Geisiele

Um conto erótico de Druidas
Categoria: Heterossexual
Contém 813 palavras
Data: 08/03/2009 20:26:30

GEISIELE

Um avião que pousou em minha Pica

E bota AVIÃO nisso, eu e Geisiele nos vimos em um casamento de uma amiga de minha filha. Era num sítio próximo da cidade e minha filha me convidou pra ir dirigindo seu carro, na ida levamos o padre... La chegando, encontramos também os outros convidados, mas havia um avião no meio... mistura de Ivete Sangalo, Claudia Raia, Ana Ritman e Feiticeira ... Isto é o que ela era uma FEITICEIRA, pois fiquei enfeitiçado... Aquela menina de 1,76m (Mulherão), rosto lindo, tudo em cima, um vestido curtíssimo que mostrava aqueles pernões e que pernões. Coisa de louco... Muito comunicativa, conversava com todos.. e eu de longe, desde que a vi não mais tirei os olhos dela... até tentei, mas era impossível... Disfarçadamente eu a acompanhava, acho eu, não tenho certeza, ela sabia que estava me enebriando com sua beleza e gostosura! Em um determinado momento fui para o carro para tentar dormir, tentar esquecer ... Levantei umas três vezes e voltei para festa, a primeira coisa que eu via era ela... sempre rodeada de garanhões, brincava, ria, dançava, se divertia, bebia muito... Voltei para o carro e la pelas duas da manha, minha filha me acordou para irmos embora, masssss iria dar carona pra um pessoal... imagina quem ia conosco... três meninas e uma delas era Geisiele, aquele supersônico... Minha filha pediu pra acender a luz do carro para as meninas entrarem no banco de trás, carro de duas portas, acendi, inclinei o banco do carona, entrou uma e a segunda era ela....ellllaaaaa... aquele vestidinho... ela entrou.. deu aquela bandeirada com as pernas... uma calcinha vermelha cintilante... que coisa, sentou no meio e depois entrou outra... estava visivelmente embriagada... veio um viadinho dar-lhe um beijo de despedidas... Imaginem vocês, numa festa dessa, não tinha nenhum homem pra dar carona pra meninona... o martírio seria meu... ajeitei o retrovisor e dirigindo fui admirando aquela beleza..

Minha filha disse que queria ficar em casa primeiro, já que as outras moravam mais longe, tudo bem, parei em casa e uma das que estavam atrás veio pra frente, nova bandeirada panorâmica deliciosa... Deixei duas na próxima parada e por ultimo ficou minha Santa, que veio pra frente, deitou mais o banco e disse que estava pregada e ao deitar o banco o vestidinho subiu mais ainda, mostrando sua calcinha cor de sangue... Num impulso botei as mãos em suas cochas, e disse, pode até dormir que te entrego ..., não deu tempo de completar, ela pegou minha mão e puxou pra cima de sua xoxota, já molhada e disse, estou te comendo desde a hora que te vi... meu taradão... Quase morri do coração, botei a mão naquele xoxotão já molhado, carnudo e cheiroso, parei o carro na primeira árvore e fui pra cima, beijei-a, passei a mão por aquele corpo todo, era tudo uma gostosura só. Levantei mais seu vestidinho e mordi sua barriguinha, enfiei a mão por baixo e acariciei sua bunda deliciosa, puxei a alcinha e coloquei seus seios a mostra e chupei-os, ela urrava de tesão. Ela mesma tirou sua calcinha e eu mais que depressa arriei minha calça e a possui ali mesmo... Quem passasse por ali podia até pensar que o carro estava com maleita(tremor), pois tudo balançava, que tesão, a menina era fera... mal coloquei o Juninho pra beber mel, ela já denunciava o primeiro gozo, gozou uma três vezes, nisso percebi que estava vindo um pessoal a pé... para não dar mole para o perigo, peguei o volante novamente e me dirigi pra sua casa, ela ficou jogada no banco. Chegando em sua casa ela acionou o portão eletrônico e entremos, pois ainda estava a ponto de bala... Ela abriu a porta e saiu, arrumando a alcinha e o vestido, sai do outro lado e fui pra cima... beijei-a passei a mão mordi seus peitinho, eu queria botar pra fora aquilo que já tava fazendo minhas bolas doerem... virei-a de costa pra mim, joguei-a na parede e invadi por trás, o Juninho foi direto estocando sua perereca, dei uns solavancos e ela já amoleceu as pernas, gozou... e eu ainda não. Nisso o Juninho saiu, ajeitei-o novamente, ela com as penas abertas.. cutuquei, ela disse: Ai.. O Juninho procurou novos caminho, o ai se repetiu umas duas vezes, mas a carne estava curtida e ME TINHA já todo dentro daquele vulcão, agora era ela que mais movimentava, ai não agüentei e me despejei todo dentro dela.. E quem ficou com as pernas bambas fui eu... Não deu tempo pra muita conversa, ela precisava entrar e eu voltar pra casa, beijinho e um rouco FOI BOM. Agora estou segurando e massageando sua delicada calcinha vermelha cor de sangue... Esse presente ficou no carro e guardo como lembrança daquele super super super sônico... Tem certas coisas que já está escrito... não precisa desesperar.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Druidas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Desculpe companheiro, quando escrevi eu apenas queria agradar pessoas comuns que vem aqui só dar uma lida, pois intelectuais como vc deviam estar lendo coisas mais cultas...

0 0
Foto de perfil genérica

Olha, pesquise e não de mancada dessas : Ana RITMAM?????? Pelo amor de DEUSSSSS. kkkkkkkkk

0 0