Surrender Adriana Parte 01.

Um conto erótico de TransGirl
Categoria: Homossexual
Contém 2542 palavras
Data: 10/07/2009 11:29:26

Esta é uma história de ficção.

1 - O Início

Carlão é um senhor negro tem quarenta e cinco anos de idade, alto com pelo menos 1,95m e

devendo pesar uns 90 Kg. Forte por natureza, mas uma barriginha se apresenta.

Cabelos levemente grisalhos bem cortados, bigode bem aparado, olhos pretos, sempre de

terno, enfim um homem imponente e sabedor disso.

Carlão andou até a minha mesa e me convidou para fumar um cigarro, pois precisava conversar

sobre um assunto comigo.

Estranhei, pois apesar de trabalharmos na mesma empresa, além de áreas diferentes, sou novato

como funcionário, portanto não tinha a mínima idéia do que ele poderia querer conversar

comigo.

Sabia que eu também fumava, pois já havíamos nos encontrado na área designada para fumantes

do edifício.

No elevador, não tirava os olhos de mim, mas eu não conseguia encará-lo.

Encarava-me de cima para baixo.

Um contraste enorme entre nossas aparências físicas.

Veja, tenho trinta e cinco anos, 1,73m de altura, magro com 65 kg, pele muito branca, olhos verdes e cabelos

castanhos compridos o qual mantenho sempre preso no trabalho.

Fomos até o play do prédio onde há uma área designada para fumantes com alguns bancos

de madeira e cinzeiros.

Após acender o cigarro e dar uma longa tragada, sempre me encarando, disse calmamente em um

tom de voz grave.

Sabe Adriano, desde o primeiro dia que eu te vi na Empresa, suspeitei de você e hoje pude

comprovar que não se tratavam de suspeitas infundadas.

Os seus cabelos compridos, as suas sobrancelhas feitas, o seu jeito educado de falar e agir,

a forma como olha para as mulheres da empresa e outros detalhes na sua forma de ser e de se

comportar.

No início eram apenas suspeitas. Mas hoje, após você sair para o almoço e deixar o

seu micro desbloqueado pôde comprovar que as minhas suspeitas não eram infundadas.

Não que você seja afeminado, não.... você disfarça bem, alias muito bem. Mas eu conheço

pessoas como você, portanto eu vejo coisas que as outras pessoas não reparam.

Por isso não desconfiam.

Se você colaborar eu não vou prejudicá-lo, mas se insistir em me desafiar vai se dar mal.

Enquanto ouvia ele falar, comecei a suar frio, um misto de pânico, terror, vergonha e receio.

Sabia que estava me arriscando ao abrir o e-mail da minha alter ego no yahoo, e quando voltei do

almoço e percebi que havia esquecido a página conectada me repreendi por ser tão descuidado.

Veja, eu sou uma CDzinha. Adoro estar mulher.Tenho algumas experiências em saídas e muitas amigas

on-line, mas nunca estive com um homem sendo eu a mulher do casal, muito menos fui obrigada a

fazer esse papel.

Esse aspecto da minha personalidade deveria permanecer em segredo do meu meio familiar, pessoal

e principalmente profissional.

Olha no tamanho da encrenca que me meti por este descuido.

Sem conseguir encará-lo nos olhos falei meio que gaguejando.

O que você quer de mim?

O que eu quero de você Adriano é muito simples.

Eu quero que você marque um encontro entre eu a Adriana.

Quero que ela me receba para um jantar no sábado na casa dela.

Quero que ela se apresente com a melhor produção possível, pois quero avaliar se tem

potencial para ser minha mulherzinha.

Quando eu ia argumentar que isso era loucura, e além do mais, depois de amanhã já era sábado,

ele fez sinal para eu permanecer calado e retomou a sua fala.

Você não tem escolha Adriano.

Ao chegar à sua mesa, verifique o e-mail da Adriana novamente.

Postei um e-mail descrevendo como eu espero que ela se vista e se comporte na minha presença

neste encontro.

Se, em uma hora eu não receber um e-mail dela, me dizendo qual o endereço da sua casa,

vou considerar que você preferiu me desafiar e decidiu enfrentar as conseqüências disso.

Este é o tempo que você tem para se decidir.

Agora sem falar uma palavra volte para a sua mesa de trabalho.

Já de noite, em casa, incrédulo com os acontecimentos do dia, abri novamente o e-mail e o li

pela enésima vez.

Ainda não acreditava que eu iria me submeter a este homem e suas regras.

Mas o que eu poderia fazer?

Não havia saída neste momento, talvez mais adiante ache uma forma de me desvencilhar desta

enrascada pensei comigo mesmo.

2 - O E-mail

Menina Adriana.

Sempre senti muito prazer em feminizar rapazes com potencial para parecerem e agirem como

mulherzinha.

E é isso o que eu vou fazer de você, uma verdadeira mulherzinha, em todos os sentidos.

Vou te fazer andar, se mover, agir e até mesmo a pensar como uma femeazinha, quando estiver

na minha presença.

Que fique bem claro, eu não te considero uma mulher, mas sim um rapaz fazendo o máximo de

esforço possível para apresentar-se como tal, uma sissy como chamam os norte americanos.

Isso é o mínimo que eu espero de você.

Total devoção para com o papel o qual você estará representando.

Eu sou um experiente dominador e posso utilizar vários métodos diferentes, para obter a

obediência que eu desejo dos meus escravos.

Sim, você não é a única. Tenho outros escravos.Mulheres, homens e sissies.

Quando chegar o momento certo irá conhecer os meus outros escravos.

Isso mesmo, você vai ser a minha mais nova escrava sissy e eu serei o seu mestre.

Conheço muito bem os sonhos e fantasias de Cds como você.

Bem o bastante para saber que não são todas que tem interesse em ser a mulher para um homem

de verdade.

Eu não sei quais são os sonhos femininos que te excitam, e nem se você tem ou não interesse por

homens, mas isso não importa.

O importante é o que eu desejo.

E os meus desejos serão bem diferente do que você sonha quando tem as suas fantasias femininas.

Eu vou exigir de você, total subserviência, submissão, esforço e muita atitude positiva no

cumprimento nas imposições que eu lhe farei.

Eu prefiro a utilização de métodos de coações psicológica do que físicas, mas utilizo da

segunda quando também se faz necessário.

As regras para o encontro são as seguintes:

Regra 1 - Corpo

Deverá estar completamente depilado, e usar creme para amaciar a sua pele, caso já não o faça.

Regra 2 - Roupas

Eu tenho o meu gosto pessoal de como as minhas sissies deveriam estar vestidas e isso vai de

acordo com cada tipo de ocasião específica.

Neste primeiro encontro quero avaliar o quanto mulherzinha você pode estar com os seu próprio

esforço. Não me decepcione pois se não atingir um mínimo padrão de potencialidade as

conseqüências serão desastrosas para você.

Se vista como você imagina que uma jovem mulher da sua idade deveria, em um jantar romântico

com o marido dela.

Regra 3 - Acessórios e Maquiagem

Os acessórios são importantes armas na busca da mulher para demonstrar a sua feminilidade.

Brincos, pulseiras, colares, anéis, braceletes, laços no cabelo, etc, etc, etc..

Maquiagem sempre, não exagerada, mas que reflita a mulher que você quer mostra ao mundo.

Portanto as minhas sissies devem usar e abusar destes recursos.

Regra 4 - Comportamento

Você está interpretando uma personagem feminina, portanto haja como uma.

Delicadeza, graça, felicidade e interesse em agradar, são importantes para um bom desempenho.

Não seja afeminado, mas sim feminina.

Eu estarei na sua casa as 21:00h em ponto.

Quero que você me receba como seu eu fosse uma antiga paixão sua, e que finalmente teria chance

de jogar os seus charmes femininos para me seduzir..

Você vai estar feliz em me ver, tentando parecer muito desejável aos meus olhos.

E principalmente, com muita vontade de me agradar.

Vai abrir a porta, me olhar por trinca segundos, sorrindo, vir em minha direção e se oferecer

para ser beijada.

Se eu decidir que você consegue ser o mínimo possível convincente como uma sissy bem mulherzinha,

nós continuamos com a nossa encenação.

O resto do roteiro você irá descobrir conforme consiga ir passando as etapas do nosso joguinho.

Se eu fosse você me esforçaria muito.

Até sábado.

Sir Carlos.

3 - O Reforço

A decisão eu havia tomado na sexta feira de manhã.

Ao chegar sexta feira no trabalho, estava determinado a desafiar o Carlão e lhe dizer que não

iria me submeter as suas fantasias delirantes. O acusaria de preconceito o que o faria recuar.

Quando fui chamá-lo para irmos ao fumódromo, ele não estava em sua mesa.

Então corri para o fumódromo, pois tinha certeza de que o encontraria lá, e com um pouco de

sorte estaríamos sozinhos.

Ao dobrar a esquina do corredor que dava acesso ao fumódromo, no play do edifício

deparei-me com uma roda de seis homens que conversavam animadamente enquanto fumavam.

Entre eles estava o Carlão e o gerente do meu setor, Sr. Paulo.

Não tive coragem de abordá-lo e me sentei num dos bancos, acendi um cigarro e fiquei aguardando

uma oportunidade.

Nisso o Carlão me olhou discretamente e iniciou um relato, que eu não tenho a mínima idéia se era

verdadeiro ou falso.

Eu podia ouvi-lo nitidamente de onde me encontrava.

Contava que um amigo seu, que trabalhava em uma outra empresa o qual não citou o nome lhe contou

dos transtornos causados no ambiente de trabalho por um funcionário do sexo masculino, o qual

teve algumas fotos intimas e de conteúdo sexual espalhadas pela Net.

Conseqüentemente chegaram ao conhecimento de colegas na empresa.

Disse que as fotos mostravam o tal funcionário vestido como uma coelhinha da playboy fazendo sexo

oral e anal ao mesmo tempo, com dois rapazes negros

Entre comentários, risadas e xingamentos dos ouvintes do caso, o meu chefe diz que

se na sua equipe houvesse alguém com possibilidade de provocar tal confusão e constrangimento

aos colegas, daria um jeito de mandar embora assim que descobrisse.

Não precisava nem de fotos, inventaria uma desculpa qualquer e RH.

E mais, avisaria aos contatos em outras empresas sobre o ocorrido para não terem o mesmo tipo de

problema com a Boneca.

O Carlão me olhou novamente, mas discretamente e concordou com a atitude do Sr. Paulo.

Perplexo com o que eu acabara de ouvir, percebi qual seria a minha única e possível decisão.

4 - A Preparação

Após passar duas camadas de gloss em meus lábios pintados de um rosa claro porém brilhante,

olhei no pequeno relógio feminino de pulseira prata no meu pulso esquerdo.

A cada minuto que passava o meu nervosismo ia aumentando.

Eram exatamente 20:45h, desta feita faltavam exatamente 15 minutos para que o meu destino

fosse selado.

O medo de agradar o Carlão, e com isso incentivar que os seus desejos fossem postos em prática,

só era superado pelo pavor de ser exposto no trabalho e as conseqüências que viriam acontecer

com isso.

Eu havia decidido que iria fazer o possível para agradá-lo e depois lidaria com as seqüelas,

conforme fossem acontecendo, até conseguir descobrir uma maneira de me livrar deste embrolho no

qual eu havia me metido.

Levantei-me da penteadeira e andei até o espelho na parede oposta.

Podia ver o meu corpo inteiramente.

Um misto de orgulho e medo.

O meu cabelo longo dançava de um lado para o outro de acordo com os meus movimentos, amarrado

em um laço bem grande te fita rosa, formando assim, um rabo de cavalo no alto da minha cabeça.

Os meus olhos verdes pareciam enormes, efeito produzido pelo delineador preto.

Sombra esfumaçada de violeta para rosa.

O Blush levantava as maças do meu rosto.

A boca convidativa delineada por lápis e preenchida com batom rosa com o gloss reforçava o

olhar geral de ingenuidade feminina.

Os brincos de argolas pratas bem finos e grandes, que oscilavam conforme o movimento da cabeça,

e ao resvalarem no meu pescoço, constantemente me lembravam da mocinha que eu deveria ser.

Além de chamar a atenção de qualquer pessoa que estivesse olhando para mim, que se

tratava de alguém que gostava de exibir a sua feminilidade com acessórios tipicamente de garota

orgulhosa da sua vaidosa imagem feminina.

O Vestido rosa amarrado atrás do pescoço, que abraçava o meu corpo até a altura dos quadris,

expondo as minhas costas e ombros nus, me deixavam com uma sensação de muita vulnerabilidade

e fragilidade.

A gargantilha delicada de prata brilhante atraiu o meu olhar para o meu busto e os seios.

Estes de silicones de tamanho médio, colados a pele, portanto não necessitando de sutiã para

sustentá-los, pareciam reais.

Seu peso puxando a minha pele e o balanço, conforme eu me movia, eram incríveis. Valeram todo

o dinheiro investido.

Algumas pulseiras prata no antebraço direito, anéis em alguns dedos das mãos juntamente com

unhas longas pintadas de rosa claro complementavam a visão da minha parte superior.

A saia plissada do vestido chegando logo acima dos meus joelhos ajudavam na aparência de

ondulação rebolante conforme eu me movimentava.

Um par de sandálias salto oito e sem plataforma, com saltos muito finos e também

na cor rosa e prata completava figura feminina esquia que se apresentava diante do espelhos

As unhas rosa dos dedos dos pés, correntinha prata do tornozelo direito finalizava o todo.

Todo esse rosa me fez lembrar de uma boneca da Barbie que eu dera de presente a minha sobrinha

alguns anos atrás.

Mas eu queria mostrar iniciativa ao Carlão e em conseqüência disso havia pesquisado na net

assuntos relacionados a dominação e sissies.

Sissy não tem tradução do inglês para o português, mas seria similar ao nosso conhecido bichinha

com a diferença que as verdadeiras sissies sempre se apresentam em trajes muito femininos.

Descobri em sites, principalmente americanos, que assim como a cor da noiva é branco por

demonstrar pureza, a das sissies é rosa por demonstrar feminilidade.

Realmente estava me sentindo muito feminina com todos estes adornos e balangandâs, apesar de

saber que estava um pouco exagerada caso tivesse que sair em publico.

Mas o medo de não agradar era grande e decidi arriscar.

5 - O Primeiro Encontro

Eu havia me distraído alguns minutos me admirando no espelho, procurando alguma falha na minha

produção, quando a campainha tocou.

O meu coração quase saiu pela boca de susto e de nervosismo.

Respirei fundo e repeti várias vezes em pensamento enquanto caminhava até a porta.

Eu sou uma mulher...eu sou feminina...eu sou fêmea...

Após confirmar pelo olho mágico que realmente era o Carlão, abri a porta e fiz como ele havia

ordenado.

Afastei-me dois passos, e olhando nos seus olhos enquanto sorria fiz a pose mais feminina

possível.

Carlão estava vestido com uma calça bem jeans preta, sapatenis branco e camisa pólo branca

também justa ao corpo.

O seu tamanho e a sua musculatura eram impressionantes.

Realmente um macho alfa e ele sabia disso.

Eu também sabia e não pude refugar um pensamento de admiração enquanto o fitava timidamente.

Os seu olhar me cobriu da cabeça aos pés.

Confiante, fez um movimento com a mão para que eu girasse em torno de mim mesma o que fiz com a maior graça

possível, sem para de sorrir em nenhum momento.

Então, seguindo as suas ordens, com um andar bem provocante me aproximei dele, coloquei os meus

braços em volta do seu pescoço musculoso inclinando a cabeça para cima, fechei os olhos e abri

levemente a minha boca convidativamente pintada.

Fim da Parte 01.

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