A Garota do Supermercado II: Na Casa Dela

Um conto erótico de Naldo
Categoria: Heterossexual
Contém 873 palavras
Data: 04/06/2009 02:19:16
Assuntos: Heterossexual

Nos dirigimos imediatamente para o carro dela e fomos para o seu apartamento. Eu não estava acreditando que minha seca ia acabar, e logo com um mulherão como a Sofia. Foi muita sorte encontrar ela pouco depois de ter descoberto que seu namorado a traia. De outra forma dificilmente eu conseguiria que ela me desse alguma atenção no supermercado. Agora tudo estava a meu favor, porque na casa dela, com vinho e chocolate era quase impossível eu não traçar essa gata. Só se alguém telefonasse a dizer que a mãe dela tinha morrido. Mas mesmo assim eu sabia que tinha de ir com calma. Ela estava fragilizada e se eu fosse com demasiada sede ao pote podia perder tudo.

No momento de abrir a garrafa de vinho, eu confesso que estava nervoso. Se o vinho não fosse bom as coisas podiam se complicar. Mas mais uma vez a sorte em protegeu e ela adorou o vinho (ou pelo menos foi isso que ela disse). A conversa foi se desenrolando muito bem, e quando demos por isso a garrafa já estava no fim. Ela tinha bebido bem mais do que eu, e começou a falar mal do seu ex-namorado. Tinha de aproveitar, porque quanto pior ele fosse, melhor eu lhe parceria. Estava só esperando uma deixa para poder pular em cima daquela deusa. Até que ela falou:

- Ele era, como vocês brasileiros dizem, “um grosso”. Não sabia como tratar uma mulher. Não era assim como tu: gentil, meigo, carinhoso.

Enquanto dizia isso, ela foi se aproximando de mim, pondo a mão na minha perna, até que nossos lábios se tocaram. Ela pulou para cima de mim e nós nos beijávamos feito loucos. Ela chupava minha língua como se fosse o melhor cacete do mundo e eu percorria o corpo dela loucamente com as minhas mãos. Ela foi logo tirando seu top, confirmando minhas suspeitas de que ela não estava usando sutiã e revelando seus enormes e firmes seios. Chupei eles, enquanto ela tirava minha camiseta e desapertava minha calça. Ela estava com uma vontade de foder enorme, e controlava completamente a transa.

Sofia começou a beijar minha boca, meu pescoço, meu peito, até chegar na minha calça, que rapidamente tirou, antes de abocanhar meu pau, já duro feito pedra. Rapidamente começou chupar minha pica com uma voracidade impressionante. Parecia que não transava há mais de um ano. Ela me punhetava enquanto lambia minhas bolas e isso estava me deixando louco. De vez em quando olhava para mim com seus enorme olhos castanhos, me deixando com mais tesão ainda. Pus minha mão na nuca dela e comecei a foder aquela boca de putinha. Dei uma dúzia de estocadas e tirei minha mão. Para minha surpresa ela continuou fazendo o mesmo movimento, com mais intensidade ainda. Nunca ninguém me tinha chupado assim. Tive de fazer ela parar para não gozar.

Puxei-a para cima e dei um longo e quente beijo nela. Assim que nossas bocas se afastaram ela me perguntou:

- Queres ir para o quarto?

- Porquê? Esse sofá me parece bem confortável.

Dito isto, joguei ela no sofá e rapidamente a deixei nua. Primeiro tirei seus ténis, depois sua calça e, por fim, sua sedutora calcinha vermelha. Ela imediatamente afastou suas peras, como que me convidando a entrar. Mas eu decidi recusar o convite e me dirigi para seus seios. Chupei seus peitos como se não houvesse amanhã. Quando estava satisfeito comecei a descer. Passei minha língua por sua barriga, seu umbigo até chegar à sua bocetinha. Mas em vez de começar a chupar, decidi provocar ela um pouco mais e comecei a beijar o interior de suas coxas. Ela estava cada vez com mais tesão e eu resolvi lhe dar o que ela queria. Caí de boca na sua boceta raspadinha. Ela começou a gemer e pôs sua mão na minha nuca, como que pedindo para não deixar sua xoxota. Enquanto passava minha língua por aquela belíssima boceta, resolvi introduzir um dedo. Ela gemeu mais ainda e eu me apercebi de como sua gruta era apertadinha.

Mas por mais saborosa que aquela boceta fosse, o que eu queria mesmo era meter meu pau dentro dela. Parei de chupar de lhe dei mais um beijo, enquanto acariciava seus seios. Coloquei me pau na entradinha da gruta dela e empurrei bem devagarinho. Ela gemeu alto e começou a acariciar seus peitos. Eu comecei a acelerar e ela gemia cada vez mais. Seu corpo se contraía de prazer, mas ela quase não desviava seus olhos dos meus. Isso estava me dando um enorme tesão, mas eu queria ela de quatro.

Pedia para ela se virar de costas, e minha gata obedeceu prontamente. Penetrei ela com determinação, metendo meu pau todo de uma vez dentro daquela boceta maravilhosa. Comecei a acariciar a bunda da Sofia e ela estava cada vez mais excitada. Ela começou a rebolar no meu pau e a empurrar sua bunda contra mim. Ela estava me deixando louco com seus movimentos e eu não aguentei mais. Gozei feito um louco dentro da sua boceta. Foram jactos e jactos de porra que inundaram a gruta da minha gata.

Acho que os nossos gritos nesse momento se ouviram em todo o prédio, mas nós não quisemos nem saber.

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