamos mais juntos, ela foi morar em outro país e nunca mais voltou e não temos mais contato. Conheci outra pessoa e me casei, amo muito a minha esposa, ela também é muito boa de cama e de vez enquanto bebe minha esporrada, mas ainda não pisou com o salto em cima do meu pau, pedi para ela pisar mas ela ficou com medo de machucar e se recusou, não toquei mais no assunto, mas sinto muita falta das pisadas de salto.

Eu20amar@gmail.com

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