DE CHEFE A AMANTE

Um conto erótico de Hélio
Categoria: Homossexual
Contém 1987 palavras
Data: 10/03/2009 17:52:46

Sou Gerente de Escritório de uma empresa localizada na cidade de Cambé, Paraná. É uma grande empresa e que, constantemente, contrata novos funcionários, pois existe uma política de crescimento interno. Sou casado, 49 anos, apreciador de mulheres, mas de vez em quando, gosto de ter um relacionamento homossexual. Um dos funcionários do meu setor foi promovido, necessitando da contratação de um novo. Pedi ao Recursos Humanos que selecionasse alguns candidatos para que pudesse entrevistá-lo. Algum tempo após, selecionaram 4 candidatos para entrevista. O que me chamou atenção foi o Marcos, rapaz novo, 23 anos, e na entrevista me contou alguns detalhes sobre sua vida, que era casado a um ano, que estudava, tinha pretensões de crescer, etc.... Contratei Marcos, que correspondia plenamente às expectativas da empresa, e sempre conversávamos várias vezes durante o dia. Sabe como é, conforme vai havendo um relacionamento maior entre as pessoas, as intimidades começam a serem mais freqüentes nas conversas. Constantemente encerrávamos o expediente após as 18:00, e sempre ficávamos conversando sobre assuntos ligados ao serviço, mas sempre no final, outros assuntos faziam parte da conversa. Certo dia, o assunto virou para o lado sexual, onde vários temas foram abordados, desde intimidade em nossos matrimônios até fofocas entres funcionárias. Neste dia, Marcos me disse que numa oportunidade teve um relacionamento com travesti, contando detalhes da relação, que foi uma experiência diferente e excitante. Quando ele me perguntou o que achava disso, fiquei meio encabulado, pois nunca dei bandeira para ninguém, nem mesmo para ele, de minhas vontades e, não deixava transparecer a ninguém, pois não sou afeminado, apenas gosto de brincar com pau alheio de vez em quando. Como eu fiquei quieto e sem jeito, ele disse, pode se abrir comigo, estamos apenas nos dois aqui, ninguém vai ouvir nossa conversa, enfim, me instigando a conversar sobre o assunto. Criei coragem e disse para ele que, igualmente a ele, já tive experiências com homens, mas diferentemente dele, não saia com travesti para comê-los, mas saia com outros caras parafiz um breve silêncio, tentando terminar minha resposta ali mesmo, mas Marcos não se conteve e disse: Você saia com homens e eles te comiam? Envergonhado, respondi que sim!! Quando fitei seu rosto, ele estava com um sorriso estampado, e com muito jeito disse: Legal, não vejo problema nenhum nisso, e nada irá mudar em nosso relacionamento profissional e pessoal! Como já estava tarde, fomos para casa. Tínhamos um relacionamento estreito fora da empresa, saiamos constantemente com nossas esposas para bares e restaurantes, tínhamos uma amizade muito forte.

No dia seguinte, nos cumprimentamos normalmente, mas já senti um certo ar de sacanagem de Marcos, tais como: Quando ele se dirigia à minha mesa para ver algum serviço, não mais sentava na cadeira em frente à mesa e mostrava o documento, mas vinha por detrás dela, encostava suas pernas em meu cotovelo e mostrava o documento, as vezes encostava seu pau em meu cotovelo. Outras vezes estava no arquivo morto vendo algum documento, ele vinha e passava por trás de mim, encostando seu pau em minha bunda. No corredor que era estreito, quando eu estava na sua frente, ele vinha atrás de mim tirando sarro em minha bunda. No começo fiquei sem jeito, mas com o tempo fui me soltando, gostando das brincadeiras e fazendo algumas com ele também. Nossas brincadeiras começaram a ser mais constantes, na cantina ele encostava seu pau na minha bunda, eu dava uma rebolada e passava minha mão em seu pau, por cima da calça. Uma vez entrei no banheiro e ele estava mijando, perguntou se estava com minhas mãos limpas, disse que iria limpar antes de chaqualhar para ele, que fiz sem nenhum rodeio, apenas apertando e alisando, para não sobrar nenhuma gotinha que iria para a cueca. Num outro dia, ele veio me mostrar um serviço que havia feito, e como de praxe, ficou ao meu lado, eu sentado em minha cadeira e ele em pé. Como ele estava com a perna semi-aberta, passei minha mão pela sua bunda e fiquei alisando seu pau e saco, mas por cima da calça. Esta nossa intimidade em nada nos atrapalhava, tanto no nosso relacionamento profissional como em nossa amizade. Muitas vezes após alguma dessas brincadeiras, eu o via ir ao banheiro e voltar algum tempo após, com certeza, tinha ido bater uma punheta, eu mesmo, quando não conseguia dominar meu tesão, corria ao banheiro e ficava apertando meus mamilos, imaginando eu brincando com ele e acabava batendo uma punheta. Quando um de nós saia do banheiro nos olhávamos e dávamos um sorriso maroto, que nos entregava a punheta. Estava se tornando uma coisa tão normal que mais cedo ou tarde se consumaria, e nós dois tínhamos certeza disso. A brincadeira mais ousada, antes da consumação, foi no banheiro. Ele estava lá quando eu cheguei pediu para que desse um beijo no seu pau. Observei se não havia ninguém e dei um beijo e engoli apenas sua cabeça, dando uma mordiscada nela. Depois disso não dava mais para segurar a consumação. No dia seguinte, ficamos após as 18:00, apenas nós, todos os demais funcionários saíram no horário. Ficamos conversando sobre os últimos serviços, até que, ele tomou a iniciativa e me abraçou por trás. Senti seu hálito em meu pescoço. Ele começou a roçar minha bunda, morder meu pescoço e minha orelha, sussurrando que hoje eu iria ver o que é ser comido por um verdadeiro macho e não aqueles a quem eu já havia dado, que meu cu ia sair dali aberto. Ao mesmo tempo que falava, tirou minha camisa e começo apertar meus mamilos. Isso me deixou louco, perco totalmente a noção quando apertam meus mamilos. Ele percebendo, virou-me de frente e começou a chupá-los e a mordiscá-los, isso foi a gota d’ água. Abracei-o, apertei sua cabeça contra meu peito e num instante estávamos completamente nus. Foi quando pude ver finalmente seu pau. Tinha 20 cm , 6 de diâmetro, não me contendo, cai de boca e mamei aquele mastro gostoso, já sugando aquele líquido que saia dele pelo tesão. Ele me sentou na poltrona, e subiu nela, colocou suas mãos na parede, ficando com o seu pau em minha boca. Engoli aquele cacete inteirinho, ele cheirava tão gostoso que comecei a chupar. Engolia inteiro, indo até minha garganta e depois voltava, chupando a cabeça. Fiz esse movimento várias vezes, segurando sua bunda com minhas mãos. Quando ele disse que ia gozar, fez menção em tirar para gozar fora, mas eu não deixei, segurei e senti toda aquela porra sendo jorrada em minha boca, engoli gostosamente. Suguei até a última gota, deixando-o limpinho. Não o tirei da minha boca, continue beijando, chupando seu pau até que ele deu sinal de vida, ficando tão duro que sentia suas veias saltarem. Nisso, ele me virou de quatro na poltrona e ficou em pé no chão. Disse que estava tendo uma vista fabulosa, meu cuzinho piscando, pedindo para receber uma pica dura. Sou bem higiênico nas partes intimas, não tenho pelo algum na minha bunda e raspo os pelos que existem entre o saco e o anus, E realmente eu estava piscando meu cu para ele, contraindo e descontraindo, pois meu tesão era tanto por um pau que poderia segurar um cacete dentro do meu cu sem que o seu dono tivesse condições de tirá-lo. Ele lubrificou seu pau com vaselina e foi enviando no meu buraquinho. No começo ardeu um pouco, mas quando me dei conta já sentia ele todinho dentro de mim. Foi aí que meu cu piscava mais, levando Marcos ao tesão pelas contrações que sentia no seu cacete. Para me posicionar melhor, dando mais conforto na penetração, abaixei minha cabeça, relando meu rosto na poltrona, e arrebitei minha bunda. Além do conforto que tive, deixei Marcos com mais liberdade de ação, ficando eu totalmente submisso aquele macho gostoso que estava me fodendo. E ele me fodia gostoso, não dava estocadas fortes para me machucar, mas bem cadenciadas e com delicadeza, que parecia até que eu não estava sendo enrabado por um cacete tão grande e grosso. Quando eu peguei por debaixo de mim e juntei com uma das mão o meu saco com o dele, fazendo massagens, apertando-os, foi que ele soltou um grito e eu senti um jato de porra sendo jogado dentro de mim. Ele não tirou seu pau dentro de mim, permanecendo na posição de ataque, não tirando suas mãos de minha bunda, que servira de apoio para suas deliciosas estocadas. Digo isso porque, quando ele me fodia, ele ficava imóvel, trazendo minha bunda contra seu corpo, num frenético vai e vem. Nesse momento, sentindo suas mãos segurando minha bunda, seu pau a meio mastro dentro do meu cu, a porra represada dentro de mim pelo seu pau, comecei a contrair novamente os músculos do meu cu em seu pau, deixando o com tesão, pois queria fazer mais coisas com o Marcos. Ele sussurrou que foi o melhor cu que estava comendo. Depois ele tirou o cacete de dentro do meu cu para ir buscar um papel para limpar a porra que escorreria sobre mim. Quando ele tirou seu pau do meu cu, senti a porra escorrendo devagar pelo meu canal, pois minha bunda permanecia mais alta que a cabeça. Após escorrer por dentro de mim, ainda quente, senti escorrer pela minha bunda, chegando no meu saco. Quando Marcos chegou com o papel para limpar a porra que parte dela já estava no meu saco, disse que não, que estava me divertindo sentido aquele líquido quente deslizar em meu corpo, primeiramente dentro do meu cu, e depois chegando até meu saco. Quando finalmente a porra ia pingar na poltrona, pus minha mão embaixo e deixei a porra cair nela. Depois levei até a boca e lambi toda a porra que estava alojada em minha mão, igual a um cachorrinho que lambe resto de leite derramado no chão. Vendo isso ele ficou de pau duro novamente e disse que queria me fuder novamente. Disse que no cu não, pois estava ardendo e que se fosse penetrado novamente seria com dor, mas se quisesse, poderia bater uma punheta que eu teria o maior prazer um engolir novamente. Não fez de rogado, pôs apenas a cabeça na minha boca e com a mão segurou o seu pau batendo uma punheta. Demorou um pouco para gozar, mas quando gozou, travei a cabeça de seu pau em meus lábios e suguei toda a sua porra novamente., até não sobrar nada. Ele foi ao delírio, gemendo e não conseguindo ficar em pé, pois o esforço foi muito grande, caiu sentado na poltrona, numa completa exaustão. Estando eu em pé, vi seu guerreiro cansado, caido de lado, meio mole e não mais oferecendo perigo nenhum perigo para mim, pois foram 3 vezes exigido no campo de batalha, duas na minha boca e uma no meu cu. Como não havia ainda gozado, sentei em seu colo, sentindo na minha bunda o seu pau. Ele entendeu o que queria e me abraçou por trás, com uma das mão segurou em meu pau, batendo uma deliciosa punheta para mim e com a outra, apertava meus mamilos. Rapidamente gozei, segurando toda a porra em minha mão e novamente engolindo. Naquele dia engoli bastante porra, sai com meu cu escancarado, arregaçado por dentro, mas com uma felicidade muito grande. Depois fizemos outras brincadeiras. Nosso relacionamento cresceu tanto que, fizemos verdadeiras surubas com nossas esposas, mas sem relação homossexual. Nossas esposas não sabem e nem desconfiam que eu, de vez em quando, sou fodido pelo Marcos, chupo seu pau e me lambuzo com sua deliciosa porra. Muitas vezes chego a dar risadas quando Marcos está comendo sua mulher e ela diz que sua buceta é heroína em agüentar um pau daquele tamanho, que mesmo Marcos implorando não daria seu cu para ele, pois com certeza, morreria de dor.

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Comentários

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muito bom conto, gostei, se voce tiver prescindo de algum funcionario, pode me contratar, ok

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