Minha filha..., 12 - Banhos em noite sem lua

Um conto erótico de AribJr
Categoria: Heterossexual
Contém 3176 palavras
Data: 09/02/2009 18:58:51
Última revisão: 09/02/2009 18:09:39

<center>12 ●●●●●●●●●●●○●●●●●●●●●●●●●●●●●● 30</center>

<tt><center>Minha filha, mãe de minha filha</center></tt>

<center><strong><b> BANHOS EM NOITE SEM LUA </b></strong></Center>

<center><tt><b> Sexta-feira, 9 de julho de 1999</b></tt></center>

<blockquote><b>Custou muito esquecer que eu tinha feito merda e que nosso grande segredo não era assim tão nosso, não depois daquele flagra de Cíntia. Fiquei aliviado quando soube que elas – Cíntia e a irmã Janice – iam voltar para Colinas, quem não gostou muito foi a sapeca Roberta que tinha até programado farras do apartamento.</b></blockquote>

Isabel conversou com ela e nem Roberta ficou sabendo daquela noite...

Em julho as garotas passaram mais tempo no apartamento que na casa da mãe, mas as tarefas da firma quase não deixava tempo livre para curtir a proximidade com as princesas.

Dia dezesseis de julho, uma sexta-feira, chegaram para passar quinze dias com as garotas as primas de Colinas e as duas tiveram que voltar para a casa da mãe.

— E aí amor? – Dora ligou no domingo de tarde – Como vai ser a festa dos quarenta e dois?

Falou que não ia comemorar, talvez um almoço com elas. Não estavam em condições de assumir outras despesas depois do aniversário de Roberta. As contas amontoavam na mesa.

— Ta bom... Então a gente faz alguma coisa aqui em casa – escutou gritos – As meninas da Berenice estão aqui... Ta a maior zona...

— É bom pras garotas terem a companhia de gente na mesma idade – o celular tocou – A Cíntia também está aí? – o celular tornou tocar – Espera um minuto, vou ver quem é no celular.

Não reconheceu o número e desligou o aparelho.

— Sim? A Cíntia está aí também?

— Porque? Ta querendo papar minha sobrinha? – riu divertida – Olha lá cara que o pai dela é milico...

Ele riu também e falou que não era por nada. Conversaram um pouco mais antes de desligarem.

Na quinta-feira Roberta ligou para o escritório e pediu que as buscasse na sexta-feira. Combinaram que passaria na casa delas lá pelas seis da tarde.

Reuniu o pessoal e distribuiu as tarefas da sexta-feira e do sábado.

— Margareth! – chamou a anjo da guarda – Sábado não vou poder vir... As meninas vão para o apartamento...

— Já sei! – riu – Vai ser a maior farra!

Sexta-feira, cinco e vinte da tarde, chegou na casa de Dora. Isabel abriu o portão, mas deixou o carro estacionado na calçada.

— Como é? As trouxas estão prontas? – se abraçaram e se beijaram.

As garotas estavam na piscina, mas entrou para o quarto com a filha.

— E aí pai!... – sentou na cama – Como vão as coisas na firma?

Falou que continuava a mesma zorra de sempre, mas que tinha tirado o final de semana para elas.

— A mamãe falou do teu aniversário – se deitou e bruços, a calcinha apareceu enterrada na bundinha arrebitada – Vai ser aqui mesmo?

Ficou de joelhos e deu um beijo nas nádegas macias, ela se espantou e ficou toda arrepiada.

— To menstruada... – abriu as pernas e ele viu o volume do absorvente.

— E esse bode não tem cu? – falou rindo.

Mas nunca haviam feito sexo anal.

— Tu sabe que meu cuzinho é só teu... – arreganhou as pernas e afastou a calcinha.

Levou a mão para a regada e tocou no pequeno anel enrugado, ela arrebitou a bundinha.

— Não... Esse vai ficar virgem pro teu marido...

— Tu és meu marido, lembra?

Colocou o dedo, o anel piscou, fez massagens circulares e meteu a pontinha do dedo indicador.

— Ai... – ela reclamou e retesou as nádegas – Isso dói...

Ouviram passos no corredor, tirou o dedo e cobriu sua bundinha com a saia que tinha levantado.

— Papai! – Roberta gritou e pulou em seu colo.

Ficou todo molhado, as primas ficaram paradas na porta do quarto.

— Como é, vamos lá? – se levantou.

— Péra um pouco tio – Janice correu para o banheiro – Vou tomar um banho e me apronto logo.

Cíntia continuou parada e encostada na porta, Roberta saiu para se banhar também e Cíntia entrou no quarto. Isabel continuou deitada de bruços.

— Olá tio? – ficou em pé perto dele.

Isabel se virou e ficou olhando a prima.

— Pai... Vou buscar uma coisa... – se levantou e saiu do quarto.

Olhou para a filha e viu que sua saída tinha sido estratégica.

— E aí garota, como está as férias? – perguntou.

— Ta boa... E o senhor, como está?

Sentou na beirada da cama e mirou o corpo da garota, não tão bem feito quanto os de Bel e da sapeca, mas nem por isso menos bonito. A cintura fina contrastava com os seios um pouco mais volumosos que o normal, pernas torneadas, coxas grossas e nádegas acentuadas – marca registrada da família. Cabelos negros, olhos castanhos claros amendoados e voz macia e sensual.

— Agora está bem melhor... – segurou sua mão – Como estão teus pais?

Falou que estavam bem e que tinham mandado lembranças, os avós também haviam mandado um forte abraço.

— Como é, vamos cair nas gandaia? – falou olhando para o volume quase anormal entre suas pernas e ela puxou a mão.

— Vamos sim... – olhou no fundo dos olhos dele – Vou só trocar de roupa...

<blockquote><i> Foi para o armário onde estavam suas roupas, escolheu uma calcinha bem pequena, bermudinha jeans e camiseta curtinha. Se voltou e arriou, requebrando a cintura, o biquíni. Ele respirou agoniado e ficou mais agoniado ainda quando tirou a parte de cima e os seios volumosos, mas firmes, ficaram livres do aperto. Pegou a toalha, abriu as pernas e passou na xoxota inchada e com poucos cabelos, não tirava os olhos dela, estava preso naquela visão inesperada. Se virou e se curvou para vestir a calcinha, a bunda abriu e o cuzinho quase da cor da pele parecia piscar. Vestiu a calcinha e a camiseta.</i></blockquote>

— Tio posso... – Janice parou espantada ao ver a irmã só de calcinha em minha frente – Levar roupas de banho... – completou baixinho.

Amarildo falou que sim e saiu do quarto.

<center>● ● ● ● ● ●</center>

Foram direto para o shopping, tinha que fazer umas compras no supermercado e, unindo o útil ao agradável, fizeram um lanche ligeiro na praça de alimentação.

— Bel! – chamou – Vamos ali comigo...

Roberta ia se levantar, mas ele peguei sua mão e falou baixinho.

— Filhinha, espera aqui que volto já!

Foram em uma loja de roupas intimas e pediu para a filha escolher uma calcinha para darem para Cíntia, em paga à que tiveram que descartar na noite do flagra.

Isabel aproveitou e escolheu também para ela uma calcinha bem cavada e, para a ela e a irmã, um baiby-doll de seda vermelha com anagramas japonês em preto e dois brancos com anagramas vermelho para as primas, voltaram para buscar as garotas.

Roberta quis saber o que tinha na sacola, mas Bel pediu para ela ter paciência.

— Pai porque a gente não vai praquele barzinho no Araçagy? – Isabel sentou na frente, as garotas ficaram no bando de trás – Faz tempo que a gente não vai lá, né Berta?

Todas concordaram e pediram, não teve como negar, afinal o final de semana era delas.

— Tá bom! – virou para olhar as garotas no banco de trás – Mas olhem lá!

Roberta riu, Cíntia e Janice não entenderam, mas as duas sabiam muito bem do que ele estava falando.

Não é bem um bar, era uma barraca na areia onde serviam uma torta de caranguejo pra lá de gostosa.

— Boa noite pastor! – Sinhá Nena, a dona da barraca, um negra com olhar bonachão cumprimentou - O senhor ta desaparecido?

Acendeu o lampião e chamou a filha Joanita, uma morena de uns dezesseis anos, bonita e sorridente como a mãe.

— Vão ficar aqui ou na beira do mar? – falou alguma coisa para a filha – E essas duas princesinhas, são também suas filhas?

Sinhá Nena conhecia muito bem Bel e Berta.

— Vem cá Cíntia! – chamou a morena – Essa é sobrinha, filha da irmã da Dora e aquela que está com Belzinha é Janice, irmã dessa deusa – abraçou a sobrinha – Como é Bel? Aqui ou na areia? – perguntou e preferiram ficar na beira do mar.

Joanita levou a mesa de madeira rústica e as cadeiras.

— Vão comer alguma coisa? – Sinhá Nena perguntou limpando as mãos no avental encardido – Tem caranguejo toque-toque, camarão frito na hora e se o senhor quiser, faço um pedra na hora<tt>(<b>7</b>)</tt> ...

Não estava com fome, mas pediu caranguejo e camarão frito no alho e óleo, para beber ela já sabia de minha preferência – uísque com gelo e água de coco.

— Você vai beber alguma coisa Cíntia? – perguntou.

— Pai, posso tomar uma caipirinha? – Roberta se achegou.

Olhou para ela e passou a mão espalmada em seu rosto.

— Pode... Só uma dose, viu?

Pediu que fizesse uma dose com pouca vodca e muito suco de limão, Cintia falou que ia beber um pouco de uísque e Bel, ele sabia, também ia ficar no uísque.

As garotas foram para a mesa e ele ficou conversando um pouco com Sinhá, Joanita levou os copos e as bebidas e voltou para providenciar o pedido.

— E como vai a patroa pastor? – Sinhá puxou um banco e sentou encostada na bancada de madeira que servia de balcão.

— Dora está bem, mas não voltamos... E, não sou mais pastor Sinhá – sentou numa cadeira de macarrão – Resolvi dar um tempo...

— Desculpe... – deu um sorriso envergonhado – Faz tempo que o senhor deixou a crença?

— Desde março... – acendeu um cigarro – A vida se apresenta de maneira diferente da que planejamos Sinhá.

— Mas bem que sabia que o senhor não levava jeito pra ser pastor... Onde já se viu pastor beber e fumar?

Joanita avisou que o camarão estava pronto, ele pediu para levar para a mesa e deixar alguns.

— O senhor não quer pra levar um lampião?

A noite escura e sem lua quase não deixava ver a mesa.

— Leva um pra lá Joanita – pediu – Tá muito escuro lá?

— Ta não, dá de ver direitinho tudo... – pegou o lampião e foi deixar o pedido equilibrando a bandeja de alumínio na mão – O senhor não vai pra lá?

Disse que ia bater um papinho com minha amiga Sinhá, pra matar as saudades. Pouco depois a garota voltou com o lampião.

— Suas filhas não quiseram luz lá não...

Ele tinha quase certeza que não iam querer.

— Vai ver elas quer tomá banho... – Sinhá piscou – No iscuro é mais mió...

Sorriu e pediu uma dose de uísque, Joanita colocou e foi sentar-se com eles.

— E você Joanita, como está no colégio.

— Quá seu doutor! – Sinhá fuzilou a filha com um olhar enraivecido – Essa nigrinha num qué nada de sabê não!... Tá enrabixada com um pescadô do farol...

— Porque deixou o estudo Joanita! – olhou para ela – Você é muito nova pra perder tempo...

— Já falei pr’ela qui si aparicê de bucho taco ela pra rua...

— Mamãe tem cada uma seu Amarildo... – olhou para a mãe – Não to pensando nessas coisas não mamãe e... Sou donzela, viu?

Ele riu e mudou de assunto, ficaram conversando sobre bobeiras até Janice chegar.

— Como é tio? Não vai ficar com a gente lá?

— Vou já Jany – tomou o resto da bebida – Está faltando alguma coisa lá?

Pediu refrigerante, Joanita pegou duas Jesus<tt>(<b>8</b>)</tt> e ela voltou correndo. Joanita entrou para o barraco.

— E as namorada? – Sinhá esperou que a filha saísse – Ainda ta dando no couro?

Sorriram e ele falou que estava meio quieto.

— Essa menina, a sua sobrinha deu umas olhada pru sinhô...

— Tem nada com ela não Sinhá! Não sou maluco de me envolver com criança... – se levantou, entrou no barraco e colocou outra dose de uísque – E a Joanita Sinhá? Não seria melhor mandá-la pra Cantanhede?

Sinhá Nena é natural de Cantanhede<tt><b>(9)</b></tt>, onde ainda moravam os pais e dois irmãos que trabalhavam de meeiro nas terras de um coronel.

— Sei não seu moço, pelo menos aqui fico de mutuca ligada... – parou e olhou para ele – Já pensei inté botá ela na casa de um branco... O sinhô tem impregada?

Falou que não, que tinha uma senhora que fazia faxina duas vezes por mês.

— Moro só amiga...

— E que faz seu di’cumê?

Falou que fazia refeições em restaurantes, as roupas levava para uma lavanderia e, quando queria comer alguma coisa em casa ele mesmo fazia.

— Óia seu doto, se o sinhô quizé eu dou ela pro sinhô... Sabe fazê de um tudo, é limpinha e trabaiadêra – parou e suspirou – Não cêsse essa disgraça do namoro!...

Falou que ia ver e se resolvesse, viria conversar com ela.

— Cum sinhô deixo ela de zóio fechado...

— E ela vai morar com um homem solteiro? – não disse por mau, só pra atazanar a preta – O pessoal pode falar!

Sinhá deu uma gargalhada sonora.

— Se o sinhô mexê cum ela num ia de ter nada não... Inté ajurdava pr’ela abaixá o facho... Só num ia querê qui ela botasse bucho, é muito novinha pra parir...

Ele olhou demoradamente para ela, vai ver que é brincadeira de Sinhá, pensou.

— Nem pensar nisso Sinhá! – um calafrio riscou a coluna – Se ela fosse mesmo trabalhar comigo ia tratá-la como filha.

— Quá! Seu douto... Sei Cuma é essas coisa... Fia hoje, Fia amanhã inté o piru ficá querendo furçar as parte dela... – se levantou e foi buscar uma dose de cachaça pra ela – Inté ia ficá dispreocuparda cum ela se se tornasse rapariga do sinhô...

Se levantou e disse que ia ver como estavam as garotas.

— Óia pastô... Se o sinhô quizé levá ela, pode levá qui seu qui o sinhô é gente decente...

Voltou a dizer que ia pensar e que voltaria para conversar, mas que ela tirasse aquilo da cabeça que não queria mulher e sim uma pessoa que assumisse o apartamento.

— Puta merda pai! – Isabel estava conversando com Cíntia, Roberta e Janice tinham saído pra andar na praia – Pensei que tua ia ficar a noite toda de papo com Sinhá...

Sentou e pegou o copo de Cíntia, bebeu uma golada e perguntou pelas meninas.

— Devem ta correndo por aí... – Bel estava chateada – O que tinha pra conversar tanto?

Contou sobre a possibilidade da Joanita ir trabalhar ou com ele ou com Dora.

— Ia ser uma boa! – Bel tomou um gole – Pelo menos dava uma arrumada de vez em quando naquela bagunça...

Começaram conversar sobre as férias delas.

— Pai! – Roberta chegou correndo – Posso dar um mergulho?

— Você é quem sabe... Mas e o biquíni?

— Pra que biquíni pai? – sentou no seu colo – Tem ninguém aqui não e tá meio escuro...

Ele olhou para Bel que sorriu.

— Também vou dar um mergulho, tu não vai Cíntia? – Bel se levantou e tirou a roupa.

Cíntia olhou para o tio que disse não ter problema se ela quisesse também se banhar.

— Não dá pra ver nada do bar – falou – Se quiser e tiver coragem?

Cíntia se levantou e também tirou a roupa e as três correram para as ondas.

— E você Janice? Não vai também aproveitar o mar?

Ela ficou olhando as três chapinharem a água, olhou para ele e resolveu que não teria coragem de ficar nua em sua frente. Amarildo sorriu divertido, tomou o resto da bebida dos dois copos.

— Deixa de besteira menina! – levantou e tirou a roupa – Vamos lá?

<blockquote><i>Ela olhou espantada. Ele percebeu que até que ela estava com vontade, mas tinha vergonha de ficar nua. Amarildo se aproximou dela e, sem que ela tivesse tempo de fazer qualquer coisa, puxou a bermuda e ela ficou de calcinha. Pegou a camisa e tirou, ela não fez nada e nem falou nada. Se ajoelhou e baixou a calcinha de meia branca com bolinhas coloridas.</i></blockquote>

Janice ficou parada, a bermuda e a calcinha abaixadas, sem camisa. Amarildo pegou sua perna esquerda e levantou para pegar a bermuda e a calcinha, fez o mesmo com a outra perna. O aroma que exalou da vagina com nenhum pelo era idêntico a de todas as xoxotas de garotas novas, os pequenos e quase inexistentes seios não mais era quem pontinhos que começavam a despontar.

— Vamos lá! – se levantou e puxou pela mão.

Ela continuou parada e ele a pegou nos braços e correu para a água fria. As garotas estavam ocupadas com as brincadeiras e não prestaram atenção para ele que continuou entrando no mar até jogar a pequena Janice numa onda que corria em direção da praia. Ela deu um gritinho e mergulhou, ele mergulhou também e emergiu perto dela.

— Tio!... Tio!... – ela se debateu sem conseguir ficar em pé.

Correu para ela e a pegou nos braços, ela se agarrou nele tossindo.

<tt>─────────────────────────</tt>

<tt>7. Referiu-se a peixe-pedra, um peixe pescado junto às pedras litorâneas. Pertence à família dos carás.</tt>

<tt>8. Jesus, ou Cola Guaraná Jesus, é um refrigerante típico no Maranhão. A cor rosa e o sabor ameno o faz bastante consumido, também conhecido por “Sonho cor-de-rosa das crianças”.</tt>

<tt>9. Cantanhede; cidade do interior maranhense.</tt>

<center>══════════════════════════════════════════════════════</center>

<center><b>Para melhor entender esse relato, leia os s anteriores</b></center>

<blockquote><tt> 01: E não era eu</tt>

<tt> 02: No Apart-Hotel</tt>

<tt> 03: Em uma festa de Réveilon</tt>

<tt> 04: E ela quis outra vez</tt>

<tt> 05: Isabel dormia do lado</tt>

<tt> 06: Era sábado bem cedinho</tt>

<tt> 07: Antes de domingo amanhecer</tt>

<tt> 08: De novo um passado</tt>

<tt> 09: Surpresas e festa</tt>

<tt> 10: E a decoradora fez que não viu</tt>

<tt> 11: Uma estava linda, a outra cheia de outras intenções</tt>

<tt> 12: <u>Banhos em noite sem lua</u> ◄</tt>

<tt> 13: Noite escura, mar agitado de desejos</tt>

<tt> 14: Cíntia e Janice vão ao apartamento</tt>

<tt> 15: Cíntia, hora de dormir e ter desejos</tt>

<tt> 16: Encontros e conversas</tt>

<tt> 17: Festa surpresa para papai</tt>

<tt> 18: Cíntia, Isabel e a pequena Janice</tt>

<tt> 19: Janice, a dor que não dói</tt>

<tt> 20: Surpresas e alegrias de Roberta</tt>

<tt> 21: Um jantar, duas surpresas</tt>

<tt> 22: Brincadeiras de Roberta</tt>

<tt> 23: Janice, afoita e perigosa</tt>

<tt> 24: Anjinho de Natal</tt>

<tt> 25: Dora descobre tudo</tt>

<tt> 26: Dora e uma outra realidade nova</tt>

<tt> 27: A viajem e as armações das garotas</tt>

<tt> 28: Dúvidas e verdades</tt>

<tt> 29: Verdades e esperanças</tt>

<tt> 30: Para o resto de nossas vidas</tt></blockquote>

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Pingo de Luz a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários