A loirinha telefonista

Um conto erótico de chapocando
Categoria: Heterossexual
Contém 1190 palavras
Data: 20/03/2009 11:55:18

Me chamo Marcos e sou um cara normal, sem aquela palhaçada de ser marombeiro ou super avantajado, o meu pênis tem aproximadamente 18cm. A história que vou contar para vocês aconteceu a uns cinco anos mais ou menos. A cerca de um ano antes começou a trabalhar na empresa uma menina como telefonista, loira, cerca de 1,60m, umas coxas e uma bunda maravilhosa, 20 aninhos, seios fartos.

Como aqui na empresa tem muito homem, a galera caiu matando todos davam cantada convidavam para sair e tudo mais, a garota ficou com a bola cheia e não dava chance para ninguém. Depois de uns 6 meses enchi o saco e quase não falava com ela, só o estritamente necessário, depois de uns 4 meses nessa distância eu fui pedir uma ligação em sua sala e atendi ali mesmo, quando ela completou a ligação. Permaneci em pé ao lado dela e a pessoa do outro lado da linha comecou a falar umas coisas sobre sexo que eu fiquei com tesão, como eu estava em pé eu quase encostava nela.

Ao terminar a ligação, ela comentou da ereção dizendo que isso deveria estar acontecendo porque eu ficava a semana inteira em Curitiba e longe da mulher, nisso meu pau cresceu mais ainda e ela deu um jeito de encostar seu ombro em meu cacete. Quase tive um troço, pois o tesão estava a mil. Neste momento adentrou à sala uma pessoa e nosso tesão deu uma esfriada.

Voltei para a sala e liguei o ramal 9. Ela respondeu!

-Telefonista, bom dia!

-Bom dia! Camila sou eu!

-Ahhh vc safado!

-Eu safado!....capaiz! Oh só ouça e depois confirme transfira as ligações pra central, que eu vou entrar no banheiro feminino e vc vai lá em seguida, quero rasgar sua saia e te fuder gostoso...tá bom?

-Tá! Foi a resposta.

O banheiro ficava ao lado da sua sala e existia uma espécie de hall que dava acesso ao banheiro masculino e feminino. Passei por sua sala e entrei no feminino, encostei a porta e fiquei escorado nela. Como poucas mulheres trabalhavam conosco, era difícil alguém usar aquele banheiro, pois existe outro feminino no meio do corredor. Os momentos de espera e aflição não passavam, mas o fato de haver a possibilidade de alguém flagrar a gente, deixava minha libido a flor da pele, quer dizer na pele do pau.

Senti um empurrão na porta, ela entrou. Fechei a porta e agarrei aquela loirinha que ultimamente era a razão das minhas punhetas durante a semana e dei-lhe um beijo daqueles de tirar o fôlego, enquanto as minhas mãos conheciam cada pedaço daquele corpo delicioso. Nessa altura o meu pau já estava duro como pedra e apertei seu corpo contra o meu para que ela sentisse o meu tesão, ela afastou a sua boca da minha me olhou nos olhos e deu um sorriso, na mesma hora virei ela de costa para mim, como ela é mais bem mais baixa do que eu, eu estava encostado na parede com as pernas bem afastadas e fiquei apertando o meu pau contra aquela bunda maravilhosa.

Enquanto eu beijava o seu pescoço, fui aproveitando que ela estava de saia fui deslizando as mãos para as suas coxas e suspendendo a saia lentamente, ela estava tão doida que quando se deu conta a saia já estava na cintura mostrando aquela calcinha bem pequena que se perdia entre suas nádegas. Ela se assustou tentando abaixar a saia, disse para irmos com calma e eu respondi que ainda tínhamos tempo, que ninguém viria ali ...essas coisas e ela liberou.

Virei-a novamente de frente para mim e dei-lhe outro beijo enquanto apertava a sua bunda e enfiava a mão entre as sua pernas, quando alcancei a sua bucetinha ela estava encharcada, ai eu fiquei louco puxei a calcinha para ao lado e comecei a enfiar o dedo na sua boceta, ela já tinha parado de me beijar e estava com os olhos fechados mordendo os lábios e gemendo baixinho. Comecei a massagear o seu grelo e ela agarrou o meu pau por cima da calça e ficou apertando. Coloquei ela sentada na pia, arranquei a calcinha, mas da forma que estava não teve jeito de sair sem rasga-la e comecei a chupa-la bebendo aquele néctar dos deuses.

Não foi preciso muito esforço para que ela gozasse na minha boca enquanto me agarrava pelos cabelos e forçava a minha boca contra a sua boceta, nossa eu precisava até parar para respirar, pois não imaginava que ela fosse tão sedenta de sexo, quase pedi arrego! Eu me levantei e fiquei de frente para ela. Ela suspirando olhou para o meu pau ainda dentro da calça e perguntou como eu iria embora daquele jeito, eu só disse que não iria daquele jeito, pois meus bagos estavam doendo de tanto tesão. Ela nem falou nada, abriu a minha calça tirou o meu pau pra fora, ajoelhou e ficou massageando enquanto olhava.

Eu disse que assim ia demorar muito e ela entendendo o recado começou a passar a língua na cabeça e depois foi engolindo lentamente e tirando ela pois boca só na cabeça e começou a sugar como que bebendo de canudinho e a punheta-lo rapidamente, ela engolia ele todo, sentia meu pau tocar sua garganta, e depois ela chupava somente a glande e ora lambia ele todo, senti que daquele jeito não demoraria muito para eu encher sua boca.

Peguei-a por baixo das suas orelha e com uma leve pressão levantei-a, ela queria permanecer chupando, mas eu queria ser dono da situação e fui forcando para que ela se apoiasse na tampa do vazo ficando de 4. Quando vi sua bunda toda exposta, fui ao delirio, pincelei meu pau por toda a extensão de seu rego e encaixei na bucetinha, dei uma forçada e senti a cabeça desbravando suas carnes, retirei ele todo e voltei a empurrar.

-Isso! Assimmmm meu safado ..Vai ...soca ,,..ai que pau gostoso, vai bomba,,...enche minha boceta da sua porra ..Assimmmmm...

tirei meu pau e ela se virou e voltou a abocanhar ele. Chupava como uma doida. Eu estava até com medo de que alguém ouvisse seu gemidos, mas estava bom demais, ela virou novamente e ficando de frente, apoiou um pé no vaso e eu estoquei meu pau naquela buceta completamente encharcada e ficamos assim num vai e vem frenético, ela retirou meu pau de sua buceta, quando percebeu que eu estava prestes a gozar e direcionou meu pau no rumo do seu rosto, mas antes do primeiro jato meu pau estava enterrado no fundo da sua garganta.

Chupou meu pau até a última gota e olhando para meu rosto comentou.

-Não desperdice nada dessa gala gostosa, quando precisar é só me avisar, que eu adoro chupar um cacete gostoso assim.

Ela se arrumou e saiu do banheiro, olhou em volta e disse que eu poderia sair, passei por ela dei uma apertada na sua bunda e voltei para minha sala, passei a tarde toda fingindo que trabalhava, mas só estava de olho no relógio, para sair com ela no fim do expediente, mas isso será outro conto.

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